Por Vaas
Arte ponta-seca do australiano Martin Lewis.
A ponta-seca trata-se de uma técnica de gravura por incisão direta, que pode dispensar o uso de verniz. No geral, procede-se como se fosse uma água-forte, isto é, enverniza-se a chapa, faz-se o desenho (à mão ou por decalque) e fixa-o com a ponta-seca.O instrumento para a incisãoé montado com um cabo de madeirae possui uma pequena barra de aço bem afiada, usada para riscar a placa de metal. A ponta grava o metal e levanta os dois lados do traço, que, na gíria dos gravadores, são chamadas de “rebarbas”. Na ponta-seca a tinta da impressão fica presa, não só pela profundidade do traço, mas principalmente nas “rebarbas”.As variações de tonalidadessão conseguidas com maior ou menor pressão, fazendo com que a lâmina penetre mais ou menos na chapa. A gravura à ponta-seca permite uma tiragem reduzida. As tonalidades obtidas são aveludadas e cálidas, destacando-se das demais modalidades, razão pela qual tem muita aceitação pelos artistas.Existem vários tipos de ponta, tais como a cônica (usada em sulcos retos ou curvos), as de safira ou as de diamante. (wikipedia)








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