4 de junho de 2026

Veja os momentos da sessão do STF em que Barbosa rejeita recurso de Pizzolato

No dia 17 de dezembro passado, na sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que discutia a “dosimetria” das penas dos condenados na Ação Penal 470, o chamado caso do Mensalão, o presidente e relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, interrompeu a sessão 1:25:57s depois de iniciada para expor “alguns probleminhas” ao plenário. Puxou um papel e fez uma referência a “um agravo regimental do réu Henrique Pizzolato”. Diz, então, que é um agravo da semana anterior, já resolvido pelo plenário, e passa a palavra para a ministra Carmen Lúcia.

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Pequenos problemas………….

 

 

Passados 1:59:49s da sessão, Barbosa expõe o agravo de instrumento que era, de fato, a novidade, feito pelo advogado de Henrique Pizzolato, Marthius Sávio Cavalcante Lobato. O ministro Marco Aurélio Mello tenta obter informações mais precisas sobre o processo da 12a. Vara de Brasília, ao qual o advogado pede acesso, mas Barbosa tergiversa. É socorrido em dado momento pelo ministro Dias Toffoli, mas Marco Aurélio volta ao assunto com um “Vossa Excelência veja bem”. Barbosa interrompe com um ríspido

“Decidi monocraticamente, ministro Marco Aurélio”

 

Redação

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  1. Jorge Oliveira de Almeida

    4 de junho de 2013 3:11 am

    Decisão monocrática do ministro Joaquim Barbosa

    Não temos como avaliar os comentários do ministro Joaquim Barbosa sem conhecer o contexto em que o fato se deu. A mídia pode derrubar qualquer um que ela quiser, dependendo dos interesses de cada veículo de imprensa, e não nos cabe tão somente aceitar ou não determinados comentários que são divulgados de acordo com pré-julgamentos com objetivos plenamente determinados que não nos são dados a conhecer. Passamos a ser o que desejam todos os detentores de poder: o inocente-útil! Não quero vestir esse uniforme! Antes de mais nada, é preciso que levemos em conta que se esse ministro ficar desacreditado não teremos mais quem possa dizer o que pensa e o que deseja o povo, nem teremos mais quem nos defenda. É preciso refletir, não apenas parabenizá-lo ou condená-lo! O dia em que o povo perder esse ministro, será o dia da suprema glória para os detentores do poder que estão a se lixar para o que o povo diz ou pensa!

    1. Ralf Rickli

      7 de junho de 2013 11:22 pm

      Sem conhecer o contexto?

      Sem conhecer o contexto?  Estamos todos CARECAS de conhecer o contexto. E O POVO que conheço não está dizendo nada do que o Silvério dos Reis Barbosa diz, não. Só os leitores da Veja e outras variedades de me-engana-que-eu-gosto.

  2. Alexandre Cesar Costa Teixeira

    7 de junho de 2013 9:48 pm

    Os ERROS do STF na AP 470

    Notórios e evidentes ERROS do julgamento da AP 470 atormentam JB e o PIG. http://www.megacidadania.com.br/a-falsa-tese-do-mensalao/

  3. Marco Vitis

    11 de junho de 2013 2:53 am

    Crime do ministro Joaquim Barbosa

    Jorge Oliveira

    A informação de fontes confiáveis são de que o  ministro Joaquim Barbosa e o PGR Antionio Fernando esconderam provas que inocentavam Henrique Pizolatto e levaram os demais ministros do STF a aceitarem a denúncia de crime.

    Não é preciso ser um jurista para identificar que ambos (Joaquim e Antonio) cometeram um crime.

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