Informações devem sempre serem as mais completas possiveis, e nos casos retratados seria correto o seguinte:
EC725 Caracal: o processo de nacionalização de partes do vetor estão dentro do programado no contrato inicial, e a linha de fornecimento de peças fabricadas no País completou uma parte importante a semana passada com a montagem da 1a caixa de transmissão nacional e a usinagem da cabeça do rotor principal.
Classe Macaé: Em 2006 o estaleiro INACE firmou contrato com o estaleiro francês CMN Cherbourg e adquiriu os direitos e transferencia de know-how, para fabricar sob encomenda da MB uma versão do modelo CL54, de até 500 tons, da classe de patrulhas francesas Classe P400 Vigilante, a previsão era de até 47 unidades, posteriormente reduzidas para 26, e atualmente com 6 entregues, 3 encomendadas e 3 propostas. Mas com a aquisição dos patrulheiros oceanicos britanicos da BAe Systems em numero de 3 (que haviam sido encomendados por Trinidad-Tobago, que não teve dinheiro para paga-los) já operacionais partir de 2013 (esta semana as tripulações de MB já se encontram em Porthsmouth (UK), para receber o primeiro navio e treinar), junto a esta aquisição de oportunidade foi feito um contrato de construção de mais 3 até 5 unidades no AMRJ, com transferencia de tecnologia.
remotorização dos Exocet: A MBDA-France suspendeu a produção de motores de misseis exocet na versão foguete, priorizando a versão atual que é propulsada a turbo-jato, combinado com foguete (inicial) – ocorre que existem muitas unidades de MM39/40 das primeiras séries operacionais pelo mundo afora, que estão entrando no limite de funcionamento do motor-foguete, portanto como parceira estratégica da DNCS + EADS, a MBDA transferiu a tecnologia para o Brasil (Avibrás + AMRJ) referente aos motores, que inclusive na versão nova (franco-brasileira) tem performance melhorada. DETALHE: não podemos esquecer que a DNCS é parceira da Odebrecht Defesa e Segurança, que fontes qualificadas do mercado acreditam que irá adquirir a Avibrás.
fragatas, navio de apoio logistico: a concorrencia está parada, com propostas italianas (FREMM), francesas, espanholas,alemãs, britanicas e da coréia do sul, todas associadas a estaleiros nacionais.
SeaHawk (Sikorsky MH-60) + Misseis Ar-Mar Kongsberg Pinguim: 4 unidades a serem incorporadas a MB, com aprovação de FMS (foreing military sales) pela DCA (defensa cooperation agency – Pentagono) referente a 6 unidades do MH60 e os misseis que são noruegueses, mas estão no bojo do contrato americano (FMS), que inclui amplo CLS para 10 anos, no caso não existe qualquer tranferencia de tecnologia, excetuando-se o p´rocesso de integração da avionica de missão, com os já existentes na MB.
Porta Aviões: o NAe São Paulo é um sorvedouro de recursos humanos e materiais, um alvo potencial que só pode sair do porto, em caso de operação, apoiado por 1 fragata + navio de apoio logistico + 1 submarino.
Deixe um comentário