Existe pelo menos uma coisa positiva, em toda essa balbúrdia que envolve essas atuais manifestações de rua. Há pelo menos uma meia dúzia de pessoas, prontas a filmar os abusos perpetrados por esses brucutus de farda, e as vezes sem. Assim sendo, cai por terra qualquer tentativa de defesa por parte dos mesmos brucutus, ante a prova cabal filmada por celular e mostrada para todo país e quiçá o mundo. O pior de tudo é que para baixar o pau, humilhar, afrontar, desacatar, matar, ferir, etc, eles os brucutus com e sem farda, ganham em sua esmagadora maioria um pouco mais que o salário mínimo. Em suma eles, os brucutus com e sem farda, tem o que merecem e o que precisam.
Uma das piores facetas desta história, porém em certa medida até coerente com o veículo, foram os comentários postados pelos leitores do jornal O Globo-G1 na internet: Uma festival de cafajestices, machismo primário, truculência verbal, da forma mais lamentável possível. Dá uma medida do caráter e da índole dos leitores da grande imprensa. Coisas como “Está certo mesmo, o que essa vagabunda estava fazendo nas ruas”; “Por que não estava em casa?”; “Ela não é tão gostosa assim”. Um dos filósofos chegou a afirmar que além de ser chamada de gostosa deveria ter sido apalpada para aprender a não “promover arruaças”, ou “apoiar agitadores”.
Quem tiver estômago e paciência acesse a página do G1 para ver como há um longo caminho para extinguirmos a barbárie do preconceito e da mentalidade estreita em nossa sociedade.
Djijo
10 de outubro de 2013 11:37 amNos EUA e BR a prepotência é igual
Qual a diferença desses policiais e a dos EUA que passavam a mão nas partes íntimas das vítimas (suspeitas)?
Fulvia
10 de outubro de 2013 12:04 pmExiste pelo menos uma coisa
Existe pelo menos uma coisa positiva, em toda essa balbúrdia que envolve essas atuais manifestações de rua. Há pelo menos uma meia dúzia de pessoas, prontas a filmar os abusos perpetrados por esses brucutus de farda, e as vezes sem. Assim sendo, cai por terra qualquer tentativa de defesa por parte dos mesmos brucutus, ante a prova cabal filmada por celular e mostrada para todo país e quiçá o mundo. O pior de tudo é que para baixar o pau, humilhar, afrontar, desacatar, matar, ferir, etc, eles os brucutus com e sem farda, ganham em sua esmagadora maioria um pouco mais que o salário mínimo. Em suma eles, os brucutus com e sem farda, tem o que merecem e o que precisam.
will
10 de outubro de 2013 2:04 pmda para medir o poder da
da para medir o poder da sociedade sobre os seus direitos:
zero.
Luiz Cesar 2
10 de outubro de 2013 2:27 pmO pior é que isso, igual a
O pior é que isso, igual a muitos outros episódios iguais e recentes, não vai dar em nada.
O Brasil e, especilamente, o Rio de Janeiro, está vivendo a “Ditadura II – a volta e recrudescimentio do autoritarusmo”.
Não é muito diferente em São Paulo, no Distrito Federal, no Espírito Santo.
Mais uma vez, o povo votou (mal?) e foi traído.
Luiz Antonio Antunes Machado
10 de outubro de 2013 4:30 pmCafajestice
Uma das piores facetas desta história, porém em certa medida até coerente com o veículo, foram os comentários postados pelos leitores do jornal O Globo-G1 na internet: Uma festival de cafajestices, machismo primário, truculência verbal, da forma mais lamentável possível. Dá uma medida do caráter e da índole dos leitores da grande imprensa. Coisas como “Está certo mesmo, o que essa vagabunda estava fazendo nas ruas”; “Por que não estava em casa?”; “Ela não é tão gostosa assim”. Um dos filósofos chegou a afirmar que além de ser chamada de gostosa deveria ter sido apalpada para aprender a não “promover arruaças”, ou “apoiar agitadores”.
Quem tiver estômago e paciência acesse a página do G1 para ver como há um longo caminho para extinguirmos a barbárie do preconceito e da mentalidade estreita em nossa sociedade.
Marcelo F. Campos
10 de outubro de 2013 5:15 pmSe ela falou que foi detida
Se ela falou que foi detida por ser chamada de gostosa, ta falado né?
Ah tá…