4 de junho de 2026

Em campanha salarial, Unicamp se posiciona contra o golpe

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Jornal GGN – Os professores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) se reuniram em assembléia geral na última quinta-feira (5) e decidiram paralisar as atividades no dia 16 deste mês. No mesmo dia, a segunda reunião de campanha salarial será realizada com o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).

Na mesma assembléia, os professores decidiram incorporar a expressão “Não ao golpe” em todas as manifestações e publicações que forem realizadas na campanha salarial. De acordo com nota da Associação dos Docentes da Unicamp (ADunicamp), a decisão foi tomada depois da sugestão de diversos professores. “Vários deles defenderam que a ADunicamp deveria se posicionar claramente diante da atual crise política nacional, em todas as suas manifestações”, disse a Associação em nota.

“A proposta de inclusão do ‘Não ao golpe’ foi indicada por um dos docentes que participaram do debate e a mesa diretora da assembléia abriu a tribuna para que dois professores – um a favor e outro contrário à proposta – se manifestassem. Depois, colocada em votação, a proposta foi aprovada por ampla maioria, com apenas dois votos contrários e cinco abstenções”.

Eles também decidiram que vão realizar debates nas unidades da universidade para discutir: o Projeto de Lei Complementar 257, as medidas de contenção de despesas na Unicamp, a reserva financeira da universidade e a atual campanha salarial.

“O projeto, de autoria do Governo Federal, recebeu 209 emendas parlamentares e entrou na pauta para discussão e votação na Câmara dos Deputados, em caráter de urgência  constitucional. O Andes-SN e demais centrais sindicais avaliam que a proposta traz uma série de ataques aos direitos dos trabalhadores, principalmente servidores públicos – federais, estaduais e municipais”, disse a ADunicamp.

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13 Comentários
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  1. Andre Araujo

    8 de maio de 2016 8:46 pm

    Tem 1.800 funcionarios

    Tem 1.800 funcionarios ganhando ACIMA DO TETO, campanha salarial?

    1. Ivan de Union

      8 de maio de 2016 8:53 pm

      Nao va me dizer que quem eh a

      Nao va me dizer que quem eh a favor do golpe nao esta ganhando acima do teto, nao vai colar.

      1. Andre Araujo

        8 de maio de 2016 9:55 pm

        Nada a ver uma coisa com

        Nada a ver uma coisa com outra. Estou falando da campanha salarial.

        1. Ivan de Union

          8 de maio de 2016 10:16 pm

          Ah, bom, entao o golpe nao

          Ah, bom, entao o golpe nao esta sendo feito para AUMENTAR a porcentagem de lucro de 1 por cento nas costas dos brasileiros.

          Entao ta.

    2. Marcos Antônio

      8 de maio de 2016 10:01 pm

      Pegou mau…

      Eles pensam, logo EXISTEM!

      E quem existe, pode ser alcançado, tocado, quebrado e até mesmo morto!

      E quem tem lucidez compreende que é golpe, e o golpe vai afetar os mais vulneráveis, os mais vulneráveis ficarão a mercê das forças brutas das ausências de politicas sociais, de recursos para sobreviver e a mercê da policia e criminalidade…

      Isso impactará TODA A SOCIEDADE, INCLUSIVE A QUE ESTA ACIMA DO SEU FAMOSO TETO!

      Se você não tem, é bom pensar em carros BLINDADOS PARA TODA SUA FAMÍLIA…

      OS FIGURÕES DO GOLPE, TODOS JÁ DEVEM TER….

      1. Gilson AS

        9 de maio de 2016 2:24 am

        Pois é ! Muitos não percebem,

        Pois é ! Muitos não percebem, ou não querem perceber, que o golpe está muito acima do teto salarial.

        O golpe afeta a todos.

  2. naldo

    8 de maio de 2016 10:18 pm

    Não ao golpe!! Fora Temer!!!

    Não ao golpe!! Fora Temer!!!

  3. Observador Eu

    8 de maio de 2016 11:48 pm

    Uma coisa, uma coisa…

    Uma coisa, uma coisa. Outra coisa, outra coisa.

    Campanha salarial, sim. Chegou a data-base, tem que apresentar proposta, a ser aceita ou não pela categoria, mediante negociação. No limite, a greve.

    Salário acima do teto, professor e funcionário, é algo a ser visto pelo Tribunal de Contas do Estado que, diga-se de passagem, não é um exemplo de transparência; também a ser revisto pela administração da Unicamp.

    Isto vale tanto para a USP e para a Unesp. Na USP, foi uma vergonha – quem depredou o patrimônio da USP finge que não foi com ele. Mas bem que deveria ir, quem sabe, em cana.

    Aproveitando o ensejo, dirijo-me ao Nassif (quem sabe?) para falar sobre a ação de despejo que a Universidade de São Paulo está promovendo não apenas contra a vivência dos estudantes da Escola de Comuncações, e, também, sobre o Sindicato dos Trabalhadores da USP.

    Pode ser visto em:

    http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2016/04/sintusp-recebe-notificacao-para-deixar-sua-sede/

    https://manifestopelosintusp.wordpress.com/

    http://www.adusp.org.br/index.php/universidade2/2534-eca-contradiz-a-reitoria-quanto-a-sede-do-sintusp

     

     

  4. Celso - sp

    8 de maio de 2016 11:55 pm

    E a USP o que pensa a

    E a USP o que pensa a respeito ?

     

  5. Mariano S Silva

    8 de maio de 2016 11:57 pm

    Duas Universidades que me

    Duas Universidades que me trazem saudades: A PUC/RJ, na qual me formei e a UNICAMP, na qual trabalhei por cinco anos de minha vida.

  6. altamiro souza

    9 de maio de 2016 12:25 am

    é marcante esse

    é marcante esse posicionamento de exprssivos

    segmentos da universidade contra o golpe….

    quem sabe faz a história…

  7. José Carlos Lima...

    9 de maio de 2016 10:39 am

    A pauta da campanha é ampla e mais do que justificada

    Um dos pontos da campanha é a derrubada de uma PEC que acaba com concursos públicos e signfica o retorno de indicações politicas, isso é  de interesse do usurpador temer e seu congresso dominado por ladrões

    Golpe não! Fora Temer!

     

    http://www.adunicamp.org.br/?p=2242

  8. Shigeru Kojima

    10 de maio de 2016 6:34 pm

    GOLPE????????????????????????????????

    Trabalho nesta Universidade e tenho orgulho por este fato, mas ao mesmo sinto decepcionado pelo pequenos grupos de pessoas que querem se manifestar utilizando a Universidade para ter visibilidade nas suas manifestações, das suas convicções políticas. Acredito que esse grupo de pessoas deveriam ter respeito pelo nome da Universidade e pelas pessoas que de alguma maneira se insere nesta Universidade, pois acredito que  grande maioria tem posições contrárias.

    Estas pessoas teoricamente são pessoas bem informadas, como compactuam com a infeliz ideia de golpe? pois todos os procedimentos instalados no Congresso Nacional, foram feitos dentro do rito regulamentado pelo STF, e este mesmo em diversas situaçoes mostraram-se simpáticos as ações deste orgão, assim, reclamem ao STF, e não fiquem com ilações sem sentido.

    Sim, há e houve golpe da ditadura do proletariado, em que o governo populista, cuja dominação aos pobres, colocou o país em caos e miséria.

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