Coluna Econômica – 18/05/2007
Doze anos depois, a tragédia se repete, com agravantes: é a segunda onda de destruição cambial sobre setores exportadores, mal refeitos dos desastres anteriores. Porque essa repetição reiterada do desastre?
A lógica é política. Nos últimos doze anos, a política brasileira foi dominada por três personagens imbatíveis: o chamado mercado (com domínio total sobre o Banco Central), grandes corporações e grandes centrais sindicais do eixo Rio-São Paulo. Fernando Henrique Cardoso e Lula movimentaram-se em torno desses três eixos, disputando o mesmo espaço.
Ao mercado foi dado o presente do livre fluxo de capitais. Com esse livre fluxo, os grandes investidores brasileiros mandaram seus recursos para fora, através de doleiros e contas CC-5 e trouxeram de volta para o país como se fosse capital externo, livre de impostos. Aqui, passaram a ser remunerados pelas mais altas taxas de juros do planeta.
Com esse livre fluxo de capitais, em um mundo com ampla liquidez, há o risco concreto da apreciação do real, enfraquecendo as empresas frente a concorrência externa. O correto seria colocar obstáculos a esse livre fluxo.
Acontece que esse livre fluxo é fundamental para manter viva a indústria da arbitragem financeira – para onde vão nove entre cada dez ex-diretores do BC.
***
Para reduzir a pressão das grandes empresas com a apreciação do real, o BC providencia taxas de juros extraordinárias. Essas empresas podem antecipar exportações e aplicar no mercado financeiro. Com os ganhos, é como se sua taxa de câmbio efetiva fosse de R$ 2,40, ao tempo em que o dólar estava a R$ 2,10.
As grandes centrais sindicais foram cooptadas com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), tanto na era FHC quanto na era Lula.
Finalmente, a grande massa dos eleitores de baixa renda foram atendidas pelo Bolsa Família e pelo carisma pessoal de Lula.
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Sem mais ninguém para pressionar, o restante do país ficou a ver navios, especialmente pequenas e médias empresas. O único momento em que Lula aparentou preocupação com o câmbio foi quando viu sua votação diminuir em estados mais diretamente afetados pela apreciação cambial.
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Nesse modelo político, pouco democrático (já que apenas alguns setores têm voz), periodicamente setores inteiros são destruídos pela irresponsabilidade das políticas públicas. Depois, levam-se anos para serem remontados. Quando começam a respirar, nova onda destrutiva. É desanimador!
São primários os argumentos para justificar essa loucura. A idéia de que o câmbio só afeta setores ineficientes é falsa. O câmbio afeta todos os setores que competem com produtos externos. Quem não consegue competir, é destruído. Em uma economia cada vez mais globalizada, com esse câmbio a produção e o emprego nacionais são derrotados lá fora e aqui dentro. As empresas mais fracas são destruídas. As mais eficientes não conseguem crescer. Uma empresa que conseguiu 30% de ganhos de produtividade nos últimos anos seria campeã em qualquer país racional. Aqui, consegue apenas sobreviver.
Paulo Alencar
18 de maio de 2007 11:10 amQual a sua opinião para
Qual a sua opinião para resolver esse problema e como seria resolvido?
Wagner Moraes
18 de maio de 2007 11:10 amNassif,
você pirou de
Nassif,
você pirou de vez!!!!!!
Devo confessar que também é dificil a compreenssão da transformação que passa a estrutura ecomica brasileirta neste momento.
Mas este artigo seu, é simtoma de piração…………….
Levisclei Omar Casag
18 de maio de 2007 11:11 amDentro da lógica
Dentro da lógica desenvolvida,pelo colunista,quem sabe não chegou a hora de desenvolver uma campanha,para esclarecer os meios de lutas aos excluídos,por certo este nicho esta vago, quem deveria estar a lutar,foi cooptado,pelo governo.
Já houvi por aí, alguém a profetizar que o mais difícil de uma caminhada de vinte mil léguas, é dar o primeiro passo.
Jayme Fonseca
18 de maio de 2007 11:14 amOutrora diria brilhante a sua
Outrora diria brilhante a sua radiografia, hoje digo que esta mais para uma tomografia computadorizada. É muito interessante a análise dos setores de sustentação de fhc e lula, com destaque para o cobertor de ptoteção que esse último fez com a ampliação dos programas assistencialistas. Como diz aquele funk horroroso: ta dominado tá tudo dominado.
Bruno
18 de maio de 2007 11:18 amNassif, a economia sempre
Nassif, a economia sempre apresenta vantagens e desvantagens. Se um dia o câmbio teria que se valorizar, tendência obrservada mundialmente, essa é a hora. A Balança Comercial deve fechar 2007 com US$ 40 Bilhões, ou seja, não está senfo afetada totalmente, além do mais no país em que o consumo nunca foi demasiado, quando comparado a outros países, este talvez seja o empurrãozinho que faltava já que produtos importados estão vindo mais baratos, cito os computadores. Os empresários brasileiros que tenham jogo de cintura para ganhar competitividade, quem sabe não começam a pressionar os políticos por reformas que nunca saem do papel.
Sérgio Rodrigues
18 de maio de 2007 12:38 pmCaro Nassif
A primeira parte
Caro Nassif
A primeira parte do seu artigo ainda que polêmica é respeitável e defensável. Já a segunda, além de pessimista é muito apocalíptica…Você não leu o post que mandei sobre o setor de celulose e papel, que sempre, a muito tempo, investiu em inovação e tecnologia?
Cris Veiga
18 de maio de 2007 12:40 pmTenho repetida vezes
Tenho repetida vezes solicitado indicações aos que dizem entender e defendem a política “pública” que está aí (que não sofre atualizações-sic?!) que sugiram o que fazer com os mais de 100mil trabalhadores que perderam seus postos de 2003 para cá, apenas nas atividades que estou trabalhando? Como se habilita um trabalhador que trabalha numa serraria a ser vendedor de importados? Se o tão idolatrado saldo comercial sobre essa conta é uma grande conquista, por que estão sempre nos debitando o custo social gerado através do cipoal tributário brasileiro? Por que não buscam recursos tributando as aplicações financeiras externas (que muitos confundem com investimento), que, em princípio, seria recurso novo e não do ‘giro’ da moeda nacional? O brasileiro se contenta realmente com pouco: à ele basta saber que temos saldo positivo na balança comercial, mesmo que para isso estejamos vendendo os móveis da casa.
Luis Nassif
18 de maio de 2007 12:42 pmO real não é conversível. O
O real não é conversível. O Japão entrou em crise depois que apreciou sua moeda, não quando desvalorizou. Dizer que “todas as moedas” estão se valorizando em relação ao dólar não resolve em nada nosso problema, se nosso maior competidor não está.
Eduardinho
18 de maio de 2007 12:42 pmMeus caros amigos, o que vai
Meus caros amigos, o que vai acontecer com a chuva de emigrantes latinos, em vez de ir para usa, agora virão para ca nos os irmãos latinos, não temos empregos nem para nós mesmo. E as industrias de pequeno porte e micro que o governa tanto fala em ajudar, porque são as que mais dão empregos, isto que e distribuição de renda banqueiros nunca ganharam tanto dinheiro, concessões publicas e multinacionais, o dolar cai e os preços sobem, sera que a energia não deveria estar o mesmo preço de 2001, estamos fritos, voltamos a antiga roma.
Célio Carneiro
18 de maio de 2007 12:42 pmPrezado Nassif,
Para tantos
Prezado Nassif,
Para tantos empresarios e empregados afetados diretamente com a situacao do dolar, isso que Vc. diz faz muito sentido. Pergunto: Nao hah ninguem na area financeira do governo que consiga enxergar isso que Vc. fala, ou como na maioria das vezes fica tudo soh em conversa.
JJParo
18 de maio de 2007 12:43 pmNassif,
não vejo ninguém da
Nassif,
não vejo ninguém da opinião pública fazer nada contra o verdadeiro problema. Só gritar contra esta ou aquela política é inócuo.
Vamos para as ruas, exigir do Congresso e do Governo, de forma PACÍFICA, REFORMA TRIBUTÁRIA E TRABALHISTA.
A farra fiscal que dos governos é a principal causa da alta de juros. Gera insegurança para que o BC baixe os juros com mais vigor. A quantidade de impostos, oprime a classe média e a classe trabalhadora, sem falar nos empresários, que, entretanto, são os únicos que fogem dela com mais facilidade, através da elisão fiscal ou da própria sonegação mesmo. Quem pode sonegar, sonega mesmo e todo mundo sabe disso, então para quê essa insanidade de elevar sempre os impostos?
60% da mão de obra ativa do país é informal, desses, pelo menos outros 60% não contribuem com a previdência como autônomos, o que vai gerar um problema imenso no futuro. A reforma trabalhista deve fazer frente a esse problema. Vai perder todo mundo? Vai. O que não podemos permitir é que apenas alguns ganhem hoje e são os sindicatos! Ser sindicalista no Brasil é ótimo! Nenhum deles precisa “correr atrás” de associados, ganham “mesada” do governo, através do IMPOSTO sindical. Cooptação pura que as centrais amam, e não querem largar o osso. Sempre vem com a retórica de que são a favor da reforma trabalhista e sindical, Lulla era a favor lembram?, mas nos bastidores trabalham contra.
Sem isso, meus caros, é chover no molhado!
Luis Nassif
18 de maio de 2007 12:45 pmChina, Japão, Coréia, a
China, Japão, Coréia, a Itália dos anos 90 (quando se tornou potência exportadora), a Alemanha no pós-guerra (quando se tornou potência exportadora). Mais algum? “Vocês” da imprensa estão apoiando integralmente essa loucura. O problema do Brasil é a ignorância, e a facilidade com que se engolem maluquices.
Luis Nassif
18 de maio de 2007 12:45 pmWudner, sugiro ler a aba de
Wudner, sugiro ler a aba de ECONOMIA periodicamente.
Marcelo Neumann
18 de maio de 2007 12:46 pmNassif, alguns dizem que está
Nassif, alguns dizem que está louco pelos comentarios outros que vc está pirado, mas creio que esses estão vivendo fora da realidade, ou não entendem nada de economia, sou um desses que teve a produtividade aumentada em 25% em 3 meses para conseguir uma margem de 3 a 4% em um Real valendo 2,05 ou seja minha margem foi embora novamente com 1,95 isso é praticamente 5% de queda, temos creditos para receber e nada, tributos não precisamos nem comentar, China vem com a maior força queremos competir como???
estamos em um processo em que a industria de transformação vai quebrar ,
minha cidade São Bento do Sul a dois anos estava no jornal como o caminho do emprego agora em um ano são 4 mil empregos a menos, realmente é desanimador!!!
Luis Nassif
18 de maio de 2007 12:47 pmO BRasil nunca se destacou
O BRasil nunca se destacou pela exportação. Tem o mesmo percentual do comércio exterior de 30 anos atrás.
Roberto Stavik
18 de maio de 2007 12:47 pmConcordo em gênero, número e
Concordo em gênero, número e grau com a matéria compilada hoje. Exatamente isso. Agora o governo Lula acena para as centrais sindicais com um agrado de 100 milhões de reais ano mas como você disse na matéria a medida provisória que está para ser enviada privilegia somente duas: a CUT e a Força Sindical!! Por quê não todas as que existem. Porque como você disse, repito, são alguns privilegiados, como acontece no setor financeiro e com essa manipulação não democrática que poucos têm acesso no mercado financeiro ou seja as grandes corporações e seus grandes investidores. Será que posso dizer o que estou falando agora e não serei criticado! Estamos realmente numa democracia? Essa é minha pergunta.
Luis Nassif
18 de maio de 2007 12:47 pmAproveite e peça perdão por
Aproveite e peça perdão por sua classe.
Alberto-SP
18 de maio de 2007 12:48 pmMuito simples!
Vamos baixar
Muito simples!
Vamos baixar a Selic para 4% aa,
cortar 60% da carga tributária e
taxar o Spreed bancário em 12%aa
“na marra”! Simples assim!
Ou será que, no país onde o capital especulativo rende mais do que qualquer atividade produtiva, devemos fechar nossas empresas, demitir todos os empregados e virarmos todos funcionários públicos?????????
Gustavo
18 de maio de 2007 2:18 pmGustavo Franco, em artigo
Gustavo Franco, em artigo publicado nos idos do plano real, defendia a abertura econômica e a valorização cambial de então. O argumento ‘e bem simples: A abertura econômica e apreciação do cambio gerariam um aumento na competição o que por sua vez causaria um dinamismo tecnológico na economia capaz de gerar “crescimento com distribuição de renda”. Explico: ao gerar maior produtividade na economia, os custos de produção diminuiriam, os salários aumentariam e os preços cairiam, ou seja, empresários, trabalhadores e consumidores sairiam ganhando.
Parece-me, no entanto, que o ex-presidente do BC esqueceu de alguns detalhes: em uma economia dominada por oligopólios e com uma enorme massa de desempregados, ganhos de produtividade não são repassados para preços e nem para salários, portanto trabalhadores e consumidores não sairiam ganhando. O argumento do Sr Gustavo franco cai por água abaixo. Estou errado???
Juliano Winkert
18 de maio de 2007 2:18 pmNassif, vc conhece o Jose
Nassif, vc conhece o Jose Monir Nasser, parece que suas ideias convergem com a dele, e com as minhas tambem. Abraco
daniel miyagi
18 de maio de 2007 2:18 pmPois é , como vc mesmo disse
Pois é , como vc mesmo disse estamos mais de doze anos e a única experiência heterodoxa que lembro foi na era Collor, com a então ministra Zélia e o seu confisco.
Então começo a me perguntar fosse o Serra presidente ou Alckimin e o ministro da fazenda fosse o Nakano,será mesmo que fariam uma política econômica diferente, pois até agora, todos antes de assumirem a pasta criticam o câmbio e os juros altos, e quando assumem a pasta praticam a mesma política econômica.E se esse segundo mandato a política perdurar serão pelo menos uns dezesseis anos.Parece que isso está se tornando uma verdade quase que absoluta…
Juliano Winkert
18 de maio de 2007 2:18 pmde Houston, Tx
Sou
de Houston, Tx
Sou engenheiro eletronico pelo CFET-PR, e desisti do meu mestrado para trabalhar aqui nos EUA como carreteiro autonomo. Infelizmente a classe politica quer mesmo quebrar as pequenas e medias empresas, e expulsar do Brasil quem poderia produzir algo para o pais. Os politicos nao sao burros. Exterminando aqueles que tem boas intencoes para o Brasil, sobra mais para eles reinarem em seu mar de corrupcao. Infelizmente esse processo de desvalorizacao do dolar, quem ira pagar a conta sao as pessoas de bem, que nunca sao valorizadas por quem esta no poder. abraco
Saladino
18 de maio de 2007 2:18 pmÉ o Bolsa Miami, Nassif…
É o Bolsa Miami, Nassif…
Bruno
18 de maio de 2007 2:19 pmNassif,
Quem devia pedir
Nassif,
Quem devia pedir perdão era os Políticos, se o país fosse governado só por Economistas não estaríamos nesta situação.
Lembrando que o “mercado” não é apenas para os economistas, ou seja, todos participam, então que tal dividir a culpa com administradores, jornalistas, contadores, engenheiros e afins?
Fernando Silva
18 de maio de 2007 2:19 pmSabe o que é mais terrível,
Sabe o que é mais terrível, Nassif? A gente já viu esse filme…
Quando o FHC levou a cabo essa política econômica suicida
foi massacrado pelo PT. Agora o PT segue o mesmo caminho,
mas quer provar que o resultado não será o mesmo.
André C. P. Martins
18 de maio de 2007 2:19 pmVaidade e arrogância, os
Vaidade e arrogância, os males dos presidentes são. Se o FHC tivesse a grandeza de corrigir o câmbio, ele não teria sido reeleito, mas hoje o país seria outro. O do Lula está guardado, vamos ver se ele vai conseguir fazer o seu sucessor em 2010, ou mesmo se alguém vai querer ele no palanque.
Paulo C
18 de maio de 2007 2:19 pmOlá Nassif,
Posso dar uma
Olá Nassif,
Posso dar uma sugestão?
Já que o pessoal insiste em dizer que todos os países desenvolvidos possuem moeda forte e este inevitavelmente será o caminho do Brasil e que não adianta nada se preocupar com o câmbio.
Sugiro que você divulgue uma tabela comparando a cotação do dólar frente a várias moedas nacionais e a taxa de juros interna de cada nação. Ai o pessoal vai perceber um pouco melhor a questão da arbitragem.
Sabe adoraria ter um pouco mais de grana, pois eu mandaria para fora e investiria via Forex, só fazendo arbitragem com a moeda nacional, já que pelo andar da carruagem é muito fácil prever seu comportamento e depois o povo paga as contas mesmo através de dívida pública…
Depois disso recomendo contar um pouco a história dos EUA pós crise de 1929, o forte envolvimento do estado na recuperação do país, seguido pelo boom da produção depois da 2. Guerra com fortes investimentos no Japão e na Europa com plano Marshall.
Ai talvez o pessoal vai entender como foi a lógica de desenvolvimento desses países e pare de fazer comparações bobas e inúteis.
Além disso, o pessoal ainda não entendeu que nosso competidor é a China, e a China não joga limpo.
Até o governo chinês sabe que está crescendo demais e exportando em demasia… A China vai acabar quebrando o mundo. A tendência era que a China conforme fosse evoluindo na linha de desenvolvimento aumentasse seus gastos com os setores de saúde, previdência e direitos trabalhistas. Logicamente seu custo com a mão de obra iria aos poucos se tornando mais caro, já que os funcionários seriam melhor remunerados.
O problema é que a China possui uma mão de obra tremenda então isso não vai acontecer tão cedo.
Outro fator para conter a China seria que sua moeda se apreciasse, mais o Estado não permite.
Essa é a grande questão, os fatores econômicos tradicionais para conter os excessivo superavit’s comerciais não funcionarão tão cedo na China.
A maioria do pessoal que concorda e defende a valorização do real, trabalha na área de serviços a mais beneficiada com a valorização e a última a ser prejudicada. Já que não posso trazer um navio cheio de chineses para fazer a reforma de casa por exemplo…
Mas seria uma boa né??? Acho que eles aceitariam trabalhar por um prato de comida e talvez uns dois dólares por dia… A reforma sairia baratinho …
Abraços,
Paulo
Rui Daher
18 de maio de 2007 2:19 pmNão sei, Nassif, como você
Não sei, Nassif, como você ainda tem capacidade e paciência para racionalizar sobre esse assunto. Prestei assessoria a uma empresa produtora, processadora e exportadora de um produto agrícola. Demorou seis anos para formar um forte mercado lá fora. Perdeu tudo. Depois de cortar até os cabos de vassouras da limpeza, sobrevive com o pequeno faturamento que tem no mercado interno. Será por pouco tempo.
WLADMIR RONSINI
18 de maio de 2007 2:19 pmPrezado Nassif:
Admiro-o
Prezado Nassif:
Admiro-o desde há um bom tempo.
A economia política, como toda economia, é uma ciêcia exata, cuja base é a matemática. Não admite intervenções mágicas. A flutuação do câmbio deve ser livre, funcionando como conseqüência de algo a ser resolvido no mercado interno com insentivos fiscais e financiamentos razoáveis no setor produtivo do país, começando-se pelo findamento pricipal da economia em geral:GASTA MENOS DO QUE SE RECEBE.
Zilda de Araujo Rodr
18 de maio de 2007 2:20 pmNassif, para mim, o seu blog
Nassif, para mim, o seu blog se destaca dos demais pela clareza, pelo que você expressa de preocupação com os destinos do nosso país e com a maioria da população brasileira e pelo fato de você, quando necessário responder a internautas. Isso é muito importante para educar, para informar melhor. Muitos perdem tempo com xingamentos, com “argumentos” pouco-informados e no final todos nós somos prejudicados porque não aprendemos. Ou pior, corremos o risco de entender pelo lado errado. Para mim, é fundamental saber de onde a pessoa está falando. Como você mostrou claramente de que lado Celso Ming esta´, que para quem acompanha os comentários dele não é novidade. Para mim não é. Abraços e bom trabalho. Zilda
Bob
18 de maio de 2007 2:20 pmSempre é prejudicial aos
Sempre é prejudicial aos cofres públicos a política de intervencional em moeda estrangeira, o resultado negativo sempre aparece ou no mercado ou nas reservas ou na dívida pública, sendo assim o melhor é deixá-la o mais livre possível. Para o mercado interno existe outros mecanismo de proteção (lembrando das Tarifas Alfandegárias). A Globalização por sua vez, só existem nos países emergentes e em relação a abertura de seu mercado, pois para os países desenvolvidos seus mercados e produtos continuam protegidos (é só ver que não avançaram as negociações em ?Doha). Temos produtos como: Etanol, açúcar com imposição de tarifas de até 400% – países como: EUA e Inglaterra. Assim não se pode atribuir todo problema interno a valorização de nossa moeda mas sim a política econômica ampla.
Lauro Avila Guimarãe
18 de maio de 2007 2:20 pmVolta ao passado? Saudosismo?
Volta ao passado? Saudosismo? Devagar, os tempos são outros . . . a economia vai bem . . . calma! O bom é ruim e o ruim é bom? De novo. O mundo é outro . . . felizmente, o Brasil está tentando ser outro.
Roberto Stavik
18 de maio de 2007 2:20 pmVou dar uma receita arroz com
Vou dar uma receita arroz com feijão: O governo vai ter que mudar o câmbio brevemente, anote o que estou dizendo, vai ter que deixar de ser flutuante. Não há como nessa conjuntura sustentar compras diárias de dólares e aumentar muito mais as reservas. Câmbio que acho uma medida radical mas funcionaria com certeza: Fixo por um período de no mínimo um ano com cotação de R$ 2,10. Para mim haveria uma certa turbulência necessária mas certamente seria melhor. É melhor mudar do que continuar assim. registrem o que estou dizendo hoje dia 18 de maio de 2007.
Luis Nassif
18 de maio de 2007 2:21 pmEstou em surto, Cris. Esse
Estou em surto, Cris. Esse câmbio suicida me desestabilizou.
Enzo Tsuchiya
18 de maio de 2007 2:21 pmCaro Sr. Nassif, adimiro suas
Caro Sr. Nassif, adimiro suas sempre brilhantes análises. Gostaria rápidamente fazer um breve comentário sobre algums destes comentários que acabei de ler. Penso que todas as vozes devem ser ouvidas e analisadas e não empacar em uma idéia fixa.
O etanol (o alcool) só esta dando certo porque houve uma proteção e investimento no passado. Assim como grandes setores e empresas como a Embraer.
Quem passou pelo plano do FHC onde R$1,00 = US$1,00 entende muito bem. Muitas empresas eficientes quebraram para sempre. E logo depois com a explosão do Real, foi dada o golpe de misericórdia, foram outras tantas. Muitas Multinacionais deixaram o país.
Acredito que existe homens brilhantes no governo, e espero que eles saibam mudar o jogo na hora certa, caso contrário “a história se repetirá”.
Cris Veiga
18 de maio de 2007 2:21 pmRogério Maestri:
A China tem
Rogério Maestri:
A China tem câmbio flutuante?
SERGIO NAVAS
18 de maio de 2007 8:50 pmMuito se fala sobre soluções
Muito se fala sobre soluções para se garantir a competitividade das
empresas face à valorização do Real, entre as soluções apresentadas os especialistas priorizam as Reformas Tributária e Trabalhista.
Porém, se não se combater os Monopólios e Oligopólios dos nossos meios de produção, nada que se fizer surtirá os efeitos esperados.Explico.
Usando como exemplo o segmento de Siderurgia, especificamente o de Fios e Barras de Aços Laminados a Quente,nos últimos trinta anos esses produtos tiveram sua produção concentrada em pouquíssimos produtores, que recentemente foram condenados pelo CADE por atuação em formação de cartel.
Tal atuação, além de elevar o preço no mercado interno a aproximadamente o dobro dos praticados no mundo, também exerceram grande influência nas elaborações de normas e regulamentos técnicos, que dificultam muito as importações desses manufaturados.
Essas práticas tornam reféns aqueles que dependem desses insumos, limitando o seu raio de atuação, pois os mesmos só conseguem sobreviver se venderem seus produtos no mercado interno, único lugar onde seus preços, também irreais, são aceitos.
Não obstante, ainda assistem impotentes os únicos fornecedores de sua matéria prima, tornarem-se seus concorrentes ao verticalizarem a produção em direção aos seus produtos, criando uma concorrência surreal, levando-os à insolvência, surgindo assim mais um segmento oligopolizado.
Quanto mais concentrada for a produção de um produto,mais irreais serão os seus preços, fazendo com que os seus produtores percam o interesse de investir no aumento da produção, para atingir além do mercado cativo ( interno ), evitando os mercados que tenham muita concorrência (externo).
O governo precisa olhar esse segmento com mais atenção, pois centenas de empresas sucumbiram a tais práticas e a se manter esse de estado de coisas, outras mais fecharão, como em curso o de Armaduras Treliçadas Eletrosoldadas.
Sergio
18 de maio de 2007 8:50 pmNassif,
1. talvez alguns que
Nassif,
1. talvez alguns que lhe chamam de surtado entenderiam o que está ocorrendo se mostrasse o valor atual do dólar frente a cotação do momento inicial do real (julho/94).
2. O movimento sindical não foi (nem é) um dos personagens imbatíveis no processo político dos últimos doze anos (ou seja, a partir do ínicio do plano real). Caso o fosse, o plano real teria naufragado. Exatamente por não o ser é que foi gerado o atual quadro de desconstrução do emprego e da produção. A fraqueza da reação sindical, de um lado, a capacidade de cooptação do capital, de outro, e o sonho do alpinismo social da burocracia sindical que girava em torno de Lula, no meio, explicam mais que fortes teorias. Vale lembrar Lula no episódio CPEM (98), quando questionado sobre a casa em que morava, bancada por Roberto Teixeira, afirmando que não voltaria para uma casa simples; ou mesmo Vicentinho e depois Luiz Marinho fazendo propaganda para a UNIBAN.
3. Os últimos pregos na versão “dos trabalhadores” lulista foram postos nesta semana, em sua entrevista coletiva, ao criticar os trabalhadores do setor público que permanecem longos períodos em greve e, ao memo tempo, sua assessoria jurídica apresentar minuta de projeto de lei exigindo quórum de 2/3 da base para a deflagração de greve, além de manutenção de 50% dos serviços e multas nos sindicatos ou até mesmo nas associações, como agora ocorre no IBAMA. A lei de greve da ditadura militar era mais branda.
Paulo
18 de maio de 2007 8:51 pmNassif,
Empresário
Nassif,
Empresário brasileiro é diferente. Quer ganhar o mundo sem investir nada. Nem o dinheiro barato do BNDES tem saída. Fica à disposição. Não falo dos grandes, é claro. Esses já acordaram e tem patrimônio pessoal que lhes permite ser empresários de fato, sem ficar defendendo primeiro o seu, depois o dos sócios, atém em certas SA. O bicho mais complicado que existe é o médio e pequeno empesário brasileiro. Gasta 80% do tempo envolvido em futricas, cantando a secretária, demitindo a moça do café e falando mal do governo. A moda agora é admitir estagiários como pau para toda obra, pobezinhos. Por 800,00 por mês os caras são office-boy, motoqueiro, atendente, analista, escriturário, vendedor, faturista, estoquista, tudo ao mesmo tempo. O ambiente empresarial não existe: é ambiente de tensão, medo, represálias, ameaças, caras-fechadas, muita ignorância e maldade. E ainda por cima mandam a faxineira lavar o carrão por dentro e por fora e se bobear ainda vai limpar o ap do sacana e fazer a feira. Este é o padrão do pequeno e médio empresário brasileiro. E logicamente, crente de que está seguindo a máxima de não manter todos os ovos na mesma cesta, arranca o que pode e o que não pode da empresa ,e, claro do caixa 2, que ninguém é de ferro e o governo não sabe administrar os tributos que recebe. Não é só o câmbio, não, Nassif.
José
18 de maio de 2007 8:52 pmAté que enfim, leio com
Até que enfim, leio com alegria um comentário lúcido e dentro dos preceitos e razões que sempre apontei como cruciais e vitais para o nosso País.
Parabéns Sr. Luis Nassif, pela coragem, empenho e zelo por essa nação tão absurdamente mal dirigida. Já chegamos, em alguns momentos, a discutir, trocar informações, porém sempre dentro de uma lógica e respeito.
Eram pontos de vista divergentes.
Está na hora de falar a verdade, de dizer, através, de uma mídia consciente e exemplar, o que realmente está acontecendo com as políticas de um governo absolutamente ineficiente, de visão parca, ou nenhuma.
Geraldo
18 de maio de 2007 8:52 pmTodo o esquema de governo é
Todo o esquema de governo é montado para a manutenção “eterna” do poder.
Como a sociedade produtiva pode se organizar para defender seus interesses e ser globalmente competitiva.
Parece que 90% dos brasileiros não tem direito à cidadania!
Cada um de nós e todos nós não somos competitivos.
Tudo muito lamentável!!!
fernando arruda
18 de maio de 2007 8:52 pmEh bom lembrar q a economia
Eh bom lembrar q a economia do Brasil sempre gira em torno de mono ciclos. Tradicionalmente o pais nao consegue se livrar dessa praga. Estamos em pleno ciclo financeiro ou bancario. Os anteriores foram: pau Brasil, gado, cana-de-acucar, borracha, ouro e cafe. Nao existem nucleos de estudos aplicados, planejamento industrial, montagem de infra-estrutura adequada e compativel com com a demanda global, etc. O q existe eh especulacao, erros grosseiros de economia e uma politica sempre imunda plena de corrupcao e toda falta de vergonha e etica. O pais nao foi feito para dar certo, infelizmente !
José Ribamar Santos
18 de maio de 2007 8:53 pmCaro Nassif, tá tudo muito
Caro Nassif, tá tudo muito certo. No entanto, como vc. bem diz, uma empresa que conseguiu 30% de ganhos de produtividade nos últimos anos seria campeã em qualquer país racional. Aqui, consegue apenas sobreviver. Ainda bem que consegue sobreviver e consequentemente, na maioria da vezez, os seus donos, ficam ricos. Por que, na hora das vacas magras não podem segurar o rojão? Têm sempre que estar ganhando? É a mesma coisa dos plantadores de soja. Quando a safra é boa, não repassam nada para o governo. Nem se preocupam em fazer um “fundo” de hedge). Mas quando é o contrário, querem imediatamente um “subsídio” governamental. Ou seja, lucro privatiza-se. Prejuízo, socializa-se. Moleza, eu quero também.
Jose Luiz
18 de maio de 2007 8:53 pmSeu comentario é extremamente
Seu comentario é extremamente logico. Basicamente foi o que aconteceu com a convertibilidade na Argentina, e terminou como terminou: uma explosao geral. Nao se consegue entender como o povo nao enxerga isto.
Fernando Gurgel
18 de maio de 2007 8:53 pmPrezado Nassif,
Algumas
Prezado Nassif,
Algumas questões para reflexão:
a) se o euro passar a ser a moeda padrão mundial para reserva de valor, troca e unidade de conta o que acontecerá com a enxurrada de dólares que circula no globo e, consequentemente, o que acontecerá com os EEUU e o mundo?
b) no controle do dinheiro parece estar o controle do crime. Então, é provável que o mundo acorde para a necessidade de abertura de sigilos no mundo, e os dólares ilegais irão para onde?
c) o Gabriel Garcia Marques disse que a discriminalização das drogas pode levar a um movimento financeiro de resultados imprevisíveis.
Se alguns desses itens fizer sentido, o que está acontecendo com o câmbio no Brasil é pinto, e é bom preparar as economias e as empresas para mudanças que ninguém tem idéia das consequências.
Fernando Gurgel
Gabriel Araujo - Bel
18 de maio de 2007 8:54 pmCaro Nassif,
Felizmente tenho
Caro Nassif,
Felizmente tenho a oportunidade de ler alguma avaliação, que expressa a realidade de nossa economia, infelizmente ja passei grandes apuros com minha pequena empresa, que trabalha com comercio externo, no tempo do FHC, quando da desvalorização do dolar, mudei meu foco e quando começo a recuperar-la, vem o Lula e valoriza o real, tenho que recomeçar tudo de novo,,,
Esse de fato não é um pais sério!
Um abraço!!
Hubert J. Marceul
18 de maio de 2007 8:54 pmO Euro alto tem sido um
O Euro alto tem sido um argumento de campanha do Sr SARKOZY para se eleger presidente da França. E impressionante como se pode comparar os duas economias e as politicas propostas. Uma por um presidente de direita assumido, outra por um presidente de esquerda mais do que assumido .
Lei trabalhistas, direitos de greve dos funcionários publicos, divida externa , crescimento foram os temas da campanha eleitoral na França .
Os marqueteiros de lá tem clientes garantidos para as proximas eleições no Brasil !
Nos dois casos , o problema cambial so se aplica ao produto de pouca qualidade tecnica, de baixa tecnologia , ou depende do preço international (commodities) , porem a uma grande differença que é o produto de marca , patenteado . Um exemplo : A França tem a maior quantidade de patentes de rosas ! (as flores naturais sim) e recebe até royalties da CHINA que faz a produção .
A alfandega tem investido alguns bilhões de dolares e esta cada vez mais dificil colocar produto (copiado) na França.
O Brasil tem menos marcas e patentes do que a UKRANIA que não é nenhuma super potencia economica .
Acho eu , que antes de chorar , vamos pensar , imaginar, patantear, e vender tecnologia e criar marcas.
Para sua informação , um par de chinelo LOUIS VUITTON esta custando 150 Euros na loja de Paris (Champs Elysées) produto fabricado na Franca, tem até fila ..o que uma marca não faz.
Aonde esta a tecnologia do chinelo LOUIS VUITTON ??
Se continuar querendo que o made in BRASIL sejá comparado ao made in CHINA , não a cambio que aguenta … e melhor objetivar o made in France ou made in USA , como EMBRAER fez, do nada se diga de passagem.
Hubert Marceul
Raí
18 de maio de 2007 8:54 pmGostaria de amenizar o clima
Gostaria de amenizar o clima de hoje,nos comentários,” inflamados “que estão pela visão apocalíptica do Nassif,para pedir um pouco de calma,aos participantes deste blog,e evitar desenterrar defuntos,como fez o leitor Luciano Prado,ao defender o governo passado,que cumprindo o “compromisso de classe”com os banqueiros,usou o dinheiro do erário,para salvar os bancos,que ultrapassados pelo dinamismo,típico da globalização,deixou-os a ver navios.Usar o Proer,ou coisa parecida,este governo não fará,e aqueles empresários que não tiverem competencia para a competição que está aí,e que exigirá cada dia, mais e mais criatividade,senão contentem-se com a mediocridade atual,e reafirmando as palavras do ministro do desenvolvimento,Miguel Jorge,abandone o barco,pois o Estado não salvará ninguem,para manter as aparencias,como fazia o governo anterior.Aquela velha máxima,de que quem não tem competencia,não se estabeleça,nunca esteve tão atual.E ao empresário-leitor Alexandre,que está “lamentando”ter que despedir seus funcionários,para não diminuir seus lucros(suas palavras)recicle-se meu caro,pois as empresas que têm compromisso social,não precisaram demitir ninguem,eles investiram em tecnologias de ponta,e reciclaram seu pessoal,para os novos tempos.Quanto ao seu lamento(quem acredita em lamento de empresário?)será que você está mesmo preocupado com a situação dos seus ex-empregados?
Fuad Bechara Maluf
18 de maio de 2007 8:54 pmLUIS,
Concordo plenamente com
LUIS,
Concordo plenamente com sua exposição que reflete a realidade do que vem ocorrendo. Minha experiencia e vivencia nos mais diversos cenarios no Brasil e no exterior me levam a esta conclusão. Fuad Bechara Maluf, Economista, Administrador de Empresas, consultor e assesor de empresas e entidades. Serviços prestados à empresas no Brasil e no exterior, à governadores do Estado de SP, à Ministros da Indústria e do Comèrcio, à Ministros da Fazenda e Planejamento, à Embaixadas do Brasil na França e Portugal, à Cepal, ONU, Santiago, ……… Tudo que disse não é para fazer publicidade, mas para dizer que concordo com você, ao contrario de comentarios oportunos de politicos que só opinam para aparecer na midia.
gustavo
18 de maio de 2007 8:55 pmCris, a china tem cambio
Cris, a china tem cambio controlado, alias, hoje o governo anunciou uma maior flexibilizacao do yuan que agora pode variar 0,5% em relacao ao dolar.
Luis Nassif
18 de maio de 2007 8:55 pmÔ gênio, o problema aqui é a
Ô gênio, o problema aqui é a desvalorização do dólar, não do real.
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18 de maio de 2007 8:56 pmParabéns pelo texto lúcido e
Parabéns pelo texto lúcido e corajoso.
Claudio Tadeu Klein
18 de maio de 2007 8:56 pmGostaria de saber, com essa
Gostaria de saber, com essa queda do dolar já alguns anos, porque a gasolina so aumenta de preço e pela lógica seria ao contrário.
Maio/04 Gasolina R$ 1,70 U$ 3,20 Barril Petr. U$ 54,00
Hoje Gas. R$ 2,40 U$ 1,96 Barril Petr. U$ 65,00 +-
Pierre villas
18 de maio de 2007 8:56 pmpois é , meu caro
pois é , meu caro nassil
onde estão as associações comerciais e cdl’s representantes das micros e peq empresas do comercio , que não fazem nada? estão sim promovendo seus coqueteis , panelinhas , e vaidades de seus presidentes e diretores, e cuidando de seus ineteresses proprios utilizando essas instituições!! não sei nem pq existem até hj!!
Célio Jorge Lasmar
18 de maio de 2007 8:56 pmPergunto o câmbio nos EUA é
Pergunto o câmbio nos EUA é artificial ou segue a lei da oferta e da procura? ………………………
Paulo Antonio
18 de maio de 2007 8:56 pmClaro que ter uma moeda forte
Claro que ter uma moeda forte é o objetivo de qualquer país, mas quando isso é feito de forma artificial os prejuízo são danosos não só para as pequena e médias empresas, mas principalmente para a população que a princípio pode achar alguma vantagem econômica mas que no futuro vai barrar o crescimento sustetável que tanto o Sr Lula fala.
Eduardo Mendes
18 de maio de 2007 8:56 pmCaro Nassif,
Com relação a
Caro Nassif,
Com relação a sua tese, de que o envio de dolares atraves das CC 5 etc.. e depois o retorno ao pais para aplicação isentas no mercado financeiro brasileiro, e uma das causas do Real valorizado, gostaria de saber, de quanto é este volume e que se você realmente acredita que isto é uma das causas, pois desde que me conheço por gente, este tipo de operação sempre aconteceu aqui no Brasil, não esqueça que os juros já estiveram MUITO mais atraente do que no momento .
Manu
18 de maio de 2007 8:56 pmSe o povo escolhesse o
Se o povo escolhesse o presidente do BC por eleição, bem como escolhemos o presidente, será que teria algum impacto?
Luiz Mori
19 de maio de 2007 4:22 amUS$47 bilhões de superávit na
US$47 bilhões de superávit na balança e superávit em conta corrente não faz a menor diferença, né?
Luis Nassif
19 de maio de 2007 4:23 amConfere.
Confere.
Paulo Antonio
19 de maio de 2007 10:31 pmCaro Nassif e amigos que
Caro Nassif e amigos que postaram, o que muita gente não esta entendendo é que o real só será uma moeda forte quando os juros brasileiros forem pelos menos parecidos com os juros dos demais países concorrentes, é claro que existe a China, mas mesmo assim se quisermos ser um país desenvolvido é preciso que os juros nacionais despenquem, assim poderemos ver se o real e forte mesmo ou esta onde esta por meio artificial.
Estimulando o investidor a investir em produção ou servciços e não no mercado financeiro.