4 de junho de 2026

O assassino serial de travestis

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5494729-EI5030,00-SP+policia+investiga+matador+de+travestis+por+mais+mortes.html

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

SP: polícia investiga ‘matador de travestis’ por mais mortes 29 de novembro de 2011 • 16h15

O ex-PM estava em liberdade após 18 anos de prisão Hermano Freitas Direto de São Paulo A Polícia Civil de São Paulo informou na tarde desta terça-feira que investiga outras possíveis mortes do ex-policial militar Cirineu Carlos Letang da Silva, 47 anos. Ele estava em liberdade após 18 anos de prisão quando foi preso nesta manhã por suposta participação em mais um caso. Ele negou as acusações em depoimento à polícia. Indiciado pela morte de um travesti em maio, ele ficou conhecido nos anos 1990 como “matador de travestis” devido à condenação por seis assassinatos.

Acredita-se que ele possa ser o autor de casos semelhantes. “Vamos investigar em pontos dos bairros Tatuapé, Ipiranga, Lapa e Perdizes/Barra Funda”, declarou o delegado Maurício Guimarães Soares. De acordo com as investigações, o “modus operandi” era sempre o mesmo. “Basicamente, o padrão de abordagem era procurar a vítima como cliente, simular um desentendimento e atirar à queima-roupa em plena rua”, disse o delegado Antônio Carlos Desgualdo. Por ser ex-policial militar, Cirineu deve ficar separado dos outros presos na penitenciária. No caso mais recente, o ex-PM matou Alison Pereira Cabral, 23 anos, nas proximidades de um conhecido ponto de prostituição na rua Edgar Teotônio Santana, bairro da Barra Funda.

Testemunhas do crime reconheceram o “matador de travestis” e detalhes estão sendo mantidos em sigilo para preservá-las. O suspeito foi preso em casa, na zona norte da capital, onde morava com a mulher e dois filhos. Memória Letang foi condenado em 15 de março de 1995 a 44 anos e 4 meses de prisão pelas seis mortes de travestis. Sua expulsão da Polícia Militar foi durante o processo criminal. Ele enfrenta ainda na Justiça outro procedimento pela participação no chamado massacre do Carandiru, em outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos pela polícia paulista na repressão de uma revolta.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados