Os sete principais candidatos à Prefeitura de São Paulo arrecadaram quase seis vezes mais no segundo mês de campanha. Foram R$ 21,7 milhões em doações eleitorais entre agosto e o último dia 2, data limite para a entrega da segunda prestação de contas à Justiça Eleitoral.
No primeiro mês de campanha, que teve início em 6 de julho, foi declarado uma receita de R$ 3,7 milhões pelos sete principais candidatos.
Os números constam na 2ª prestação de contas eleitoral, disponível a partir desta quarta-feira (5) no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com dados de todo o país.
Líder nas pesquisas, Celso Russomanno (PRB) é o quinto candidato em gastos e receita de campanha, atrás de Fernando Haddad (PT), José Serra (PSDB), Gabriel Chalita (PMDB) e Paulinho da Força (PDT).
A campanha em São Paulo já consumiu R$ 23 milhões em despesas dos sete candidatos mais bem colocados nas pesquisas.
Haddad é que mais declarou gastos, com R$ 16 milhões. José Serra (PSDB), declarou ter gasto até o momento apenas R$ 809 mil, mas o Comitê para Prefeito do PSDB apresentou gastos de R$ 7,5 milhões. No entanto, a Justiça Eleitoral não exige que seja especificado o valor gasto pelo comitê com a campanha do candidato.
Russomano diz ter gasto R$ 785 mil, contra R$ 4,1 milhões de Gabriel Chalita (PMDB) e R$ R$ 859 mil de Paulinho da Força. Soninha Francine (PPS) declarou ao TSE R$ 3 mil em despesas de campanha, e Carlos Giannazi (PSOL), R$ 23 mil.
Os candidatos que mais declararam receitas de campanha foram Haddad (R$ 10 milhões) e Serra (R$ 8 milhões). Russomanno arrecadou R$ 785 mil.
Chalita declarou receitas de R$ 5,1 milhões, e Paulinho, de R$ 1,1 milhão. Soninha e Giannazi disseram ter arrecadado R$ 49 mil e R$ 70 mil, respectivamente
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