4 de junho de 2026

Os problemas na organização da Jornada Mundial da Juventude

Sugerido por Gilson AS

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Prefeito do RJ ” Sim erramos, cometemos falhas no evento da JMJ, a nossa nota está próxima de zero”

Eu pergunto, sim, e daí ? Não houve tempo da prefeitura e estado se programarem ?

Metrô não funciona, quebrou várias vezes. Falta onibus na Av. Brasil, as Vans estão deitando e rolando, cobrando o que querem. Instituiram dois feriados municipais, quinta e sexta, trazendo prejuizo para o município. E quem não é católico e precisa ganhar dinheiro para pagar as suas contas, como fica ? p. exemplos, os empresários ?

Os jovens em toda parte da cidade, estão reclamando da desorganização geral do evento. Onde o Paes, prefeito, e o Cabral, governador, pretendem chegar ? Meu Deus ! é muita desorganização. E ainda vamos ter Copa e Olimpíadas. Confesso que como carioca estou começando a ficar com medo e preocupado. Aquela famosa frase ” Imagine na copa” começa fazer sentido. Agora, o absurdo maior estão nas imagens. E o que é pior, não vai acontercer nada, ninguém será punido.

Do O Dia

Obra em Guaratiba beneficiou empresários

Donos da área do Campus Fidei ganharam infraestrutura e economia de milhões de reais

AURÉLIO GIMENEZ

Rio – Em ata de reunião de 17 de abril do Conselho Municipal de Meio Ambiente, da Prefeitura do Rio, obtida pelo DIA , representante do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) alertou que as áreas 2 e 5 do loteamento Vila Mar, nas quais foi instalado o Campo da Fé, eram frágeis e com presença de mangues. Ainda assim, o terreno foi escolhido pelo Comitê Organizador Local (COL), que investiu ali, só em terraplanagem, cerca de R$ 22 milhões. A Prefeitura do Rio aplicou R$ 6 milhões na infraestrutura no entorno do campo.

Segundo o biólogo Mário Moscatelli, o local é reconhecidamente área de mangue e apicum (terreno arenoso que margeia os manguezais), portanto instável e sujeito a inundações. Para tornar a área edificante seriam necessários muito mais recursos, “mas prejudicaria ainda mais a reserva biológica de Guaratiba”.

Para a Construtora Vila Mar, proprietária do terreno — que quer implantar ali um loteamento imobiliário com imóveis até do programa ‘Minha Casa Minha Vida’ —, as intervenções representam uma enorme economia de recursos no empreendimento.

Documento evidencia fragilidade do local

Foto:  Arte: O Dia

Licença para loteamento desde 2010

Na edição do último dia 3, o Informe do DIA revelou que um dos maiores empresários de ônibus da cidade, Jacob Barata Filho, é um dos donos do terreno em Guaratiba. Apesar de a Construtora Vila Mar ter licença prévia do Inea desde julho de 2010 para implantar o loteamento, até o início da instalação do Campus Fidei muito pouco havia sido feito na área.

Ontem, o prefeito Eduardo Paes voltou a afirmar que não houve aplicação de dinheiro público dentro do terreno e que o investimento coube ao COL. Para o biológo Mário Moscatelli, sem uma boa preparação do solo, era previsível o alagamento devido a instabilidade do local.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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