4 de junho de 2026

O livro “Vozes do Bolsa Família”

Vozes do Bolsa familia

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Há livros que te fazem viajar por outros mundos, ou te jogam na cara a realidade, alguns espalham preconceito, ódio, outros: amor e esperança. Alegria e tristeza. Mexem com sentimentos.

E há esses como o “Vozes do Bolsa Família” que resgatam injustiças, denunciam, ensinam, apontam caminhos e, o melhor, enriquece o conhecimento.

Seus autores, Walquíria Leão Rego, professora titular de Teoria Social do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, e Alessandro Pinzani, professor de Ética e Filosofia Política na Universidade Federal de Santa Catarina, com recursos próprios, puseram-se em campo e foram ouvir diretamente os beneficiários do programa Bolsa Família. Alguns mais de uma vez e em tempos diferente.

Esta é a grande “sacada” deste livro. “Chega de diz-que-me-diz, do ouvi falar, de fofoca e da maledicência. Vamos a campo ouvir da boca das pessoas beneficiadas pelo programa o que elas pensam e sentem”, imaginava os autores indignados discutindo.  E partiram para o Vale do Jequitinhonha, Maranhão, Piauí, Alagoas e Pernambuco.

O cidadão comum, aquele que trabalha, estuda e lhe sobra pouco tempo para grandes aprofundamentos em certos temas, só tem um canal e uma versão da informação sobre o programa; os jornais e os noticiários da grande mídia.

E, sabemos desde 2002 os meios de comunicação assumiram o papel de oposição ao governo do PT. A tão decantada imparcialidade foi jogada às favas. Colocaram em seu lugar a inescrupulosidade.

Pois bem, a abordagem da imprensa sempre foi a da desconstrução e do aniquilamento. Com reportagens direcionadas e manipuladas ligavam o BF a bandidagem, ao populismo, a demagogia, ao clientelismo e a interesses políticos. Não levando em consideração qualquer benefício que por acaso pudesse trazer.

Muitos já viram na TV uma suposta bolsista, vestida de perua-brega, reclamando do valor do benefício porque “sua filha queria comprar uma calça de R$ 300 e só com aquele dinheiro não dá”. Ou um cara jovem, cheio de saúde, largado na rede protestando de ter que ir ao banco sacar o dinheiro.

“Agora, em contrapartida e segundo os cientistas “todas (as entrevistadas) afirmaram que a bolsa é utilizada para comprar gêneros alimentícios básicos, como arroz, farinha, feijão, macarrão e carne de frango”, outra” conseguiu comprar pela primeira vez bolachas para suas crianças’ e mais, “outra mulher nos disse com satisfação mal escondida que agora ela comprava “macarrão de pacote””, Povoado da Cruz, pag. 105. Bem diferente da calça de 300 reais, não é mesmo?

E, sobre o cartão vir no nome da mulher, eis outro depoimento:” é bom, porque se fosse no nome dos homens, se eles pegassem, acho que não ia faltar nada, mas, sei lá, nós não íamos ter o privilégio deles dar conta do dinheiro”, Araçuaí, pag. 124. Privilégio, traduzindo: liberdade. Por aí vai.

A obra aponta para o fato de o programa resgatar a dignidade da mulher. A sua independência em relação ao homem. A perspectiva de vida. A atitude em vez de “ficar, por aí, futurando”. A quebra do ciclo vicioso da miséria.

E para aqueles que desejam se aprofundar no conceito de pobreza, humilhação, autonomia, respeito, cidadania, dignidade, sofrimento, sujeitos políticos e dinheiro o livro é um “prato cheio”.

Ele, como só as grandes obras conseguem, te dá a base teórica para o perfeito entendimento da importância do programa Bolsa Família. Das implicações no futuro da sociedade. Na procura de justiça, de humanidade e igualdade. É um livro que vale cada tempo despendido com sua leitura.

Como escreveu Walquíria na sua dedicatória a este privilegiado blogueiro: “com apreço e esperançosa de que este trabalho nos ajude a compreender o Brasil”. É isso aí.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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26 Comentários
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  1. JC

    13 de outubro de 2013 3:56 pm

    Lamentável como esses caras

    Lamentável como esses caras batem bumbo para um programa neo-liberal de dimensões mundiais que visa manter uma parcela da população a margem da economia produtiva vivendo de esmolas.

    Recursos próprios ? Sei….

    1. Lionel Rupaud

      13 de outubro de 2013 4:19 pm

      CTR-C CTR-V da nossa midia de alto nível

      “programa neo-liberal de dimensões mundiais “

      “quero ver é prender político ladrão que foi desmascarado.”

      Cá entre nós, seu curto texto iria bem melhor em comentários de algum blog da uol ou da abril.

      Por que você faz questão de aparecer aqui, que tenta ser um espaço de civilidade e reflexão? Obviamente ninguem é obrigado a gostar de civilidade e reflexão.

      1. JC

        13 de outubro de 2013 5:04 pm

        Apenas expressei minha

        Apenas expressei minha opinião sobre os CCT, fruto de reflexão que não se atém aos frutos imediatos deste programa implantado mundo afora pelo WB, mas a sua implicação no futuro da humanidade enquanto seu implemento em todos os continentes do mundo está criando uma nova classe social, não proletária, não produtora, e portanto, num curto espaço de tempo, sem direitos civis na sua plenitude.

        Sei que sua mediocridade não permite que você tenha acesso a farta literatura que está disponível na rede, escrita por grandes pensadores sociais e economistas preocupados com o futuro dos Conditional Cash Transfrer Programs implantados pelo banco mundial em todo o mundo nem com alguns sintomas desses programas já apontados em alguns relatórios recentes da ONU.

        Fazer o que ? Espere, sentado, eles serem publicados em alguma publicação que esteja ao alcance de sua intelectualidade. Enquanto espera, continue exercitando sua civilidade mutilando frases e comentando-as.

         

        1. Mauro D

          13 de outubro de 2013 5:21 pm

          Programa neo-liberal?
          Esse

          Programa neo-liberal?

          Esse programa é justamente para combater as consequências do neo-liberalismo, que defndia o estado mínimo!

          O estado mínimo provocou o caos econômico de 2008.

          Desde o governo Reagan, que abandonou a linha Keynesiana ( Keynes derrubou muitas teorias importantes sobre a validade do livre mercado), que defendia a participação do Estado. Keynes argumentou que gastos GOVERNAMENTAIS EM GRANDE ESCALA , SUSTENTADOS ATRAVÉS DA TAXAÇÃO E NÃO DO SACRIFÍCIO DOS TRABALHADORES,era o remédio para o desemprego em massa que acompanha depressões.

          Reagan adotou o modelo de Milton Friedman, o monetarismo.Os Keynesianos sustentavam que Friedman ignorava as muitas imperfeições do livre mercado.Alegavam, principalmente que as pessoas nem sempre agem eticamente.Também alegavam que sem regulamentação o mercado vira um campo fértil para a corrupção.Foi exatamente o que o Reagan fez, começou a desregulamentar.

          Isso sufocou o empreendedorismo,matou as pequenas e médias empresas, que ou faliram ou foram compradas, na sequência de fusões e aquisições que se seguiu.A ganância começou a reinar, e deu no que deu.Os EUA tem mais de 40 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.

          Paul Krugman, ganhador do Nobel de Economia de 2008 escreveu: “As famílias norte-americanas viram seu patrimônio declinar abruptamente em US$ 13 TRILHÔES , e há calamidades semelhantes ocorrendo pelo mundo”

           

          Leia o livro Enganados , John Perkins

           

          1. PedroBH

            13 de outubro de 2013 9:56 pm

            Miséria

            Não adianta sua ótima explanação.  Quem só assiste o domingão  não consegue entender nada, somente repete o que ouve.

          2. JC

            13 de outubro de 2013 9:57 pm

            Estude mais um pouco

            Tudo isso eu e você estamos carecas de saber, mas isso foi só  o que contaram, o resto você vai ter que pesquisar.

            Está na cara que na virada do século todos já haviam percebido que sem socorrer os miseráveis gerados pelo neo-liberalismo a convulsão social seria uma questão de anos. 

            Daí vem a genial idéia de socorrer esses miseráveis com a esmola prevista pelo Friedman, o imposto de renda negativo ( em Capitalism and Freedom ) , e até por Von Hayek, a renda mínima, ( em  The Road to Serfdom ).

            Você cita Keynes e nem sabe do que está falando. Keynes cunhou o pleno emprego, onde se deveria buscar economicamente, através de açoes do Estado, que todos tivessem sua função na economia, única maneira de garantir os direitos essenciais. Ninguém pode reclamar direitos vivendo a base de transferência de renda.

            E para sua ciência, já que encheu a boca para falar do Nobel de Krugman, Friedman e von Hayek também são premio Nobel. E daí ? A bem da verdade, premio Nobel que nem existe de fato, já que Alfred Nobel JAMAIS estipulou que qualquer prêmio com seu nome fosse dado a economistas. Esse prêmio foi criado na década de 60 por um banco e nada tem a ver com a Fundação Nobel que outorga os demais premios. Por isso mesmo, é um lixo.

             

             

             

             

          3. Mauro D

            14 de outubro de 2013 1:49 am

            Se você sabia, então por que

            Se você sabia, então por que escreveu a besteira que escreveu.Decorar isso tudo e não saber usar é melhor não saber!É

             como ser analfabeto funcional!

          4. Tio Almir da Bahia

            14 de outubro de 2013 12:45 am

            Esse cabra aí deve ser o que está montado no cavalo…

            Acho que ele também  não vê nada errado na cena abaixo….( Ê Brasilzão, desde o princípio, o que rola  por estas bandas  sãos quinta-colunas !!! )   Tamofú  !!

          5. JC

            14 de outubro de 2013 1:38 am

            Amigo, já escrevi diversas

            Amigo, já escrevi diversas vezes aqui neste mesmo espaço que o Brasil tem uma dívida centenária com os descendentes dos escravos ainda a ser paga.

            Sempre defendi por aqui uma reforma agrária que pudesse tentar regatar minimamente esta dívida junto a todos os descendentes de escravos em detrimento da corja de latifundiários, amigos da Dona Kátia Abreu, amiga e conselheira de Dona Dilma.

            Como no outro comentário, digo que você tem todo o direito de defender que esses descendentes sejam mantidos a base de esmolas do Estado, mas, por favor, não inverta os valores. Quem defende a manutenção das esmolas, com ou sem trabalho, é você.

        2. Adriano Martins

          13 de outubro de 2013 6:54 pm

          Dejá Vu

          Sei JC…. já ouvi esse papo de não termos tempo para ler a “vasta literatura” sobre esse tema, de não termos capacidade de compreendê-la….. ou vi isso por 8 anos durante o governo FHC, pois esse era o mote para responder qualquer crítica ao seu governo. 

          Por favor, me diga onde há programas de transferência maciça de renda, como há no Brasil? Mas programa robusto… não vale ação contra as hecatombes naturais que assolam alguns lugares de vez em quando. Por outro lado… já que tu és uma pessoa de grande ilustração, você bem sabe que qualquer coisa que se escreve tem lado, tem ideologia…. assim, tenho certeza que boa parte da “vasta literatura” que tu referiste são aqueles manuais que entoam a cantiga neoliberal.

          Sim figuraça, NEOLIBERAL é o que é contra programas de transferência (efetiva) de renda. Se tu chamas os beneficiários de hoje de classe social não proletária e não produtora, e talvez você tenha razão, lembre que esta classe assim é porque deve manter seus filhos na escola. São os filhos desta classe não proletária e não produtora que são o perigo…. pois eles podem vir a ser cidadãos de verdade, eles poderão quebrar o vício que até então se estabeleceu e de repente eles serão novos proletários. É questão de matemática: os novos proletários estão sendo “gestados” neste momento, pois se não houvesse o benefício eles seriam NADA, elemento nulo no processo.

          Sei que tou pregando para as pedras. Então, termino reafirmando o conselho do Gilson acima: vá para a revista veja ou Globo e cole lá o seu comentário preconceituoso de MERDA! 

          1. JC

            13 de outubro de 2013 10:09 pm

            Querido, deveria mandá-lo

            Querido, deveria mandá-lo procurar por conta própria a lista de países onde o Banco Mundial já entrou com seu programinha neo-liberal, incluindo o Brasil, ou se você não sabe, toda assessoria técnica do BF é do World Bank.

            Mas como hoje estou de bom humor, vou te dar a ponta do novelo, que não poderia estar em outro lugar senão no próprio World Bank, http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/TOPICS/EXTSOCIALPROTECTION/EXTSAFETYNETSANDTRANSFERS/0,,contentMDK:22190130~menuPK:1551684~pagePK:210058~piPK:210062~theSitePK:282761,00.html

            Se quiser saber mais, é só seguir o novelo. Sempre lembrando que permanecer na ignorância é uma opção que eu respeito.

          2. Mauro D

            14 de outubro de 2013 2:22 am

            O BF do Banco Mundial é

            O BF do Banco Mundial é demagogia, porque esse banco financia o imperialismo econômico americano.

            O programa brasileiro é uma necessidade emergencial, ou você ignora a miséria e a pobreza brasileiras?

    2. Mauro D

      13 de outubro de 2013 5:11 pm

      Essas pessoas já estavam à

      Essas pessoas já estavam à margem da economia.O que o governo fez foi salvá-las da fome, e diminuir a evasão escolar e a mortalidade infantil com as contrapartidas para merecer fazer parte do programa.

      Já sei, você vai me dizer que em vez de dar um peixe deveria ensinar a pescar.Como ensinar algo a alguém que sequer tem condições de sobreviver, o que dirá aprender.

      Com o programa, talvez consiga salvar as próximas gerações, porque algumas pessoas só estão “cumprindo tabela”

       

      Mas se você tem uma ideia melhor, estamos ansiosos por conhecê-la.Fique à vontade para compartilhar conosco…

      1. JC

        13 de outubro de 2013 10:12 pm

        Não preciso dar idéia nenhuma

        Não preciso dar idéia nenhuma para salvar o capitalismo e suas vítimas, até porque isso é impossível.

        As idéias já estão no papel há mais de cento e cinquenta anos, só não as conhece quem não quer.

  2. Sem novidade

    13 de outubro de 2013 4:28 pm

    O pesquisador brasileiro é um

    O pesquisador brasileiro é um primor. O programa coalhado de fraudadores e esses pesquisa melhores de casos e não descobre um só e fosse pesquisar isso ajudariam muito mais se pegasse apenas um. Para fazer propaganda o próprio governo já separaou bilhões para isso.

    1. jao23

      13 de outubro de 2013 10:03 pm

        Deixa eu te perguntar uma

        Deixa eu te perguntar uma coisa, quem são os fraudadores? você sabe? se sim, me conta por favor, pois até agora não vi nenhuma fraude de grande importância, ou do tamanho deste programa, entrega-se para uma pessoa via correios, o cartão de saque, esta pessoa não é o governo que cadastra, e sim as prefeituras administradas por todo tipo de partido que temos no Brasil, estas sim, podem cadastrar pessoas indevidamente, mesmo assim o governo pode detectar e suspender o benficio irregular, por isso defendo o bolsa familia, embora não sendo usuário.

  3. Luiz Antônio Nascimento

    13 de outubro de 2013 4:56 pm

    Vou comprar, e ler esse

    Vou comprar, e ler esse livro…

  4. Mauro D

    13 de outubro de 2013 5:02 pm

    Nassif,
     
    gostaria de fazer

    Nassif,

     

    gostaria de fazer um pedido que é uma sugestão.Você já fez matéria sobre a indústria naval.Gostaria de sugerir sobre a obra de transposição do Rio São Francisco, e sobre as ferrovias.

  5. JC

    13 de outubro de 2013 10:26 pm

    Inversão de valores

    Alguns comentaristas aí acreditam piamente, pelo que está escrito em seus comentários, que os beneficiários do Bolsa-Família são incapazes de produzir qualquer coisa. Que os Estados não tem como criar programas que os insiram produtivamente na economia, grantindo-lhes a dignidade que só é conseguida através do trabalho.

    Acham mesmo que a essas pessoas deve ser negado o direito de qualquer função produtiva remunerada de forma a que pudessem viver de seu trabalho, pelo simples fato que seu trabalho não daria lucro a ninguém, e por isso aceitam o fato de que essas pessoas sejam mantidas a margem do sistema laboral vivendo de transferência de renda.

    Um dos infelizes acha até mesmo, diz textualmente isso, que devemos abortar toda e qualquer tentativa de incluir uma geração inteira de pessoas no sistema produtivo porque, nas pa;avras dele, não servem para trabalhar, e concentrarmos em salvar as próximas gerações. Ao contrário do que fez Chavez que não aceitou plano nenhum imposto pelo WB e tratou de educar os adultos e empregá-los na economia.

    E depois de tudo isso, de considerarem os beneficiciários totalmente incapazes de produzir, chamam a mim de preconceituoso.

    Benza Deus. 

    1. Tio Almir da Bahia

      14 de outubro de 2013 12:50 am

      Queriam que continuássemos felizes com suas migalhas…

      Pelo menos o BF, retira os grilhões das correntes no pescoço das pessoas humildes deste país, que a  mais de 500 anos  trabalhava  por  preço-de-banana  para os  senhores-de-engenho desta nação-estuprada !!  

      Migalhas,  nunca mais !!!

       

      1. JC

        14 de outubro de 2013 1:25 am

        Lamentável sua falta de visão

        Amigo, visite hoje um canavial durante o período de safra. Onde há pouco tempo atrás você via os boias-frias cortando cana verás modernas colheitadeiras retirando cana sem queimada e em com poucos trabalhadores nas refrigeradas cabines das mesmas.

        Acreditas mesmo que por si só estes postos de trabalho algum dia tornarão a existir ?

        Vá a uma das montadoras de automóveis recentemente instaladas no país e verás robos onde antes verias uma linha de montagem com centenas de trabalhadores ?

        Acreditas mesmo que por si só estes postos de trabalho voltarão a existir ?

        Enquanto seu governo não agir para forçar a existência de postos de trabalho, eles continuarão a minguar. Geramos na melhor das expectativas 1,5 milhão de postos de trabalho ao ano enquanto 2,5 milhões de jovens chegam anualmente a idade de disputar esses postos, e isso só tende a piorar com a mecanização, a informatização e a robotização, e a única solução encontrada é manter parte da população a margem do trabalho a base de tranferência de renda. 

        Tudo bem, aceito que você ache que a solução, ao invés de reduzir jornadas de trabalho, aumentar os descansos semanais, aumentando assim o número de postos, seja transferir renda para aqueles que não tem trabalho. É sua visão capitalista selvagem e você tem todo o direitode defendê-la, mas pelo menos poderia ter a postura de defender que pelo menos o valor transferido não fosse um valor de esmola.

        1. Mauro D

          14 de outubro de 2013 2:09 am

          E você parte da premissa que

          E você parte da premissa que um congresso que nós temos , que não aprovou nem a reforma tributária, vai aprovar uma reforma trabalhista dessa!

          Seja realista, primeiro temos que mudar esse  congresso:

          http://www.viomundo.com.br/politica/o-dominio-do-congresso-pelo-poder-economico.html

           

          Eu também quero a mulher perfeita, mas ela não existe.As mudanças vem aos poucos.E difícil, com tanta gente remando contra!

    2. Mauro D

      14 de outubro de 2013 1:58 am

      Você naturalmente conhece

      Você naturalmente conhece todos os cadastrados dos  9,5 milhões de Km2 do Brasil.

      Deve inclusive saber que com esse programa o govenro diminuiu a mortalidade infantil e a evasão escolar.

      Então não vou escrever mais nada porque você deve ter a solução para o país!

      Aliás, vou te dar uma sugestão…candidate-se á presidência!

    3. P Pereira

      14 de outubro de 2013 2:44 am

      :-0

                     

                     Bolsa Família vira exemplo para programa contra a pobreza na Venezuela de Chávez               

                     

      Agência Brasil

      Publicação: 16/11/2011 11:12 Atualização: 16/11/2011 11:33

      Brasília – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou um programa de ajuda às famílias de baixa renda que visa a reduzir as taxas de pobreza no país. Segundo ele, a iniciativa tem o objetivo de “proteger os fracos”. O programa institui, por exemplo, o repasse financeiro para as famílias com, no mínimo, três filhos de menos de 15 anos de idade, assim como para aquelas que têm crianças e adolescentes com deficiência e vivem na faixa da extrema pobreza.

      O programa é semelhante ao Bolsa Família do Brasil. No caso da Venezuela, o repasse financeiro chega a 300 bolívares (o equivalente a US$ 69,77) por filho. No caso das famílias de crianças e adolescentes com deficiência, o subsídio aumenta para 600 bolívares (o equivalente a US$ 139,74) por filho. (…)

       

      1. JC

        14 de outubro de 2013 3:54 am

        Elelê, a ignorância e a falta

        Elelê, a ignorância e a falta de informação é uma m* 

        O Hijos de Venezuela não tem nada a ver com Bolsa-Família e nem é controlado pelo Banco Mundial. É mais uma Gran Mision que está inclusa num grande projeto com outras misiones e não um programa isolado de manutenção da pobreza.

        Se quiser discutir a revolução bolivariana comigo, é melhor pelo menos se interar um pouco das coisas que por lá acontecem.

         

    4. Adriano Martins

      14 de outubro de 2013 9:57 am

      JC = Jesus Cristo?

      Fio…. já vi que teu problema é não saber ler. Como disse um outro aqui: analfabetismo funcional!! Risos…. vai ser cego ou ter má fé assim lá no inferno!!! Rapaz… teu caso só o OUTRO JC mesmo para te salvar! Ah sim…. abra um a filial de tua igreja lá em sampa, em Higienópolis, vais ver que terá uma excelente assembléia para ouvir tuas pregações…. com direito a um gordo dízimo.

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