11 de junho de 2026

Editora Abril: a um passo de se tornar história

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Editora Abril: a um passo de se tornar história

Pouco antes de morrer, o presidente da Editora Abril, Roberto Civita, aproximou-se de banqueiros paulistas. Conseguiu do Itaú-Unibanco uma sobrevida para a empresa.

Um dos banqueiros, mais ideológicos, fez uma última tentativa para manter vivos a Abril e o Estadão. Lançou a ideia de criação de uma fundação que assumisse as duas empresas. Chegou-se, inclusive, ao nome de André Lara Rezende para presidente.

A ideia morreu quando foram abertas as contas de ambas as empresas: eram economicamente inviáveis.

Agora, está próxima do fim a aventura da mais relevante editora de revistas do país.

O crescimento inicial foi fruto da intuição – e dos contatos norte-americanos – do patriarca Victor Civita, que por aqui aportou com a retaguarda dos grupos Disney e Time-Life, quando os americanos se deram conta que a legislação restritiva brasileira não permitiria participação direta no país e as parcerias com o Departamento do Estado conferiam à mídia papel relevante nas disputas ideológicas do continente, decorrentes da Guerra Fria.

A partir dos anos 70, houve um impulso grande no grupo, graças à visão de Roberto Civita. Por incrível que pareça, para quem acompanhou a decadência de Veja, Civita foi um grande editor, inclusive na escolha dos diretores de redação que ajudaram a forjar a glória da empresa. Lançou a revista Realidade, das grandes reportagens, trazendo os maiores nomes da época, Milton Coelho da Graça, Luiz Fernando Mercadante, José Hamilton Ribeiro. Depois, foi buscar Mino Carta no Jornal da Tarde para lançar a 4 Rodas e a Veja. Surgiram as revistas femininas, a Playboy. E fascículos que marcaram época.

A Abril tornou-se uma editora imbatível, inclusive valendo-se de sua força política para obter favores oficiais graúdos, como os incentivos para a rede Quatro Rodas, dados pela ditadura, e os canais de TV a cabo pelo governo Sarney.

As mudanças tecnológicas

Dentre os editores brasileiros, nenhum foi mais antenado que Roberto Civita com as mudanças na mídia. Entendeu o papel da TV a cabo, lançando a TV A, dos satélites como difusores de sinal e da própria Internet, através do lançamento da BOL. Teve experiências bem-sucedidas com produção, com a TV Abril e com a MTV. Sempre foi o primeiro a imoprtar no país as últimas ondas do mercado norte-americano.

A visão de futuro não foi acompanhada de uma estratégia financeira adequada. Uma a uma as experiências fracassaram pela falta de executivos adequadas e por uma praga que assola empresas quando surgem tecnologias matadoras.

Sempre que aparecia uma tecnologia de corte, a ATT criava uma empresa à parte, independente, pois sabia que se fosse desenvolver dentro da própria empresa, a empresa velha mataria a nova.

A Microsoft não aprendeu a lição. Quando surgiram os sistemas operacionais para tablets e celulares, incumbiu a divisão do Windows de desenvolve-los. E os pais do Windows para computadores não quiseram amputar funções para adaptar o sistema aos mobiles. Perdeu o bonde para a Apple e o Google.

Uma a uma, as inovações da Abril foram sendo boicotadas pelos executivos do papel, receosos de perder espaço para os novos setores.

Foi assim com a TV Abril, com a TVA, com a BOL.

O erro da BOL

Um alto executivo da época me contou, certa vez, o boicote sofrido por Antônio Machado que, depois de uma brilhante passagem pela Exame, foi incumbido de colocar em pé o portal da Abril.

Houve alguns erros iniciais, como o de pretender montar uma verdadeira central telefônica para atender as chamadas, em vez das parcerias com pequenos provedores do interior, como fez a UOL. E também a ideia da padronização das revistas, transformando a BOL em uma enorme revista padronizada. Nada que não pudesse ser corrigido, sem tirar da BOL o mérito do pioneirismo e do maior acervo de publicações da jovem Internet brasileira.

De nada adiantou. Civita acabou aceitando a proposta de Luiz Frias de juntar as duas operações, da UOL e da BOL, dando a gestão para o sócio.

Pouco tempo depois, Luiz montou uma parceria com grupos da Portugal Telecom visando diluir a participação da Abril. De um dia para outro anunciou um aumento de capital e, apanhado de surpresa, Civita não conseguiu acompanhar a Folha e acabou diluído. A velha raposa sendo passado para trás pelo jovem empreendedor.

A mesma falta de visão ocorreu com a tentativa mais recente de apostar de novo na Internet, através do portal Abril e da Veja.

Certa vez, um talentoso desenvolvedor brasileiro, que havia criado uma rede corporativa de primeiro nível, me contou que tentou vender a rede para a Abril utilizar em seus portais.

Antes que concluísse a história, pedi para adivinhar o resultado:

– Um dos executivos da Abril rejeitou sua proposta dizendo que a aposta da editora, agora, era em revistas de quadrinhos de baixo custo para a nova classe C.

Ele se espantou:

– Como você sabe?

Porque, na mesma época, a IBM enviou para a Abril altos executivos da IBM norte-americana, para oferecer ferramentas para utilização em portais da Internet. E a resposta foi a mesma.

A aposta na educação

Restava à Abril apelar para a força política da Veja. A partir dos anos 90, Civita assumiu a supervisão direta da revista, envolvendo-a cada vez mais em jogadas políticas e comerciais.

Nos tempos de Mino Carta e da dupla Roberto Guzzo-Elio Gaspari, os diretores alertavam Civita quando poderia ultrapassar os limites do jornalismo para atender aos interesses políticos e comerciais do grupo. A partir dos 90, entraram diretores cada vez mais submissos e sem envergadura jornalística para se contrapor às ordens do chefe. E aí foram lambanças sucessivas.

Sem conseguir avançar em nenhuma frente digital, a Abril concentrou esforços na parte educacional. Adquiriu editoras que vendiam livros didáticos preferencialmente para o MEC (Ministério da Educação) e cursos apostilados para estados e prefeituras, valendo-se da força política da Veja e da estrutura de vendedores de assinaturas para tentar se impor. As escolas eram procuradas por vendedores que convenciam diretores a escolher os livros da Abril na cesta oferecida pelo MEC.

Na gestão Tarso Genro, fechou-se essa porta. O MEC passou a divulgar catálogos dos livros selecionados e a proibir o uso de vendedores. Civita ficou possesso e chegou a telefonar para Tarso Genro, ameaçando-o com uma capa se insistisse na nova política. Não conseguiu intimidar o Ministro.

Seguiu-se uma fase de investimentos intensos no ramo educacional. Uma a uma foram sendo vendidas as empresas coligadas e o dinheiro investido na compra de cursos, para a montagem de um grupo educacional, não apenas com recursos próprios, mas com financiamentos bancários.

Mais uma vez, Civita quebrou a cara pela má escolha de executivos. A presidência do grupo foi entregue a conhecido CEO, conhecido pela megalomania. As compras foram efetuadas por preços muito acima dos de mercado. Em plena corrida da Abril, um concorrente me descreveu a estratégias a cegueira de Civita, de não avaliar os preços dos bens adquiridos.

– As contas não fecham de maneira nenhuma.

As loucuras aconteceram em todos os quadrantes, com a empresa se endividando para apostas irrealistas. Como a proposta para João Dória Jr., para a venda do controle da Casa Cor, uma proposta tão absurdamente alta que o próprio Dória duvidou da sanidade do grupo.

A aposta na direita

Restou a Civita o último berro, a identificação talentosa da nova tendência da opinião pública, de ir para a direita e para teses de intolerância. Trouxe dos Estados Unidos o padrão Rupert Murdock que foi testado pela primeira vez na campanha em defesa das armas.

Com o sucesso obtido, radicalizou. Mais e mais Veja foi se transformando em um lago de detritos, em um esgoto a céu aberto, inventando capas inverossímeis, vendendo-se para jogadas comerciais, como a de Daniel Dantas, aliando-se ao crime organizado de Carlinhos Cachoeira, para garantir o suprimento semanal de escândalos, praticando crimes de opinião, perdendo a cada edição o contato com os fatos e com o jornalismo.

Seu último feito foi liderar um pacto de cartelização da mídia em 2005, que matou qualquer veleidade de jornalismo da parte deles e que tornou a imprensa a maior ameaça à democracia brasileira e à estabilidade política e econômica.

Depois disso, houve a queima de ativos.

A venda da parte educacional deixou a família com caixa. Mas com pouca disposição de colocar dinheiro em uma empresa inviável. Começou, então, um movimento de transferência de títulos para o grupo argentino Caras. Foram transferidos dez títulos (http://migre.me/uqLwz).

Mas os tempos são outros. Apesar da óbvia blindagem recebida do Ministério Público Federal no episódio Carlinhos Cachoeira, a transferência poderia configurar evasão fiscal. A família voltou atrás na estratégia e terminou aportando R$ 450 milhões, única maneira dos credores toparem o refinanciamento das dívidas (http://migre.me/uqLyY), mantendo com aparelhos os sinais vitais da empresa.

Por outro lado, a morte de Roberto Civita impediu que fossem feitos ajustes na linha da Veja. Apenas na véspera do fim, a família tomou medidas para tentar restaurar o jornalismo da revista, tarefa impossível: a revista tornou-se refém da malta que ajudou a criar.

Há, portanto, um ponto em comum entre os Civita e o governo Dilma que eles ajudaram a derrubar: o de fazer as mudanças necessárias com anos de atraso, e quando o desastre se tornou irreversível.

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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72 Comentários
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  1. serralheiro 70

    24 de julho de 2016 3:28 pm

    Adeus!

    Se é por falta de adeus, tchau, tchau, Não deixarão lembranças como o Pasquim.

  2. Francisco Andrade

    24 de julho de 2016 3:30 pm

    plantou o ódio e a parcialidade, …

    …  e a colheita é amarga, …. e inevitável …

  3. emerson57

    24 de julho de 2016 3:51 pm

    venda casada

    Passei pela banca e vi um saco plástico que vontinha uma revista da Abril (Óia) e um jornal estadinho.

    Pensei: Será que tem gente que compra? Deve ter. Para usar commo papel de embrulho de coxinha.

  4. Franklin Caetano de Freitas

    24 de julho de 2016 3:54 pm

    Torcida.
    Espero que todos os grupos ditos nacionais da velha midia vá a bancarrota. TV Globo e demais TVS também. Será melhor lidar diretamente com os estrangeiros. Até que se construa no futuro uma mídia nacional, estas que estão por aí não servem pra nada. Viva a Netflix, Google e o que mais vier.

  5. Ataíde Coutinho

    24 de julho de 2016 3:58 pm

    Dedos ou anéis?

    Segundo fontes bem informadas os irmaos já fizeram as contas e sairao dessa com muito dinpeiro ainda, nao veem a hora de se livrarem do imenso elefante branco que herdaram . . . 

  6. Junior Sertanejo

    24 de julho de 2016 4:00 pm

    So não venha me dizer

    So não venha me dizer caríssimo Editor,que o Caso de Veja,que considero o maior trabalho jornalístico dos últimos anos,não tem a ver com o “Bem Próximo do Fim” do detrito sólido de maré baixa,segundo o outro.

  7. Francisco de Assis

    24 de julho de 2016 4:05 pm

    Parágrafo gratuito – qual a necessidade de citar Dilma?

    Parágrafo gratuito – qual a necessidade de citar Dilma?

    “Há, portanto, um ponto em comum entre os Civita e o governo Dilma que eles ajudaram a derrubar: o de fazer as mudanças necessárias com anos de atraso, e quando o desastre se tornou irreversível.”

    1. Wagner

      24 de julho de 2016 4:24 pm

      Como sempre aliás!
      Como sempre aliás!

    2. Ricardo Cavalcanti-Schiel

      24 de julho de 2016 4:28 pm

      O pior cego…

      É incrível como tem gente que se incomoda tanto com o óbvio, com não querer vê-lo de jeito nenhum!…

      1. Francisco de Assis

        24 de julho de 2016 4:43 pm

        Não, meu caro imbecil

        Não, meu caro imbecil

        Concordo integralmente que Dilma fez mudanças com anos de atraso, quando o desastre se tornou irreversível. Só acho totalmente gratuito tentar fazer uma vinculação disso com a podridão dos Civittas, relatada na matéria. O mundo não é tão binário como você pensa, meu caro e óbvio imbecil.

        1. Jorge L. Pinto

          24 de julho de 2016 5:08 pm

          Sua resposta ao Ricardo é

          Sua resposta ao Ricardo é perfeita, mas chamá-lo de imbecil me faz pensar como as esquerdas continuam desunidas e o quanto as direitas são coesas e sempre unidas. Este rapaz tinha boas intervenções aqui antes do golpe, mas ultimamente anda mal humorado e ranzinza. Só comenta agressivamente e não tem acrescido nada de útil ao blog. Pena…

          Quanto ao “grupo” abril, já vai tarde. E de preferência para o inferno.

  8. CoutoCouto

    24 de julho de 2016 4:05 pm

    Esse fato não traz nenhum

    Esse fato não traz nenhum prejuízo à cultura e à boa informação no Brasil. Pelo contrário. Basta o estrago que fez.

  9. Dan Balan

    24 de julho de 2016 4:24 pm

    Para o bem do Brasil, seria

    Para o bem do Brasil, seria alvissareiro que os grandes monopólios de mídia quebrassem.

  10. Vixe

    24 de julho de 2016 5:10 pm

    Morre diabo!

    Morre!

  11. André Oliveira

    24 de julho de 2016 5:21 pm

    Nao entendi. A editora vai
    Nao entendi. A editora vai fechar, trocar de dono?

    1. Ivan de Union

      24 de julho de 2016 5:26 pm

      Pode ser um ou outro.

      O que se sabe eh que a editora esta tecnicamente quebrada e sem prospectos.

  12. Ivan de Union

    24 de julho de 2016 5:22 pm

    Quando vai ser a vez da rede

    Quando vai ser a vez da rede golpe?

    Bahonas Teixeira no “Cafezinho”, dia 20:

    “Midiática e mediúnica – Vidente da Globo faz golpistas anteciparem defesas”

    http://www.ocafezinho.com/2016/07/20/midiatica-e-mediunica-vidente-da-globo-faz-golpistas-anteciparem-defesas/

    Hoje, o medium vidente, na capa:

    Lauro Jardim: Odebrecht vai delatar presidentes estrangeiros

    Fica quase impossivel nao ver a propria PF atraz desses vazamentos!

  13. Miguel A. E. Corgosinho

    24 de julho de 2016 5:32 pm

    Vai para o lixo da história a

    Vai para o lixo da história a ideia de sistematizar na leitura da sociedade os fenômenos da mão invisível.

    As formas escritas nos ajudam a responder uma questão finita do papel na inscrição capitalista, na qual dois grupos hostis formam a matriz do país se transformando para a visualização dos detentores dos meios de produção. Considerando duas classes de alienação financeira (externa/interna), estamos na transição da plataforma da grandeza impressa passando seus números para o dinheiro digital.

    Falta ao país evoluir para informatização da economia, e se preparar para o fim do endividamento com moeda física.

    Põe-se uma segunda questão: a inépcia do sistema de estratificação do capitalismo americano.

  14. Miguel F

    24 de julho de 2016 5:44 pm

    Não leio nada mais da mídia

    Não leio nada mais da mídia impressa, não consigo mais assistir a qualquer informativo na TV brasileira, hj me informo apenas por blogs, jornais internacionais e páginas estrangeiras. Triste mas me sinto menos desinformado.

    1. Roberto S

      24 de julho de 2016 10:52 pm

      eu tambem

      quando vejo algo na tv, etc, sinto enjoo.

  15. Dja

    24 de julho de 2016 5:57 pm

    Dilma ta sim inclusa

    No texto, Dilma está sim inclusa, na medida que ela quis se disvincular da plataforma Lula (lembrar primeiramente do povo/ político nenhum vai realmente vai ser punido). Ela quis desinfetar a política, e simplesmente foi expurgada para sempre. Na leitura complexa de Nassif, ela não vai conseguir adesão suficiente dos senadores, porque nenhum desses que faltam, não confiaram em uma higienista, essa é a realidade – assim como nenhum empresário-político ou político-empresário confiam nos Civitas.

  16. GalileoGalilei

    24 de julho de 2016 6:43 pm

    Será?

    O Governo provisório de Michel Temer é altamente devedor da Abril, da Globo, da Folha e do Estadão.

    Será que se for confirmado o impedimento da Presidenta Dilma, a sua retribuição não viria a galope através do MEC e de milhares de assinaturas espalhadas por todo o Brasil? Para começar, pode ser injetada bastante verba de publicidade.

    E enquanto isso não ocorre, uma ação de respiração por aparelhos pode ser feita por intermédio de alguns governos estaduais tucanos.

    Experiência não lhes falta.

    A menos que o Nassif tenha algum dado mais recente não revelado no post.

  17. noctivagovago

    24 de julho de 2016 6:45 pm

    Faltou o cerne da questão
    Tanto o conceito de Mino Carta de que o Sr. Civita filho não se comparava ao Civita Pai. Algo com abajur, ou algo assim. Repete-se uma das duas tragédias brasileira. Raríssimas empresas continuam crescendo, após a barreira da segunda e terceira gerações, assumindo estas.

    Fenecem ( destino comum ) ou diminuem (exceção mais comum ). Raras crescem. A outra tragédia ( ao lado desta primeira: a de que os genes do empreendedorismo são pessoais e nunca hereditários ), a confusão entre a mão de obra dos administradores ( conservação de patrimônio ) e o empreendedorismo ( traço de criação de riqueza / patrimônio ) – coisas essencialmente, inda mais no Brasil atual, diferentes.

  18. Danilo Jorge Vieira

    24 de julho de 2016 7:15 pm

    Não só não fará  falta

    Não só não fará  falta nenhuma, como pode abrir espaço para o aprimoramento cultural da sociedade brasileira. O que esperar de um grupo liderado por um executivo que não vai além da cultura da “auto-ajuda”; ou que incorpora em seus quadros de comando nécios do tipo augusto nunes, reinaldo azevedo, mainardi, petry e gentalha da mesma estirpe? Globo, Folha e os defuntos Band e Estado despontam para o mesmo desfecho. Dizem que as crises são processos purificadores, pois então, vamos nos purificar…

    1. Naldo

      24 de julho de 2016 8:20 pm

      A TV curva de rio Band ta i
      A TV curva de rio Band ta i do pro vinagre também? E one os filósofos dali irão trabalhar!???

  19. Flavio Aguiar

    24 de julho de 2016 7:57 pm

    Abril

    Putz. Onde vou ler o Pato Donald? Foi a coisa mais importante que a Edtora publicou.

    1. Icarix Ace

      25 de julho de 2016 12:44 am

      Com certeza, foi a coisa mais

      Com certeza, foi a coisa mais importante, juntamente com o surgimento dos roteiristas, desenhistas e de toda a equipe que elaboraram as histórias brasileiras nos quadrinhos Disney, principalmente à partir da década de 1970!

      Bom, e se acabar a Abril?

      O lado bom desa história é que, provavelmente, será a Panini que irá publicar os quadrinos Disney!

      O lado ruim dessa história é que, provavelmente, será a Panini que irá publicar os quadrinhos Disney…

       

      P. S.: Só faltou falar de três das maiores burradas da Abril de todos os tempos: Achar que a Listel iria durar para sempre, A vida e o apogeu prematuro da Abril Music; a insistente sustentação da dívida crescente da MTV Brasil por uma década apenas por pura teimosia do Roberto Civita!

    2. Icarix Ace

      25 de julho de 2016 12:50 am

      Com certeza, foi a coisa mais

      Com certeza, foi a coisa mais importante, juntamente com o surgimento dos roteiristas, desenhistas e de toda a equipe que elaboraram as histórias brasileiras nos quadrinhos Disney, principalmente à partir da década de 1970!

       

      Bom, e se acabar a Abril?

      O lado bom desa história é que, provavelmente, será a Panini que irá publicar os quadrinos Disney!

      O lado ruim dessa história é que, provavelmente, será a Panini que irá publicar os quadrinhos Disney…

       

      P. S.: Só faltou falar de três das maiores burradas da Abril de todos os tempos: Achar que a Listel iria durar para sempre, A vida e o apogeu prematuro da Abril Music; a insistente sustentação da dívida crescente da MTV Brasil por uma década apenas por pura teimosia do Roberto Civita!

  20. bfcosta

    24 de julho de 2016 8:05 pm

    Esse post me fez lembrar da

    Esse post me fez lembrar da série Veja que Nassif começou a escrever 10 anos atrás. Desde então, leio ele diariamente.

  21. Rpv

    24 de julho de 2016 8:36 pm

    Empresas não produzem notícias, operam interesses.

    A notícia, no Brasil, não são os fatos relatados, quando são fatos o que está sendo narrado.

    A verdadeira notícia, é porque esses fatos e não outros estão sendo relatados; e por que estão sendo narrados dessa maneira.

    Essa é a VERDADEIRA notícia, ou seja, a notícia sobre os interesses da empresa noticiosa, de seus parceiros e seus adversários na sociedade, no mercado, no governo, no Judiciário, etc. 

    Lembrando que essa VERDADEIRA notícia é que irá influenciar a agenda nacional, bem como os tomadores de decisão, seja inibindo, mobilizando ou estimulando suas ações.

    Fazer jornalismo no Brasil é narrar e analisar os porquês das noticias e das “não-notícias”.

    Afinal, a mídia oligopolista não produz informações e análises, ela participa do mercado com fins comerciais, se valendo de “transmissora de conteúdo” para facilitar sua estratégia comercial, bem como inibir forças contrárias a seus interesses econômicos (uma vez que posa de meio imparcial de transmissão e análise de fatos de interesse público, sic).

    Portanto, devemos esquecer as notícias e nos preocupar em saber por que esses fatos e não outros (quais?) não viraram notíica. E também porque os fatos foram narrados dessa maneira. São realmente fatos, ou tem ilações no meio de sua narrativa. Caso positivo, por que, qual o interesse que está por trás disso.

    Fazer jornalismo, antes de tudo no Brasil é narrar e analisar a narrativa jornalistica de um mercado de mídia oligopolista. Aí está a verdadeira notícia a ser perseguida.

    Dissecar a notícia por trás da “notícia” é compreender a estratégia dos podderosos (ou da plutocracia, como queiram). Em suma, fazer isso é contribuir para a DEMOCRATIZAÇÃO DO PODER.

    1. RICARDO CASTRO MEIRA

      26 de julho de 2016 9:06 am

      Excelente comentário! Acho

      Excelente comentário! Acho que o grande salto que a pessoa dá na percepção e consciência da realidade em que vive é mudar do senso comum para o senso crítico. É incrível com coisas óbvias não são percebidas, compreendidas. Acho que a falta dessa consciência crítica é a grande responsável por vivermos  nesse “admirável mundo novo”.

      Peço permissão para retramiti-lo. 

  22. Big

    24 de julho de 2016 10:21 pm

    Só o fim não basta: são
    Só o fim não basta: são patifes, mentirosos, cafajestes, vendilhões, entregistas, americanófilos, matadores de futuro bom para o Brasil. Essa escumalha merece a cadeia, de preferência um presídio de segurança máxima.

  23. André Oliveira

    24 de julho de 2016 11:37 pm

    Será que o Temer não vai dar
    Será que o Temer não vai dar uma ajuda com o BNDES e protelar essa morte anunciada por mais um tempo?

    A crise não é só da Abril. Os outros grupos midiáticos estão também fazendo água.
    Mesmo os negocios dos Marinho estão em dificuldades. Faturam mais, a escala do negócio é maior, mas também gastam muito mais.

  24. João de Paiva

    25 de julho de 2016 12:29 am

    Que o fim da Abril realmente esteja próximo.

    Prezados,

    Espero que a morte anunciada da Abril  venha a se concretizar brevemente. Esse grupo de comunicação e essa editora, pelos diversos crimes cometidos, merecem ir à falência e encerrarem as atividades. Já vão tarde. Não farão a menor falta. 

  25. robertopivante

    25 de julho de 2016 1:22 am

    Já vai tarde. Que o diabo a

    Já vai tarde. Que o diabo a carregue para fazer fogo nas profundezas do indizível. 

  26. João Lima

    25 de julho de 2016 1:49 am

    Abril
    Antes tarde do que nunca!

  27. João Lima

    25 de julho de 2016 1:51 am

    Veja
    TCHAU, QUERIDA!

  28. Renato Lazzari

    25 de julho de 2016 2:06 am

    Seria melhor se as pessoas

    Seria melhor se as pessoas que operam o front dessa facção a que nosso anfitrião Nassif bondosamente chama de “direita” perdessem poder. Uma firma não é senão seus donos, sócios e administradores. Que, a propósito, nessa altura do campeonato, já devem ter cuidado de esconder seus dinheiros por aí, em alguma ilha paradisíaca. Além de terem, é claro, cuidado também para que as portas no Brasil não se lhes fechem: é moleza ganhar dinheiro por aqui para quem tem contatos.

    De que adianta fechar a Abril se as pessoas que a vem operando continuarem por aqui, livre, leves, soltas, cheias de dinheiro escondido nos mesmo bolsos em que trazem políticos golpistas?

  29. Marcos Antônio

    25 de julho de 2016 3:43 am

    Ha dinheiro sujo em todo

    Ha dinheiro sujo em todo lugar querendo ganhar notoriedade e honradez…

    Por isso acho difícil empresas que vendem OPINIÃO desaparecerem…

    Sem nem dinheiro sujo ou de governos corruptos salvam, é por que não presta para mais nada…

  30. Sergio R.G. Rodrigues

    25 de julho de 2016 4:03 am

    Editora Abril
    Contribuição


    Editora Abril

    Contribuição predatória ao empenho para o reaproveitamento dos materiais classificados como “descartáveis”: o lixo orgânico ainda não faz parte da reciclagem.

  31. Marcos K

    25 de julho de 2016 8:55 am

    O que atrapalha o Brasil é a

    O que atrapalha o Brasil é a medíocridade dos homens, disso não tenho mais dúvidas. Problemas todos os países tem, todas as sociedades tem, mas no Brasil é notória a falta de visão dos homens em geral e dos que detem o poder em particular. Não conseguem pensar em nada a não ser em satisfazer seus próprios egos e sua vaidade no tempo mais curto possível. Idiotas.

    A vida da Abril poderia ser diferente se tivesse feito as escolhas corretas e apostado no país, mas o preconceito, a burrice, o desprezo pelo país e a ingorância não deixaram. E olha, não foi por falta de qualidade, porque, olhando minha estante, sou obrigado a admitir o quanto a Abril, com suas maravilhosas coleções, influenciou a minha vida, quanta coisa boa fez…. Pena que para uns poucos privilegiados… Nunca pensou em como o mercado seria maior se as coisas fossem diferentes e tivesse visão menos elitista. Vai ser vítima da própria mediocridade. Bem feito!

  32. André W.

    25 de julho de 2016 1:24 pm

    Nassif, empresas de

    Nassif, empresas de comunicação, por seu caráter estratégico de formação da opinião pública e de interesse nacional tem suas concessões reguladas pelo Estado e participação extrangeira restrita. Neste caso uma empresa morta-viva como a Veja, com seus acionistas sem nenhum comprometimento com sua continuidade, não pode se tornar a mais danosa de todas? Sem nenhuma auto-regulação, sem compromisso com o país,  com a projeção que essa empresa tem ou já teve, seus gritos de agonia, que não são nada belos, apenas atrasam a retomada do desenvolvimento. O caso de falência de empresas mal geridas e que se entranharam promiscuamente com o Estado não é novo, vide a Varig. Não é o caso de “interditar” a Veja por irresponsabilidade civil?

  33. Maria Silva

    25 de julho de 2016 1:26 pm

    Também quero tirar uma casquinha …

    Que este tão anunciado fim chegue logo. A civilização agradece.

  34. cesarT

    25 de julho de 2016 2:08 pm

    Publicacoes de direita tem um

    Publicacoes de direita tem um consumidor cativo, outra vai tomar  seu lugar.

    1. José Luis Pereiraj

      25 de julho de 2016 2:26 pm

      A abjeta Época já tomou seu

      A abjeta Época já tomou seu lugar e assim permanecerá enquanto aguarda seu inevitável fim.

  35. WELINTON NAVEIRA E SILVA

    25 de julho de 2016 3:02 pm

    Dona Tecnologia e o capitalismo

    Dona Tecnologia é uma poderosa respeitada senhora, admirada por todos, mas compreendida por poucos, apesar dessa prodigiosa senhora estar dando seguidas e inconfundíveis provas que nada ficará de pé. Nada será como antes. Além do que, promete continuar botando no olho da rua, milhares e milhares de trabalhadores, braçais e intelectuais. Sem consideração alguma para com os trabalhadores, nem para com os ricos e bilionários, continuará  destruindo o polo consumidor mundial. Continuará, empurrando o sistema capitalista para a quebradeira final e irreversível.

    Os robôs domésticos já estão chegando ao mercado em algumas partes do mundo. Em mais cinco anos, estarão hábeis, inteligentes e habilidosos, capazes de substituir com grandes vantagens a maioria dos trabalhadores braçais.

    Quanto os trabalhadores intelectuais, também estarão no olho da rua aos milhares e milhares, em mais alguns anos. Com o acelerado desenvolvimento da inteligência artificial, em breve o computador estará apto para conversar com o ser humano. Apto para trocar ideias com o homem e com outros computadores. Apto a desenvolver a maioria dos projetos na área de engenharia, economia, contabilidade, administração, medicina, advocacia, arquitetura, etc.

     E, claro que a velha maneira de divulgar notícias impressas, construtivas, históricas, saudáveis, verdadeira e, mentirosas, distorcidas e cínicas(a grande mídia “livre”) não poderia passar desapercebida de Dona Tecnologia. O futuro da comunicação escrita já chegou. Já está na internet. Por outro lado, os governos fascistas e ditatoriais, a cada dia mais presentes em todo o mundo capitalista, terão maiores poder de censura e bloqueio de tudo que vá contra seus corruptos e entreguistas interesses.

    Por conta da inevitável falência do sistema capitalista em mais alguns anos, possivelmente para antes de 2030, a humanidade terá que passar para a economia socialista, ou ser extinta pela guerra nuclear. A escolha será nossa. Rezemos.

    1. Claudionor de Medeiros

      25 de julho de 2016 5:42 pm

      A dona Tecnologia tem uma

      A dona Tecnologia tem uma grande rival, a dona Pitonisa, que pautada nos achômetros tendenciosos, dá o prognóstico futuro de tendências.

  36. Hcmagalhaes

    25 de julho de 2016 4:01 pm

    ada pagará o prejuízo que deu ao país.

    Nada pagará o que estes bandidos deram de prujizo ao país, fazendo este lixo de comunicação e criando uma grande classe de desinformados idiotas coxinhas.

    Mas foram apenas mais uns dos bandidos da imprensa podre deste país. E touxeraqm o pior da imprensa internacional para o deleite dos idiotas.

    Pena que não pagarão pelos crimes que cometeram.

  37. ricardoaraxa

    25 de julho de 2016 4:37 pm

    Não seria o caso,o PT

    Não seria o caso,o PT organizar um pool de empresarios progressistas,e pedi-los para anunciar mais nos bogs de esquerda,na carta capital enfim,em qualquer orgão noticioso de pensamento pluralista.Estamos numa guerra.Vence quem melhor se comunicar com o povo.Chacrinha já dizia” Quem não se comunica se trumbica”

  38. Miguel A. E. Corgosinho

    25 de julho de 2016 4:40 pm

    O fato mais importante é que

    O fato mais importante é que este grupo de opinião se identifica como representante ideológico do governo golpista de Cunha que tirou uma presidenta da república honesta do comando da nossa democracia. 

    Temer trabalha como porta-voz das elites, com a violação de direitos sociais, e está destruíndo o patrimônio do país

    Salve, salve Dia 31/07, com muito mais intensidade do que a mídia dirigida para manobras, vamos ser unidos e fortes nas ruas, na luta, para combater o golpe. 

     

  39. Plínio J. V. Lins

    25 de julho de 2016 4:47 pm

    Disse pouco e disse tudo

    Em uma frase Nassif resume tudo:

    A imprensa brasileira é a maior ameaça à democracia brasileira e à estabilidade política e econômica do país.

    Isso é grave, dramático, horroroso.

    1. Lucinei

      25 de julho de 2016 10:56 pm

      … E isso com a acachapante

      … E isso com a acachapante negligência, negligência quase generalizada do “campo acadêmico”. Tudo acontecendo debaixo dos narizes dos “doutores” e eles dormindo…

  40. sergioa

    25 de julho de 2016 6:31 pm

    Já vai …..
     
    JÁ VAI? graças

    Já vai …..

     

    JÁ VAI? graças a deus.

    FIQUE MAIS UM POUCO ! deus nos livre

    Espero que em breve este maldito grupo apodreça de vez … e tomare que tenha alguma pendenga com alguém, que possa-lhes tirar judicialmente cada centavo que amelhearam.

    Isto vai ser a cereja do bolo.

  41. Jadir Rocha

    25 de julho de 2016 7:21 pm

    Veja, não dá para ler. 

    Veja, não dá para ler. 

  42. Jadir Rocha

    25 de julho de 2016 7:21 pm

    Veja, não dá para ler. 

    Veja, não dá para ler. 

  43. j.marcelo

    25 de julho de 2016 8:30 pm

    Que outras Editoras ocupem o

    Que outras Editoras ocupem o espaço por ela deixada de forma isenta e responsável e

    ajudem ao País crescer culturalmente, É A MINHA ORAÇÃO,AMÉM !!!!

  44. Miguel A. E. Corgosinho

    25 de julho de 2016 9:29 pm

    GRANDE ATO NACIONAL EM DEFESA

    GRANDE ATO NACIONAL EM DEFESA DA NOSSA DEMOCRACIA.

     Foto de Rodolfo Vasconcellos.
    CurtirAmeiHahaUauTristeGrr

    SEREMOS DEMOCRÁTAS ATÉ NA DITADURA JURÍDICA E MEDIÁTICA.

  45. Ben Alvez

    25 de julho de 2016 10:28 pm

    Já vai tarde.

    Já vai tarde.

  46. Schweinjäger

    26 de julho de 2016 2:26 am

    O balanço de 2015

    está no site do grupo. Patrimonio líquido negativo em decorrencia de prejuízos acumulados nos tres últimos exercícios. O ativo tem saldo considerável de imposto de renda e contribuição social diferidos, que conforme ênfase no parecer de auditoria depende de resultados positivos (lucros) futuros para sua realização. Geração de caixa operacional foi negativa em 2014 e 2015. Resumindo, há motivo para schadenfreud da maioria dos que aqui comentaram.

  47. Cláudio Freire

    26 de julho de 2016 12:12 pm

    Já vai tarde

    No dia em que essa editora de esgoto fechar as portas, vou comemorar muito.

    Não merecemos ter uma instituição tão golpista quanto essa em nossas vidas.

  48. Raí

    26 de julho de 2016 2:47 pm

    História ou Estória ?

    Nassif, impérios de mídia, ou “castelos de areia, são dissolvidos pelos ventos da modernidade, sempre que interesses menores, impedem a modernização, e isso ocorreu não muito distante tempos, com a Visão dos Maksoud, só prá citar um dos mais recentes.

    E a Abril, que já posou de imbatível e formadora de opiniões, apostou demais em revistas que nem os bares de periferia, usam pra substituir o papel higienico em seus sanitários, e radicalizou demais com a Veja, que de uma revista indispensável, virou um esgôto, que hoje, as bancas não querem mais, nem em consignação, e cujo número de assinantes, que esteve próximo de 1.5 milhões, hoje está em 1/3 disto, e num viéz de queda livre.

    Eles confundiram editorialismo e divulgação, com partido político, e não tiveram “eleitores” para mantê-los vivos, e vão parar inapelavelmente na lata de lixo da história, que costuma ser muito rígida com quem erra.

  49. Miguel A. E. Corgosinho

    26 de julho de 2016 7:28 pm

    Semelhante a um fogo

    Semelhante a um fogo purificador o governo Lula e Dilma, incrivelmente equilibrados na realidade presente da sociedade, reagiram contra os movimentos dentro dos mercados, nos quais os economistas tinham a grande ênfase dos intelectuais que fazem os desvios da mente comum.

    Nunca o Brasil poderia ter superado a história do capitalismo concentrado nos bancos privados e ficar de pé com crescimento estável invadindo o tempo, em detrimento da experiência de fracassos, á frente de outros períodos de planos econômicos.

    A partir de 2014 as pessoas não perceberam que de dentro do TCU se estava construindo os elementos para o impeachment de Dilma, e em voltaa do conceito dos bancos estatais criaram leis com conflitos de direitos opostos ao Estado.

    O Estado deve ter bancos com todo o nosso progresso, poupança de multiplicação e crédito, que são o princípio e meio de organizar os conceitos de valor aos fins dos individuos em torno da comunidade; ou entraremos e voltaremos  em um modelo custando a desconsideração do potencial e das necessidades da sociedade.

    O valor dos indivíduos é o único múltiplo que organiza a economia – um ser, três fatores quanto a comunicação do desenvolvimento: (TRABALHO, PRODUÇÃO, ADIÇÃO DE RESULTADOS NATURAIS DAS RIQUEZAS). 

    Volta querida!

  50. adonis freitas

    26 de julho de 2016 11:40 pm

    veja: “não compre. Se comprar

    veja: “não compre. Se comprar não leia. Se ler não acredite. Se acreditar…. relinche!!!!!

    1. sergioa

      28 de julho de 2016 11:13 am

      Ótimo bordão …
       
      Podemos

      Ótimo bordão …

       

      Podemos acrescentar outros para outros lixos midiáticos.

       

      DATAFOLHA entrega o resultado que você pedir!

      FOLHA não dá realmente para ler!

      ESTADÃO tem mais conteúdo … golpista e fascista.

      GLOBO os idiotas se veem por aqui!

       

  51. Serjão

    27 de julho de 2016 4:49 pm

    Se é por falta de adeus

    Adeus e até nunca mais!

  52. Frederico69

    28 de julho de 2016 10:50 am

    tchau odiada!

    realmente, ela sempre foi um lixo. PHA tem razão é um detrito.

    chegaram a conclusão de que o ramo editorial nunca foi o forte da famiglia!

  53. WELINTON NAVEIRA E SILVA

    28 de julho de 2016 12:25 pm

    Ora veja

    Por todo o grande mal que causou ao Brasil, divulgando mentiras, distorções e calúnias, já devia ter sido extinta. Já vai tarde!

  54. Maria Luisa

    29 de julho de 2016 1:01 pm

    Se é por falta de adeus, até logo, até logo!

    A Veja era a revista que desde a adolescência lia todo domingo pela manhã, tradição em casa. E da Abril éramos assinantes ha muitos anos de algumas de suas revistas. Hoje meus pais não assinam mais nada da Abril nem o jornal Folha de S. Paulo de qual eram assinantes desde o inicio dos anos 90. A imprensa escrita em casa, praticamente, acabou. E não foi apenas pelo advento da internet. Meu pai e minha mãe não suportaram à guinada à ultra-direita, como meu pai diz, da Veja. P

    E tal qual a Abril, fica o grupo Globo que resolveu também pegar o mesmo caminho da partidarização escancarada. Guardada as diferenças de taille, o Grupo Globo ainda descera a mesma ladeira da Abril.

  55. Miguel A. E. Corgosinho

    29 de julho de 2016 10:51 pm

    Abril dá adeus e golpistas dão pré-sal ao mercado

     

    Desmonte da Petrobras: golpistas vendem 1º campo de pré-salFoi anunciada na madrugada desta sexta-feira (29) pela Petrobras a venda da participação na exploração do pré-sal no campo Carcará, na Bacia de Santos, à…CAUSAOPERARIA.ORG.BR   

     

  56. Hell Back

    30 de julho de 2016 4:17 am

    Quando essa editora fechar

    Quando essa editora fechar as portas o Brasil estrá livre para se desenvolver cmo uma nação plural.

  57. Celso Augusto Rusig

    30 de setembro de 2017 10:34 am

    Leitores
    Um fator que não foi abordado na reportagem é o fato de que no Brasil, quem lê, em sua maioria são pessoas de esquerda ou no minimo progressistas.
    Uma vez que este tipo de leitor não vê confiabilidade no veiculo de midia apresentado, ele para de consumi-lo.
    As pessoas de direita e fascistas odeiam textões. Só absorvem informações chapadas e panfletarias.
    Eu cancelei a assinatura da Veja e da Folha quando elas apoiaram as borrachadas do Erasmo Dias e do Maluf nos metalurgicos do ABC.

  58. Celso Augusto Rusig

    30 de setembro de 2017 10:36 am

    Leitores
    Um fator que não foi abordado na reportagem é o fato de que no Brasil, quem lê, em sua maioria são pessoas de esquerda ou no minimo progressistas.
    Uma vez que este tipo de leitor não vê confiabilidade no veiculo de midia apresentado, ele para de consumi-lo.
    As pessoas de direita e fascistas odeiam textões. Só absorvem informações chapadas e panfletarias.
    Eu cancelei a assinatura da Veja e da Folha quando elas apoiaram as borrachadas do Erasmo Dias e do Maluf nos metalurgicos do ABC.

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