9 de junho de 2026

A volta da velha senhora, os juros de dois dígitos

A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de aumentar a taxa Selic para 9,5% ao ano e os termos do comunicado indicam que poderá voltar novamente aos dois dígitos. E mostra – mais uma vez – a enorme dificuldade do país em definir estratégias claras de desenvolvimento.

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O organismo econômico brasileiro se assemelha a de um viciado que não pode viver sem drogas, sob risco de crises de abstinência.

***

Nos dois últimos anos, o governo Dilma Rousseff deu início à mais ousada estratégia monetária dos últimos vinte anos, de tentar trazer as taxas de juros aos níveis internacionais e proceder a alguma correção do câmbio.

E aí se observou um fenômeno típico de organismos viciados.

A economia está dividida entre os grandes grupos – capitalizados e ofertantes de recursos – e pequenas e médias empresas – demandantes de crédito.

As grandes empresas vinham apresentando bons níveis de rentabilidade. Reduzida a Selic, constatou-se que caíram as margens de lucros.

Percebeu-se, então, que eram garantidas pelos ganhos financeiros. A reação de empresas maiores foi promover reajustes de preços, visando recompor margens.

Para permitir a recomposição sem repasses, muitos setores foram agraciados com redução nos encargos trabalhistas, fruto do festival de desonerações fiscais do Ministro Guido Mantega.

***

O segundo movimento foi no câmbio.

Desde que assumiu, a presidente Dilma Rousseff estava convencida da necessidade de promover desvalorizações controladas do real, para devolver um mínimo de competitividade à economia interna.

Nos últimos meses, houve forte instabilidade no dólar, com a perspectiva de elevação das taxas de juros dos Estados Unidos. O Banco Central aproveitou a brecha e promover uma desvalorização controlada do real, que bateu nos R$ 2,30.

Com isso, reduziu os riscos de crise externa, mas à custa de uma elevação nos preços internos, especialmente dos chamados comercializáveis (produtos cujos preços são regulados pelas cotações internacionais).

***

O ritmo de crescimento baixo da economia poderia amenizar o repasse para os preços. Mas, ao mesmo tempo, abriria espaço para que a mídia do eixo Rio-São Paulo voltasse a exercitar o terrorismo.

Algum tempo atrás, os dois maiores jornais de São Paulo estamparam, na primeira página, a falsa informação de que famílias estariam retornando aos hábitos de consumo do período hiperinflacionário. Durante semanas, o Jornal Nacional bateu diariamente na tese da perda do controle inflacionário.

Esse movimento gerou um efeito cascata que se espalhou por diversos setores e acabou sendo contido pela decisão de elevar a Selic.

***

Agora, retorna-se ao mesmo jogo anterior. Aumentam-se os juros, os grandes grupos recompõem os lucros com ganhos financeiros. E a rapa, o enorme contingente dos tomadores de crédito – pequenas e médias empresas, consumidores pessoa física passam a pagar mais.

A melhoria de caixa das empresas – com a alta da Selic – será bancada com a redução dos recursos disponíveis para educação, saúde, investimento. Há que se poupar mais, para garantir os juros, os ganhos financeiros dos grandes e a tranquilidade da velha mídia.

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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91 Comentários
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  1. Marcel Santo

    12 de outubro de 2013 11:48 am

    quem e que manda!!!!!

    ficou claro quem e que manda no Brasil!!!!   

  2. Roberto São Paulo-SP 2013

    12 de outubro de 2013 12:28 pm

    O ano eleitoral e a Política monetária.

    Creio que estamos diante de uma alteração da Política Monetária em função das eleições de 2014, que tem provocado uma queda no superávit primário.

    Nos primeiros dois anos, o Governo da Presidenta Dilma e a atual direção direção do Banco Central do Brasil, com os cortes no orçamento e a introdução das medidas macroprudenciais, atuaram para reduzir os juros da selic, o diferencial de juros, a dívida publica líquida em relação ao PIB.

    Além disso também ocorreu uma melhorara na competitividade das empresas instaladas no Brasil, com a correção gradual da taxa de câmbio, redução do custo da energia elétrica, a desoneração da folha de pagamento.

    Agora na segunda metade do primeiro Governo da Presidenta Dilma, basicamente em função do aumento gastos dos governos municipais, estaduais e federal,  que naturalmente ocorre no período eleitoral, a atual direção do Banco Central aumentou os juros da Selic, para compensar uma parte dos impactos do natural  aumento dos gastos em um ano eleitoral, e os efeitos da precificação dos ajustes que estão sendo sinalizado pelo FED.

    É importante lembrar  quem em função da legislação eleitoral, a maior parte do aumento dos gastos governamentais visando a disputa eleitoral, vai ocorrer no terceiro trimestre de 2013 e o primeiro semestre de 2014.

    Creio que o aumento dos juros da Selic está sendo um pouco maior, em função dos impactos dos aumentos dos preços da soja, do milho e do trigo no mercado internacional em 2012, que elevou o patamar da inflação no Brasil e também em função da precificação do ajuste da politica monetária sinalizada pelo FED.

    De qualquer maneira, considerando o atual patamar da inflação no Brasil, e as expectativas de inflação para os próximos dois anos, o atual patamar dos juros da Selic sinaliza juros reais em torno de 3,5%, o que é um patamar muito baixo em termos históricos no Brasil, e baixo também considerando o atual ritmo de crescimento do PIB.

    Na Medida em que passar as eleições será possível ajustar os juros da Selic, principalmente levando em consideração as alterações que forem realizadas pela nova direção do FED.

    Creio que a ata da reunião do copom  dos dias 8 e 9 de outubro de 2013, que deve ser divulgada no dia 17 de outubro de 2013 às 8:30, já deve trazer uma sinalização para o encerramento do atual ciclo de aumento dos juros da Selic, apesar do copom ter repetido o comunicado das duas reuniões anteriores.

     

  3. Assis Ribeiro

    12 de outubro de 2013 12:38 pm

    Desde abril

    Em abril comentei:

    qui, 18/04/2013 – 14:29Assis Ribeiro

    Se a intenção era acalmar alguns setores, a ilusão já pode ser desfeita.

    Como disse no comentário anterior, e sintetizei no post de Nassif; “A Selic e o país das irrelevâncias”:

    Chantagem funciona assim;

    se você ceder a primeira vez , então se ferrou.

    Aguardemos.

     

    Pois bem, o que já começa a ser publicado:

    BC tenta satisfazer opinião pública, e não frear a inflação’

    Autor(es): Bruno Villas Bôas

    O Globo – 18/04/2013 

    Professor do Ibre/FGV diz que a Selic precisa subir a 10,25% ao ano para conter a inflação, mas teme que BC não esteja preparado para isso

    O BC elevou a Selic em 0,25 ponto. Foi a decisão correta?

    O BC reage à piora das expectativas de inflação e à visão de que não vinha se esforçando para manter a inflação no centro da meta. Por isso, teria feito mais sentido uma alta 0,5 ponto. A alta de 0,25 dá a sensação de que o BC tenta satisfazer a opinião pública, e não frear a inflação.

    Em quanto a Selic precisa subir?

    A Selic precisa subir de três e 3,5 pontos para trazer a inflação ao centro da meta, ao longo de mais de um ano. Mas receio que o BC não esteja preparado para esse aumento.

    Isso pesaria no crescimento?

    A falta de confiança no cumprimento da meta de inflação é o que mais afeta o crescimento. Experimentamos nos anos 70 deixar a inflação alta para crescer mais, e não deu certo. Não é um crescimento sustentável.

    O juro deveria ter subido antes?

    Acho que o BC deveria ter cortado menos ou de forma mais lenta.

    (…)

     

    1. André LB

      12 de outubro de 2013 3:12 pm

        Eu lembro bem disso. Eu e

        Eu lembro bem disso. Eu e outros comentaristas fomos na mesma linha. Não tem, não pode haver conversa com esse pessoal (bancos) no quesito juros.

  4. Assis Ribeiro

    12 de outubro de 2013 12:47 pm

    Tristeza

    Que tristeza constatar pelo bem fundamentado texto de Nassif…

    que os governos são submissos às grandes corporações….

    que a economia manda nos países…

    1. Ivan de Union

      12 de outubro de 2013 1:01 pm

      “os governos são submissos às

      “os governos são submissos às grandes corporações….

      que a economia manda nos países…”:

      Cada vez que uma “desoneracao” acontece a coisa piora, Assis.  Nunca foi diferente em lugar algum.  A culpa eh de Mantega.

    2. Franklin Caetano de Freitas

      12 de outubro de 2013 3:47 pm

      Brasil.

      Assis, o problema é o próprio povo que acredita na mídia. Hoje mesmo me disseram, olha a inflação voltou, perguntei a onde você viu isso, na Globo. Pra resolver isso só um governo que se esquecesse da reeleição. Tem que ir pro sacrifício.

  5. Avelino de Oliveira

    12 de outubro de 2013 12:50 pm

    Selic e greve

    Caro Nassif e demais

    Ainda vejo correlação entre os aumentos da Selic e o disparo da greve, coincidentemente, ela sobe, de novo, os banqueiros “cedem” e a greve acaba.

    Saudações

     

  6. Rui Daher

    12 de outubro de 2013 1:21 pm

    Dois dígitos

    Nassif aborda, com a propriedade de sempre, dois temas sempre recorrentes no meu blog e que me provocam fúria: idas e vindas da equipe econômica que, ao tomar rumos corretos, acabam cedendo à Federação de Corporações Brasil.

    É sabido por todos que os grandes grupos empresarias atuam com um pé no chão de fábrica e na equipe de vendas e outro na Tesouraria. Assim maximizam os resultados ao sabor do que lhes oferecem os mercados de produtos e financeiros.

    Daí reclamarem dos “juros estratosféricos” e, depois de civilizados, terem arrefecido as queixas e direcionado-as para a precificação, sempre ajudados pelos pandeiros que dão ritmo aos olhares assombrados de William e Patrícia.

    No início, pareceu que Tombini seria o macho de plantão para colocar juros e câmbio nos lugares certos. Não é. Ninguém o será enquanto as folhas e telas cotidianas conspirarem contra ralé do país. 

  7. ulderico

    12 de outubro de 2013 1:22 pm

    É o justo.

    Não vejo problema algum. Quem toma dinheiro emprestado deve pagar o preço justo por sua imprevidência. 

    A estimulação econômica de mentirinha baseada no crédito irresponsável está chegando ao fim.

    Na outra ponta, quem trabalha ou empreende  e sabe poupar, não gastando dinheiro com bobagens, deve receber o preço justo pela inteligência financeira em suas aplicações.

    1. morgana profana

      12 de outubro de 2013 1:47 pm

      O que dizer? Tome uldericada!

      Como reunir o maior montante de asneiras e lugares-comuns em um único comentário? Pergunte ao ulderico…

      Como se a economia ou as decisões de políticas econômicas obedecessem a esta noção “moral” de meninos bons (aqueles que não gastam em porcarias), e meninos maus (aqueles que gastam em porcarias), e tudo mais seja descobrir como arbitrar taxas de punição (juros?) para compensar os meninos bons e punir os maus…

      Arf…Titia confessa que anda meio cansada…

      Alguém avisa ao ulderico que o nível de captação da poupança nos últimos 12, 24 meses anda batendo todos os recordes…

      Alguém avisa ao ulderico, por favor, que aquisição de bens de consumo duráveis, ou traquitanas tecnológicas (porcarias?) só parecem dispensáveis para quem as têm, há muito tempo…e que foi esta “demanda supérflua” que garantiu alguma barreira anti-cíclica e evitou que bilhões escorressem para as bancas internacionais em 2008/2009…

      Ahhh, mas por que titia está falando estas coisas com um ulderico?

      Os uldericos querem justamente que os fluxos de capitais continuem a jorrar para os centros financistas, afinal, comprar máquinas de lavar deve ser pecado, neste mundo onde financiar o déficit público dos EEUU (e outros) para que possam comprar mísseis e porta-aviões é que é a verdadeira virtude…

       

      PS: mundo junto este não, onde os EEUU se endividam, emitem a moeda (e o déficit), depois nos vendem a moeda (e o défitc), e posam de meninos bons…será o mundo dos uldericos?

      1. Jossimar

        12 de outubro de 2013 4:13 pm

        Morgana,
        Você é DEZ.
        Estes

        Morgana,

        Você é DEZ.

        Estes Chicos, Leoneis, Uldericos e outros deveriam aprender alguma coisa com seus comentários.

        Mas,  penso que talvez tenham uma ervilha no crânio.

      2. Neves.

        13 de outubro de 2013 1:41 am

        Oferta mais ampla de poupança.

        “o nível de captação da poupança nos últimos 12, 24 meses anda batendo todos os recordes…”

         

        Uai, então qual é o motivo para aumentar os juros?

  8. Assis Ribeiro

    12 de outubro de 2013 1:36 pm

    Abril despedaçado

    Tudo começou em abril, e, nesta época,  já implorava Vagner Freitas:

    Presidenta Dilma, não ceda à pressão da especulação financeira
     

    Promover o desenvolvimento do Brasil deve ser um objetivo permanente. Para isso, não há mágica e, sim, muita competência técnica e alta capacidade política para superar os obstáculos e desafios. É tarefa de todos reunir forças sociais que apostam no desenvolvimento produtivo, na inovação e incremento da produtividade, na distribuição de renda, na qualidade do emprego e na superação das desigualdades.

    Nos últimos dias, colunistas e economistas, que repercutem os anseios de rentistas ávidos por manter e recuperar ganhos financeiros, reacenderam o debate sobre as soluções para resolver o problema da inflação.

    O fato é que a queda dos juros reais de 8% para 2% com a redução da taxa Selic para 7,25% e a elevação da taxa de inflação, que atingiu um patamar próximo ao teto da meta (6,5%), tem provocado forte reação daqueles que vivem do ganho financeiro. O Brasil que queremos e estamos construindo tem a dura tarefa de deslocar a riqueza financeira para o investimento produtivo e atenção social, o que requer muita determinação dos gestores da política econômica.

    É forte a pressão para que o Conselho de Política Monetária eleve a taxa básica de juros (Selic), recompondo as expectativas do mercado — leia-se, repondo os ganhos especulativos desejados, supostamente trazendo a inflação para o centro da meta.

    O resultado dessa medida para a sociedade é a queda na atividade econômica, a redução da produção, do emprego, dos salários e da receita pública, entre outras mazelas. Um custo social e econômico elevadíssimo. A sociedade precisa dizer que não quer isso!

    A inflação em março foi de 0,47%, acumulando em 12 meses 6,59%. Apesar de no mês de março a inflação estar ligeiramente acima do teto, o Banco Central indica que a inflação irá arrefecer – a taxa anual de 2013 deve fechar em cerca de 5,68% (Boletim Focus, 12/04/13). O que explica os atuais índices da inflação são a subida dos preços agrícolas e dos serviços. No caso do mercado internacional, há as commodities agrícolas indexadas ao dólar que cresceram muito, mas os preços têm caído nos últimos meses. Quanto aos hortifrutigranjeiros, alguns na entressafra e outros impactados por fatores climáticos, terão queda nos preços com a entrada da nova safra. Há ainda os preços das escolas, dos planos de saúde, das tarifas de transporte público, entre outros, que sazonalmente impactam as taxas de inflação no início de cada ano.

    Mesmo com este comportamento dos preços a inflação atingiu o teto da meta, porém com indicações claras de que deverá começar a cair nos próximos meses. Nada, aliás, muito diferente do que se observou nos últimos anos no país. Nenhum desses componentes são sensíveis aos juros, duro remédio para reduzir a atividade econômica contra uma inflação de demanda que, claramente, não é o nosso caso. O enfrentamento é outro!

    Nos últimos anos, o país tem feito grande esforço para recuperar a capacidade de promover crescimento com base na ampliação da capacidade produtiva de bens e serviços, na infraestrutura, na inovação e na produtividade, entre outros. Os recentes indicadores de elevação da taxa de crescimento econômico revelam leves sinais dessa perspectiva.

    Promover e sustentar essa nova dinâmica de crescimento econômico deve ser a tarefa prioritária da política econômica brasileira. Lembremo-nos que a experiência de aumento da taxa de juros para combater um “possível descontrole inflacionário”, no início de 2011, desestimulou o crescimento econômico que apresentou baixas taxas deste então.

    Para enfrentar a inflação propomos que sejam aprofundadas medidas como:

    1) a desoneração dos itens da cesta básica, incluindo impostos estaduais e municipais;

    2) a ampliação da capacidade de atuação da Companhia de Nacional de Abastecimento (Conab) por meio de estoques reguladores para estabilização dos preços ao consumidor;

    3) atenção aos crescentes movimentos de concentração de mercado ocorridos no país — fusões e aquisições –, principalmente no que diz respeito ao poder de mercado e capacidade desses grandes grupos de influenciar os preços de mercado;

    4) avançar na desindexação de contratos e tarifas públicas. Além, evidente, da ampliação da infraestrutura produtiva e social que, entre outros efeitos, reduz custos e preços.

    Todas estas medidas, associadas às que já vêm sendo adotadas pelo Banco Central e pelo governo federal, são importantes para conter a inflação sem interromper o processo de crescimento que se desenha para 2013, porque atuaria em fontes estruturais do processo inflacionário.

    Entendemos que o tema da inflação deva receber atenção prioritária da política econômica, porque, nós, os trabalhadores, sabemos muito bem o que ela significa em termos de transferência de renda.

    Entretanto, há outros objetivos prioritários que precisam ser considerados na escolha da política econômica de forma a produzir o crescimento, o emprego e a distribuição de renda, elementos essenciais para dinamizar as transformações no sentido do desenvolvimento social.

    Por tudo isso, os trabalhadores esperam que a presidenta Dilma Rousseff e as autoridades monetárias atuem com determinação e em sintonia com as expectativas dos diversos segmentos da sociedade, não cedendo à pressão da especulação financeira.

    Post que indiquei ao blog em:

    https://jornalggn.com.br/clipping/presidenta-dilma-nao-ceda-a-pressao-da-especulacao-financei

     

  9. JbMartins

    12 de outubro de 2013 1:43 pm

    os juros de dois dígitos

    Como ser Presidente do Brasil,pois quem governa o Pais são as forças ocultas, e interesseiras, se não ceder  a estas forças, seu governo esta fadado ao fracasso, como agradar a dois opostos, O POVO,  cedento de estrutura, Educação, Saúde, Segurança, etc…. OU encher o cofre do PIG, dos Bancos, dos Investidores e etc…… alguem ai qual a formula magica.

  10. JbMartins

    12 de outubro de 2013 1:43 pm

    os juros de dois dígitos

    Como ser Presidente do Brasil,pois quem governa o Pais são as forças ocultas, e interesseiras, se não ceder  a estas forças, seu governo esta fadado ao fracasso, como agradar a dois opostos, O POVO,  cedento de estrutura, Educação, Saúde, Segurança, etc…. OU encher o cofre do PIG, dos Bancos, dos Investidores e etc…… alguem ai qual a formula magica.

    1. Flics

      12 de outubro de 2013 2:01 pm

      Sem magica…. um

      Sem magica…. um ESTADISTA!… 

    2. Chico Pedro

      12 de outubro de 2013 3:15 pm

      Por isso que nossa classe

      Por isso que nossa classe dirigente devia ser candidata lá na Escandinávia. Lá é um sonho!

      Não precisa nem ser competente, nem ser bom de serviço, nem ter equipe excelente de ministros e todas essas coisas que dão um trabalho do cão! 

      Pois já está tudo no jeito que o diabo gosta com bons alicerces, povo gente fina,  educado e instruído, infraestrutura top de linha, bom sistema de saúde e previdência, mídia honesta e humana… 

      Enfim, “pronto pra morar”. 

  11. Haroldo Mussi

    12 de outubro de 2013 1:50 pm

    Juros de dois dígitos

    Nassif, você que é economista, o que acha que pode ser feito? Mas lembre-se de uma coisa: se o que puder ser feito não agradar a velha mídia (Rede Globo da família  marinho à frente), nada funcionará de maneira satisfatória. E então, qual é o plano para se sair desta situação que não desagrade a Rede Globo?

    Reformulando a pergunta: quem manda realmente na economia deste país e na economia do mundo? Quem respondeu  que são os  banqeiros, que seja inteligente e invista nos cdbs da vida. Até a poupança já voltou a ser um grande e lucrativo negócio. Mas o Brasil do povo brasileiro, sifu again: adeus educação, saúde, saneamento básico, mobilidade urbana, segurança e bem estar social. E a Fiesp continua querendo acabar com tudo que é imposto. Para seus membros, sobrando a parcela do superávit primário já está bom demais.

    PS: no próximo governo Dilma, nós vamos fazer uma campanha, Nassif, para você substituir o Mantega. Topa? Mas tenha cuidado com a Rede Globo.

  12. peregrino

    12 de outubro de 2013 1:55 pm

    cada um com a sua idolatria e todos vítimas?

    nem todos

    porque só existe uma forma do pobre iludido, pela mídia, alcançar o que nunca vai possuir:

    o rico ganhar mais e culpar o governo que faz tudo para que ele, o pobre iludido, alcance e passe a possuir de verdade

     

    cada um que controle seus gastos depois de ter alcançado……………….

     

     

    quem escreve veio da merda e sabe muito bem como é que a armadilha funciona

     

    eu, Geraldo Reinicke

  13. Aleandro chavez

    12 de outubro de 2013 2:11 pm

    Um amigo de trabalho disse

    Um amigo de trabalho disse que viu o queijo prato por 50 o quilo em um mercado. Faço compras em outro mercado e vi por 36. Já outro colega de trabalho viu por 28.

    este descontrole mostra uma clara tendência inflacionária, pois não se sabe o valor real das coisas.

    não é criação da imprensa. É fato e pode ser visto por qualquer um que faça compras.

    1. armando duarte bh

      12 de outubro de 2013 5:02 pm

      preço relativo das coisas

      Apenas para esclarecimento : o preço do queijoo prato em BH é de $ 14,80 o quilo em aproximadamente vinte supermercados mais importante.  Já o Extra ( Pão e Acucar), o Carrefour e o Walmart , que trabalham com preços de São Paulo o quilo vale cerca de $ 29,90. Normalmente todos os preços destes tres supermercados, são em média trinta por cento superiores aos demais supermercados. Mas o que mais me admira é que ainda existem consumidores que fazem compras lá. Não cinsuga atinat a razão deste desperdicio de dinheiro. 

  14. Zero Manning

    12 de outubro de 2013 2:20 pm

    PT na encruzilhada

    Conforme há muito previsto, estamos assistindo a uma demonstração do que é capaz a burguesia num país da periferia do capitalismo. A verdade é que o governo Dilma está sendo malsucedido naquilo que se colocou como objetivo principal – na palavra da própria presidenta, o pibão – porque avaliou mal a espécie do “instinto animal” do empresariado.

    Além desse, outros fatos colocam o PT numa encruzilhada, em termos de definir estratégias para o próximo período.

    O julgamento de exceção, que condenou líderes trabalhistas, pelo papel que o partido cumpre na organização dos trabalhadores, redução de desigualdades, afirmação nacional e democracia. O recado está dado e já recebido pelos quadros partidários, que deverão decidir que postura tomar diante dessa realidade.

    As jornadas de junho, que colocaram em cheque a relativa paralisia do governo, causada pelas amplas alianças exigidas para garantir governabilidade.

    Acho muito possível Dilma se reeleger, se reeditar um arco de apoios semelhante ao atual. Mas, e depois? Tenho uma certeza: com mais algumas jornadas de junho, o PT perderá todo o crédito, tornando-se politicamente irrelevante. 

  15. LC

    12 de outubro de 2013 2:45 pm

    O Tombini não precisava de ajuda no controle dos gastos?

    Desta vez não concordo, Nassif. A análise do Roberto São Paulo é bem melhor. Todas as medidas adotadas pelo Tombini  partiam da premissa que não haveria um descontrole dos gastos públicos como estamos vendo agora. A realidade é que ela não aproveitou a economia no gasto de juros para fazer investimentos em aumento de oferta, mas sim em crédito subsidiado aos amigos do Bndes e na farra de renúncia fiscal. Agora é esta a situação que estamos.

    PS: nunca é demais lembrar que vários preços importantes estão represados. Esta inflação baixa (?!) que temos agora é me engana que eu gosto. A coisa vai esquentar mais adiante…

  16. AlvaroTadeu

    12 de outubro de 2013 2:45 pm

    Infla & Ação.

    Desde Juscelino, temos tido altas taxas de inflação, que antigamente se chamava “carestia”. Na verdade, “carestia” é o aumento do custo de vida, que é ligeiramente diferente de inflação, esta, mede a variação de preços em todos os ramos da cadeia produtiva, do comércio e serviços. Por falta de credibilidade, o governo FHC não pôde fazer mudanças básicas, excluir alguns intens do cálculo da inflação. Hortifrutigranjeiros não podem fazer parte do índice. Suas oscilações são violentas, às vezes, 80% de uma semana para outra nos preços do tomate, chuchu (alguém se lembra da inflação do chuchu do Mario Henrique Simonsen?). Infelizmnte, a salada nossa de cada dia pode provocar aumentos em cascata nas tarifas telefônicas, de eletricidade, pedágios e até no pãozinho. Mas nossa inflação também é provocada por efeitos residuais, que não são os mais importantes, mas provocam impactos desastrosos. Congresso, Governo e Justiça devem se reunir para resolver a questão dos contratos indexados de tarifas públicas. Até o ano que vem teremos tarifas telefônicas com reflexos dos preços do tomate. Nos Estados Unidos, alimentos e combustíveis não entram no cálculo da inflação. Lá, os combustíveis também são bastante voláteis e a inflação média, em tempos de calmaria, gira em torno de 2% a.a. As tarifas públicas só poderiam aumentar de acordo com a inflação no setor.

    No Brasil, além da indexação das tarifas das concessionárias privatizadas, temos o miserável ICMS, uma louca criação de um louco fascista, Roberto Campos, ídolo econômico da massa cheirosa. O ICMS sobre produtos importados é calculado APÓS o II (Imposto sobre Importação), isto é, imposto sobre imposto. Há estados do Nordeste que vivem exclusivamente do ICMS arrecadado sobre as tarifas elétricas e de telefonia. Pode? Você liga para saber se a Vovó está passando bem, se no almoço de domingo haverá aquelas delícias da infância e pronto, um quarto da sua ligação foi para o governo do seu estado, para manter essas maravilhas de polícias e essas escolas de contos de fadas (ou fodas), mais os hospitais liderados por médicos agraciados com o prêmio Nobel. Também temos alguns hábitos ferozes e noscivos. Uma família brasileira mudou-se para Miami em 1998. Investiu duzentos mil dólares num restaurante. Ficou surpresa quando soube que demoraria DEZ anos para recuperar o investimento. No Brasil, se seu restaurante não se pagar em oito meses, será fechado. Você é comerciante,  modernizou-se, tem as maquininhas de cartões? Pois é, paga quase cem reais de aluguel POR MÊS e mais uma porcentagem sobre as vendas. Sem correr risco algum, a operadora de cartões chega a levar 5% sobre as vendas. Ninguém se indigna? Essa diferença faz diferença na inflação, para mais, é obvio. Mas duvido que alguém se atreva a botar o guizo no pescoço do gato. Ratos há de sobra, mas só para roer o que sobra e o que falta. Esses pequenos detalhes ajudam e muito na persistência da inflação brasileira.

  17. morgana profana

    12 de outubro de 2013 2:48 pm

    Este troço que chamam de “mercado”…

    Tem uns bobocas por aqui, e outros tantos acolá, que gostam de dizer que nós vivemos em uma economia de mercado, ou em um mundo onde o mercado é a instância privilegiada das trocas, que evoluiu desde as noções básicas e ancestrais do escambo até os dias de hoje, com a sofisticação proporcionada pela intrincada “fauna de ativos e derivativos”, quem em suma convergem para dois padrões específicos: moeda (conversíveis e as não-conversíveis) e juros (preço do dinheiro)…O vetor que corrige e determina o peso de cada variável, é claro, demanda e oferta…Tudo ótimo!

    Tudo seria muito fácil (ou simples) se fosse assim, de fato…

    Ora, se fosse assim, como imaginar que em tempos de excessiva liquidez (como hoje, após da enxurrada de trilhões de dólares das QE, quantitatuvy easings) de moeda, possamos estar pagando mais caro por ela?

    Se tem mais dinheiro em circulação(dólar), ele deveria nos custar menos, não é esta a lei da demanda e oferta?

    E mais ainda, como pode o chamado “mercado internacional de trocas” (serviços, bens e produtos) funcionar em bases “justas”, quando apenas um país emite a moeda que todos os demais terão que adquirir antes de trocar seus produtos, bens e serviços?

    Bem, parece a titia que o dinheiro SEMPRE custará mais caro, e sempre será uma fonte a mais de depreciação do produto daqueles que não emitem este dinheiro (dólar), que NUNCA conseguirão fechar suas contas, e pior, satisfazer as necessidades de seus povos…

    Aí vem os bobocas-analistas, os bobocas-comentaristas e fazem uma série de contorcionismos semânticos para justificar o que NUNCA terá justificativa, a não ser pela lógica de quem emite esta moeda, ou seja, de quem dá as cartas… 

    Titia repete: enquanto este estado de coisas não for alterado, governos serão apenas leões-de-chácara deste entra-e-sai de capital…

    De vez em quando conseguirão reter algum, mas via de regra, sempre estaremos de calças arriadas e pires na mão!

     

     

    1. LC

      12 de outubro de 2013 6:04 pm

      Na parte sobre apenas um país

      Na parte sobre apenas um país emitir o meio de troca internacional estou com você. É por isso que o padrão ouro é o sistema mais justo.

    2. Alexandre Weber - Santos -SP

      12 de outubro de 2013 8:53 pm

      Rodada de Doha

      Foi aqui que a porca torceu o rabo.

      Lá, nas negociações, ficou límpido e claro que acordo nenhum resiste à manipulação do Dólar, não sou eu quem digo isto, foi a excelente negociadora brasileira na OMC.

      Agora, um acordo muito mais difícil e sofisticado, mais ou menos, como o que foi feito na Islândia quebraria o nosso galho, mas exige muito mais coordenação política e negociações com nossa burocracia, para, apelando a soluções não ortodoxas entabular uma estratégia onde se isole as influências malignas do Dólar, seus donos e prepostos e coloque-se no lado vencedor o povo e a nação brasileira. 

      Coisa para profissional.

      Não admite erro, no meu modo de ver, estratégia no fio da navalha, coisa para quem têm sangue frio e amor a pátria.

      Acorda, Dilma!

  18. peregrino

    12 de outubro de 2013 3:03 pm

    futuro flagelo que a todos há de afetar…

    mercado de veículos de comunicação a todo vapor…………………erro da teoria de consumo

     

    muitos se comunicam, mas poucos se informam de verdade

     

    flagelo já mostrou a que veio nas manifestações de junho

     

    qual é a informção que você quer exatamente? pergunta o capital

     

    e ele mesmo responde: como não sabemos exatamente, colocamos milhares de pessoas nas ruas e avenidas que iludidas se transformarão em milhões de respostas à sua disposição

    1. peregrino

      12 de outubro de 2013 3:17 pm

      questão de educação…

      sem educação financeira e política, nada a ver com investimentos ou poupança, não chegaremos a lugar nenhum

       

      se o primeiro ciclo foi para alcançar, o segundo não pode deixar de ser para educar

       

      desculpem qualquer colocação errada de letras, é que estou perdendo um óculos atrás do outro…………….chega de gastos inúteis

       

      por incrível que possa parecer meu veículo trilha um caminho inverso………………….

       

      envelhecendo e voltando e enxergar bem, motivo de deixar meu oculista sem saber como resolver

  19. Chico Pedro

    12 de outubro de 2013 3:07 pm

    Tem uma sonora incompetência

    Tem uma sonora incompetência do governo em tudo que é canto, da infraestrutura a definição dos rumos estratégicos do país, dos aportes em saneamento básico através de prefeituras sucateadas ao desenvolvimento da ciência e tecnologia.

    Lembram-se daquele papo de que a Dilma é a mãe da gestão.? Que teria roubado da oposição esta bandeira.? Que chamou o Gerdau pra tomar conta da eficiência do país.? Que agora as coisas pegariam no “breu”.?

    Cadê.? Onde foi parar..?

    Tem uma Copa pra acontecer que ano que vem sendo que foi decidida há quase uma década e não há um único aeroporto construído no país que seja digno de admiração.!

    Essa que é a nossa realidade. Enquanto isso dirigentes mediocres como o Lula e seu grupo de sindicalistas do ABC sendo alçados ao posto de maiores da face da terra e todos os tempos..!

    Hahahahah… Cada piada que se lê aqui.   

    Aos poucos alguns acordam do sonho messiânico, do ufanismo barato, do nosso belíssimo voo de galinha. 

    Ceguinhos que dá até dó… 

    O detalhe agora: a culpa. Esse protagonista nacional da esquerdinha miúda e de baixíssimo senso crítico. 

    Então a culpa é da mídia, da elite, da banca, dos empresários, das prefeituras, dos aliados!, do PMDB!!!

    Todos são culpados pela incompetência do PT no governo, menos o próprio. Incrível isso…

    1. morgana profana

      12 de outubro de 2013 3:14 pm

      Aposta…

      Aiiiii, xiiiicooóó…

      Titia não quer mais debater estas coisa contigo…te falta informação ou honestidade intelectual, o que sempre dará resultados ruins…

      Mas eu desafio:

      Se você encontrar nos números do governo (lulodilmista – 2003 até 2013) algum indicador que esteja pior que os números desde 88, vou te dar colher de chá, para dizer que é birra com o período da privataria, eu lhe pago 100 reais, e caso contrário, você paga cem reais na conta do PT nacional…

      Ah, pode dizer que a crise merreca de 98 é igual a de hoje, titia não se importa…

      Pode dizer também que foi fhc, e não Itamar que “estabilizou a moeda”…

      Enfim, pode até dizer que o tucanato recebeu o país com inflação desenfreada (é mentira), que titia não se importa…

      Mas vamos lá:

      emprego, renda, salário, balança comercial, crescimento médio do PIB, IED versus PIB (mesmo com a venda das estatais sendo consideradas como “investimento”), investimento social per capita, mobilidade sócio-econômica, IDH, juros médiso, e voilá: taxa de inflação média do período…

      Se você encontrar algo onde este governo tenha feito pior, titia nunca mais toca no assunto, e de quebra, te dá cem reais…

       

      1. NMe brinca titia

        12 de outubro de 2013 10:23 pm

        [  Se você encontrar nos

        [  Se você encontrar nos números do governo (lulodilmista – 2003 até 2013) algum indicador que esteja pior que os números desde 88, ] Se houvesse o Brasil nem mais existiria como Nação. De fato, esse é o grande lucro dos governos petistas, pois o PIG  diziam que iria acabar como  o Brasil em menos de seis meses, e tudo indica, se ocorrer levará uns 50 anos.

      2. Chico Pedro

        12 de outubro de 2013 10:43 pm

        Vou repetir: falta juízo crítico

        Prezada Tia,

        Um carro que anda a 30 km por hora vai com o dobro de velocidade de um outro, mas isso não significa que sua velocidade seja rápida, satisfatória e ,principalmente, suficiente. 

        O que resta para a esquerdinha miúda sem noção é justamente isso: comparar o pouco com o pífio. 

        Você consegue entender isso?

        Note ainda que você fala em taxa de crescimento, juros, inflação. Não fala em saúde, educação, segurança, mobilidade, esportes, cultura, turismo, ciência e tecnologia.

        Seu discurso é de direita minha amiga, lamento te informar. Faz o jogo do adversário urrando com a boca cheia.

        Mas vamos lá.

        Na perspectiva do carro que vai a 30 km por hora também há a disputa com outros num circuito de pista. Dito de outro modo, esse carro não está sozinho.

        E a bem da verdade e das estatísticas a grande maioria dos carros que não estão no continente africano ou passam por guerras civis ou sofrem com graves problemas naturais, todos estes desenvolvem suas velocidades.

        Há um padrão, uma lineraidade nisso. De algum modo então – sob essa perspectiva limitadíssima – a maioria dos países também cresce, avança aos bocados, inclusive aqueles mais pobres e mais precários que o Brasilzão velho de guerra. 

        A questão então é, retornando às primeiras linhas: nosso progresso é suficiente e satisfatório em relação ao nível dos nossos problemas?

        Não, não é.

        Não é porque o saneamento básico não avança, as prefeituras são precárias do ponto de vista administrativo e não possuem recursos técnicos ou humanos. Então boa parte do povo está atolada na merda.

        Não é porque na década de 90 morriam assassinadas 5 mil pessoas por ano e hoje – com uma população carcerária gigantesca – nós matamos uns aos outros cerca de 60 mil.

        Não é também porque o SUS carece de vultosos recursos, de técnica, de profissionais, postos de saúde, centros de especialidade, políticas avançadas de desenvolvimento.

        E – finalmente, para não alongar demais as desgraças juntando aqui nesse balaio o nível da política, estrutura tributária e aparato jurídico – nossa população é uma tremenda massa de incultos, um considerável grupo de analfabetos funcionais.

        Aí você pode dizer assim: “ora, meu sobrinho, mas a culpa é das prefeituras e de governadores que não colaboram”

        Ou, então, dizer assim: “ora, meu caro, mas não é possível mudar tudo tão rápido”

        Quando ao primeiro argumento eu te aviso que alguns problemas só podem ser resolvidos pela Presidência da República, pelo Governo Federal. Isso devido ao tamanho das dificuldades que há por aí, MUITO ACIMA da capacidade de prefeitos e governadores. 

        E aí aproveito para te falar o seguinte: um motivo justo de considerar o Lula e sua turma mediocres super dimensionados é a incapacidade de mobilização para resolver grandes problemas. Não sabe que popularidade é capital político e por isso simplesmente é apático… Um egocêntrico deslumbradíssimo que não vocaliza qualquer assunto de monta.

        Quanto ao segunto item, digo que para o nosso potencial de desenvolvimento o país TEM QUE avançar mais rápido pois nesse ritmo seus netos trabalharão como escravos em fazendas de arroz.

        Ou seja, a questão aqui não é o carro petista andar mais rápido que o dos tucanos, mas o carro brasileiro ser tão bom quanto os outros CONCORRENTES.

        Tenta entender isso aí, titia.

        Depois vc me conta.

        P.s: mesmo com todo nosso potencial estamos praticamente estacionados no IDH.

        P.s2: nosso país é do piores para realização de negócios (me perdoe, mas ainda não inventaram um sistema melhor que o capitalis) devido ao famigerado custo de se fazer qualquer coisa, independente das taxas de juros e de inflação.

        P.s 3: a década de crescimento sob a batuta do Messias coincidiu com forte crescimento da economia mundial. Quando eles pararam, nós paramos também. Apenas demorou um pouco para o arrefecimento.

        1. morgana profana

          14 de outubro de 2013 11:14 pm

          Carros e outros enguiços…

          Filhote, titia vai desenhar para você:

          Titia gostou da analogia dos carrinhos…

          E entender tudinho…

          Ora, não se trata apenas de velocidade do carrinho (embora até há pouco tempo, gente como você dissesse que o carrinho do PT nem sairia do lugar), mas a quantidade  de viagens que o carrinho dá, quantas pessoas ele deslocou das zonas miseráveis, as condições de conforto, segurança, etc…

          Então, tínhamos 500 anos de um carro (inclua aí a octaéride do fernandinho) com o carro andando em velocidades distintas, ora mais rápido (como a ditadura e o milagre) ora mais lento…

          Mas os passageiros eram sempre os mesmos, enquanto o povão empurrava atrás, esta é a diferença…

          No período que você considera uma simples alteração de velocidade, ou uma comparação do ruim com o pífio, eu temho a te lembrar:

          01- Mais de duzentas escolas técnicas, umas 20 ou 30 universidades públicas, ampliação de programas de bolsas e financiamento escolar;

          02- Maior inclusão e mobilidade social de toda a história do país, algo em torno de 20 ou 30 milhões de pessoas que “entraram” no carro, e deixaram de empurrá-lo…

          Claro, todo este processo desloca interesses, mmobiliza contradições de classe, e oponentes internacionais, e cabe ao governo impor sua visão…

          Agora, dê uma olhada em todos os outros carros:

          EEUU e Europa tem níveis de empobrecimento e concentração de renda que retomam a década de 70, esfarelando os ganhos de produtividade deste período até hoje…

          Talvez os únicos carros que andem na mesma velocidade, seja a China, mas eu preciso lembrar: lá o motorista não troca NUNCA, e quem ousar debater sua condução é jogado para fora do carro…

          ‘Tá vendo, sobrinho, é melhor comparar nossos modelos de gestão, os nossos carrinho, que comparar os carrinhos de fora, poque não dá…

          Até porque, você deve saber, no circuito de corridas entre carrinhos-países, não há possibilidade de partirmos de parâmetros parecidos, e nem tem sentido isto…

          A necessidade de compararmos modelos de gestão daqui, ou seja, o carrinho do PT com o do PSDB é para definirmos nosso futuro…e é o que temos…

    2. Ledour

      12 de outubro de 2013 3:27 pm

      O que o Nassif esta esperando

      O que o Nassif esta esperando para alcar esse comentario a post?

       

    3. Niltão

      12 de outubro de 2013 3:44 pm

      Caro Sr. Chico Pedro.
      O

      Caro Sr. Chico Pedro.

      O Brasil vai dar uma quinada de 180º no ano de 2015. Isto não quer dizer que vamos voltar para trás. Afinal, com a eleição de seu conterrâneo Aécio Neves, repito não voltaremos ao tempo de FHC, basta ver o que este Senador da República fez em Nova Iorque esta semana, numa palestra para empresários gringos a manda do BTG Pactual. Na foto que circulou na media lá esta firme e forte o Sr. Pérsio Arida. Para não deixar passar em branco, digo os governos trabalhistas de Lula e Dilma tiraram da pobresa extrema 20 milhões de pessoas, talvez você nunca tenha ido, ai na sua terra, ao Vale do Jequitinhonha, pois vá lá e fale mau do Lula e do tal “luz para todos”, energia elétrica levada a mais de 5 milhões de residência. Para terminar, o Senhor já se imaginou não dispor de eletricidade no seu dia a dia. Não me diga que o bolsa família é para ociosos e vagabundos.

      Saudações Republicanas

       

      1. Chico Pedro

        12 de outubro de 2013 10:38 pm

        Meu camarada,
        Mas seria um

        Meu camarada,

        Mas seria um verdadeiro espanto se a sonora incompetência para investir em infraestrutura fosse total quando o governo deixa de investir até em linhas de energia elétrica. 

        Ora, alguma coisa eles precisam dar conta.! Algum tipo de legado nessa área os governos acabam deixando. 

        Mas ocorre então que é apenas uma pequena parte de todo o resto que deveriam se ocupar e NÃO conseguem.

        Ou, já se passaram 12 anos e não temos um bom plano de obras em andamento sendo executado a contento.

        E olha que infraestrutura – ao contrário do que a maioria pensa – nem é o fator crucial do negócio.

        Quando ao Bolsa Família, ótimo negócio. Tiro o chapéu.

        Mas é relativamente fácil de executar perto de outros desafios (uma reforma tributária que altere o padrão de encargos, por exemplo) que abrangem uma dimensão muito maior que a econômica e significa inclusão cultural.

        100 pratinhas por mês na conta ajuda e é fundamental, necessário, imprescindível. Mas tem seu limite.

        E prova disso está aí para quem quiser ver…

    4. Aparecido Longo de Souza

      12 de outubro de 2013 7:23 pm

      Parabéns Chico Pedro. Até que

      Parabéns Chico Pedro. Até que enfim vi um pouco de Luz em meio a comentários descabidos, procurando justificar o injustificável. Resumindo, esse desgoverno do PT,ganha disparado, o troféu do mais nefasto que o Brasil poderia ter,  desde a fundação do País. Se fossemos enumerar as desgraças faltaria espaço.

       

      1. taturanous

        13 de outubro de 2013 12:47 am

        cabelo

        cabelo LONGO ideias curta falei

    5. Ulisses s

      12 de outubro de 2013 11:34 pm

      Aguente Aócio quem quer

      Graças a Deus seu Chico Pedro, o povo não é mais idiota e existe a internet para desmascarar este nefasto PSDB e seus apoiadores. Já que gosta tanto deste incompetente Aócio, que fique para você que está em Minas, eu já cai fora! Tu acjha que somos tão desmemoriados assim para esquecer tudo que passamos na década de 90 e início de 2000? Se o PT é incompetente como fala, qual a expressão mais justa para o PSDB? Alem de criticar, qual a soluçlão prosposta e plicada do PSDB em MG e SP alem de continuar saqueando estes estados com o apoio da mídia, judiciário em escândalos para lá de provados e intocados? Por toda a “M” que engoli nestes tempos para lá de trágicos, posso expressar também covardes, traíras, traidores da patria do PSDB posso apenas dizer. Gosta tanto deles? Pois que fiquem com eles em seus estados. O Brasil hoje dá graças a Deus por tudo que o Lula e o PT fez por ele, educação, emprego, distribuição de renda, consumo, aumento salarias, produção em um mundo falido. Qual quisito o PSDB foi superior? Alem de roubar exponencialmente mais?

    6. Clever Mendes de Oliveira

      13 de outubro de 2013 8:25 pm

      Apontar incompetência do governante revela-nos, não o governante

       

      Chico Pedro (sábado, 12/10/2013 às 12:07),

      O grande problema neste seu discurso é que ele normalmente não dá conta de que a incompetência é um critério subjetivo no julgamento de governantes políticos.

      Em uma monarquia até que pode ocorrer de pessoas sem nenhuma competência chegar a gerência de um país. Mesmo em casos assim, o incapaz se não for de direito interditado, o é de fato e o país é governado por pessoas com o nível mínimo de competência que os critérios humanos para avaliar a competência de um governante não informam com precisão se um governante é menos ou mais competente do que outro.

      Em geral quando alguém utiliza o argumento de incompetência, eu o tomo apenas como um argumento de retórica. Há, entretanto, um pouco mais no argumento. Eu chamo um governante de incompetente quando ele não atua segundo aquilo que eu considero que é a maneira de um governante atuar.

      Suponhamos um governante que privilegia a eficiência. Um governante que privilegia a eficiência eu o tomo como um governante incompetente porque beneficia os que já são privilegiados em detrimento dos que possuem menos talentos. Enfim é isso, privilegiar a eficiência é de uma grande injustiça. Se você quiser ser justo você tem que privilegiar a justiça em detrimento da eficiência. É uma característica distintiva da esquerda e da direita: a direita privilegia a eficiência e a esquerda privilegia a justiça.

      E nossa avaliação da competência de um governante é subjetiva. Consideramos um governante competente se sendo a gente de esquerda ele privilegia a justiça. Um governante que privilegia a eficiência é um governante de direita e será bem avaliado pela direita.

      Justiça e eficiência pelo menos no curto prazo não são conciliáveis. Seja, por exemplo, a geração de postos de trabalhos. Se se geram mais postos de trabalho, o próximo posto será preenchido por trabalhador menos competente do que a média de eficiência e, portanto, a eficiência vai decrescer. Quando se fecha um posto de trabalho ocorre o contrário. O demitido é menos eficiente do que a média e, portanto, a eficiência aumenta.

      Assim, quando dizemos que um governante é incompetente mais revelamos sobre nós do que sobre o governante. Se um governante está gerando postos de trabalho e o consideramos incompetente significa que privilegiamos a eficiência e não a justiça e, portanto, estamos nos apresentado como alguém da direita e não da esquerda.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 13/10/2013

  20. Raí

    12 de outubro de 2013 3:09 pm

    Juros da Selic, e a inflação real.

    Discordo do post, meio que aterrorizante do Nassif, e da aceitação por parte de muitos de nossos comentaristas, de que o fim do mundo, está próximo.

    Efetivamente, a Selic sinaliza o que a macro-economia está passando, entretanto, por mais que tenhamos visto a volta do aumento desta taxa, ela não é sentida assim tão rapidamente, na “ponta” ou seja, no dia a dia dos simples mortais, e a última medição da inflação na cêsta básica, foi até surpreendente, pois ela teve uma ligeira queda, contrariando a tendencia de subida, que predominava até então.

    Para quem conheceu esta taxa, na faixa de 2 dígitos e com viéz de altas consecutivas, nada impede-nos de acreditar que ela pode ser revertida dentro em breve.

    Já sei. Serei crucificado nas respostas, pelos que me consideram, um eterno otimista, porem já estou vacinado, para aguentar as críticas.

    1. Bran Mak Morn

      12 de outubro de 2013 3:27 pm

      Leve a mal, não, Raí, mas não

      Leve a mal, não, Raí, mas não te considero um eterno otimista. Um eterno “ista”, sem dúvida você é, mas o adjetivo que melhor te descreve começa com a letra quem vem depois do “o” de otimista.

      1. Raí

        13 de outubro de 2013 2:09 pm

        “O” timista.

        Caro Bran, eu sou timista sim. Sou timista(torcedor) fanático do tricolor paulista; Sou timista do time popular do PT, que está ganhando este jôgo, há 12 anos, e sou um eterno otimista e torcedor dos times que estão ganhando. E parafraseando aquele jornalista que escreveu uma frase célebre, sobre futebol, ” Não se mexe em time que está ganhando” eu sou “O” timista até prova em contrário.

  21. Lionel Rupaud

    12 de outubro de 2013 3:31 pm

    Mantega (sobretudo) e Tombini tiveram um péssimo 2013

    Eles erraram a leitura dos fatos, e usaram remédios que agiram a favor da doença.

    Será que a Dilma, que deve ganhar a reeleição, vai mudar o time para seu 2º mandato? Ela percebe os erros? Ela vai ter coragem de admiti-los?.

    Mantega nitidamente tem errado de mais na sua fase Dilma.

    1. Marcel Santo

      12 de outubro de 2013 5:09 pm

      relogio parado!!!

      já disseram que o Tombini e igual relogio parado, somente uma vez no dia ele esta certo, o resto esta errado e não serve pra nada!!! O Mantega, bom, ele somente está no cargo porque a The Economist pediu para ele ser demitido, e a gerentona não gosta que digam o que deve fazer!  Então dane-se o pais!

  22. Franklin Caetano de Freitas

    12 de outubro de 2013 3:58 pm

    Dilma e os juros.

    Dilma tentou, vamos reconhecer. Como o próprio texto do Nassif mostra a elite não permite que o Brasil cresça para todos, só deve crescer no bolso deles próprios. O povo infelizmente ainda ve TV. Pra resolver isso, só um governo que não pense na reeleição, tem que ir pro sacrifício. Eu voto na Dilma, de todos é a unica que tem condições de peitar esse povo, se tiver oportunidade ela fará, é por isso que banqueiros e mídia são contra ela.

  23. adauto

    12 de outubro de 2013 3:58 pm

    Só sobra o Psol

     

    E aí chegamos perto das eleições e o governo tem que atender a demanda de seus financiadores, e não daqueles que precisam. É o capital que fala sempre mais alto.

    O Nassif está certíssimo, é o direcionamento dos nossos impostos(e os que mais pagam são os que menos tem) para pagar juros para os mais ricos.

    Este é o governo progressista. Tenta atender a todos ao mesno tempo.

    Este meio por cento equivale a um bolsa família, certo..?

    Estou cansado de ter que votar sempre no menos pior. Vamos lá para o Psol. Quem sabe as coisas mudem de verdade.

    1. Franklin Caetano de Freitas

      12 de outubro de 2013 4:11 pm

      Dilma é a melhor.

      Dilma é a melhor. O Psol não consegueria governar esse país. Não tem deputados, teria que se aliar ao PMDB do mesmo jeito e em condições piores. O Psol só em caso de uma revolução, e o povo é contra uma ruptura brusca.

    2. Infundado

      13 de outubro de 2013 1:33 am

      [ O Nassif está certíssimo, é

      [ O Nassif está certíssimo, é o direcionamento dos nossos impostos(e os que mais pagam são os que menos tem)] Imposto é o último da lista, se pagou é por ter se sobra e por isso não precisa tem pena em gastar. Além disso, Lula zerou todas dívidas ao ponto do governo até dispensar receber, como não quis mais de governos africanos e nem o que deveria, como o que foi emprestado para Cuba, Bolívia, etc

  24. Miguel A. E. Corgosinho

    12 de outubro de 2013 4:24 pm

    A ciência não compreende o que é economia

    Tudo que exatamente esclarece o afinamento da economia, com as forças e as leis naturais do mundo, pelo ordenador e criador das coisas no universo externo, dependia de um motor imóvel – como a internet – no sentido metafífico de conceituar e autenticar o valor absoluto das coisas com a capacidade de perceber a sua natureza interna.

    Mas os economistas querem que paguemos aos donos de um fundo de progresso no vazio (os banqueiros e seus investimentos em  lucros da especulação entre relações de produção), o dever provisório de reconhecer o valor interno da nossa dimensão para emergir em um outro convencional – valor dessa arbitrariedade no espaço de tempo. 

    Ou seja: o custo do valor interno, precedente das relações de produção, do Estado para os bancos, que lhe eliminam da nossa dimensão interna = 1 aquisição de valor em real = o mesmo valor em títulos públicos.

    Aquisição do dólár que apenas ajuda a redescobrir os caracteres autênticos da arbitrariedade dos juros do valor adquirido pelo Estado no espaço tempo: 1 dólar paga-se com 2,30 reais pelo universo externo.

    Essa atitude dos economistas permite também a reflexão sobre a moral, a qual indica ainda, como critério objetivo do comportamento humano, a falta de respeito ao valor do trabalho, de modo que ele seria encontrado fora de si na natureza, para interpretarem a sua própria consciência.

     

    1. C. Khosta y Alzamendi

      12 de outubro de 2013 6:34 pm

      É o contrário…
      Caro Corgosinho,

      É a economia que não compreende o que é a Ciência, seja ela Exata, Social, Política, ou de qualquer outra natureza…

  25. Homero Pavan Filho

    12 de outubro de 2013 4:28 pm

    E vai me dizer que não é de propósito?

    O governo Dilma é vítima?

  26. Jossimar

    12 de outubro de 2013 4:36 pm

    Acho que o governo Dilma tem

    Acho que o governo Dilma tem errado em voltar atrás em algumas coisas positivas que havia feito do in~icio do seu governo até o ano passado.

    Entretanto, temos uma eleição daqui um ano e o governo PT não pode correr o risco de perder.

    Aqueles que trabalham contra o desenvolvimento e progresso do Brasil, velha mídia, rentistas, PSDB, Judiciário, mostraram a sua força começando o ano de 2013 já no ataque com a crise do tomate. Sabiam que se tudo continuasse como estava, a vitória do PT no primeiro turno em 2014 era certeza.

    Isto eles não podiam permitir.

    A coisa recrudesceu entre maio e julho deste ano, quando estes grupos de apropriaram de manifestações justas da população, forçando o recuo do governo em alguns pontos.

    Tinha ainda a farsa do mensalão a pleno vapor. Ela continuará no ano que vem.

    Talvez o recuo fosse necessário para, digamos, se recompor para a batalha que se avizinha em 2014.

    Vencendo as eleições do ano que vem, o governo pode retomar o ataque sem cometer os erros anteriores e talvez possamos crescer a taxas acima de 4% ao ano, com políticas que reduzam as desigualdades.

    Em 2018 também é muito bom que aqueles que mudaram o patamar do Brasil a partir de 2002 continuem a governar, com o Haddad ou até o LULA.

    Neste período, até 2022, é certo que muitos destes pregadores do caos que vivem trombeteando a desgraça na mídia tenham  MORRIDO- para a felicidade daqueles que gostam do Brasil –  ou estejam velhos demais para encher o saco.

    Aí sim, acredito que quem quer que seja governo não poderá mais colocar a perder aquilo que foi conquistado. Haverá uma nova geração com pessoas de até trinta anos que não conhecerão o Brasil do século passado e não permitirão a volta das velhas práticas que os tais “viciados” que diz o Nassif estão tão acostumados.

    Se quiserem ganhar, terão que largar o vício e trabalhar.

     

  27. emerson57

    12 de outubro de 2013 4:45 pm

    a volta dos que não foram

    quando dilma governava ela fez os juros cairem pela metade.

    hoje os juros sobem sem justificativa que não seja aumentar as ganâncias dos rentistas.

    no discurso de candidata, dilma assegurava o pré sal para os brasileiros.

    hoje privatiza o campo descoberto pela petrobrás.

    conclusão: dilma já não governa.

    ……………………………………………………….

    será que a quebra da espinha das empresas de eike baptista foi planejada,

    tendo em vista a entrega do pré sal para os gringos? 

  28. Diogo Costa

    12 de outubro de 2013 4:58 pm

    O contexto é tudo

    E novamente escutam-se murmúrios aqui e acolá com relação ao Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. Dilma Rousseff está ‘destruindo’ o país. Lula tem que voltar. É o ‘fim’ dos tempos, etc. É mesmo? 

    Luiz Inácio Lula da Silva recebeu uma taxa Selic de 25% ao ano em janeiro de 2003. Foi reeleito, em outubro de 2006, com uma taxa Selic na casa dos 13,75%. 

    Passou a faixa presidencial para Dilma Rousseff, em janeiro de 2011, com a Selic no patamar de 10,75% ao ano. Hoje, a taxa está em 9,50%. Por mim, a Selic estava já abaixo de 5,0% ao ano. Como não tenho varinha mágica de condão, fico com a perspectiva histórica deste índice. 

    E a perspectiva histórica nos diz que a taxa Selic caiu 57% no governo Lula. E nos diz também que caiu, até agora, 11,6% no governo Dilma. 

    A base de comparação é precária, afinal de contas, trata-se de analisar os oito anos do Luiz Inácio contra menos de três de Dilma Rousseff… Mas ainda bem que a Presidenta é a Dilma, se fosse Marina, Aécio ou Eduardo, a taxa estaria em 15% ao ano, sem dúvida alguma! 

    Todos estes números servem, na verdade, para desmistificar um pouco o catastrofismo que alguns fazem em torno deste tema. Dilma tem totais condições de seguir os passos dos governos de Lula e entregar uma taxa Selic, ao final de seus governos, em janeiro de 2019, na casa dos 5% ao ano. 

    Enquanto isto, o Brasil segue em passo firme, com pleno emprego, inflação totalmente dentro da meta, redução das desigualdades sociais e regionais, criação de universidades, aumentos reais nos salários da classe trabalhadora e investimentos incomensuráveis feitos em infraestrutura. 

    Para falar em infraestrutura basta citar, por exemplo, a transposição do rio São Francisco (47% da obra pronta), que será entregue no início de 2016. 

    Ou também sobre as refinarias de Abreu e Lima em Pernambuco (entrega para novembro de 2014), Comperj no Rio de Janeiro (entrega para o primeiro semestre de 2016) e as refinarias Premium I e II, no Ceará e no Maranhão, com previsão de entrega em 2017 e 2018. 

    Para quem não lembra, a última refinaria feita em Pindorama foi inaugurada por João Batista Figueiredo, há mais de 30 anos! O caminho tem seus percalços mas o país está no rumo certo, em que pese a velocidade não ser a mais adequada.

    1. Eurico

      13 de outubro de 2013 1:12 am

      Concordo contigo!

      Muito bem.  E lembremos que com a inflação batendo no teto,  manter os juros em 7,5% seria pagar juros reais de 1,5%.   Seria muito bom se fosse possível,  se não fosse o péssimo histórico de calotes do Brasil diante dos financistas internacionais e da intensa desmoralização promovida diuturnamente pelo PIG e outros expoentes, que vão ao exterior afirmar que o país está à beira de uma crise.   Nem eu, se fosse financista, compraria títulos deste governo e de suas empresas. Iria prefirir investir nas praças de Londres- Nova Yourk- HongKong- Xangai.

    2. Neves.

      13 de outubro de 2013 1:23 am

      Dr. Pangloss, I presume?

      “Enquanto isto, o Brasil segue em passo firme, com pleno emprego, inflação totalmente dentro da meta, redução das desigualdades sociais e regionais, criação de universidades, aumentos reais nos salários da classe trabalhadora e investimentos incomensuráveis feitos em infraestrutura”.

       

      Ou seja, para você a classe operária já chegou no paraíso, não há do que reclamar. 

       

      O único “investimento” incomensurável realizado no orçamento brasileiro é no pagamento de juros, que fica cada vez maior; em 2012, foram R$ 134 bilhões, 53 milhões, 618 mil e 451 reais, mais do que se gastou em saúde, saneamento, educação e cultura, juntos.

  29. Samuel Dourado

    12 de outubro de 2013 5:20 pm

    aumento da taxa selic

    Não é tarefa fácil conduzir um debate livre como este e, ao mesmo tempo expurgar o lixo tóxico dos oportunistas infiltrados, para se manter o mínimo de coerência e responsabilidade diante dos leitores. Sem perder o humor!

    Meu respeito ao Nassif, vem exatamente de sua iniciativa de mesmo contra a corrente, contra os poderosos, tentar levar aos internautas, blogueiros, etc… algum conteúdo livre da toxidez própria do domínio intelectual de nossa elite retrógraga, utilitarista e entreguista, que pelos meios de comunicação tradicionais, conduzem como numa vertigem,  o rumo que se deve dar ao nosso país, agora e no futuro.

    Acredito em mudanças substantivas na qualidade de vida, na cidadania, enfim, na retomada do controle dos rumos de nosso país, mas, antes, devemos exigir como cidadãos, como consumidores, como trabalhadores, como empresários, como agricultores, como artistas, como profissionais liberais, enfim, como sujeitos ativos de nossa grande comunidade, o mínimo de decência na operação de nossas Instituições.

    Acredito em mudança com Instituições verdadeiramente legítimadas pela população e consolidadas nas mais republicanas formas de atuar. Com transparência, com prestação de contas, com respeito ao cidadão, tendo-o como um obejetivo a ser melhorado, respeitados o meio ambiente, etc…

    Para isto, serve nossa conversa, nossos palpites, nossos erros e acertos, mas, com um mínimo de respeito do leitor, um mínimo de honestidade intelectual, para se imprimir alguma credibilidade, tão persseguida pelo Nassif e alguns de nossos colegas.

    Porém, enquanto o Estado brasileiro continuar aparelhado pelas grandes corporações, com nossa permissão; enquanto o Judiciário continuar a blindar os poderosos e a foder o resto, com nossa permissão; enquanto o BACEN por pilotado por banqueiros direta ou indiretamente, com nossa permissão; enquanto os políticos em sua maioria representarem a massa de manobra cujo objetivo é manter o status quo, com nossa permissão; estaremos, apenas, falando para nós mesmos, numa alegoria fantástica de meia dúzia de pseudos formadores de opinião fadados à marginalidade dos fatos.

    Entãom falemos francamente e para aqueles que com  coragem se indignam, até mesmos nas ruas.

     

  30. will

    12 de outubro de 2013 6:36 pm

    O sindicato dos bancários

    O sindicato dos bancários poderiam ter força de esquerda nesse assunto aê. Mas parecem que são cúmplices. Se fossem sérios, pediriam demissão de vergonha de compactuar com juros altos.

    1. marcio gaúcho

      12 de outubro de 2013 9:14 pm

      CUMPRIMENTO DE ORDENS

      Os pobres bancários não são responsáveis pelos juros altos. Nem seu salário tem o valor devido pela responsabilidade de gerenciar a vida financeira dos clientes. Porém, executam ordens. Como os comandados de Hitler: só executamos ordens! A alta dos juros é o berreiro dos rentistas, que sobrevivem de juros. Nessa bacia, principalmente os banqueiros.

  31. Malu Lima

    12 de outubro de 2013 7:32 pm

    Em última instância, nem nos

    Em última instância, nem nos governos PSDB, nem nos governos PT
    houve efetiva redução da inflação, que somente se daria através
    de crescimento economico, com a geração de empregos, bem como da
    distribuição de renda, através da redução da superexploração do
    trabalho.

    Apenas seu mascaramento:

    – nos governos do PSDB o controle deu-se pela liquidação de postos
    de trabalho e a consequente elevação da superexploração
    (terceirização, ongs, desmobilização dos sindicatos, etc.), além da
    limitação do crédito, seja por incapacidade financeira dos agentes,
    seja pelos juros elevados. Resumindo: terra arrasada.

    – nos governos do PT, em que pese a inclusão via programas sociais,
    centrou o neodesenvolvimentismo no consumo interno, através da
    ampliação do crédito, uma vez que a distribuição de renda  é incipiente
    para alavancar o consumo. Com isso outorgou aos agentes financeiros privados,
    sobre cujas reservas não detém controle, o papel de criadores de moeda
    (capital fictício e financeirização). Esse fato, acrescido da necessidade de
    financiamento para rolagem da dívida pública, em um quadro de crise do
    capitalismo mundial, tornam o controle da inflação via juros mera operação
    de engenharia que posterga as contradições do sistema. Até que o pré-sal
    resulte?
     
    Pior, não se vislumbra em um futuro próximo alguma força política capaz
    de romper com essa (i)lógica, para além do declaratório.
     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      12 de outubro de 2013 7:40 pm

      Candidatura do Requião

      O Senador Requião vem constantemente batendo na tecla da necessidade de baixar os juros e promover o desenvolvimento.

      Entre todos com cacife para postular a presidência, penso que é o que melhor se sairia na empreita de defender os interesses do povo e da nação.

      O PMDB, se não quizer ceder à chantagem atual do PT e emplacar sua políticas, não têm melhor candidato.

      1. Jose de Almeida Bispo

        12 de outubro de 2013 8:01 pm

        Tenho enorme respeito para

        Tenho enorme respeito para com a pessoa do senador Requião, Weber, mas, com um Estado paralelo que é no que se converteu a mídia hipercartelizada brasileira, não tem governo que dê certo, sob o ponto de vista do bem governar, enquanto não espatificar o poderio das “famiglias” midiáticas. No máximo, cai na situação em que Collor caiu.

        Do mesmo modo que foi nos tempos dos jesuítas, é impossível bem governar o Brasil com os filhos de Roberto Marinho exercendo um governo paralelo. Impossível.

      2. Malu Lima

        12 de outubro de 2013 8:29 pm

        Mas isso é um

        Mas isso é um declaratório!

        Como ele pretenderia fazer isso?

        Como ele vê as causas do baixo crescimento, da má distribuição de renda?

      3. Luiz G. Silva

        12 de outubro de 2013 11:12 pm

        Pelo amor de Deus! O Requião

        Pelo amor de Deus! O Requião quando era governador impedia os professores das universidades estaduais de apresentarem os resultados de suas pesquisas em congressos no exterior. Ele tinha que autorizar PESSOALMENTE cada viagem ao exterior dos docentes, MESMO QUE NÃO HOUVESSE NENHUM CUSTO FINANCEIRO PARA A UNIVERSIDADE.

        Você acha que alguém assim deve ser presidente?

  32. Jorge Miollo

    12 de outubro de 2013 7:36 pm

    Nassif, do post dá para

    Nassif, do post dá para concluir o seguinte:

    I – O pessoal do Copom não entende nada, absolutamente.

    II – O Copom é composto de  “nervosinhos”, que a cada pouco precisam de um leve tremor para ativar os nervos e aumentar uma sequência de elevação da Selic.    

    1. Luiz Eduardo Brandão

      12 de outubro de 2013 9:10 pm

      Prisioneiro do mercado

      Prezado Jorge, tiro outra conclusão: essa história de aumentar os juros ante qualquer espirro da economia mostra que o atual governo continua prisioneiro das forças financistas, de que a grande mídia é o braço político. E não parece haver nenhum movimento no sentido de se libertar dessas forças. E agora, com as eleições batendo na porta, o gov. Dilma se vê obrigado mais uma vez a se curvar à chantagem do rentismo e liberar uma montoeira de bilhões de reais para “comprar” relativa paz. Quanto terá custado ao país essa submissão de Lula para cá? De Lula para cá, porque no reinado do neoliberalismo caboclo não era submissão, pois o tucanato é a própria encarnação política da alta finança.

      Quem sabe em seu provável segundo mandato tenha peito para romper com a ditadura midiático-rentista. Esperemos, aflitos, que tenha, senão irão pelo ralo outras preciosíssimas dezenas de bilhões.

      1. valter rodrigues vidal

        12 de outubro de 2013 11:06 pm

        Lucidas palavras luiz

        Lucidas palavras luiz Eduardo.

    2. jimmy

      12 de outubro de 2013 10:15 pm

      Nervosinhos quando querem subir a taxa , mas pra baixar ..

      A unica razao pra maior taxa de juros do planeta eh a ganancia dos banqueiros .

       

    3. Eurico

      13 de outubro de 2013 1:00 am

      Não culpe o COPOM

      Jorge,  coloca-se na situação do Copom. Ele não governa.  Se o governo não consegue ajudar para que a inflação se mantenha dentro do aceitável,  ao Copom só resta uma alternativa: aumentar os juros.  Se ele não fizer isto a situação ficará pior.  Acaba sendo um puxão de orelhas no Goveno. Não culpe o COPOM por não ser o governo! Durante um bom tempo do governo Dilma houve uma atuação bem coordenada das políticas econômicas e da atuação do COPOM. Isto permitiu que os juros baixassem.  Lembre-se que até a mudança da lei da poupança foi aprovada, com pleno apoio da população e para a tristeza da urubologia.  No entanto, lá pelas tantas as coisas começaram a ficar ruins e houve um divórcio entre Governo e Copom.

  33. João Leite

    12 de outubro de 2013 8:40 pm

    comentar a noticia

    Em nenhum país do mundo se aumentam juros para conter inflação. inflação se combate aumentando as concorrencias. O governo precisa aprender outros meios de combater inflação. Tem que reduzir as despezas do governo. Investir muito em infraestrutura viarias, ferrovias, estradas duplicadas e sem curvas acentuadas, portos, aeroportos para facilitar o transporte dos nossos produtos e com isso baratear os preços.

    1. joão batista de aquino franco

      12 de outubro de 2013 9:26 pm

      Aumento de preços se combate

      Aumento de preços se combate com aumento de juros em qualquer lugar do mundo. No Brasil existe uma poupança interna muito baixa, e a demanda por recursos sempre foi uma caracteristica nossa. Isso também impulsiona o custo do dinheiro gerando obrigatoriamente uma taxa de juros maior. O ganho financeiro será inevitavel e afetará muito o crescimento do pais, mas no momento não há outra saida para conter a inflação.

      1. valter rodrigues vidal

        12 de outubro de 2013 11:04 pm

        Chega de mentiras, se juros

        Chega de mentiras, se juros altos fizessem baixar inflação, a inflação do brasil teria de ser a menor do mundo pois somos os campeões mundias dos juros, para segurar a inflação tem-se varios outros instrumentos como aumento de compulsorio, reduzir o credito para emprestimos, fomentar a produção………… mas o governo da Dilma ja com vistas na reeleição não vai querer limitar os emprestimos ao povão e tbm ela vai alimentar a banca nacional e internacional assim a banca representada pela  imprensa maniqueista ficarão saciados por algum tempo recebendo essa fabula de dinheiro em pagamentos de juros, essa imprensa mafiosa deverá dar um sossego para o governo federal e todos ficam felizes no poder, não importando se o real voltará a se apreciar ainda mais aniquilando de vez nossa industria e o futuro de nossas gerações futuras, fico admirado como esse joguinho letal para nossa competitividade ainda continua depois de tanto dinheiro jorrado da produção para o mercado financeiro, quando esse crime vai ser exposto ao povão? Ate quando essa prática lesa patria criminosa vai persistir? Ate quando  o Brasil vai se sujeitar a esse absurdo?

    2. Sidney Franco Ribeiro

      12 de outubro de 2013 11:32 pm

      Aumento da taxa de juros

      Caro João, permita-me discordar. Em qualquer país do mundo combate-se a inflação com alta na taxa de juros. Não se trata de invenção dos economistas brasileiros, é uma “regra” mundial da economia. Faz parte do tripé: política monetária, fiscal e taxa de câmbio. Você não deixa de ter razão, mas aumentar a concorrência é consequência e não causa…

  34. Alexandre Weber - Santos -SP

    12 de outubro de 2013 9:14 pm

    Yuan e Zonas Francas por todo o Brasil

    Não é de hoje e desconfio que muitos aqui no blog já não aguentam mais me ver falando do Brasil se proteger com uma dinheiro honesto que dê origem a uma moeda que proteja o povo e o Estado brasileiro, mais ou menos, nos moldes do Yuan chinês.

    Bem como, face ao trilema de se equacionar os interesses do povo, dos políticos eleitos e da burocracia, promover, nos moldes já feitos por inúmeros países, a criação de zonas especiais de produção, um lugar  onde o espírito animal do brasileiro se junte ao nosso jeitinho de fazer as coisas, para que possamos empreender, lucrar, vender, comerciar, produzir, etc….. Um lugar, em suma, onde não se nasce e nem se morre, mas se trabalha, inova, cria, lucra e potencializa as capacidades do Brasil.

    A Ilma. Presidenta da República poderia ter tomada iniciativas nesta direção e hoje, com certeza, mais amadurecidos politicamente enfrentaríamos esta quadra econômica adversa do planeta com outras medidas, menos asperas e danosas.

    Dilma, Acorda!

  35. josé adailton

    12 de outubro de 2013 9:56 pm

    A explicação da gangorra na

    A explicação da gangorra na selic ocorrida no governo Dilma para um leitor leigo, é a de que a inflação foi provocada pelos grandes grupos em reação à perda de ganhos na “baixa” da famosa taxa do sitema especial…Aí então fica no ar a pergunta: a autoridade monetária sabe que é assim que funciona o sistema. se correr o bicho pega , se ficar o bicho come?

  36. Porém

    12 de outubro de 2013 10:25 pm

    Assim fico dispensado de ir

    Assim fico dispensado de ir saber o que acha o PIG

  37. Cakes

    12 de outubro de 2013 11:39 pm

    Resumo da òpera

    Resumo da ópera, o governo Dilma não conseguiu ( como o do Lula) reagir às pressões da grande mídia e do grande empresariado ( leia-se paulista). Fico aqui p ensando com meus botões que perdemos boas oportunidades, como poderia ser no investimento na TV BRasil e em outros meios de comunicação para contrapor a força da grande mídia. Por que, meu pai do céu, essa mídia ainda manda neste país? Fico decepcionado com o PT. Mas sem outros candidatos que possam me representar. Enquanto não mudar o perfil do político, principalmente daqueles que ocupam o Congresso Nacional, não tem como melhorar este país. Ufa….

  38. Cakes

    12 de outubro de 2013 11:39 pm

    Resumo da òpera

    Resumo da ópera, o governo Dilma não conseguiu ( como o do Lula) reagir às pressões da grande mídia e do grande empresariado ( leia-se paulista). Fico aqui p ensando com meus botões que perdemos boas oportunidades, como poderia ser no investimento na TV BRasil e em outros meios de comunicação para contrapor a força da grande mídia. Por que, meu pai do céu, essa mídia ainda manda neste país? Fico decepcionado com o PT. Mas sem outros candidatos que possam me representar. Enquanto não mudar o perfil do político, principalmente daqueles que ocupam o Congresso Nacional, não tem como melhorar este país. Ufa….

  39. jc.pompeu

    13 de outubro de 2013 12:08 am

    reciclagem de assunto / título…

    Pesquisa Folha: tudo mudou para ficar como estava.

  40. JC

    13 de outubro de 2013 12:41 am

    Conluio

    Nassif trata o assunto como se fosse uma competição entre governo eleito e o poder econômico apoiado pela mídia, quando na verdade, trata-se de um conluio onde todos eles ganham e perde o povo.

    Evidentemente que não se melhorará este país sem um enfrentamento. Enfrentamento que o PT não quer ou não pode fazer.

  41. Eurico

    13 de outubro de 2013 12:49 am

    Conclusão: o governo é refém!

    A conclusão lǵica meu caro Nassif é que o governo é refém do PIG e dos oligopólios.  Na sossa terra, no interior de São Paulo, tem um ditado que diz: se ficar o bicho come e  se correr o bicho pega,  então  enfrente o bicho.

    Para enfrentar não é necessário nenhuma bravata, mas medidas concretas, solidamente alicerçadas no apoio popular,  como a Dilma acaba de fazer com a corporação médica. Bravatas só dão mais fôlego ao bicho.  Coma-o pela beirada, devagar e com carinho, pausada e pensadamente!  Coma-o com um sorriso nos lábios e com palavras doces,  esfregando palhinha no ouvido e cafuné nos cabelos. 

    Não o coma com pressa demais, pode pareçer estar faminto, nem devagar demais, pode parecer provocação.

    Como você mesmo constatou, o Mantega só se lembrou de dar carinho, esqueceu de comer, ou ficou com medo. Terminada a farra das desonerações, o bicho volta a atacar com a mesma ferocidade.  O Mantega nem sequer deu uma aparada em suas unhas.

    1. Luis Santos

      13 de outubro de 2013 1:36 am

      Faltou alguns detalhes

      Faltou um detalhe muito importante, antes de clocar a culpa das desgraças nas grandes empresas, nisso ou naquilo. Quem deveria controlar seus gastos em primeiro lugar é o próprio governo federal. O que estamos vendo nos últimos anos é um aumento da divida interna e externa de forma irresponsável.  O maior causador do aumento dos juros é o próprio governo que precisa captar dinheiro no mercado ´pra honrar sua gastança com  empreguismo desenfreado e gastos com os desvios de dinheiro público.

      1. altemar

        16 de outubro de 2013 9:36 pm

        Aff!

        Aff!

  42. Fr@ncisco

    13 de outubro de 2013 4:12 am

    É a “Turma da Bufunfa”, Cara!

    Esse assunto, como a desigualdade brasileira campeã, não se resolve com preceitos da ciência econômica, pouco importando quais sejam os sugeridos. Se resolve com política, informação ao cidadão e justiça, com utilização efetiva da possibilidade de prisão.

    Certamente não será resolvido em passe mágico e em tempo reduzido, demanda manter-se no poder, muito jogo de cintura político, paciência e muitas horas para essa calma, pois, tal qual a desigualdade é o combustível da Big House, o juro alto da selic é o combustível da seção “Turma da Bufunfa”, definição feliz de Paulo Nogueira Batista, o homem do Brasil no FMI.

    Tanto quanto para acabar com a desigualdade e consequentemente decretar o fim da Big House em terras brasilis, o caminho a ser trilhado para estabelecer no país  “juros” estáveis em patamares civilizados, será feito com passos à frente, entremeados por alguns passos atrás, necessários à extinção da turma da Bufunfa.

    É por essa razão e apenas por essa razão, que a grande mídia brasileira declarou-se (partido) de oposição, organizou-se centralizadamente no instituto Millenium, mandou às favas os pruridos democráticos, éticos e não seletivos, que deveriam norteá-la dentro dos princípios da imprensa livre, pois é braço da Big House, como também o são grandes extensões de nossa instituição jurídica, e nessa condição são convocados para garantir a continuidade de sua existência, ameaçada pela sagacidade política desse “novo” PT, que entendeu que para derrotá-los só havia um caminho viável, apropriar-se e lutar com as armas do inimigo, criadas para perpetuarem-se no poder, montados na desigualdade e na farra da bufunfa.      

    O assunto em questão é apenas parte da batalha por corações e mentes, que se trava a partir da metade da década de 70 e intensifica-se a partir de 2002, quando perdem o comando do poder central. Daí o vale tudo da oposição para desapear o PT do poder em 2014 e o desespero, cada vez mais explícito, em função do tempo de sobrevivência, a cada eleição, estar ficando cada vez mais reduzido.    

    1. Cafezá

      13 de outubro de 2013 5:05 am

      Observando essa situação com

      Observando essa situação com olhos de raios X, a chapa mostra que temos dois “Brasis”, dois seres grudados e dependentes, formando um só organismo xifópago. Um deles está bem desenvolvido e toma a energia vital do outro, que só agora, depois de oito anos, começa a criar musculatura e mais neurônios. Por causa do primeiro, o organismo todo se ressente aos olhos de sua vida futura. O segundo, que ainda é frágil, sofre as consequências dessa aberração criada pelo primeiro, que bem poderia apartar-se do segundo, mantendo, ainda assim, sua boa vida com um pouco de sacrifício. Como este não deseja nada que lhe possa impor qualquer tipo de perda vital, embora viesse a usufruir de uma fase posterior de grande amadurecimento, uma cirurgia para separação desses dois seres é possível, mas muito delicada.

      O primeiro, ou seja, aquele que suga o sangue e outras energias vitais do segundo, consegue, por meio da ajuda de artifícios, sendo um deles um órgão denominado de mídia golpista, manter o organismo todo em coma, de modo a impedir, por meio de complicações, a cirurgia libertadora, aquela que transformaria o organismo todo em harmonia, com dois seres que se comunicariam com presteza, não obstante fossem separados, com cada um deles sobrevivendo à custa de si mesmo. Todavia, a primeira parte do xifópago alimenta-se do segundo por intermédio de uma bactéria conhecida como “bactéria de ganhos financeiros através do aumento de algo chamado Celic”, caso essa bactéria se torne menor, essa parte reajusta seus preços para manter sua energia vital. Esse processo pelo qual age a bactéria diminui a energia vital do segundo, que infla, inflaciona, incha, podendo até explodir. As faculdades mentais desse ser xifópago é o governo, que embora as direcione, não é a cabeça, porém procura diminuir a fragilidade do segundo ser, mantendo-o vivo por meio de incisões que devem ser pequenas, pois o primeiro ser tem o poder de destruir o segundo com alguma facilidade advinda de ter um portentoso ganho material por provocar esse enorme sofrimento no segundo ser. Em resumo, o primeiro ser não se importa com o segundo, embora este seja parte dele. Quanto mais o segundo sofre, mais o primeiro ganha. O primeiro ser tem seus filhos, o aécio, o campos e a marina silva, jserra, e outros que poderá vir a parir.

      1. aliancaliberal

        19 de outubro de 2013 4:20 pm

        Nesta sua biologia como fica

        Nesta sua biologia como fica o governo que “come” 40% dos recursos.

  43. IV AVATAR

    13 de outubro de 2013 5:33 am

    O PIG lutou muito por isso

    Com campanha contra o país, queriam que o emprego na indústria subisse?

    11 out 2013/1 Comment /Por 

    O emprego caiu na indústria em agosto – na verdade continuou a cair –, mas queriam o quê? Aumentam os juros, já anunciam Selic de 12% em 2014, valorizam o real, afugentam os investimentos com uma campanha sistemática na mídia, ameaçam por meio da politica expansionista norte-americana com o fim do mundo, desacreditam as tentativas do governo de licitar as concessões, derrubam a confiança do consumidor com notícias alarmantes e ainda querem que o emprego cresça?

    E que cresça com juros altos, desconfiança e de novo invasão de importados via apreciação do real? Difícil, mas não impossível.

    Vamos retomar o crescimento e manter a criação de empregos. Neste ano, mais de 1 milhão já estão garantidos e o ano que vem seguramente criaremos mais empregos e manteremos a renda crescendo.

    Vamos continuar, apesar daqueles que defendem um choque de juros e abertura financeira como saída para o país, o que significa uma brutal desvalorização dos salários, mais desemprego e recessão.

    Perda de postos 

    Em agosto, o emprego no setor industrial caiu 0,6%, de acordo com o IBGE. Entre os motivos apontados, estão a fraca confiança do empresário, desaceleração do consumo interno e mais produtos importados.

    Foi a 4ª queda consecutiva e a mais intensa desde abril de 2009. Nesses quatro meses, o emprego no setor acumula perda de 1,3%.

     

  44. Clever Mendes de Oliveira

    13 de outubro de 2013 7:10 pm

    Texto exagerado com bom argumento: Selic menor aumenta inflação

     

    Luis Nassif,

    Há exagero em tratar a economia brasileira como um organismo humano viciado em juros alto.

    E para tanto exagero faltou referência à pressão inflacionária provocada pela seca americana no segundo semestre de 2011 e também à pressão inflacionária provocada pelo aumento do salário mínimo para 2013 que pesou na inflação de janeiro de 2013.

    A questão de salário mínimo tem certa relevância uma vez que, se só ele varia e todos os demais preços permanecerem constante, haverá um aumento do índice de preço em decorrência do aumento do salário mínimo, pois o preço do salário mínimo compõe o índice de preços.

    E apontaria para outra ausência no seu post “A volta da velha senhora, os juros de dois dígitos” de sábado, 12/10/2013 às 08:12: você não dá destaque ao quanto a inflação é um fator preponderantemente político comparado com a repercussão econômica que ela provoca.

    Não foi, entretanto, o exagero e a carência de informações relevantes o que mais me chamou atenção no seu post “A volta da velha senhora, os juros de dois dígitos”. O que há de inusitado é que finalmente você esposa um argumento consistente, mas que nunca você considerava na sua análise sobre o aumento da taxa de juro. Finalmente para você a redução da Selic aumenta os preços e o aumento da Selic dá margem para que as grandes empresas possam reduzir o preço.

    Reproduzo os dois parágrafos em que finalmente você se contrapõe ao que você sempre alegava: de que o aumento da taxa Selic pouco influencia os preços. Agora você diz:

    “As grandes empresas vinham apresentando bons níveis de rentabilidade. Reduzida a Selic, constatou-se que caíram as margens de lucros.

    Percebeu-se, então, que eram garantidas pelos ganhos financeiros. A reação de empresas maiores foi promover reajustes de preços, visando recompor margens.”

    É um momento importante este em que você reconhece a influência da taxa de juro na inflação. Um segundo passo importante seria reconhecer que a taxa de inflação tem repercussão na política e é essa a razão porque contra ela um governante deve mover mundos e fundos. Governante aqui se refere ao que é eleito e não ao presidente do Banco Central. O presidente do Banco Central é um técnico com pouca margem de manobra ainda que possua formidáveis instrumentos para combater a inflação. Não os usa na integridade porque sabe que a economia é um bem maior do que a inflação e que o combate da inflação é só para gáudio dos políticos.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 13/10/2013

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