3 de junho de 2026

A Economia Verde e a Mudança de Paradigma

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Comentários ao32° Fórum de Debates Brasilianas.org e sobre o post do NassifOs desafios do meio ambiente.

No evento do 32° Fórum de Debates Brasilianas.org, se discutiu a Economia Verde, na fala de início do Fórum, o Nassif discorreu sobre “a nova função dos jornalistas, ou do jornalismo, ser um mediador, não o dono da informação, mas agregar as informações dos especialistas”, ou seja, condensando as palavras dele, “Renovação de Conceitos”.

Renovação de conceitos, nos remete a reformulação de perguntas, a frase “Economia Verde” é a ponta do iceberg de um novo paradigma que está sendo construído, é a (Des)Construção do conceito da (Pos)Modernidade dos últimos séculos, como diz Elmar Altvater, “A primeira revolução prometeica, domesticara o fogo, a segunda revolução prometeica, foi a máquina a vapor”. Agostinho da Silva, que nos anos 1940, fugindo da ditadura de Salazar de Portugal, criou a primeira casa com estilo de vida hippie no Rio de Janeiro, bem antes que os movimentos europeus e americanos (anos 60 e 70) se espalhasse pelo mundo, casa freqüentada por Murilo Mentes, Oswald de Andrade, entre muitos outros, diz ele em seu documentário, “O mundo chamamos nós aquilo que entendemos do universo”.

As novas perguntas e apostas, de quem tem longa trajetória, como Ignacy Sachs, ele participou da primeira Conferencia sobre o meio ambiente em Estocolmo, 1972, em seu novo conceito, ele diz que estamos entrando na “Civilização da Biomassa” – Amazônia – laboratório das biocivilizações do futuro:

O Brasil possui condições objetivas para entrar no caminho de um desenvolvimento socialmente incluso e ambientalmente sustentável, assim como desempenhar um papel político de liderança entre as terras de boa esperança. Entretanto, será o processo político que decidirá que o Brasil irá aproveitar esta oportunidade e eu não tenho como prever esse resultadoSACHS, Ignacy. N˚1, IPEA, 2009.

O Nassif faz um apanhado de boas questões da primeira parte da apresentação de Sérgio Margulis, vamos pular o lamentável erro conceitual e gafe do título apresentação, mas ao olhar com uma lupa, “olhar, ver e reparar”, como dizia os gregos antigos, Assis Ribeiro observou e fez à crítica em seus comentários sobre a frase polêmica de Sérgio Margulis, “o desmatamento na Amazônia é fruto dos pequenos produtores”. Trata-se do viés quase imperceptível do agiornamento vividos na caverna do Banco Mundial, que está longe da “Caverna de Platão da ‘República’”, longe no tempo, no espaço e principalmente, no conceito.  Amyra El Kharalili formulou a pergunta, “Sustetabilidade: A sinceridade nisso?”, Rodrigo C. A. Lima (ICONE), formulou outra, “O que é desenvolvimento sustentável?

Bruno Latour fez o seguinte questionamento em 2008:

 “O que quer dizer mudança climática (Aquecimento Global)? É a reflexão da modernização (pos-moderniade), estúpido!” (So what is climate change all about? ‘It’s reflexive modernization, stupid!)

 

O sociólogo Ulrich Beck formulou outra pergunta, partindo de Bruno Latour:

Como criar uma modernidade verde?” (How to create a greening of modernity?)

 

Entre suas teses (oito), tradução livre da terceira tese :

“As desigualdades sociais e o Aquecimento Global (Mudança climática), são as duas faces da mesma moeda. Não podemos mais conceitualizar as inequalidades e  o Poder sem levar em conta as mudanças climáticas, e não podemos mais conceitualizar as mudanças climáticas sem levar em conta os impactos das desigualdades sociais.

 

(Third thesis: Social inequalities and climate change are two sides of the same

coin. One cannot conceptualize inequalities and power any longer without

taking the consequences of climate change into account, and one cannot

conceptualize climate change without taking its impacts on social inequalities

and power into account).

(Fourth thesis: Climate change exacerbates existing inequalities between the

poor and the rich, between the centre and the periphery – but simultaneously

dissolves them. The greater the planetary threat, the less the possibility that

even the wealthiest and most powerful will avoid it. Climate change is both

hierarchical and democratic. Climate change is pure ambivalence: it also

releases a ‘cosmopolitan imperative’: cooperate or fail! This could be

translated, transcreated in reinventing green politics.)

 

Bertha Becker, em abril de 2004, IEA-USP: “Geopolítica da Amazônia”: (…) “O que é o protocolo de Kyoto se não o mercado do ar?”:

(…) “Observa-se um processo de mercantilização da natureza. Elementos da natureza estão se transformando em mercadorias fictícias, usando a expressão de Karl Polanyi, em seu livro A grande transformação. Fictícias por quê? Porque elas não foram produzidas para venda no mercado – o ar, a água, a biodiversidade. Mas, no entanto, através desta ficção são gerados mercados reais e isto se deu, como Polanyi mostra muito bem, no início da industrialização, quando terra, dinheiro e trabalho foram transformados em mercadorias fictícias, gerando mercados reais.

O que é o protocolo de Kyoto se não o mercado do ar? É a tentativa de estabelecer cotas de emissão de carbono nos países fortemente industrializados e poluidores em troca de manutenção de florestas em países com elas dotadas. O mercado do ar é o mais avançado. Em outras palavras, esses mercados reais tentam se institucionalizar em fóruns globais, o que também é uma vertente nova dentro do Direito Internacional.

Não é fantasia o fato de que está em curso na Amazônia a transformação de bens da natureza em mercadorias.” Bertha Becker, ESTUDOS AVANÇADOS 19 (53), 2005 p. 77, Conferência IEA-2004.

Bertha Becker, a Amazônia e o projeto ARPA: (…) “Portanto, a Amazônia terá, em breve, mais de 30% do seu território em áreas protegidas, uma área equivalente ao território da Espanha” (Becker, Conf. IEA – 2004, p. 80).

Gostaria de inserir, adicionar partindo da análise dos três grandes eldorados globais, de Bertha Becker (Geopolítica da Amazônia, 2004, IEA-USP), mais um eldorado, a África:

Há quatro grandes eldorados naturais no mundo contemporâneo: a Antártida,  que é um espaço dividido entre as grandes potências; os fundos marinhos, riquíssimos em minerais e vegetais, que são espaços não regulamentados juridicamente; o continente africano, a África de riquezas imensas; e a Amazônia, região que está sob a soberania de estados nacionais, entre eles o Brasil.”

Fui fazer uma pequena pesquisa para saber de qual “caverna” saiu Sérgio Margulis, de onde vem seu alinhava no espectro político-econômico-social abaixo do equador, ele não é único, tem muitos alinhados com sua tese, e no governo como ele, a tese da ciência do medo, a ciência do terrorismo, o discurso na qual os mais ameaçados são os pobres (uma indução que os pobres são os culpados), isso ficou claro em sua apresentação.

Achei uma pérola, vídeo da CPFL Cultura, Invenção do Contemporâneo: A economia do aquecimento global – perspectivas do Brasil – Sérgio Margulis (Publicado em:09/04/2009 às 11:18:53), ele diz aos 44 min., não poderia ser mais original:

(…) “eu sou somente mais um ignorante do banco mundial tentando aprender e fazer conta como um desesperado,...”

Ignacy Sachs – A crise e a aposta de Ignacy Sachs para a Rio-2012: (…) “Infelizmente, há muita gente que pensa de forma malthusiana. Tive uma discussão desse tipo com o oceanógrafo Jacques-Yves Cousteau; Lovelock também pensa assim.” (Carlos Nobre, um neomalthusianismo?Postado por Oswaldo Conti-Bosso em 8 setembro 2011 às 17:00).

Novas perguntas nos levam a antropofagia oswaldiana, “Tupy or not tupy , that is the question”. E também a Aldir Blanc, “Querelas do Brasil”: “O Brasil, não conhece o Brasil, O Brasil, nunca foi ao Brasil,…, O Brasil, não merece o Brasil, O Brasil, tá matando o Brasil,…,  Do Brasil S.O.S. ao Brasil, Do Brasil S.O.S. ao Brasil, …,”. Acrescento: O Brasil S.O.S. ao Brasil, ao mundo e a PQP.

A questão secular da geopolítica mundial: “Quem vai controlar o mundo e sob quais condições

 

Segundo o Antropólogo, Antonio Carlos Diegues (2008, O MITO MODERNO DA NATUREZA INTOCADA), o MODELO de áreas nacionais protegidas (vazias, sem povos), nasceu nos EUA, meados do século XIX, e se constitui na principal estratégia do país (EUA e Europa) para conservação da natureza, e são largamente utilizadas nas políticas conservacionistas pelos países do terceiro mundo. Parte da ideologia preservacionista subjacente ao estabelecimento dessas áreas protegidas está baseada na visão do homem como necessariamente destruidor da natureza, devido ao contexto de rápida expansão urbano-industrial dos EUA. Esses espaços, essas áreas naturais protegidas se constituíram em propriedades públicas.

Mas os EUA, o principal articulador, financiador e promotor dessa política no mundo, têm hoje, menos de 2% de seu território preservado em áreas protegidas e a Europa menos de 7%, enquanto os países do terceiro mundo, que detêm a grande maioria das áreas preservadas, na qual os povos que sempre viveram no campo, são expulsos das florestas (idem).

Nos anos 60, havia 2.000 áreas protegidas no mundo, em 2008, chegou em 108.000, representando cerca de 12% da área do planeta, ou 20 milhões de quilômetros quadrados, área essa maior que o continente africano. No período foram expulsos das florestas, entre 10 a 14 milhões de pessoas, principalmente África e Ásia (idem).

No Brasil em 1985, as áreas protegidas eram de 15 milhões, 2007 passou para 130 milhões, 15, 2% do território nacional e 20% da Amazônia, com implicações ecológicas, sociais, culturais e geopolíticas (idem).

Diegues diz que a simples transposição desses espaços vazios, “neomitos” (a natureza selvagem intocada), na qual não é permitido moradores, entrou em conflito com a realidade dos países tropicais, cujas florestas são habitadas por povos indígenas e tradicionais (ribeirinhos, pescadores, artesanais, extrativistas), que tem modos de vida diferentes da urbano-industrial. A natureza em estado puro não existe mais, as regiões naturais apontadas pelos biogeógrafos usualmente corresponde a áreas manipuladas pelos homens. Essas populações conhecem a natureza e os ciclos biológicos, têm dependência dos ciclos naturais, e dos ciclos de vida.

Fica claro aqui, que não se trata apenas de preservação e “conservação do mundo natural”, como dizem, pois se são importantes para o terceiro mundo, não são para eles próprios. Na globalização desenfreada, há uma corrida pelas riquezas das áreas do planeta, nitidamente, os países do terceiro mundo.

Diegues, no livro, “A ecologia política das grandes ONGs transnacionais conservacionistas”, 2008, desnuda a imagem de “bons rapazes globais” por terem as ONGs, construído a credibilidade de serem “mais confiáveis, não corruptas e eficazes”. Nas últimas três décadas, as principais ONGs globais, com arrecadações de recursos milionários, junto a USAID e multinacionais, atuam da mesma forma que as estruturas de grandes empresas, são elas: CI (Conservation International), presidida por Russel Mittermedier; TNC (Nature Conservancy); WCS (Wildlife Conservation Society); WRI ( World Resources Institute) e WWF (World Wildlife Fund).

As experiências,…, relatadas e a presença das Três Grandes ONGs transnacionais no Brasil- WWF, CI e TNC- sugerem a necessidade de um estudo mais aprofundado sobre seu papel no mundo globalizado da conservação da natureza. Essa coletânea foi baseada em estudo mais amplos e gerais feitos fora do Brasil, porém importantes para se entender como funcionam esses grandes ONGs da conservação.

Os estudos sobre as atividades dessas organizações não-governamentais são raros ou mesmo inexistentes no Brasil, apesar de sua importância no cenário conservacionista brasileiro e em outros países tropicais.

Esse debate precisa ser iniciado no Brasil, sem xenofobismos de qualquer natureza, visando avaliar os objetivos, estratégias e práticas dessas grandes ONGs conservacionistas e seus impactos sobre as políticas públicas no setor da conservação da natureza.

Alguns aspectos globais e internacionais das estratégias dessas mega-organizações foram analisados por distintos especialistas nesta antologia e merecem destaques….” (DIEGUES, p. 14).

 

O antropólogo, com longa experiência, demonstra cabalmente a influência dessas grandes ONGs nas políticas ambientais de instituições governamentais, mesmo no Brasil, grande capacidade de arrecadação junto a Órgãos multilaterais, como Banco Mundial e corporações multinacionais e suas vinculações, promotoras de seminários com a participação de autoridades de governos, promoção de treinamentos para os verdes encastelados nos órgão oficiais dos governos e ONGs locais.

O projeto ARPA- Áreas Protegidas da Amazônia (WWF e Banco Mundial): Iniciativa que previa ampliar, aumentar áreas protegidas na Amazônia em 10% até 2010.

(…) “Portanto, a Amazônia terá, em breve, mais de 30% do seu território em áreas protegidas, uma área equivalente ao território da Espanha” (Becker, Conf. IEA – 2004, p. 80).

 

Denuncia Diegues, não é uma denúncia vazia (como tenho lido em diversos livros):

(…) “envolvimentos de ONGs em compra de terras, usando ONGs locais, como intermediárias”, (…) “não há linhas especificas de financiamento para as pesquisas de caráter sociológico como ocorre para as ciências naturais”,  (…) influência das grandes ONGs sobre os modelos de ciência da conservação hoje usado no país, (…) Há necessidade urgente das universidades e institutos de pesquisas dos países tropicais em desenvolver modelos de conservação que, além de eficazes, sejam democráticos, participativos, levando em conta os interesses das comunidades locais”. 

           

A nossa elite (“elite branca e burra”, Claudio Lembo, Gov. de SP, 2006), que nunca teve necessidade de uma nação,

(…) “Não é casual o fato de que a intelectualidade brasileira esteja há 150 anos se debatendo, sem sucesso, na tentativa de formular um conceito e um projeto de nação que pudesse dar conta dessa aparente “desconjunção” brasileira, enquanto o “país real” dos donos do poder e da riqueza expandia-se, de forma cíclica mas continuada, através das portas abertas pelo liberalismo internacionalizante e de costas para o povo. Na verdade, este “país real” nunca precisou da ideia de nação e sua vontade política dirigente nunca apontou efetivamente para a “construção de um sistema de decisões e produção capaz de definir e hierarquizar por si mesmo objetivos coletivos ou nacionais.” (Celso Furtado e o Brasil, FIORI, p. 54, 2000).

 

 Essa elite, branca e verde, que “nunca precisou da ideia de nação”,  está fazendo muito mal ao país também com políticas de cima para baixo, dos interesses da elite global ao sabujos da elite tupiniquim e os verdes, “verde, verde, verde de marre deci”, e isso precisa ser revisto, e analisado.

 

“Esse debate precisa ser iniciado no Brasil, sem xenofobismos de qualquer natureza, visando avaliar os objetivos, estratégias e práticas dessas grandes ONGs conservacionistas e seus impactos sobre as políticas públicas no setor da conservação da natureza.” A. C. Diegues.

 

O Brasil não conhece o Basil:

A história da produção de energia pela biomassa, bioenergia brasileira, desde os anos 70, faz sentido com nossa história do pós-guerra sobre energia, vejamos.

O Brasil, o mundo e as diferenças de apostas. No período pós 45 até anos 60, início dos anos 70, a aposta do mundo continuou sendo a mesma do fim do século XIX e início do século XX, combustíveis fósseis, o preço do barril de petróleo era de centavos de dólares à época, mas a opção do Brasil não seguiu a estratégia global, apesar dos preços baixos do ouro negro, dentre os motivos, figura que não tínhamos petróleo, a Petrobrás era embrionária, e a dependência de energia externa era questão de segurança energética nacional, diante do quadro, a aposta do Brasil, o caminho trilhado foi à exploração do potencial da energia hidroelétrica para suprir a necessidade de eletricidade industrial, comercial e residencial, decisão na contramão do mundo, mas solução certeira para o país, pois éramos (e ainda somos) um país de grande potencial hidroelétrico, o nosso caminho foi a construção de usinas hidroelétricas, o desenvolvimento e fortalecimento da engenharia e do corpo técnico nacional.

Nos anos 70, frente à crise mundial dos preços do petróleo, a aposta feita pelo Brasil nos anos 70, o Pró-Álcool, se não uma aposta no escuro, certamente tem seu valor intrínseco, creio que ainda pouco reconhecido e valorizado, mesmo entre nós, talvez pelo constrangedor uso do ‘quepe’ no período de nossa história.

Mas o fato é que, há décadas fomos os pioneiros, se não os descobridores, fomos os desbravadores, o primeiro ‘laboratório global’ em escala, para o desenvolvimento de energia alternativa, renovável e sustentável, aposta inquestionável anti a cri$e dos fósseis, demonstrando na prática a viabilidade da alternativa ao mundo, mas a história que esta sendo escrita, pela lógica do sistema econômico hegemônico, é como dantes no quartel de Abrantes: Colombo descobriu essas terras, Américo Vespúcio a inventou.

Colombo e a aposta no escuro no seu tempo. Contrariando o bom senso da época, não navegou para o sul, foi para o oeste para chegar aos mares das índias, em busca de especiarias, mas no meio do caminho tinha uma pedra (Drummond):

“No meio do caminho tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra

no meio do caminho tinha uma pedra….”

 

Colombo descobriu essas terras e morreu pensando que tinha chegado na Índia, portanto não decifrou o enigma. Foi Américo Vespúcio quem inventou essas terras, dando-lhe seu nome e sentido: a América e o novo mundo.

Em evento no IEE-USP, 15 de outubro de 2012, “Susteinable e Bioenergy”, o pesquisador americano, Lee Lynd, defendeu que o Brasil deveria assumir a liderança e exercer o ppael de líder do mercado global de bioenergia, mas o Sr. Oswaldo Lucon, Assessor de Mudanças Climáticas da Secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, defendeu que o EUA é que deveria assumir a liderança e exercer esse papel global, foi acompanhado por figuras da academia presentes no evento, parte dos nossos doutores e Phds, da USP, da UNICAMP, FAPESP. É impressionante a nossa canalhice, a nossa não, vírgula, a canalhice dessa elite estamental e intelectual. Somos uma sociedade primária, porque nossa elite estamental e intelectual é primária, predatória, vil, o próprio espírito de vichy francês, entreguista, covarde e canalha. 

 

A intelectualidade bras.: “Alunos forever”, verde e medíocre

Caros geonautas,

O 32° Fórum de Debates Brasilianas.org, ontem, que discutiu a “Economia Verde”, foi um momento de colocar os “pingos nos is” para mim, de cair na realidade e deixar de ser sonhador, ilusionista (otário?), além de deixar-me arrasado.

Fui buscar em meus arquivos, um email que enviei em 2003 aos amigos, com um pequeno comentário, seguido do artigo de Paulo Nogueira Batista Jr, ontem eu conheci mais alguns brasileiros e “Alunos forever“:

“Caros amigos
Esse texto do Paulo Nogueira B. Jr., diz bem o que a elite 
intelectual econômica, financeira, empresarial e política foi 
e continua sendo: “Colônia”.
Saudações do “império decadente para ….,”

BATISTA JR., Paulo Nogueira. Alunos forever. Folha de S. Paulo, São Paulo, 4 de set. 2003. Caderno B, p.2.

Alunos forever
PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.

 

 A crise e a aposta de Ignacy Sachs para a Rio-2012

BBC: Alta Ansiedade – Mat. do caos e Aquec. Global (2008)

 

Redação

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