Jornal GGN – Os analistas do mercado financeiro consultados para a elaboração do relatório Focus voltaram a reduzir seus prognósticos para o crescimento em 2013, conforme aponta o último documento, divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central. A projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) ao fim de 2013 foi reduzida pela quinta semana consecutiva, passando de 2,53% para 2,49% – a variação há quatro semanas era de 2,98%. Os números para 2014 foram mantidos em 3,20% – ante 3,50% registrados há quatro semanas.
A expectativa para o crescimento da produção industrial em 2013 perdeu força e caiu de 2,53% para 2,50% neste ano (mesmo patamar registrado há quatro semanas), ao passo que a variação para 2014 subiu de 3% para 3,20%, abaixo dos 3,50% registrados há quatro semanas.
Quanto à taxa básica de juros, a variação estimada pelos analistas subiu pela terceira semana consecutiva, passando de 8,75% para 9% ao ano, com a média avançando de 8,09% para 8,19%. Para o ano de 2014, os números subiram pela segunda semana seguida, de 8,75% para 9%, mesma variação estimada para a média do período.
De acordo com o levantamento, a projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB neste ano foi mantida em 35% pela quinta semana consecutiva. Para 2014, a estimativa subiu pela segunda semana consecutiva e passou de 34,95% para 35% – pouco acima dos 34,9% estimados há quatro semanas.
A expectativa para o fechamento do dólar em 2013 foi mantida em R$ 2,10, com a média seguindo em R$ 2,07, ao passo que a variação para 2014 permaneceu em R$ 2,15, com a média subindo pela quarta semana seguida, de R$ 2,10 para R$ 2,13 – ante R$ 2,04 há quatro semanas.
A previsão para o superávit comercial ao fim de 2013 caiu pela segunda semana consecutiva, passando de US$ 7,35 bilhões para US$ 6,55 bilhões, e foi reduzido de US$ 10 bilhões para US$ 9 bilhões, em 2014.
A estimativa para o déficit em transações correntes em 2013 passou de US$ 73 bilhões para US$ 73,66 bilhões, em sua sexta semana consecutiva de alterações, enquanto a variação para 2014 foi de US$ 79 bilhões para US$ 78,5 bilhões.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões, neste e para o próximo ano.
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