Comentário ao post “Silas Malafaia e a Teologia da Estupidez“
Desculpe, esse discurso de pseudos evangélicos é que está fora de sintonia. Existem outras igrejas evangélicas, aquelas que não possuem radios e tvs, que não ficam vendendo terreno no paraíso, pois é isso que eles fazem. E posso afirmar pois estou terminando uma pesquisa exatamente sobre esse assunto para um espetáculo teatral. Conheci pastores ( da Congregação Cristã no Brasil, da Assembléia de Deus – a original, não essa que o Malafaia comanda ) que execram totalmente esse tipo de ‘evangelização’ e não concordam com nada do que afirmam esses ‘profetas’ da grana, e principalmente ficam horrorizados com a forma que eles arrecadam dinheiro dos fiéis. Nos últimos 3 anos fui em diversos cultos, nas universais da vida os fiéis saem comentando quem mais deu dinheiro naquele dia, a tal ‘palavra de Deus’ – que é como eles chamam o momento em que o pastor lê um trecho da Bíblia e comenta – nem mesmo é citada. Na Congregação, por exemplo, o dinheiro é dado apenas uma vez por mês, o fiel recebe um envelope que leva pra casa e lá coloca ‘o que tocar em seu coração’, pode ser uma notinha de 2 reais ou dezenas de notas de cem, no culto seguinte o envelope é colocado numa urna e ninguém sabe se você deu 2 ou mil reais, ou mesmo se depositou o envelope vazio. Numa dessas universais assisti com horror o culto que de Deus se falou pouco e logo começou um leilão:” Quem tem 500 reais pra dar pra Jesus?” e o pastor fica repetindo isso até que alguem coloque na ‘sacolinha’ os 500 paus. Na sequência o pastor tasca: quem tem 450 reais pra dar pra Jesus?, e assim vai até chegar em 10 reais, ou seja: o cul,to teve duas horas, vinte e tres minutos forfam usados pra falar de Deus e orações, o resto do tempo foi pra arrecadar grana. E é justamente o que chega até nós é esse discurso enviesado, caôlho dos que usam a mídia como plataforma para eivar preconceitos e estupidez!
Olivia
9 de dezembro de 2013 5:32 pmSobre o que diz ali…
O fato da Congregação não ter dízimo e cargo clerical de pastor não os impede de ter a coleta – que de fato, é mensal embora os mais fanáticos digam que “não tem nada a ver com dízimo”. Apenas não é cobrado com o ardor de outras denominações evangélicas, mas existe. Existe, inclusive, uma vez no ano, uma coleta em todas as filiais, mesmo as mais pobres, e com ênfase, para enviar à catedral da fé deles, que fica no bairro do Brás, em São Paulo. Existem processos jurídicos contra anciãos que desviaram dinheiro das viagens e reformas. Não existe dízimo e nem pastor, mas o jugo do pecado é mais pesado que o jugo de Jesus – pessoas se matam porque transaram antes do casamento e A congregação – tão digna porque não recolhe dízimos – diz que estão condenados ao inferno – isso, ninguém diz.
Julgar todas as denominações de cunho protestante por aquelas que tem um veio teológico neopentecostal, que, por vezes, escorrega e passa só pela tangente das doutrinas bíblicas, que entende o evagangelismo como curas e milagras, quando na verdade é a pregação do Evangelho que traz vida às pessoas, fora a quantidade enorme de misticismo e superstições dignos do catolicismo medieval.
Enraivecer-se por causa disso é praticamente desncessário. Não vai mudar a cabecinha dos que correm atrás dos milagres (inclusive na Congregação Cristã e na Assembleia) e nem a cabeça dos que estão ‘por trás’ desses milagres e profecias.
Eu
22 de setembro de 2014 10:12 pmSobre os que se assentam sobre a própria cauda.
É incrível como algumas pessoas têm a capacidade de achar que elas têm o direito de difamar, denegrir uma pessoa uma instituição e se esquecem das primícias, quando elas foram INCAPAZES de servir a um propósito espiritual. É como aquele drogado que culpa alguém e põe para trás a sua INCOMPETÊNCIA de seguir uma vida normal. Tudo está patente
ao nosso Deus, nada escapa de Sua visão. Uma pessoa que só quer achar defeito nos outros só quer esconder a própria
derrota, é do tipo daquela pessoa que fica atacando uma empresa após ser demitido da mesma e omite que era um PÉSSIMO funcionário.
Referência Bíblica: Mt 7:1-5
“1 Não julgueis, para que não sejais julgados.
2 Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.
3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?
4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.”
Tudo que escrevi acima faz alusão às escrituras sagradas, quem se atreve a escrever aqui suas obras? Mentirosos, ardilosos, perversos de língua ferina, já se conheçe tua cara, cada passo teu será equadrinhado e pesado contra ti mesmo.