4 de junho de 2026

Governo Dilma com 38% de aprovação, diz pesquisa Ibope

Do G1

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53% aprovam desempenho pessoal da presidente; 42% reprovam. Ibope ouviu 2.002 eleitores entre os dias 17 e 23 em 143 municípios.

O governo da presidente Dilma Rousseff é avaliado como “ótimo” ou “bom” por 38% dos eleitores, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (24).

De acordo com o levantamento, 26% consideram o governo “ruim” ou “péssimo”. Para 35%, o governo é “regular”, informou o Ibope – 2% disseram que não sabem ou não responderam.

Na mesma pesquisa, o Ibope aferiu as intenções de voto para presidente da República na eleição de 2014 – Dilma vence no primeiro turno em todos os cenários pesquisados e, em um eventual segundo turno, também superaria todos os rivais, segundo o instituto.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores entre as últimas quinta (17) e quarta (23) em 143 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Por faixa de renda familiar, a maior taxa de aprovação do governo está entre os que ganham até um salário mínimo (57%). Entre os que ganham mais de cinco salários mínimos, a reprovação (“ruim” ou “péssimo”) é de 36%. A região que mais aprova o governo é a Nordeste (53%) e a que mais reprova é a Sudeste (32%).

Dentre os entrevistados, 53% responderam ao Ibope que aprovam a maneira pela qual a presidenteDilma Rousseff administra o país; 42% disseram que desaprovam; 5% afirmaram que não sabem ou não responderam.

Segundo a pesquisa, 49% confiam na presidente, 46% não confiam e 5% disseram que não sabem ou não responderam.

Pesquisas anteriores
Pesquisa anterior do Ibope, feita entre 14 e 17 de setembro por encomenda da Confederação Nacional de Indústria (CNI), indicava que o governo tinha a avaliação positiva (“ótimo” ou “bom”) de37% dos eleitores. Os que julgavam o governo “regular” eram 39% e os que o consideravam “ruim” ou “péssimo” eram 22%.

A pior percepção sobre o desempenho do governo neste ano foi constatada pelo Ibope em julho, após as manifestações de rua em várias cidades do país. Em levantamento do instituto divulgado em 19 de junho, o governo tinha 55% de aprovação, índice que, na pesquisa seguinte, de 25 de julho, caiu para 31%.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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5 Comentários
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  1. Assis Ribeiro

    25 de outubro de 2013 10:27 am

    Todos os cenários

    Todos os cenários pesquisados

    No cenário atual, no qual Dilma concorreria com Aécio e Eduardo

    – Dilma Rousseff: 41%
    – Aécio Neves: 14%
    – Eduardo Campos: 10%
    – Brancos/nulos 22%
    – Não sabe/não respondeu: 13%

    No cenário no qual o candidato do PSB seria a ex-senadora Marina Silva, em vez do governador Eduardo Campos, o resultado seria o seguinte:

    – Dilma Rousseff: 39%
    – Marina Silva: 21%
    – Aécio Neves: 13%
    – Brancos/nulos: 16%
    – Não sabe/não respondeu: 11%

    No cenário em que o candidato do PSDB é o ex-governador de São Paulo José Serra e o do PSB, Eduardo Campos:

    – Dilma Rousseff: 40%
    – José Serra: 18%
    – Eduardo Campos: 10%
    – Brancos/nulos: 19%
    – Não sabe/não respondeu: 12%

    Com Marina como candidata do PSB e Serra como candidato do PSDB, o Ibope apurou o seguinte resultado:

    – Dilma Rousseff: 39%
    – Marina Silva: 21%
    – José Serra: 16%
    – Brancos/nulos: 15%
    – Não sabe/não respondeu: 10%

    Segundo turno
    Nas simulações de segundo turno, Dilma venceria todos os demais adversários. Veja abaixo:

    – Dilma Rousseff: 47%
    – Aécio Neves: 19%
    – Branco/nulo: 22%
    – Não sabe/não respondeu: 11%

    – Dilma Rousseff: 42%
    – Marina Silva: 29%
    – Branco/nulo: 18%
    – Não sabe/não respondeu: 11%

    – Dilma Rousseff: 45%
    – Eduardo Campos: 18%
    – Branco/nulo: 24%
    – Não sabe/não respondeu: 14%

    – Dilma Rousseff: 44%
    – José Serra: 23%
    – Branco/nulo: 20%
    – Não sabe/não respondeu: 13%

    Espontânea
    Confira abaixo o resultado na parte da pesquisa em que o Ibope apurou a intenção de voto espontânea, na qual o pesquisador simplesmente pergunta em quem o eleitor votaria se a eleição fosse hoje, sem apresentar uma lista de candidatos:

    – Dilma Rousseff: 21%
    – Lula: 7%
    – Marina Silva: 6%
    – Aécio Neves: 5%
    – José Serra: 4%
    – Eduardo Campos: 2%
    – Outros com menos de 1%: 1%
    – Branco/nulo: 13%
    – Não sabe/não respondeu: 40%

    Rejeição
    A taxa de rejeição (percentual de eleitores que disse que não votaria no candidato de jeito nenhum) está distribuída da seguinte maneira, segundo o Ibope:

    – José Serra: 47%
    – Aécio Neves: 40%
    – Eduardo Campos: 39%
    – Dilma Rousseff: 38%
    – Marina Silva: 31%

    1. Assis Ribeiro

      25 de outubro de 2013 10:37 am

      Em todos os cenários os votos

      Em todos os cenários os votos bancos, nulos e os que deixarão de comparecer às urnas vence a soma dos candidatos que serão derrotados por Dilma.

       O índice de rejeição de todos os candidatos é altíssimo.

      Para a grande imprensa que massificou a informação de que as manifestações de junho eram contra Dilma e para aqueles que “comeram a pilha”  da mídia fica a lição de que não se deve manipular informações ou entrar no “clima” do que divulgam.

      Sobre a leitura das pesquisas realizadas logo após as manifestações de junho, assim comentei:

      seg, 01/07/2013

      “A preocupação com a situação atual, apenas no quesito da queda de popularidade de Dilma, é intempestiva e irreal.

      Acaba de sair pesquisa sobre outros chefes do executivo e, não surpreendente, todos despencaram.

      Pesquisa feita no calor das manifestações contra políticos e dentro da própria catarse, queriam que ela desse que resultado?”

      No post:

      https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-queda-na-avaliacao-de-prefeitos-e-governadores

  2. Assis Ribeiro

    25 de outubro de 2013 10:50 am

    Atenção

    Esta pesquisa foi realizada antes da propaganda eleitoral do PT e após as propagandas do PSDB e do PSB.

    Imaginem se fossem realizadas depois de :

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=pCXjnKB4x8%5D

  3. Roberto São Paulo-SP 2013

    25 de outubro de 2013 12:22 pm

    Os erros seguidos da oposição PSDB

    Creio que não seja apenas uma questão de acomodação após as manifestações de junho de 2013, e sim consequência da ação e reação dos agentes políticos envolvidos na atual disputa eleitoral.

    Além dos acertos do Governo da Presidenta Dilma, 

    primeiro,  em acelerar o processo de desoneração do setor de transporte público que viabilizou o cancelamentos dos aumentos das tarifas do transporte público;

    segundo,  em reconhecer como legítimo o direito de se manifestar das mais variadas formas;

    terceiro em propor a ampliação da participação dos eleitores em uma eventual reforma política;

    quarto em acelerar o processo de ampliação de contratação de médicos para as regiões mais carentes;

    e quinto ao reafirmar a  vinculação dos Royalties do Petróleo com as verbas destinada a saúde e a educação pública.

    ———-Ocorreu também seguidos erros da oposição, desde da avaliação e reação as primeiras manifestações de junho de 2013, até a reação as propostas e ações do Governo da Presidenta Dilma, principalmente em relação a desoneração do transporte público e ao Programa Mais Médicos.

    Além disso a própria oposição se encarregou de limitar a participação de candidatos no Primeiro Turno das eleições de 2014, ao manter os  principais candidatos da oposição no PSDB e no PSB, com tantos partidos no Brasil, mais de trinta, seria muito fácil lançar quatro ou mais candidatos de oposição, mas agora já é tarde. Este até o momento é o maior erro da oposição em relação a disputa eleitora de 2014.

  4. Juliano Santos

    25 de outubro de 2013 2:14 pm

    Esperava uma subida mais

    Esperava uma subida mais rápida. Não voltar a faixa dos 50, mas já esperava passar dos 40%. De qualquer forma, a tendência é de recuperação. A inflação está sob controle, temos pleno emprego e a renda aumenta.

    Creio que as manifestações violentas no Rio e em SP ainda criam um clima de baixo astral. Contaminam as classe mais baixas, senão a aprovaçao seria ainda maior nessa faixa, dado às inúmeras iniciativas dirigidas aos mais pobres. A (velha) classe média foi definitamente perdida. São os coxinhas, os mais afetados por desinformação e clichês vazios. E no fundo cagam e andam para justiça social.

    Luta de classes na veia!

     

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