4 de junho de 2026

O combate ao crime e as táticas de mobilidade

Por xacal

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Comentário ao post “A tática de guerrilha do crime organizado

Meu caro,

Está se vendo que você não entende NADA ou pouco de combate a criminalidade, e medidas de exceção(controle e prevenção) aliadas e táticas de mobilidade:

1- As barreiras não são estáticas: viaturas e motocicletas movem-se com apoio aéreo;

2- As unidades descaracterizadas (aí é preciso usar a polícia civil), depois do mapeamento prévio através das manchas criminais, elaboram os pontos de monitoramento a aproximação dos coletivos, com viatiras ostensivas em outros quadrantes mais afastados;

3- Os ônibus podem ser dotados de GPS, e com o percurso previamente georeferenciado, podemos mobilizar as patrulhas mais próximas assim que o percurso for interrompido por mais tempo que o normal, salvo nos casos das retenções já previstas no trânsito, sob monitoramento da CET.

4- Pelo estudo estatístico, verão que os ataques obedecem a uma lógica geográfica ou não(aleatória);

5- Enfim, os cercos obedecem a uma coordenada sobreposição de perímetros(nas bordas para os centros dos bairros mais afetados), com as patrulhas tático-móveis em deslocamento contínuo para “empurrar” os suspeitos até as barreiras;

6- E por derradeiro: não há outra forma de controlar os ataques sem restrição a direitos ambulatórios, lembre-se que no furacão Sandy a prefeitura PROIBIU o trânsito de carros com uma pessoa apenas, para suprir ou minorar os problemas de circulação das pessoas. Então, é preciso o cidadão de “bem” entender que a supressão é uma exceção(e não a regra)para solucionar um problema que afeta a todos. Quem não obedecer, reboque e multa, sem prejuízo de responder pela desobediência.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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