
A educadora Maria Inês Fini será a nova presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O nome foi confirmado hoje (16) pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Ela ainda não tomou posse oficialmente.
Maria Inês, entre 1996 e 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso atuou no Inep como diretora de Avaliação para Certificação de Competências, sendo responsável pela criação e implementação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 2009, na gestão do petista Fernando Haddad na Educação é que o exame foi modificado e tomou as dimensões que tem hoje, sendo porta de entrada para o ensino técnico, o ensino superior, além de certificação do ensino médio.
A educadora foi fundadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde atuou de 1972 a 1996. Doutora em ciências – educação, pedagoga, professora e pesquisadora em psicologia da educação, psicologia do desenvolvimento, social e do trabalho, especialista em currículo e avaliação, com experiência em gestão educacional na educação básica e superior.
Maria Inês também é responsável pela criação e implementação do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) e foi diretora do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) no Brasil.
Ligado ao MEC, o Inep promove estudos, pesquisas e avaliações do sistema educacional brasileiro. Além do Enem, cuida de avaliações como a Prova Brasil. Também produz os censos Escolar e da Educação Superior.
A educadora é a segunda confirmação da pasta. A Secretaria Executiva será ocupada por Maria Helena Guimarães de Castro. Maria Helena foi secretária de Educação do Estado de São Paulo e presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) entre 1995 e 2001, no governo de FHC.
Nas eleições presidenciais de 2014, Maria Helena fez parte da equipe que formulou o programa de governo do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, sendo responsável pelas políticas na área de educação.
A ausência de mulheres no primeiro escalão do governo interino de Michel Temer foi alvo de críticas por movimentos nacional e órgãos como o escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres no Brasil.
antonio francisco
17 de maio de 2016 2:46 pmMichel idealizando
https://twitter.com/Drykkas?lang=pt
CB
17 de maio de 2016 2:51 pmO velho golpe dos golpistas
O velho golpe dos golpistas de atribuir a outro a paternidade de algum programa que só deu certo graças às gestões petistas.
resistente
17 de maio de 2016 4:21 pmqualquer nome que queira
qualquer nome que queira fornecer álibis de competencia
para um governo infame e golpista entrArá para a história como golpista,
parece evidente, mas é preciso registrar isso…
NINGUEM CONSEGUIRÁ USAR EUFEMISMOS
CONVINCENTES PARA JUSTIFICAR TANTAS INFAMIAS
ARRUINANTES….
Sônia Aranha
17 de maio de 2016 9:25 pmComo pode ter coragem?
Como pode ter coragem de aceitar um cargo em um governo golpista?
Uma coisa é aceitar um cargo em governo do PSDB ou PMDB eleito pelas urnas,contrapondo-se aos governos petistas.
Outra coisa, completamente diferente é fazer parte de um Golpe de Estado.
Lembro-me da Sra. quando fiz minha graduação na FE-Unicamp, não foi minha professora, por sorte.
Enterra assim a sua carreira, porque não iremos esquecer dos golpistas, isso fique sabendo.