Os articuladores políticos da presidente Dilma avaliam que houve uma mudança grande no cenário eleitoral com a aliança do governador Eduardo Campos (PSB) com a ex-ministra Marina Silva (Rede). Reconhecem que Eduardo Campos ficou forte, com o ingresso de Marina no seu partido. Um deles chega a dizer, diante das críticas de Marina ao governo e ao PT, os responsabilizando por não ter obtido o registro da Rede, que ela “transformou Eduardo Campos no chefe da oposição”.
Um ministro próximo da presidente avalia que o tucano José Serra passará a ter campo fértil para “pressionar e questionar a viabilidade da candidatura do presidente do PSDB, Aécio Neves”. Na sua visão, Eduardo vai sair do atual patamar de 5% de intenções de voto! mas não chegará aos cerca de 25% de Marina. Mesmo assim, ele ficará no mesmo nível ou até superará Aécio. Segundo este ministro, “Eduardo fica um candidato mais forte, que terá a simpatia de parte da mídia e um maior apoio no empresariado”. Mas ainda assim, complementa, Eduardo ainda precisa resolver o problema do tempo de TV, para o qual em primeiro lugar terá de superar o ressentimento do PPS.
Sem deixar de reconhecer que Eduardo e Marina criaram uma “novidade” e que fizeram “uma jogada boa”, outro integrante do governo ressalta o improviso de Uma aliança feita da noite para o dia e, presume, “tenha muita ponta solta para amarrar”. Destaca que nos próximos dias se saberá a resposta para alguns dilemas: “como será a montagem dos palanques estaduais entre Rede e PSB”; e,”como será a convivência da Rede com os novos socialistas, como Paulo Bornhausen (ex-DEM)”. Ele ainda pergunta, com ironia: “como o povo da floresta vai conviver com o povo do agronegócio?” .
Um tucano, muito próximo de Aécio Neves, reconhece que o candidato ficará sob pressão, mas isso já acontece agora com Marina candidata e Serra no seu encalço. Mas este tucano destaca que o mais importante é que Marina, com seu discurso, recheado com o “combate ao chavismo”, “acabar com a Velha República” e “derrotar o PT”, se somou à oposição. O tucano concorda, com a avaliação do governo, sobre o forte impacto na opinião pública e o pouco tempo de TV. Mas acrescenta no item dificuldades a superar a falta de “densidade organizativa”.
No governo também se considera que Marina aderiu à oposição. “Ela não se posicionou para viabilizar a Rede nem para ser candidata, mas para derrotar o governo Dilma e o PT”, afirma um velho companheiro da presidente Dilma. Mas como consolo se diz no PT que o quadro de candidaturas fechou com três candidaturas (Dilma, Eduardo e Aécio) e não com cinco (mais Marina e Serra). Este correligionário da presidente prevê dificuldades para o próprio Eduardo. “Com a Marina na casa dos 20% nas pesquisas e o Eduardo com 5%,será mesmo que ele será o candidato?” , pergunta o petista.
Bruno Cabral
7 de outubro de 2013 12:04 pmEu achei ótimo para acabar de
Eu achei ótimo para acabar de vez com o PSDB.
Quanto a Campos, aqui no nordeste já se sabe como ele é. Se no quintal dele já está assim, não tem como tomar de Dilma.
Marcel Santo
7 de outubro de 2013 12:04 pmué??? cadê os petistas que estavam comemorando?
onde estão os petistas que estavam comemorando a derrotada da Rede da Marina? ficou de bom tamanho pra vocôes agora a chapa do Campos?
Ivan de Union
7 de outubro de 2013 12:17 pmNao, ficou do tamanho exato
Nao, ficou do tamanho exato pra desaparecer com o PSDB do mapa. Os “petistas que estavam comemorando” nem chegaram aa ressaca ainda, da pra esperar mais?
Fernando
7 de outubro de 2013 12:58 pmFicou ótimo
Ficou ótimo como aliás, ficaria com qualquer outra montagem.
O que importa é ter uma oposição com discurso, coisa que ainda não temos.
É sintomático a maior oposição ao governo vha endaqueles que eram governo ainda a pouco.
JB Costa
8 de outubro de 2013 1:48 amSabe de uma coisa, Marcel
Sabe de uma coisa, Marcel Santo(do pau ôco)? Essa chapa de DNA petista ou lulopetista está ótima.
Como não tem mais graça derrotar os tucanos/demistas/pepistas-socialistas, vamos mandar ver agora nos vira-casaca.
O tamanho está ótimo. Pelo menos para mim.
Marcel Santo
7 de outubro de 2013 12:06 pmtem pinta de chapa vitoriosa!
daqui a pouco começara a sensação que é necessario mudar, isso será induzido na população e a mudança será o nordestino Eduardo com a evangelica Marina.
Lionel Rupaud
7 de outubro de 2013 12:54 pmSerá que entendi direito?
Então você gosta de nordestino e evangélico: será que seus amigos e familiares sabem disto?
JB Costa
7 de outubro de 2013 1:56 pmQuer me matar de rir,
Quer me matar de rir, Leonel?
Lionel Rupaud
7 de outubro de 2013 3:21 pmMatar não!
Só uma risadinha matinal para começar a semana com alegria!
P.S. que bom que não preciso mais escrever IRONIC MODE ON!
Ricardo CG
7 de outubro de 2013 8:52 pmO que o Marcel quis dizer é
O que o Marcel quis dizer é que Eduardo anula DIlma no Nordeste, onde ela teve a maior votação. E Marina traz os 20 milhões de votos dos simpatizantes e dos evangélicos. Por fora, Aécio traz os votos de Minas. Nos desenhos da oposição, a coisa coisa deveria seguir esse rumo. Se vai acontecer…
ANTONIO ATEU
7 de outubro de 2013 12:21 pmanota ai marina presidnte e
anota ai marina presidente e serra vice. frentão das oposições . o psdb está em frangalhos resta sabe se vai morrer sozinho ou nos braços dos amigos. não acredito em chapa puro sangue do psdb ou psb. a polarizaçõ será todos contra dilma.
Não há nenhuma duvida que o campo opositor está composto pelas candidaturas do Aecio, do Eduardo Campos, ao que se soma agora a Marina. As reuniões de Eduardo Campos com Aecio, a entrada do Bornhausen, do Heraclito Fortes, entre outros, para o PSB e o discurso “anti-chavista” da Marina, completam o quadro. Vale tudo para tentar impedir que o PT siga apropriando-se do Estado brasileiro para seus fins particulares, impedindo que o Brasil se desenvolva livremente.
Nenhuma palavra sobre o tipo de modelo econômico e social que desenvolveria caso ganhassem. Nenhuma palavra sobre o tipo de inserção internacional do Brasil. Nada sobre o papel do Estado. Silêncio sobre tudo o que é essencial, porque do que se trata é de tentar derrotar a Dilma.
Na verdade hoje a direita – seus segmentos empresariais, midiáticos, partidários – já se contentaria em conseguir que a Dilma não triunfasse no primeiro turno. O que vier depois disso, sera’ lucro.
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=1335
e pra ninguem esquecer de março.
A candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência da República na eleição de 2014 pode contar com “sangue tucano”. De acordo com a coluna da jornalista Eliane Cantanhêde, publicada nesta quinta-feira (21), no jornal Folha de S. Paulo, o socialista manteve uma reunião “secreta” com o ex-governador de São Paulo José Serra. O encontro, segundo a analista, pode resultar numa parceria eleitoral para o próximo ano.
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2013/03/21/interna_politica,429796/eduardo-campos-teve-encontro-secreto-com-jose-serra.shtml
José Benedito
7 de outubro de 2013 7:28 pmÉ possível e talvez não
É possível e talvez não provável que o PSDB de São Paulo abra mão de um forte nome para o Senado Federal. Contudo, restou ao PSDB de São Paulo buscar coligações partidárias com outros partidos expressivos de São Paulo, isso é se ainda quer se manter no governo de São Paulo.
Ruy Barbosa Maciel
7 de outubro de 2013 12:28 pmÓtimo Para a Dilmais
MARCEL SANTOS:
“onde estão os petistas que estavam comemorando a derrotada da Rede da Marina? ficou de bom tamanho pra vocôes agora a chapa do Campos?”
Ficou excelentepara a Dilmais. Numa chapa onde a principal personagem é a vice e constatando que ninguém vota em vice aliado ao fato que o povo saberá que a Blablarina não tem projeto político, que seus assessores econõmicos são pessoas da lavra de Lara Resende tucanão que ficou podre de rico quando executou o Plano Real e que sabedor da apreciação da moeda lucrou centenas de milhões de dolares com isto, que também o povo saberá que ela de novo é tudo de velho, que ela agora alia-se ao pessoal do agro negócio, com a plutocracia nacional, falo do Itau, Globo, Natura , Bonhauseres, Heráclito fortes e o escambau.
O povo saberá que o único projeto da fadinha hipócrita da floresta, é : Vingança, vingança, vingança!
J. Alberto
7 de outubro de 2013 1:43 pmTem um trecho que me chamou a atenção
“Eduardo […] terá de superar o ressentimento do PPS.”
Só que não.
Bob Freire só aceita ser vassalo do Zé. Genéricos, jamais!!!
Maria Luisa
7 de outubro de 2013 2:00 pmEu não entendo como os
Eu não entendo como os marineiros podem comemorar essa aliança ? Da turma dos oligarcas socialistas, eles não têm muito a perder (a não ser a paciência com a Marina la pelo meio da campanha eleitoral), mas ela ? Ela perde toda e qualquer confiança que um cidadão responsavel, que votaria numa programa de governo de um partido ecologico e com a figura emblematica da Marina-seringueira-aguerrida. Esse pessoal que votaria na Marina com o partido dela, não votara nela no partido de Edu Campos. Agora, temos outra configuração.
Marina Silva diz-se que é uma pessoa ética. Etica ao lado de banqueiro? De empresarios conhecidos por sonegarem impostos, com suas empresas pseudo-naturalistas ? Etica ao tentar fraudar assinaturas para criar um partido ? Ela trocou as palavras. Ela é uma moralista. So mais uma para a intensa constelação, onde temos malafaias, bolsanaros, serras, felicianos, bornhausens, mervais, castanedes etc. Agora esta em boa companhia.
ruyacquaviva
7 de outubro de 2013 2:47 pmMarina: A grife perde o hype
MArina não é uma candidata, é uma grife. A grife da floresta, do alternativo, do novo mas não tão novo e do ecologismo de boutique. Como fica agora com ela introduzida no “reles” jogo político de um partido tradicional?
Marina é a grife do “novo” que não se explica, o “novo” apenas por se dizer o novo, sem novas propostas, sem novos projetos e sem novas idéias. Aliás sem propostas, projetos ou idéias velhas também. Sem nada, apenas a etiqueta.
Em 2010 Marina se “apossou” do PV. Saiu como a estrela-mor de uma candidatura onde o nome do partido, que ainda mantinha um resquício de sua própria grife, pouco aparecia. Agora é diferente. Ela sai como vice (será que vai ser vice mesmo?) em uma candidatura já posta, por um partido extremamente pragmático que se alia despudoradamente com a direita, incluindo aí os ruralistas que em tese seriam os antagonistas mais diretos da “Marina da Floresta” (o que diria Chico Mendes?).
Para mim, mais do que a entrada da Marina no PSB, surpreendeu-me o discurso envenenado e ideológico de extrema direita da MArina.
A meta de “derrotar o PT” em sí já é uma enorme mudança de discurso. Sai a autopromoção proclamando-se “o novo” e entra o mesmo discurso batido, usado pela oposição demotucana (que hoje pode-se chamar apenas tucana, pois o DEM desmilinguiu-se) a mais de dez anos, inclusive durante o período em que ela própria esteve no governo. O que há de “novo” nisso? Atinge apenas o eleitorado antipetista tradicional, podendo roubar votos do Aécio, mas certamente não de Dilma.
Achei a referência ao suposto “chavismo” do governo, um fato muito significativo. Ao criticar o “chavismo” ela critica tudo o que não está alinhado automaticamente à política e os interesses dos EUA, pois até hoje o termo “chavismo” serve para tudo o que não obedeça esse alinhamento.
Então o que é? Marina está se alinhando automaticamente aos interesses americanos? Está recrudescendo a um discurso ideológico de direita? Onde fica o socialismo do “S” do PSDB, é só palhaçada? Será que Eduardo Campos vai assumir esse discurso direitista, renegar de ez o nome do partido e dar uma configuração direitista a sua campanha?
Marina vai virar o Serra de 2014???
Se for isso a chapa Eduardo-Marina (ou seria Marina-Eduardo?) irá fiar disputando a fatia direitista do eleitorado com o Aécio, deixando um campo livre para Dilma apresentar suas realizações e propostas.
Será que a adesão de Marina será uma vitória de Pirro para a candidatura de Eduardo Campos?
André LB
7 de outubro de 2013 3:19 pm“Será que a adesão de Marina
“Será que a adesão de Marina será uma vitória de Pirro para a candidatura de Eduardo Campos?”
Eu acho que sim. Escrevi isso em outro post:
Infelizmente não pude ler ainda os comentários dos colegas, mas minha impressão é a seguinte:
1) Marina desesperou-se. Acreditou no poder de seu messianismo para passar pelo processo de registro do partido Rede e pelo TSE como se fosse o Mar Vermelho se abrindo. Resultado: independentemente da profundidade de seu discurso, acabou por se mostrar aquilo que negava: uma política.
1.1) O último político que se apresentou como séria alternativa às polaridades – que eu me lembre – foi Francisco Rossi, aqui em São Paulo. Na acirrada disputa para o governo do Estado, em 1998, Rossi apresentou-se no primeiro turno com o bordão “chega dos mesmos”. Ficou em 4º, e no segundo turno, entre Covas e Maluf, apoiou este último, com sorriso amarelo e dizendo “que o povo quer os mesmos”. Até hoje apenas especulo o que pode ter provocado semelhante reviravolta, e a foto na capa da Folha de um Rossi visivelmente constrangido abraçado a um Maluf radiante é antológica. Não sem motivo, Rossi sumiu do cenário estadual e voltou a se restringir a Osasco/SP.
2) Voltando à Marina: a líder da “despolarização” simplesmente abandonou feridos na estrada mais de 400.000 simpatizantes. Não sei quantos ainda permanecerão ao seu lado – acredito que a reação de Sirkis não será minoritária, mesmo que não se faça tão audível.
3) Eduardo Campos pode ter criado com Marina o “fato político” do mês, mas qual a REAL solidez disso? Uma candidata que se transforma em candidata a vice, na cultura política nacional, é desidratação pura, já que a estrela é necessariamente o candidato ao cargo. Em suma, Marina se restringirá a perder espaço? Acredito que o potencial de estragos é grande e – até pelo atropelo do processo – ainda não avaliado pelos atores envolvidos, Marina incluída.
4) Avalio que, passado o primeiro momento, Marina vai gradativamente perder estatura, não bastando a ela se mostrar como a “vice responsável pela sustentabilidade” nem a ele somar isso ao “dá pra fazer mais”, mesmo que o Itaú venha junto. Em médio prazo, enfim, acredito que as vantagens se anularão, mas não as desvantagens.
5) O Nassif fez análise definitiva, a meu ver, acerca do PSDB, partido que teima em não se renovar (nem vou falar em corrupção).
6) Resultado geral: uma campanha como a para a prefeitura de SP, ano passado. Fogo concentrado contra o PT, ventos a favor da “alternativa” até que favoreça um segundo turno, mas não mais que isso. E muita, muita gritaria contra “mensaleiros”, o promotor Blat falando em BANCOOP de-novo-mais-uma-vez-novamente, etc etc etc. Não vai ser dessa vez em que teremos “terceira via”. Ah, e recorde de votos em branco, os filhos das “jornadas de junho”.
Fernando
7 de outubro de 2013 3:49 pmÉ uma pena.
Pena que nossos institutos de pesquisa vão manter a Verdolenga viva incluindo seu nome nas pesquisas futuras.
Caso não incluam Marina nas sondagens, o que se verá será uma disparada de Dilma e o desespero da oposição.
Não tarda e vão ter que dar uma rocada na chapa, colocando a verdolenga como candidata e o Dudu como vice.
No final tanto faz um quanto o outro, não ha motivos para uma troca do governante de ocasião. Digo isto porque o histórico das disputas, apontam que só há ruptura quando o governante é muito ruim e as ações do governo são pífias.
O que não é o caso de Dilma, que ,embora esteja aquém do esperado, faz um governo de regular a bom.
Na minha opinião o PSB vai compor com o PSDB quando perceber que suas candidaturas não decolam.
No final, se hoje eles tem nada, com a composição ambos passam a ter o dobro disso.
Como diz o popular: Nõ é nada não é nada, não é nada mesmo…
MarcoPOA
7 de outubro de 2013 6:56 pmO que Lula disse?
Lula também foi pego de surpresa com a coligação de suas ‘crias’? Sinceramente não acredito!
Os unicos surpreendidos foram os que não acompanharam a ‘Epopeia Hercúlea’ da nossa ‘Redentora Verde’, começando na Olimpíada de Londres em 2012 e terminando com o triste calvário midiático para criação da Rede (a melhor propaganda eleitoral já produzida, quase digna de olhos vermelhos). Marina Silva se não colasse com o PSB colaria com a copia mimeografada do PSDB chamada PPS ou seja, não faz diferença nenhuma. Vide os novos socialistas estilo ‘jump on the bandwagon’ arrebatados por Eduardo Campos. Em verdade Heráclito Fortes e Jorge Bornhausen sempre tiveram um viés comunista com serias tendências trotskistas.
Pra quem quiser mais informações sobre a estrategia do PSB pesquisem no google a eleição de Germano Rigotto para o Governo do RS em 2002 e José Fogaça para prefeito de Porto Alegre em 2005. São idênticas, recheadas de neo-socialistas e discursos populares (ou populistas). Nada de novo!
ArthurTaguti
7 de outubro de 2013 7:13 pmTirante as consequências
Tirante as consequências políticas das escolhas tomadas por Marina Silva, esta relação de amor e ódio Marina Silva/PT/Lula é um belo de um tratado sobre as relações de poder entre os homens (e mulheres). Existe uma Marina Silva idealista, progressista, fruto das lutas na Amazônia ao lado do grande Chico Mendes, que ajudou a fundar o PT e tem currículo político irretocável; agora passamos a conhecer a outra Marina Silva, que nasceu depois que deixou o governo e o PT, um simulacro da MS de antes, cujas posições políticas claras, firmes de outrora, é mero álibi, pois a MS de hoje é mais movida pelo ressentimento, pela mágoa de se sentir preterida do que por qualquer outra coisa. MS é a mulher rejeitada, traída, dos contos e cantigas que se eternizaram no imaginário popular. O amor, que antes nutria, e embalava de movo terno sua vida, se transformou em ódio, combustível para alcançar, custe o que custar, seu objetivo, que é tanto destruir seu antigo objeto de afeto, quanto se mostrar boa, capaz o suficiente aos olhos dele. Realmente, uma relação cheia de contradições internas para Vanzolini nenhum botar defeito. O PT se tornou o Karma de Marina Silva, e apear o seu antigo partido da Presidência da República, seu desejo nada secreto. Neste caso não é só conquistar o poder pelo poder: é algo muito além disso. Quando MS afirma que o PT contaminou o país com “Chavismo”, este é um daqueles cacoetes, pequena idiossincrasia que os rejeitados do mundo levam como mandamento máximo: rejeitar tudo o que amavam anteriormente. Dizem que política não é espaço para amadores, e político ideal é aquele sangue frio, que deixa sua atuação longe da fogueira de paixões e vaidades. Mas políticos são o que, além de seres humanos, falíveis, cheios de vícios e virtudes (parafraseando o saudoso Chorão do Charlie Brown Jr)?
José Benedito
7 de outubro de 2013 7:36 pmÉ provável que haja um embate
É provável que haja um embate do primeiro colocado frente a oposição de segundo lugar, mas, com a continuação do apoio politico do PMDB e suas coligações, acredita-se que o cenário não mudará e grandes são as possíbilidades da continuidade do PT no cenário politico nacional e a desfragmentação de outros partidos dando margem a criação de outros que estão por surgirem.
Klaus BF
7 de outubro de 2013 7:46 pmNotícia Mãe Diná
“Articuladores de Dilma……”
Parei de ler aí.
Wandayk
7 de outubro de 2013 7:47 pmE A MONTANHA PARIU UM RATO
P { margin-bottom: 0.21cm; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); }P.western { font-family: “Liberation Serif”,”Times New Roman”,serif; font-size: 12pt; }P.cjk { font-family: “DejaVu Sans”; font-size: 12pt; }P.ctl { font-family: “Lohit Hindi”; font-size: 12pt; }
Aguardei um pouco para a poeira assentar depois da filiação de Marina no PSB, enquanto lia e ouvia o grande feito de Marina, que não conseguiu criar um partido, MAS! Encheu a BOLA do Eduardo, agora sim ele vai ao segundo turno. Será que é verdade?
Não sei onde pode está a grande novidade. alguém achou de fato que a Marina ia ficar fora da eleição?
Todo mundo sabia que ela de alguma forma participaria da eleição de 2014, com ou sem a Rede.
O ódio por Dilma e o Lula é muito grande, uma questão pessoal dela.
Além do mais o Itau e a Natura não aceitariam de forma alguma perder a sua garota propaganda,
Já que o Itau é o banco da SUSTENTABILIDADE ou seja, da REDE também.
É então por conta deste grande acontecimento político que todos dizem:
Que vai ser difícil para a Dilma, nunca DANTES neste país uma eleição tão dura para a Dilma e o Lula. E teve alguma eleição fácil para os dois? MENSALÃO contra o Lula, a INQUISIÇÃO e o câncer contra a Dilma, ou seja nunca foi fácil.
Mais apesar de tudo acho que dessa vez vai dar primeiro turno sim.
Vou explicar porquê.
No pior cenário para Dilma teria três oponentes, uma economia ruim, alta no desemprego, uma inflação em alta, o programa MAIS MÉDICOS não decolar, e o Brasil perder a Copa do Mundo para a Argentina. Aí, meu amigo nem se fosse Lula seria fácil está eleição!
Mais quem levaria está eleição? O Eduardo? Duvido ele não teria condições de crescer tanto sozinho.
A Marina, talvez? Mais teria que ter um discurso mais contundente economicamente, que não é o caso dela.
O Aécio? Tudo indicaria que sim, pelo força política do PSDB e o discurso que já é contrário ao do PT. Mais de fosse o Serra, a possibilidade triplicaria.
Mas mesmo diante deste cenário a possibilidade do PT ganhar ainda esta eleição seria possível, pois tem a máquina do governo na mão.
Mas pelo que parece este não é o cenário do ano que vem. A economia deve crescer um pouco mais,
o desemprego a sua tendência deve ser diminuir, a inflação sem dúvida vai estar controlada, e o programa MAIS MÉDICOS já é um sucesso, alguém dúvida? Quanto a Seleção brasileira se não ganhar a culpa é do Felipão e do Neimar, não da Dilma e do Lula.
E outro fato muito importante só serão dois candidatos, se o PSDB não trocar o Aécio pelo Serra, e o PSB o Eduardo pela Marina, a Dilma passara dos 55% dos votos válidos no primeiro turno. Alguém duvida que isto pode acontecer?
Quanto a dobradinha Eduardo/Marina no máximo serão terceiros, que não é grande coisa pois já é o que se espera deles mesmo.
Com um agravante para o Eduardo, vai perder o governo aqui em Pernambuco. Ele deverá perder aliados à medida que o cenário nacional for favorecendo a Dilma e o Aécio.
Quem vai apoiar um candidato que está prestes a perde a eleição? Sem lembrar a correlação de forças que mudarão completamente no estado.
O Armando Monteiro é candidato forte, tem discurso, tem dinheiro e vai ter a militância que estava com o Eduardo. E ainda mais, dois cabos eleitorais de peso a Dilma e o Lula. Se o Arraes fosse vivo dava uma surra de sinta no neto.
Na minha opinião:
A montanha pariu um rato, ou seja:
A MARINA PARIU O EDUARDO! Nada além disso.
Wandayk
7 de outubro de 2013 8:02 pmE A MONTANHA PARIU UM RATO
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Aguardei um pouco para a poeira assentar depois da filiação de Marina no PSB, enquanto lia e ouvia o grande feito de Marina, que não conseguiu criar um partido, MAS! Encheu a BOLA do Eduardo, agora sim ele vai ao segundo turno. Será que é verdade?
Não sei onde pode está a grande novidade. alguém achou de fato que a Marina ia ficar fora da eleição?
Todo mundo sabia que ela de alguma forma participaria da eleição de 2014, com ou sem a Rede.
O ódio por Dilma e o Lula é muito grande, uma questão pessoal dela.
Além do mais o Itau e a Natura não aceitariam de forma alguma perder a sua garota propaganda,
Já que o Itau é o banco da SUSTENTABILIDADE ou seja, da REDE também.
É então por conta deste grande acontecimento político que todos dizem:
Que vai ser difícil para a Dilma, nunca DANTES neste país uma eleição tão dura para a Dilma e o Lula. E teve alguma eleição fácil para os dois? MENSALÃO contra o Lula, a INQUISIÇÃO e o câncer contra a Dilma, ou seja nunca foi fácil.
Mais apesar de tudo acho que dessa vez vai dar primeiro turno sim.
Vou explicar porquê.
No pior cenário para Dilma teria três oponentes, uma economia ruim, alta no desemprego, uma inflação em alta, o programa MAIS MÉDICOS não decolar, e o Brasil perder a Copa do Mundo para a Argentina. Aí, meu amigo nem se fosse Lula seria fácil está eleição!
Mais quem levaria está eleição? O Eduardo? Duvido ele não teria condições de crescer tanto sozinho.
A Marina, talvez? Mais teria que ter um discurso mais contundente economicamente, que não é o caso dela.
O Aécio? Tudo indicaria que sim, pelo força política do PSDB e o discurso que já é contrário ao do PT. Mais de fosse o Serra, a possibilidade triplicaria.
Mas mesmo diante deste cenário a possibilidade do PT ganhar ainda esta eleição seria possível, pois tem a máquina do governo na mão.
Mas pelo que parece este não é o cenário do ano que vem. A economia deve crescer um pouco mais,
o desemprego a sua tendência deve ser diminuir, a inflação sem dúvida vai estar controlada, e o programa MAIS MÉDICOS já é um sucesso, alguém dúvida? Quanto a Seleção brasileira se não ganhar a culpa é do Felipão e do Neimar, não da Dilma e do Lula.
E outro fato muito importante só serão dois candidatos, se o PSDB não trocar o Aécio pelo Serra, e o PSB o Eduardo pela Marina, a Dilma passara dos 55% dos votos válidos no primeiro turno. Alguém duvida que isto pode acontecer?
Quanto a dobradinha Eduardo/Marina no máximo serão terceiros, que não é grande coisa pois já é o que se espera deles mesmo.
Com um agravante para o Eduardo, vai perder o governo aqui em Pernambuco. Ele deverá perder aliados à medida que o cenário nacional for favorecendo a Dilma e o Aécio.
Quem vai apoiar um candidato que está prestes a perde a eleição? Sem lembrar a correlação de forças que mudarão completamente no estado.
O Armando Monteiro é candidato forte, tem discurso, tem dinheiro e vai ter a militância que estava com o Eduardo. E ainda mais, dois cabos eleitorais de peso a Dilma e o Lula. Se o Arraes fosse vivo dava uma surra de sinta no neto.
Na minha opinião:
A montanha pariu um rato, ou seja:
A MARINA PARIU O EDUARDO! Nada além disso.
Júlio Pegna
7 de outubro de 2013 8:11 pmNada de novo: nós contra eles!
Quem acredita que pode vencer a “selvagem da motocicleta” em 2014 vai ter que rebolar muito: quando for ao ar o programa de TV dos candidatos, quem quiser o cargo de Dilma vai ter que se colocar na oposição e oferecer algo a mais e melhor do que hoje.
Se o Brasil tem 25% de lulo-petistas-dilmistas, tem outros 25% de anti-petistas. Os demais 50%, nas sua imensa maioria, classes C,D e E, votam com o bolso (aliás, até na Alemanha é assim!): se o país estiver como está hoje, se nada de péssimo ou ótimo acontecer, Dilma abocanha mais uns 30% e leva a medalha de ouro. Muito provavelmente em primeiro tuno.
Quem lembra de Lula dizendo que a briga era nós contra eles vai lembrar que a midia e a oposição fizeram de tudo para derrubar esta imagem. Não conseguiram. Por uma simples razão: é verdade!
De um lado, os que querem o país crescendo, gerando emprego e distribuindo renda. De outro, os que preferem esperar o bolo crescer.
A coligação da direita, encabeçada por Aécio ou Serra se colocando como oposição, nada de novo. Serão as mesmas velhas críticas e acusações de corrupção de sempre.
Se Dudu/Marina, ou Marina/Dudu, assumirem a oposição, terão que apresentar propostas concretas e possíveis, deixando os ataques para os partidos periféricos, os “anões” demotucanos.
Mas, o que eles têm a oferecer? Tudo o que Dudu conseguiu em Pernambuco foi graças aos esforços do Governo Federal! Os investimentos que impulsionaram PE foram obra de Lula-Dilma, nem Dudu poderá negar.
Que farão mais, e melhor? Não era esse o discurso de Serra contra Dilma que não colou no poste???
De novo, o que vai acontecer depende do bolso do eleitor. Os níveis de emprego e renda crescem rápido, o financiamento é fácil, os bancos comemoram a explosão do cartão de crédito para a classe C … quem se arrisca a mudar o comando?