Conforme se vê na chamada preconceituosa da capa da revista Veja (abaixo), Dilma e Cristina Kirchner, presidentas, respectivamente, do Brasil e da Argentina, encontram-se à sobra de Bergoglio. Ou seja, em comparação ao Papa Francisco, as duas governantes são “menores”, o que é uma benção, segundo Veja. A revista aposta, sem disfarçar, que Francisco vai ter forte intervenção política na América do Sul, em prejuízo da autonomia dos governos progressistas.
Sei não. Caso o Bergoglio se “apresente”, sem freios, invadindo o espaço dessas duas mulheres de fibra, vai levar a pior. Mas esse cenário não tem chances de acontecer. O atual Papa vai segurar a onda, afinal ele já tem os seus próprios problemas, entre os quais reconstruir a abalada imagem do Vaticano (pedofilia, corrupção e desmando administrativos).
Deixe um comentário