Numa guerra onde algumas dezenas de mortos por ataque com armas químicas pode decidir o seu resultado, é difícil não pensar que um ataque pode ter exatamente este objetivo: precipitar a entrada de outras nações na guerra, ação claramente favorável aos rebeldes. A história está cheia de exemplos onde este artíficio foi usado. Talvez os mais interessantes sejam o “ataque dos espanhois” a um navio americano na costa cubana, fato que levou à guerra entre Estados Unidos e Espanha (século 18), e o incêndio do parlamento alemão (Reichstag). A bomba do Riocentro também tinha este objetivo.
Pensando nisto, ao deparar nas fotos dos corpos de crianças e adultos mortos por um suposto ataque químico, publicadas pelo Yahoo, decidi olhar com mais cuidado a cena. Sinceramente, não posso ser conclusivo, mas há alguns detalhes que me fazem supor que algumas destas pessoas não estão mortas. Será que estamos diante de uma montagem? Não vou adiantar aqui os tais detalhes. Prefiro que outros os encontrem independentemente.
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