
Jornal GGN – Aldo Rebelo, principal liderança do PC do B e ex-ministro nos governos Lula e Dilma, defende a proposta de um plebiscito para a realização de novas eleições, afirmando que esta saída devolve para o país “a expectativa de um governo que reúna legalidade e legitimidade”. “A autoridade original que é o voto do eleitor constitui a única solução não só possível como duradoura”, afirma Rebelo.
Em entrevista para o Valor, o ex-ministro rebateu a acusação do ex-deputado Pedro Corrêa (PP), que disse que Rebelo recebia um terço de propinas que seriam destinadas ao PCdoB em contratos do Minha Casa Minha Vida, afirmando que ela é um “absurdo completo”. “Só posso atribuir a acusação ao ressentimento do ex-deputado de ter sido cassado quando eu presidia a Câmara. Como é que se diz que alguém está envolvido em alguma coisa e não aponta uma evidência sequer?”, argumenta.
Rebelo diz que o governo do presidente interino Michel Temer, ao perder três ministros em um mês, acelerou o que chama de “esgarçamento da governabilidade”. “A crise de legitimidade do presente momento se explica por razões quase autoevidentes, a partir do próprio fato de que o governo luta desesperadamente para manter estabilidade”.
Leia mais abaixo:
Do Valor
“A autoridade do eleitor é a única solução” , diz Aldo Rebelo
O ex-ministro Aldo Rebelo foi alcançado a caminho de Viçosa, na zona da Mata de Alagoas, pela informação de que o ex-deputado Pedro Corrêa (PP) o identificou como destinatário de um terço de propinas supostamente destinadas ao PCdoB em contratos do Minha Casa Minha Vida.
Desligou o audiobook do carro, onde escuta os sermões do padre Antonio Vieira nos quase dois dias de viagem a partir de Brasília, para ditar a nota a imprensa, sem alterar o tom de voz: “Não há como ele constituir prova ou evidência desta acusação”.
Ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), deputado federal por cinco legislaturas, sempre eleito por São Paulo, foi presidente da Câmara (2005-2007) na penúltima delas. Principal liderança do PCdoB, aliado preferencial do PT, Aldo ocupou quatro ministérios ao longo da era petista. Um dos principais articuladores políticos do governo Luiz Inácio Lula da Silva, foi titular da secretaria de Coordenação Política, com status ministerial.
A despeito de ter ocupado, sucessivamente, três pastas na gestão Dilma Rousseff (Esportes, Ciência e Tecnologia e Defesa), nunca desempenhou, nesta gestão, a centralidade política exercida ao longo do governo Lula.
Manteve, ao longo dos 13 anos de mandatos petistas, trânsito aberto com setores da oposição e do PMDB, partido em que mantém um antigo canal com o atual presidente do Senado, Renan Calheiros. A relatoria do Código Florestal lhe valeu contendas com a exministra Marina Silva e o respeito da bancada ruralista.
Hoje sem mandato, mantendo-se com palestras, o ex-ministro conserva uma das agendas mais ecléticas de Brasília. Acompanha as movimentações do seu partido na defesa de um plebiscito sobre a realização de novas eleições com a certeza de que o governo Michel Temer acelerou o que chama de “esgarçamento da governabilidade” com a perda de três ministros em um mês de governo.
Diz que o movimento, de difícil engenharia política, depende menos da articulação partidária do que do mal estar que tomou conta do país em função do antagonismo representado pelos defensores dos presidentes, o interino e a afastada “O problema é que vai criar a solução”.
Policial geni/ofélia
21 de junho de 2016 1:31 pmAldo, o crédulo…
‘Peraí, Aldo, então em seu Universo paralelo, a gravidade dos fatos nos jogou um meteoro simbólico e exterminou todos os seres do sistema paleopolítico, digo, predadores financistas, paquidermes patrimonialistas, répteis midiáticos, etc, etc, e sobramos nós, “vítimas” homo sapiens moralis, que sem qualquer memória de quem somos, descemos das árvores e acendemos o fogo da razão?
É isso?
Então o poder originário e a autoridade do eleitor vai conseguir se impor, por que Vossa Excelência acredita nesse milagre?
Vamos ignorar nossa História, a História do mundo, nossos processos, fenômenos sociais, nosso lugar nesse mundo capitalista segregador e autofágico e tudo se dará por encanto e seremos felizes para sempre?
Ahhhhhh, falta a fada madrinha constituinte…
Santos zeus…
Avelino de Oliveira
21 de junho de 2016 1:51 pmCaro Nassif
Caro Rebelo, não
Caro Nassif
Caro Rebelo, não concordo.
A eleição já foi feita. Dilma ganhou, assim como um congresso com 367 canalhas e mais de 50 senadores safados.
Dilma volta, sem republicanismo, cada proposta que for rejeitada, deve se ir aos meio de comunicação e denunciar cada um dos deputados e senadores golpistas, dando nome e partido a que pertencem.
Saudações
alexis
21 de junho de 2016 1:52 pmCronograma e ordem das coisas.
Claro, é bacana ouvir frases como essa, de que o povo é soberano, a autoridade do voto e etc.
Então, por lógica, o primeiro é restituir a democracia com a volta de Dilma. Apenas depois disso o povo deve ser consultado sobre um eventual plebiscito, nova eleição (incluindo legislativo), reforma politica e etc.. Se não for assim, estaríamos legitimando o golpe.
Tem gente que gosta alterar a ordem das coisas….
MarcioC77
21 de junho de 2016 2:16 pmEleição para que ?
Eleição para que ? Para botar lá outra Dilma, outro lula e aproximar o país do chavismo e do comunismo ? Para roubar mais ?
O povo não sabe votar, vão botar outro fantoche vendedor de cargos e doador de esmolas em troca de voto.
alexis
21 de junho de 2016 2:25 pmEntão?
Ditadura?
Então?
Ditadura?
MarcioC77
21 de junho de 2016 2:58 pmAmigão, governo tem que ser
Amigão, governo tem que ser igual empresa, fez merda perde o emprego. Do jeito que está não mais.
Se for necessário entrar militar para fazer uma limpa eu concordo. Mas tem que ter regras
Paulo Figueira
21 de junho de 2016 4:04 pmQuem precisa de “limpa” é a
Quem precisa de “limpa” é a sua mente suja e antidemocrática, na sua ignorância, compara governo de um País com administração de uma empresa, tempos sombrios esses nossos, fantasmas da ditadura e ignorantes audaciosos, mas tenho fé que o povo brasileiro vai tomar seu destino em suas mãos.
Antonio A. B. Neto
21 de junho de 2016 5:35 pmCala boca coxinha extema
Cala boca coxinha extema direita, é o povo quem vai decidir queira você ou não, você queria mesmo era um ditadura violenta e sanguinária, ou isso vira democracia ou vai ser um buraco fétido e exlcluído da civiliazão, aliás já o é.
Mogisenio
21 de junho de 2016 2:21 pmNovas eleições para eleger um
Novas eleições para eleger um “dos de sempre”?
Tô fora!
Perder tempo de novo, tendo que ir até a urna, apertar um botão, ouvir um sinal sonoro e pronto? Contar com as “instituições sólidas para o “bem comum”?
Tô fora!
Quero a minha “boquinha” também. Depois, comprometo-me a defender “teses” de qualquer coisa em busca da “felicidade” do “povo” que é bobo, avante a …. para que assim possamos viver felizes para sempre… ( eu com a minha boquinha para sempre, é claro)
Cidadão
21 de junho de 2016 2:24 pmEntregando os anéis
E vai aumentando o coro daqueles que já decidiram entregar os anéis para tentar salvar os dedos.
As eleições de 2014 já estão deslegitimadas e isso parece irreversível, por isso o grupo do qual faz parte o nobre comunista carola, esta triste figura que transita tão bem entre a direita porque tal como aqueles vê o povo como gado a ser guiado pelos sábios e iluminados como ele, cada vez mais adere a tese de novas eleições.
A esperança deles todos é que um novo pleito, obrigando o povo a escolher entre as opções que eles mesmos apresentarão, legitime este sistema político retirando o peso da mão da justiça que se abateu sobre todos eles.
Ledo engano.
Snaporaz
21 de junho de 2016 2:37 pmPost estranho… Gerou
Post estranho… Gerou intervenções bizarras,para dizer o mínimo.