
Jornal GGN – Em seu blog no Estadão, o jornalista João Villaverde analisa documento assinado por especialistas em América Latina nos Estados Unidos, apresentando propostas para o próximo presidente dos EUA, incluindo a atuação em parceria contra a corrupção e também restabelecer a pauta do livre-comércio.
Os 23 acadêmicos que assinam o texto dizem que o próximo presidente norte-americano deve trabalhar com os governos latino-americanos para coordenar os esforços na luta contra a corrupção. “Do México a Argentina, os cidadãos estão demandando mais accountability e transparência dos seus governos”, afirmam os especialistas, argumentando que uma ação mais pró-ativa em temas de interesses dos latino-americano será importante para melhorar a política externa dos EUA.
Entre os acadêmicos signtários do documentos, estão especialistas que trabalharam no primeiro mandato de Barack Obama e professores nas universidades de Columbia, New York University e George Washington University. Leia mais abaixo:
Do Estadão
Os Estados Unidos e a corrupção na América Latina
Documento assinado por 23 especialistas em América Latina nos Estados Unidos, obtido pelo blog, apresenta propostas ao próximo presidente americano. Entre elas, atuar em parceria contra a corrupção nos governos e nas empresas da região e restabelecer a pauta do livre-comércio. Entenda:
O próximo presidente dos Estados Unidos deve trabalhar com os governos da América Latina para estabelecer um painel independente de juristas e autoridades públicas para coordenar a batalha que os países da região estão travando contra a corrupção nos setores público e privado. Essa é a avaliação de 23 acadêmicos especializados na relação entre os EUA e os latino-americanos e faz parte de documento que será divulgado nesta quinta-feira (05/05) para policy makers dos dois partidos, Republicano e Democrata, que disputam a sucessão do presidente Barack Obama, que deixará o poder em janeiro de 2017.”A região está experimentando tanto os benefícios quanto as dificuldades políticas de uma crescente atenção popular para a corrupção no setor público e também no setor privado. Do México a Argentina, os cidadãos estão demandando mais accountability e transparência dos seus governos“, apontam os especialistas no texto. Segundo eles, uma atuação mais pró-ativa do presidente americano em temas de interesse dos latino-americanos será fundamental para aprimorar a política externa dos EUA.
Os graves problemas econômicos experimentados pelos países da região, em especial na América do Sul, são apontados como oportunidade para os EUA. “Brasil, Argentina e Peru estão tentando diversificar suas exportações, então muito concentradas em produtos primários, e os EUA podem ter um papel importante nesse processo“, dizem. Os Estados Unidos são o primeiro ou o segundo maior parceiro comercial de praticamente todos os países da região e, diferente da China, importa bens e serviços mais sofisticados, de modo geral.
Entre os acadêmicos que assinam o documento, intitulado Global Americans Campaign Suggestions, estão Frank Mora e José Fernandez, que trabalharam no primeiro mandato de Obama, Hunter Carter, que participou do comitê de América Latina na campanha de Hillary Clinton em 2008, além de Christopher Sabatini, Natasha Zaretsky e Stephen Kaplan, professores nas universidades de Columbia, New York University e George Washington University, respectivamente.O texto foi obtido pelo blog e boa parte das informações foi registrada na edição impressa de hoje do Estadão.
“Para começar, em vez de falar sobre levantar muros, queremos que a discussão seja sobre construir pontes com líderes, organizações e cidadãos da América Latina“, dizem os especialistas no texto, numa indireta à famigerada proposta de Trump de construir um muro na fronteira dos Estados Unidos com o México e fazer o governo mexicano pagar pela obra. No caso da imigração de latino-americanos para os Estados Unidos, os especialistas defendem que o novo presidente estabeleça um sistema “racional e humano“, que ao mesmo tempo apontem para as necessidades dos EUA por força de trabalho e também crie um caminho para que os imigrantes hoje em situação ilegal consigam adquirir status de cidadania americana. “Isso deve incluir, como primeiros passos, o fim das deportações de crianças que estão fugindo da violência na América Central“, registram.Comércio. Os acadêmicos defendem iniciativas de livre-comércio com os países da região, em especial o Acordo Transpacífico (TPP), fechado por Obama e que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso. Acordos de livre-comércio foram a principal bandeira da gestão Bill Clinton (1993-2000) e tinham o apoio bi-partidário até recentemente, mas estão sob ataque tanto de Trump quanto do democrata Bernie Sanders, que disputa com Hillary a indicação do partido para as eleições de novembro.
Cuba e Venezuela. Os especialistas dão especial atenção a Cuba e Venezuela no documento. Eles citam a promessa do presidente da ilha, Raúl Castro, de deixar o poder em 2018. Se isso efetivamente acontecer, o próximo líder dos EUA será o primeiro a se relacionar com Cuba sem um Castro à frente desde o governo de Dwight Eisenhower (1953-1960). “O próximo presidente deve iniciar as negociações com o Congresso para acabar com o embargo aplicado sobre a ilha. O próximo governo deve ter em mente que por toda a América Latina, independente da orientação ideológica de cada líder regional, o embargo americano e a exclusão de Cuba do sistema inter-americano é visto negativamente“, dizem.A revolução cubana, liderada pelos irmãos Fidel e Raul Castro, ocorreu em 1º de janeiro de 1959. O embargo americano sobre a ilha começou dois anos depois, em 1961. Foi agressiva a interação entre Cuba e os Estados Unidos por mais de 50 anos depois disso – até dezembro de 2014, quando Barack Obama e Raul Castro reataram relações diplomáticas e iniciaram o processo histórico que culminou com a visita de Obama a ilha em março de 2016. Desde que os Castro iniciaram o regime na ilha, os Estados Unidos tiveram 11 presidentes (Eisenhower, Kennedy, Lyndon Johnson, Richard Nixon, Gerald Ford, Jimmy Carter, Ronald Reagan, George H. Bush, Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama). Como continuarão até 2018, ao menos, serão 12 presidentes americanos, ao todo, que terão lidado com a Cuba sob o regime dos irmãos. A mudança histórica iniciada por Obama terá como ponto máximo, portanto, justamente o mandato do presidente que vencer as eleições deste ano.
Por fim, os especialistas reconhecem o surgimento de diversas instituições multi-laterais criadas na região nos últimos anos, como Alba, Celac e Unasul, mas defendem que o próximo presidente americano deve se esforçar para fortalecer a mais antiga delas, a Organização dos Estados Americanos (OEA), que conta com a participação dos EUA.****
As eleições aqui nos Estados Unidos (onde o autor deste blog mora desde janeiro) devem, mesmo, ser disputadas entre Hillary Clinton (Partido Democrata) e Donald Trump (Partido Republicano). Mas, diferente de praticamente todas as campanhas presidenciais recentes, isso ainda não está totalmente definido, mesmo faltando apenas dois meses para as convenções partidárias.
A desistência do conservador radical Ted Cruz, senador pelo Texas, ontem (04/05), deu a Trump praticamente a indicação republicana. Permanece na disputa interna do partido apenas John Kasich, que é o mais moderado entre todos os nomes que os Republicanos apresentaram para a sucessão de Obama desde o início da pré-campanha. Kasich não tem mais chances matemáticas de conseguir a indicação formal, mas ao permanecer na campanha, pode fazer com que Trump não atinja o número mínimo necessário de delegados para conseguir a indicação oficial do partido antes da convenção. São necessários 1.237 delegados, 190 a mais do que Trump tem hoje. Missão quase impossível para Kasich, mas enquanto ele continuar na disputa, Trump não pode se concentrar 100% na campanha geral.
Do lado democrata, a situação é muito parecida, mas o conforto de Hillary é ainda maior. Ela ainda não assegurou matematicamente o número mínimo de delegados para garantir a indicação formal dos Democratas. Até agora não conseguiu superar seu rival interno, Bernie Sanders, senador de Vermont. Ele venceu as primárias de Indiana ontem. O sonho de Sanders, que tem chances mínimas de conseguir a indicação, é carregar sua campanha até as primárias da Califórnia, que serão realizadas em junho, de forma a nacionalizar completamente sua campanha, sustentada em críticas pesadas ao setor financeiro e aos bancos responsáveis pela crise mundial de 2008, ao lobby do setor farmacêutico junto ao Congresso americano, e à desigualdade social no país, que tem crescido apesar da recuperação do mercado de trabalho.
Hillary é considerada por todos a virtual presidente a partir de 2017. Foi primeira-dama do marido Bill de janeiro de 1993 a janeiro de 2001, senadora pelo Estado de Nova York, pré-candidata presidencial em 2008 e finalmente comandou o Departamento de Estado de janeiro de 2009 a janeiro de 2013. Ela também é a preferida do atual presidente Barack Obama para sua sucessão.
Ontem, no programa Late Night, o comediante Seth Meyers comentou que Hillary já está preocupada com a eleição presidencial… de 2020 (o que seria sua reeleição caso vença mesmo em 2016).
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O professor de Columbia e especialista em América Latina, Christopher Sabatini, mantêm um site com análises sobre a região que vale conferir: Latin America Goes Global
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Atualização de 05/05/2016
O documento acaba de ser lançado e pode ser lido, na íntegra, aqui.
De ontem para hoje, o quadro eleitoral aqui nos Estados Unidos mudou mais um pouco. John Kasich, afinal, suspendeu sua campanha presidencial. Com isso, do lado Republicano, resta apenas Donald Trump, que passa a ser o virtual candidato do partido à sucessão de Obama. Ele, no entanto, ainda não tem o número mínimo de delegados para conquistar oficialmente a candidatura. Sim, trata-se de uma questão de tempo agora. Será interessante acompanhar como o establishment do partido vai se comportar na campanha.
Do lado Democrata ainda disputam a indicação oficial do partido de Obama os pré-candidatos Hillary Clinton e Bernie Sanders. Dificilmente Bernie conseguirá tirar de Hillary a indicação formal, mas seu feito não deixa de ser impressionante.

josé floripa
5 de maio de 2016 5:30 pmGeopolítica = Mais
Geopolítica = Mais Comércio
Segue link de incrível mapa de visualização das rotas comerciais no mundo:
http://www.vox.com/2016/4/25/11503152/shipping-routes-map?linkId=24182614
André Oliveira
5 de maio de 2016 5:46 pmMistura de politica do Big
Mistura de politica do Big Stick com Doutrina Truman atualizada para o mundo do séc. XXI. Não usarão mais as armas para invadir países e destituir governantes incômodos. Agora tudo será feito através do Departament of Justice. É golpe lavado com OMO, limpinho.
Cedric Pa
5 de maio de 2016 6:05 pmSai mais barato e não fica
Sai mais barato e não fica mal na fita com seus eleitores domésticos. A indústria bélica é que não gosta muito….
Mariano S Silva
5 de maio de 2016 6:28 pmMas como uma das razões de se
Mas como uma das razões de se querer controlar a América Latina é poder chantagear a China com alimentos, a indústria bélica que sobrar (será) por lá depois das cinzas nucleares vai adorar…
Andre Araujo
5 de maio de 2016 5:51 pmSob a CAPA de boas intenções
Sob a CAPA de boas intenções a Africa foi colonizada, a Inglaterra dominou a China, o Vietnam foi invadido.
Os conqusitadores ibéricos da America Latina davam às conquistas de territorios a CAPA de conversão dos indios às bondades da Igreja Catolica, resgatando-os para as graças do Senhor.
O proprio Estado Islamico alega ter boas intenções ao dizimar territorios.
Essa campanha anti-corrupção já há tempo esta servindo como CAPA para construir poder politico.
O moralismo sempre foi bandeira de ataque e conquista de espaços politicos.
O Departamento de Justiça é hoje um buker de conquista, tomaram a FIFA para garantir o controle do “”footnall business”
para os EUA, é o esporte mais popular do mundo e estava em mãos impuras, logo a FIFA estará sob controle das mafias de Las Vegas, que ja controlam o boxe, a MMA e outros esportes lucrativos.
Tudo isso é mais velho que as Piramides do Egito.
Cedric Pa
5 de maio de 2016 6:03 pmTanto é assim, que até mesmo
Tanto é assim, que até mesmo os coxinhas, após o golpe, declaram abertamente que o objetivo da lava jato nunca foi acabar com a corrupção e sim tirar a Dilma, perseguir o Lula e destruir o PT.
Cedric Pa
5 de maio de 2016 6:01 pmUm coisa é certa, podem
Um coisa é certa, podem observar, quando os EUA retiram seus olhos dos países latino americanos as coisa começam a melhorar, a partir do momento que eles voltam a atenção, começam as instabilidades políticas e econômicas. Coitado dos latino americanos, tão perto dos EUA e tão longe da independência.
Ivan de Union
5 de maio de 2016 6:53 pmTraduzindo: os EUA ja estao
Traduzindo: os EUA ja estao se sentindo donos do pre-sal brasileiro.
Andre Araujo
5 de maio de 2016 7:21 pmDeve-se registrar a natureza
Deve-se registrar a natureza extremamente danosa dos ACORDOS DE COOPERAÇÃO JUDICIARIA que tem como unico beneficiarios finais os EUA, são acordos de mão unica, operam em favor dos mecanismos de controle dos EUA e não beneficiam os paises contrapartes. O nosso Acordo com os EUA é de 2003 e tem sido intensamente usado pela Lava Jato.
Esses acordos SÓ PODEM ser operados pela via dos respectivos Poder Executivo, não pode o Judiciario e o MP operar diretamente com outros paises, ESTA DEFINIDO no proprio texto do acordo que a autoridade central DE CADA LADO é o Ministro da Justiça, o Brasil não tem observado isso e o MPF opera diretamente com o Departamento de Justiça dos EUA,
sempre colaborando com Washington.
A proposito, há uma sentença não cumprida emitida no Brasil contra dois pilotos americanos, caso do Legacy, o MPF do Brasil pediu a colaboração do Departamento de Justiça pra traze-los para cá? Se não pediu, porque não pediu?
CB
5 de maio de 2016 8:14 pmEstou comovido com o
Estou comovido com o interesse dos Estados Inimigos da América em ajudar-nos a moralizar nossos países… Estados Hipócritas da América. Vai, Trump, ganha e rasga de uma vez a fantasia de cordeiro que estes caras usam pra enganar multidões!
MARCOS FERREIRA
5 de maio de 2016 9:07 pmA 6ª economia para ter
A 6ª economia para ter autonomia e não sofrer interferência externa precisa ter suas forças armadas entre as 4 maiores do mundo e reformar seu gabinete de inteligência, a ABIN , que desempanhou um péssimo papel diante dos episódios de espionagem revelados pelo Wikileaks.
Os Estados Unidos mantém sua hegemonia sobre outras nações fomentando desestabilizações e golpes de estado.
MARCOS FERREIRA
5 de maio de 2016 9:09 pmPROSUB e FX-2 PRECISAM SER
PROSUB e FX-2 PRECISAM SER ACELERADOS ASSIM QUE TIVER-MOS FOLGA FISCAL.
Frederico Firmo
5 de maio de 2016 9:11 pmA oficialização da ingerência.
Não é possivel que depois de testemunharmos um longo e poderoso ataque a nossa soberania, admitirmos tamanha ingerẽncia. Acabamos de ver um procurador que entrega e municia ações contra empresas brasileiras no USA , que traz de fora informações para inculpar corruptos, mas também para inculpar figuras que são de há muito foco de ataque dos Estados Unidos, como o almirante Othon Silva e a Eletronuclear.
Além disto estamos a testemunhar toda esta manobra golpista encoberta com a cortina de fumaça da luta contra a corrupção,. Diante disto não posso crer e nem ouvir falar em oficialização geopolitica da luta anti-corrupção. Isto soa como um retorno aos tempos da guerra fria. Uma política de franca ingerência nos interesses da América Latina e parece querer consagrar o judiciário como principal poder no país. Isto vem de um país que nada fez contra os que, através da especulação criminosa, foram responsáveis pela maior crise econômica mundial.
A mudança da política das armas bélicas para a luta anti-corrupção vai continuar com as ações de espionagem que buscarão sem dúvida os focos de corrupção que forem contrários aos seus interesses assim como também os focos de corrupção que são favoráveis aos interesses americanos. No golpe de 64 corromperam e compraram vários deputados, me parece que este nosso atual golpe ocorre depois da espionagem da NSA. Eles estão sim por trás das políticas propostas por Serra e outros, e creio também que a formação da enorme base parlamentar de Cunha, feita através de corrupção ativa também tem dedos estrangeiros.
Não posso acreditar nesta luta internacional contra a corrupção. Por sinal não vi o juiz Moro ,ou Janot, ou seja lá quem for do MP, sequer citar qualquer muitinacional que por ventura tenha feito negócios com a Petrobrás. Me parece improvável, que esta corrupção tenha sido apenas das nossas empreiteiras, e principalmente as que tem algum papel geopolítico. Como acreditar num país cujo interesse no futebol se restringe às Televisões, grupos de imprensa e fábrica de material esportivo, mas que está no momento num rompante de honradez voltado para um processo contra os dirigentes da FIFA. Porque isto não ocorre na civilizada Suiça, e qual os interesses americanos nisto?
zesergiozz
5 de maio de 2016 9:41 pma oficialização…
Obrigado sr. Frederico Firmo, eu iria escrever por este caminho mas de cara já vi seu comentário. Definitivo. No Brasil temos uma elite politico-intecto-social que não se livra do cabresto em hipótese alguma. Parece arraigado na estrutura desta parcela da sociedade. Lamentável, humilhante.; medíocre é um país que precisa da tutela de outro para corrigir seus erros sociais. Ainda mais do gigantismo do Brasil. Ainda mais de países como EUA ou algum da Europa que usaram e abusaram deste protocolo para se beneficiarem politica e economicamente por décadas.
Ginah
6 de maio de 2016 1:54 amGo home! Fazia tempo que não falava isso!
É isso, a oficialização, a institucionalização da ingerência. Só pensaria em concordar quando visse as armas químicas que os EUA disseram que o Sadam Husseim tinha!
MARCOS FERREIRA
5 de maio de 2016 9:43 pmA deposição do pres. da
A deposição do pres. da Ucrânia também foi respaldada por um soposto combate a corrupção junto com a opção da oposição ucraniana pela União Européia ao invés da Rússia, em 2015 o país amargou uma retração de quase 15% no PIB.
Antes dos protesto violentes foi feita o preparo psicológico na população acabando com sua reputação.
mcn
5 de maio de 2016 10:54 pmOdor de santidade
Os especialistas norte-americanos falam do rabo sujo dos outros como se vivessem num convento.
Mostrem primeiro como fizeram o “milagre” de acabar com os corruptos e os corruptores dos EUA e depois a gente conversa.
Roxane
5 de maio de 2016 11:01 pmQue generosos, oh como me
Que generosos, oh como me comovem os irmãos norte americanos da academia!
Que beleza agora nosso sistema público e universal de saude vai ficar igual ao sistema público de saude deles, nossas escolas publicas vão ficar como as deles. Que bom, que maravilha!
E ainda tem otário que acha que não tem os fdp dos americanos dando as cartas no golpe junto com a direita brasileira vendida. Com este documento eles assinam em baixo do que n artigos vem dizendio há tempo.
altamiro souza
6 de maio de 2016 12:37 amingerimos o que há de melhor
ingerimos o que há de melhor para os eua e entregamos
a eles oque há nelhor de nossas riquezas…
engolimos venenos deles e eles levam o nosso orignal pharmakon
para redimirem-se de suas abomináveis doenças imperialistas…
nina pereira
7 de maio de 2016 12:24 amclaro que as economias que
claro que as economias que estão se saindo melhor são as “que se integraram melhor ao mercado global” (sic)… leia-se: são as que não estão sofrendo ataques patrocinados por eles (amercianos)!!!