Por Marco St.
Quem vai parar os EUA ?
A máquina de guerra americana continua insaciável. Os gastos militares do país giram ao redor de 600 bilhões de dólares por ano. A segundo colocada, a China, gasta certa de 10% disto. Para se ter uma idéia da monstruosidade, os EUA gastam o DOBRO da SOMA dos orçamentos militares das maiores potências do mundo.
Se somarmos à isso a impressionante voracidade de espionar todos os lideres mundiais e milhões de pessoas ao redor do mundo e o seu cada mais rotineiro comportamente de não respeitar as decisões da ONU, não fica difícil imaginar um cenário de ficção cíentifica e de terror, onde uma só nação controle, explore e subjugue todas as outras.
Um mundo com apenas uma super-potência pode ser muito mais perigoso do que no tempo da guerra fria.
Do Esquerda.net
Peritos acusam o governo dos EUA de desenvolver novas armas atômicas
O coletivo Union of Concerned Scientists (UCS) apresentou um relatório sobre a modernização do arsenal nuclear dos EUA no qual acusa o governo norte americano de ir além da mera manutenção das suas armas atômicas e de desenvolver na prática novos sistemas de armamento.

Bomba nuclear B 61. Foto Wikipedia.
Barack Obama tem falado muitas vezes de desarmamento nuclear. No seu discurso de Praga, em 2009, desenvolveu, amparando-se no lema “Yes, we can!”, a visão de um mundo livre de bombas atómicas. No seu discurso de Berlim, no verão deste ano, já se mostrou bastante mais modesto: disse que o número de armas atómicas norte americanas poderia reduzir-se em um terço se os russos se mostrassem dispostos a fazer o mesmo nas negociações.
No entanto, a realidade é muito diferente, como afirmam agora novamente os críticos. A associação de cientistas norte americanos Union of Concerned Scientists (UCS) acaba de apresentar um amplo relatório sobre a modernização do arsenal nuclear do seu país[i]. Este relatório não deteta quase nenhum progresso em matéria de desarmamento. Além disso, os cientistas acusam o governo dos EUA de ir além da mera manutenção das suas armas atómicas e de desenvolver na prática novos sistemas de armamento.
O governo de Washington encontra-se, desde já algum tempo, face a um dilema: a última bomba nuclear dos EUA desenvolveu-se em 1990 e está baseada na tecnologia dos anos setenta. Os ensaios nucleares subterrâneos ficaram suspensos em 1992 e, desde então, as provas baseiam-se em simulações por computador. Ao mesmo tempo, o arsenal envelhece, e para garantir a segurança e confiabilidade do armamento é preciso investir enormes somas de dinheiro. Porque os EUA ainda dispõem de nada menos que umas 7.700 cabeças nucleares, das quais 2.150 estão ativas.
Trata-se, na realidade, apenas de prolongar a vida útil das bombas?
Segundo o relatório da UCS, o governo de Obama quer investir 60.000 milhões de dólares nos próximos 25 anos na modernização do seu arsenal nuclear, mas isto não é mais que uma fração do que a super potência pensa gastar neste período com as suas armas atómicas. O relatório da UCS, de 81 páginas, cita alguns exemplos:
– O custo de uma planta química e metalúrgica no Laboratório Nacional dos Álamos ascende a uma despesa situada entre 3.700 a 5.900 milhões de dólares, o que representa entre seis e nove vezes o custo estimado em 2004.
– A construção de uma nova planta processadora de urânio ia custar, em 2004, entre 600 e 1.100 milhões de dólares, mas agora fala-se de 7.500 milhões.
– O ministério de Energia dos EUA orçamentou, em 2010, a modernização das bombas aéreas do tipo B61 em apenas 2.000 milhões de dólares, repartidos por quatro anos. Mais tarde afirmou-se que seriam 4.000 milhões e, em 2012, já se falava em 6.000 milhões. Segundo a UCS, agora a soma já ascende a 10.000 milhões de dólares (7.400 milhões de euros).
O “programa de prolongamento da vida útil” da bomba atómica B61 já é objeto de crítica há algum tempo. Entre os peritos reina em grande medida o consenso de que as bombas nucleares aéreas estacionadas na Europa ocidental são, desde o ponto de vista militar, relíquias inúteis da guerra fria que deveriam ser eliminadas de imediato. Não obstante, o governo dos EUA não só não se mostra disposto a retirar essas armas, senão que as moderniza ao ponto de os técnicos já falarem em sistemas completamente novos.
A UCS afirma agora algo parecido. É verdadeiro que o número de tipos de cabeças nucleares norte americanas reduzir-se-á de sete a cinco durante o processo de modernização, mas essas cabeças empregar-se-iam em diferentes tipos de portadores: três em mísseis de longo alcance e dois em bombardeiros e mísseis de cruzeiro. Este propósito “viola o espírito, por não dizer a letra, da promessa do governo de não desenvolver novas armas nucleares”, tem declarado Philip Coyle, do Center for Arms Controle and Non-Proliferation, um dos autores do relatório da UCS.
Isto não é uma trivialidade, nem pouco mais ou menos. Em 2011, entrou em vigor o tratado “New Start” de redução de armas estratégicas, no qual EUA e Rússia se comprometeram a reduzir até o ano 2018 o número das suas cabeças nucleares estacionadas sobre o terreno dos 4.000 atuais para 1.550. Os críticos temem que as futuras conversas em matéria de desarmamento se vejam enormemente dificultadas se os EUA estacionam de repente, contrariamente às suas promessas, armas com capacidades totalmente novas.
Material suficiente para 13.000 cabeças nucleares
Por exemplo, a bomba B61 completamente renovada, do modelo B61-12, é, na opinião do perito norte americano em desarmamento Hans Kristensen, um arma destas características. De acordo com os planos atuais, a partir de 2019 fabricar-se-ão umas 400 unidades, das quais uma parte estacionar-se-á também na Alemanha. Neste momento há entre 10 e 20 exemplares antigos desta bomba atómica na base aérea de Büchel, na Alemanha.
Os cientistas da UCS também estão preocupados com a enorme quantidade de bombas atómicas inativas. Segundo cifras do instituto Sipri de Estocolmo, os EUA contam com umas 2.500 cabeças nucleares de reserva, às quais há que acrescentar outras 3.000 que estão à espera de ser destruídas. Segundo o relatório da UCS, “há grandes quantidades de plutónio e urânio altamente enriquecido que o exército já não precisa”. Ainda que a National Nuclear Security Administration (NNSA) –o departamento do ministério de Energia dos EUA que se encarrega da custodia das bombas atómicas – preveja destruir grande parte do material de fissão das armas desmontadas, após isso, diz a UCS, os EUA continuarão a dispor de material suficiente para 13.000 bombas atómicas. Por isso, os cientistas exigem que o governo elimine uma maior quantidade deste material e que o faça de um modo seguro, ainda que seja apenas para evitar roubos. Esta preocupação não é gratuita, como mostra um relatório da Nuclear Threat Initiative (NTI), que tem denunciado toda uma série de desleixos ultrajantes no que respeita à custódia do material nuclear em todo mundo.
A UCS também vê possíveis problemas nos EUA. Assim, ao que parece, a NNSA pretende desfazer-se do plutónio em excesso aproveitando-o para a fabricação das chamadas barras de combustível de mistura de óxidos para as centrais nucleares. “Isto comporta graves riscos de segurança”, escreve a UCS, que exige que a NNSA detenha este programa e elimine o plutónio em forma de vidro ou cerâmica.
Athos
24 de outubro de 2013 2:00 pmEu acho muito mais seguro
Eu acho muito mais seguro manter estocadas armas nucleares construídas na década de 50.
jns
24 de outubro de 2013 2:08 pmChina
A ‘Polícia do Mundo’ está se movimentando para evitar supresas chinesas e fez, recentemente, um acordo com o Japão para estacionar drones no país com a desculpa esfarrapada que serão usados para monitorar a Coréia do Norte.
carlos afonso quintela da silva
24 de outubro de 2013 2:09 pmO Brasil que se cuide e se
O Brasil que se cuide e se prepare para ter na manga a producao e armas atomicas estrategicas. A defesa de nossa soberania e indispensavel. Afinal o FHC ja morreu ha muito tempo.
Dulce (Madame X)
24 de outubro de 2013 2:46 pm“disse que o número de armas
“disse que o número de armas atómicas norte americanas poderia reduzir-se em um terço se os russos se mostrassem dispostos a fazer o mesmo nas negociações.”
Essa é ótima. Desde quando a PALAVRA DOS PRESIDENTES AMERICANOS É CONFIÁVEL ???
Idiota fomos NÓS, que aceitamos pressão EXTERIOR para colocar na constituição essa ABERRAÇÃO: Nunca ter armas para nossa proteção, e que intimidem adversários poderosos.
Depois “fazem escracho” dizendo que é a constituição “cidadã”. É a constituição de quem PAGOU O LOBBY.
jns
24 de outubro de 2013 2:57 pmBoxer Rebellion
Cartões e posters comemorando a agressão cometida contra a China em 1900.
Ao longo do século XIX , estrangeiros assumiram o controle da China e forçarm as pessoas a fazerem concessões humilhantes . O país foi desmembrado e ocupado .
Grã-Bretanha , os EUA , Itália, Japão e Rússia reivindicaram direitos comerciais exclusivos sobre certas partes da China. Eles dividiram o país em ” esferas de influência “, onde direitos comerciais exclusivos .
Os Estados Unidos propôs uma ” Política de Portas Abertas ” para todas as nações sobre China.
No final do século XIX sentimento anti-estrangeiro na China era forte, e alguns desses sentimentos foram direcionados para os governantes estrangeiros da dinastia Manchu, que havia esmagado as reformas e os reformadores de 1898.
Em 1900 ocorreu, a China foi varrida por um movimento conhecido como ‘Yao rebels’ que acreditavam serem invulneráveis pela feitiçaria e encantamento. O título da sociedade Yao, ” The Fist of Amity Righteous ” foi traduzido por americanos e Inglês para ‘Boxers’.
Em 28 de Maio 1900, os Boxers queimaram várias estações de trem da linha belga construída entre Pequim e Paotingfu. No dia seguinte (…) destruiram as lojas da Ferrovia Imperial.
As delegações estrangeiras em Pequim pedindo ajuda e os esquadrões das grandes potências levantaram vapor e rumaram para o norte da China.
O primeiro navio que atingiu Taku Bar, no Mar Amarelo, a 40 milhas rio abaixo de Tientsin , foi o USS Newark, um cruzador dos Estados Unidos que ancorou em 27 de maio de 1900.
A história completa pode ser encontrada em: http://www.corvalliscommunitypages.com/asia_pacific/china/boxersall.htm
Durvalino
24 de outubro de 2013 3:05 pm…. isso justifica parte da
…. isso justifica parte da divida interna dos senhores do norte, algo como 16,7 trilhoes de dolares. e mais louco ainda quem compra titulos do governo americano achando q eh moeda forte !!!!!!!!!
essa lista estah mais ou menos assim: china 1,3 bilhao, japao 800 milhoes, brasil 330 milhoes de US$,
leonidas
24 de outubro de 2013 4:46 pmComparação com gastos
Comparação com gastos militares chineses é falacia
A China gasta bem + em armas do que anuncia
E os EUA estao fazendo o que é certo, sao uma naçao com plena ciencia da importancia da industria belica e mais importante que isso do valor AGREGADO da pesquisa militar que é altissimo
Os barnabes frustados é que ficam com esse chororô insuportavel, incapazes de gerir uma naçao de verdade , ficam gastando tempo criticando… rs
jvicente
24 de outubro de 2013 6:09 pm…….incapazes de gerir uma
…….incapazes de gerir uma naçao de verdade, isto sim é uma falacia de verdade
luiznosec
24 de outubro de 2013 5:19 pmAlguém sabe me dizer se o
Alguém sabe me dizer se o tratado assinado pelo Brasil é reversível?
Marcel Santo
24 de outubro de 2013 8:01 pmbla bla bla
1º somente fieís para acreditar que o orçamento chines e 10% do americano, so projeto do novo porta-aviões deve consumir a metade desses 10%.
2º a produção de armas nucleares nunca parou nos EUA nem na URSS/Russia, pois tais armas tem prazo de validade, como não dá para ficar explodindo as velhas elas são desmontadas, o que os acordos determinam e que o numero seria reduzido, mas a atualização seria mantida.
3º a primeira bomba atomica pesava 4 ton e tinha o poder de 15 kilotons, a bomba da imagem do post a B-61 pesa 300 kgs e sua capacidade pode variar de 03 a 340 kilotons, a modernização e continua, afinal, up grade não coisa somente de computador!
junior50
24 de outubro de 2013 8:45 pmTerceirização de armas nucleares
Não, não fiquei louco – nem mesmo estou fazendo alguma gozação ou provocação, mas é uma verdade, pessoas comuns não acreditariam, que um Estado possa ter a idéia de terceirizar, através de um mecanismo tipo PPP, no caso o nome é GOCO (governement owned contractor operator), a produção e manutenção de todas as suas armas nucleares ( que são poucas – menos de 500 ogivas ), pagando a módica quantia anual de US$ 1,6 Bilhão, em um contrato de 6 (seis) anos.
A Inglaterra o fez, transformou o AEW (Atomic Weapon Establishment) em uma Plc. (empresa), entregando o grerenciamento, produção e manutenção para um consórcio, composto pela Serco, Jacobs Engenharia e Lockheed Martim. Para maiores informações, até aquisições de ações desta joint-venture nuclear, acessem:
http://www.jacobs.com/news.aspx?id=6978
P.S.: O Pentagono está de olho na experiência britanica, portanto estes valores inflados que os “cientistas preocupados” colocam no texto, é um primeiro passo para que a terceirização nuclear ( Lockheed Martim e a Boeing são as maiores fornecedoras das armas nucleares americanas), se instale nos Estados Unidos – o “mantra” da barata iniciativa privada, contra os gastadores funcionarios publicos, veio para ficar, inclusive na area de defesa.
Acumulador
25 de outubro de 2013 12:59 amObsessão Compulsiva
Daqui a pouco vai ter tanta bomba (velha,, nova, escondida ou a mostra) que vão acabar tropeçando nelas.
Que não explodam feito pipocas.
berto
29 de abril de 2014 12:20 pmNão são somente armas
Não são somente armas nucleares, mas também satélites, criados pela NASA e com dinheiro de guerras que na realidade não servem para procurar “E.T” – mentira criada pelos EUA desde a década de 50 para esconder produção de armamento militar – mas sim armas de monitoramento mundial. O dinheiro gasto com exploração espacial vem das guerras que eles conseguem viabilizar pelo mundo. Até o armamento HAARP, aquele que foi desenvolvido pelo pentagono e que dependendo de onde e quando faz jogar joles de energia no oceano e provocar tempestades aonde quiserem. Os drones são uma desculpa esfarrapada para matar sem que os soldados norte americanos se suicidem pois, muitos viram as atrocidades cometidas por seu país nas guerras e perderam a ilusão de patriotismo. Os que se revoltaram acabam virando mulher na cadeia pelos efeitos de tortura pscicologica ou são eternos inimigos norte americano. Quem pára os EUA que aliena em massa o seu país e tbm o mundo e deixam todos cegos para suas deformidades?
Putim , o grande estadista, ex- comandante da KGB e grande kremilin já disse que admirava muito os EUA fazer tudo o que quiserem e ninguém impedir ou ignorar… Putim sabe muitas atrocidades dos EUA desde o tempo da KGB e por isso está hoje sendo bombardeado e pressionado por Obama de todas formas que é possível. Causando desordem em seu pais e aliados.
Não admiro nem tenho o minimo de respeito por aqueles brasileiros que se prostituem pelos EUA, são esses alienados e que baixam a bunda aos EUA que viabilizam as atrocidades pois basta o bem se calar para o mal vencer.
berto
29 de abril de 2014 12:20 pmNão são somente armas
Não são somente armas nucleares, mas também satélites, criados pela NASA e com dinheiro de guerras que na realidade não servem para procurar “E.T” – mentira criada pelos EUA desde a década de 50 para esconder produção de armamento militar – mas sim armas de monitoramento mundial. O dinheiro gasto com exploração espacial vem das guerras que eles conseguem viabilizar pelo mundo. Até o armamento HAARP, aquele que foi desenvolvido pelo pentagono e que dependendo de onde e quando faz jogar joles de energia no oceano e provocar tempestades aonde quiserem. Os drones são uma desculpa esfarrapada para matar sem que os soldados norte americanos se suicidem pois, muitos viram as atrocidades cometidas por seu país nas guerras e perderam a ilusão de patriotismo. Os que se revoltaram acabam virando mulher na cadeia pelos efeitos de tortura pscicologica ou são eternos inimigos norte americano. Quem pára os EUA que aliena em massa o seu país e tbm o mundo e deixam todos cegos para suas deformidades?
Putim , o grande estadista, ex- comandante da KGB e grande kremilin já disse que admirava muito os EUA fazer tudo o que quiserem e ninguém impedir ou ignorar… Putim sabe muitas atrocidades dos EUA desde o tempo da KGB e por isso está hoje sendo bombardeado e pressionado por Obama de todas formas que é possível. Causando desordem em seu pais e aliados.
Não admiro nem tenho o minimo de respeito por aqueles brasileiros que se prostituem pelos EUA, são esses alienados e que baixam a bunda aos EUA que viabilizam as atrocidades pois basta o bem se calar para o mal vencer.