Minha irmã Lourdes encontrou um velho recorte embolorado, uma notícia de jornal do Tiro de Guerra de Casa Branca, sobre o Festival de Música de Casa Branca em 1969.
Eu era atirado em Poços. Concorri e ganhei dois troféus, o primeiro lugar do Festival e o primeiro lugar entre atiradores. Dooei o troféu de atirador para o Tiro de Guerra de Poços e acheiu que tinha ganhado salvo conduto para passar o mês de julho inteiro correndo para baixo e para cima com outros festivais.
Quase fui desligado e enviado para Pouso Alegre.
O fato marcante (para mim) do festival foi a jurada Lais de Castro, da revista Realidade. De volta a São Paulo, ela comentou o festival com o diretor Luiz Fernando Mercadante, que foi casado com uma tia minha, e não via desde a infância. Ele comentou com minha tia, que lhe disse que minha intenção seria seguir o jornalismo.
Quando cheguei em São Paulo, nos encontramos em um almoço na casa da tia e ele me recomendou ao Talvani Guedes, chefe de reportagem da Veja. Grande Luiz Fernando, dos maiores repórteres políticos que o jornalismo brasileiro conheceu.
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