4 de junho de 2026

O lançamento do documentário Cuíca de Santo Amaro

Lançamento do filme do comentarista do blog, Josias Pires, sobre a obra de Cuíca de Santo Amaro.

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Do blog Cuica de Santo Amaro

Longametragem Cuíca de Santo Amaro abre Cine Futuro nesta sexta (9)

Depois do Rio de Janeiro, São Paulo, Luanda, Angola, e Porlamar, Venezuela, o filme Cuíca de Santo Amaro será lançado em Salvador, nesta sexta-feira (9), na abertura do Cine Futuro, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, em duas sessões, às 20h e 21h30min. Antes, às 19h, será lançado, no mesmo local, o livro “A Verve de Cuíca”, patrocinado pela Fundação Pedro Calmon.

Sinopse do filme:

Na Cidade da Bahia de Todos os Santos dos anos 40 e 50 Cuíca de Santo Amaro atenta contra o pudor e brada contra a hipocrisia, revela em praça pública segredos de alcova e trapaças de ricos marreteiros. É o cronista social. Nada lhe escapa: o custo de vida, os crimes mais comoventes, manobras dos líderes da II Guerra Mundial. Suas histórias não raro obscenas vendem como caninha nas feiras de Salvador e do Recôncavo da Bahia. Transformado em personagem dos escritores Dias Gomes e Jorge Amado e de filmes de Roberto Pires e Anselmo Duarte, Cuíca deixa atrás de si um rastro de polêmica.  “Comigo não tem bronca”, garantia. É a versão popular do boca de brasa, o Gregório de Mattos sem gramática.  Herói e anti-herói. Trovador reporter. O maior comunicador que a Bahia já teve. É um performer antes de Salvador virar metrópole.

A Verve de Cuíca – Este é o título do livro publicado pela Fundação Pedro Calmon, da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult), por iniciativa do seu presidente, o professor, escritor, historiador Ubiratan Castro. O livro reúne 20 “livrinhos de histórias” escritas pelo poeta popular, o trovador repórter Cuíca de Santo Amaro; e um texto do escritor paulista Orígenes Lessa que relata encontro com o vate baiano na parte alta do Elevador Lacerda, ocorrido no dia 10 de junho de 1955.  O texto de Orígenes Lessa foi a fonte de inspiração para serem criadas as cenas animadas da abertura do filme.

Leia texto do cineasta Fernando Belens sobre o filme: 

http://cadernodecinema.com.br/blog/cuica-de-santo-amaro/ 

Leia texto de Josias Pires sobre o filme 

http://cadernodecinema.com.br/blog/o-vies-do-personagem/ 

Veja entrevista dos diretores do filme ao programa da TVE Bahia Soteropolis 

http://cuicadesantoamaro.blogspot.com.br/2012/08/cuica-de-santo-amaro-no-soteropolis.html 

Veja o site do filme: 

http://www.docdoma.com.br/cuicadesantoamaro/

Os Diretores do Filme

Josias Pires

Jornalista e cineasta. Diretor da série de documentários da TVE-Bahia “Bahia Singular e Plural”, realizando atividades de produtor, pesquisador, roteirista e diretor de TV (junho 1998/ fevereiro 2004) dos seguintes documentários televisivos de 30 minutos, que registram festas, folguedos e rituais populares, veiculados para todo o país pela TV Cultura.

Joel de Almeida

Historiador e cineasta. É um dos principais documentarista baianos na atualidade. Já realizou cerca de 20 documentários desde a década de 80, quando iniciou sua trajetória profissional no cinema.

FILMOGRAFIA de JOSIAS PIRES

– As Burrinhas da Bahia (1999)
– Ternos e Folias de Reis (1999)
– Folias de Negros (1999)
– Mastros Sagrados e Profanos (2000)
– Caretas e Zambiapunga (2000)
– Chegança de Mouros (2000)
– Lutas de Cristãos e Mouros (2000)
– Caboclos da Festa do Divino (2000)
– Cantos de Trabalho (2001)
– Marujada (2001)
– Bumba-meu-boi (2001)
– Índios do Sertão (2002)
– Dança de São Gonçalo (2002)
– Reisado Zé de Vale (2002)
– Festa de São Roque (2003)
– Cosme e Damião – Os Santos Gêmeos (2003)

Pesquisador e co-roteirista do documentário da TVE-Bahia 
“Quixabeira – da roça à indústria cultural” (1998).

FILMOGRAFIA de JOEL DE ALMEIDA

2007 – XISTO BAHIA – ISTO É BOM, curta metragem, ficção, 35 mm. O projeto é resultado do edital de 2005/06, promovido pela Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia (em fase de produção).

2003 – PENITENTES DO MÉDIO SÃO FRANCISCO, vídeo documentário, média metragem. Resultado do edital 
promovido pela Secretaria do Estado da Bahia em 2004.

2003 – HANSEN BAHIA, curta metragem, 35mm, resultado da terceira seleção de projetos para a produção de curta metragem, patrocinado pela PETROBRAS. Prêmios Quanta e Aruanda, na XXX Jornada Internacional de cinema de Salvador; Menção honrosa e Troféu APCNN (Associação dos Profissionais em Cinema no Norte e Nordeste), no 14º Cine Ceará; Menção Honrosa no Primeiro Festival de Cinema de Belém-Pará.

2002 – CALUMBIS, PÍFANOS E ZABUMBAS, vídeo documentário com 25 minutos de duração, resultado de edital promovido e patrocinado pela Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia.

2001 – RESISTÊNCIA DO SONHO, vídeo com 25 minutos. Ganhador do prêmio de melhor produção baiana na XXVIII Jornada Internacional de Cinema e Vídeo da Bahia.

1999 – PRETO NO BRANCO, vídeo documentário. O vídeo ganhou Menção Honrosa no Quarto Cine-Vídeo de Curitiba / PR; Melhor vídeo documentário e melhor vídeo nacional no XXIII Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão.

1994/98 – Realização do episódio PENITÊNCIA, integrante do longa metragem OS SETE SACRAMENTOS DE CANUDOS, produzido pela ZDF Canal 2 de Televisão da Alemanha. Prêmio de Melhor Vídeo e Melhor Direção no VII Cine Ceará; Melhor Vídeo do Festival dos Festivais no III Festival de Curitiba; Melhor Direção no III Vídeo Terra de Brasília; Prêmio Quanta de Melhor Produção Baiana na XXV Jornada Internacional da Cinema e Vídeo da Bahia; Menção Honrosa no Mostra do Filme Livre 2005.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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