4 de junho de 2026

Maria Inês Fini, criadora do Enem, será nova presidente do Inep

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Da Agência Brasil

A educadora Maria Inês Fini será a nova presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O nome foi confirmado hoje (16) pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Ela ainda não tomou posse oficialmente.

Maria Inês, entre 1996 e 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso atuou no Inep como diretora de Avaliação para Certificação de Competências, sendo responsável pela criação e implementação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 2009, na gestão do petista Fernando Haddad na Educação é que o exame foi modificado e tomou as dimensões que tem hoje, sendo porta de entrada para o ensino técnico, o ensino superior, além de certificação do ensino médio.
 
A educadora foi fundadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde atuou de 1972 a 1996. Doutora em ciências – educação, pedagoga, professora e pesquisadora em psicologia da educação, psicologia do desenvolvimento, social e do trabalho, especialista em currículo e avaliação, com experiência em gestão educacional na educação básica e superior.

 
Maria Inês também é responsável pela criação e implementação do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) e foi diretora do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) no Brasil.
 
Ligado ao MEC, o Inep promove estudos, pesquisas e avaliações do sistema educacional brasileiro. Além do Enem, cuida de avaliações como a Prova Brasil. Também produz os censos Escolar e da Educação Superior.
 
A educadora é a segunda confirmação da pasta. A Secretaria Executiva será ocupada por Maria Helena Guimarães de Castro. Maria Helena foi secretária de Educação do Estado de São Paulo e presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) entre 1995 e 2001, no governo de FHC.
 
Nas eleições presidenciais de 2014, Maria Helena fez parte da equipe que formulou o programa de governo do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, sendo responsável pelas políticas na área de educação.
 
A ausência de mulheres no primeiro escalão do governo interino de Michel Temer foi alvo de críticas por movimentos nacional e órgãos como o escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres no Brasil.

Redação

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4 Comentários
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  1. antonio francisco

    17 de maio de 2016 2:46 pm

    Michel idealizando

    https://twitter.com/Drykkas?lang=pt

  2. CB

    17 de maio de 2016 2:51 pm

    O velho golpe dos golpistas

    O velho golpe dos golpistas de atribuir a outro a paternidade de algum programa que só deu certo graças às gestões petistas.

  3. resistente

    17 de maio de 2016 4:21 pm

    qualquer nome que queira

    qualquer nome que queira fornecer álibis de competencia

    para um governo infame e golpista entrArá para a história como golpista,

    parece evidente, mas é preciso registrar isso…

    NINGUEM CONSEGUIRÁ USAR EUFEMISMOS

    CONVINCENTES PARA JUSTIFICAR TANTAS INFAMIAS

    ARRUINANTES….

  4. Sônia Aranha

    17 de maio de 2016 9:25 pm

    Como pode ter coragem?

    Como pode ter coragem de aceitar um cargo em um governo golpista?

    Uma coisa é aceitar um cargo em governo do PSDB ou PMDB eleito pelas urnas,contrapondo-se aos governos petistas.

    Outra coisa, completamente diferente é fazer parte de um Golpe de Estado.

    Lembro-me da Sra. quando fiz minha graduação na FE-Unicamp, não foi minha professora, por sorte.

    Enterra assim a sua carreira, porque não iremos esquecer dos golpistas, isso fique sabendo.

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