4 de junho de 2026

Um Grupo Inglês Pró-Governo Promete Abolir O Pensamento Crítico.

 

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Infowars.com

18 de Outubro de 2011
O grupo da frente governista,
Demos, parte integrante do establishment britânico, que foi fundado por marxistas, assustou-se com o fato de as crianças e os jovens estarem usando conhecimentos adquiridos pela  internet para questionar os ensinamentos nas escolas, e prometeu abolir tal pensamento crítico para reforçar o papel do sistema educativo como um instrumento de doutrinação.

Um relatório da BBC News reflete o pânico que o Demos sente pelas “teorias da conspiração” (ou seja, qualquer pensamento crítico que questiona o consenso oficial) que esteja sendo trazido para a sala de aula.

Essa é uma deliciosa ironia que temos destacado muitas vezes antes e que sustenta todo o sistema educativo. Enquanto reclamam que as crianças não estão se engajando em “pensamento crítico”, Demos um grupo da frente governista, está abolindo qualquer noção de pensamento crítico, dizendo aos alunos que eles só devem acreditar naquilo que o governo e a grande mídia dizem – o mesmo establishment que foi pego proliferando mentiras uma atrás da outra.

Na realidade, é exatamente o fato de que os estudantes estão cada vez mais envolvidos com o “pensamento crítico”, ou seja, questionando a versão oficial dos acontecimentos, que tem a preferência cega do grupo Demos.

Tendo sido apanhado mentindo e encobrindo todos os tipos de escândalos, desde a farsa do WMT (arma de destruição em massa) até o Climategate, passando pela morte do Dr. David Kelly (deu o alarme da falsificação do relatório das WMTs no Iraque), o establishment britânico e seus bajuladores da mídia como a BBC estão perdendo rapidamente a credibilidade. E assim os jovens estão se voltando para fontes alternativas de informação para tentar obter a verdade, algo considerado intolerável pelo sistema.

Enquanto os jovens estão sendo intimidados devido ao pensamento crítico, ao mesmo tempo estão sendo bombardeados com matérias do Al Gore, Uma Verdade Inconveniente, que foi enviada pelo governo para as escolas britânicas em 2007, um documentário que foi considerado falho por um juiz da alta corte britânica por conter nove erros significativos e classificou o “contexto de alarmismo e exagero.”

Isso nos faz acreditar que as “teorias da conspiração” só são aceitáveis por Demos e sua turma do governo britânico se essas forem geradas pelo Estado ou por seus suportes.

De fato, um professor universitário do Reino Unido, recentemente conduziu uma análise comparativa de um documentário da BBC sobre “07/07 Teorias da Conspiração” com um documentário independente em que a história oficial por trás dos atentados de Londres é questionada. O professor concluiu que o documentário produzido pelos “teóricos da conspiração”, foi mais preciso e com muito mais probabilidade de ser a representação verdadeira dos acontecimentos de 07/07, mas não espere que o governo recomende que seja, em breve, incluída no currículo – 07/07/2005: 56 pessoas morreram e 700 ficaram feridas em 04 ataques suicidas em Londres.

Outros grupos da frente governista também lançaram projetos financiados pelo estado para “demolir as teorias da conspiração” sobre eventos como o 9/11, ou em outras palavras ‘abolir’ qualquer pensamento crítico sobre o evento e reforçar a propaganda oficial através do currículo escolar.

Demos é uma fachada para a insidiosa rede Common Purpose, um grupo que o Ten. Cel. Brian Gerrish tem exposto por desempenhar o papel fundamental no avanço da Grã-Bretanha na nova ordem mundial. Julia Middleton, a diretora executiva da Common Purpose, pertence ao conselho consultivo do Demos.
O grupo tem travado guerra contra as “teorias da conspiração”, particularmente as que sugerem a cumplicidade do Estado no envolvimento de 07/07 e 11/09, e instou o governo a “reagir” se infiltrando nos sites de conspiração e espalhar as propagandas do Estado. Demos também tem caracterizado as pessoas que questionam a fábula oficial de 07/07 e 11/09 como extremistas e recrutadores de terroristas.

A estratégia reflete a tática do czar da informação na Casa Branca, Cass Sustein, que em um Relatório Branco de 2008 sugeriu que os sites de conspiração fossem infiltrados e minados, a fim de diluir a sua influência. No mesmo relatório, Sunstein também pedia que se taxassem as teorias da conspiração (qualquer ponto de vista que difere da versão oficial) como foras da lei e proibisse sua liberdade de expressão, o que não foi aprovado pelas autoridades.

Demos foi fundada em 1993 pelos marxistas Jacques Martin e Geoff Mulgan, e estava intimamente ligado ao governo trabalhista de Tony Blair. Mulgan trabalha dentro da Downing Street (rua da residência oficial do PM) desde 1997. O atual primeiro-ministro britânico David Cameron também mantém estreita relação com Demos e tem dado palestras em eventos do grupo. 

 

Demos tem rotineiramente atuado como plataforma para elitistas que desejam alterar drasticamente a sociedade, eliminar as liberdades e sacrificar a soberania britânica em favor de um governo global. Em 09 de agosto de 2006, o Ministro do Interior Dr. John Reid, outro ex-marxista, fez um discurso em uma conferência do Demos, afirmando que os britânicos “terão que modificar a sua noção de liberdade”, afirmando que a liberdade é “mal utilizada e abusada por terroristas.” 

 

 

Demos tem parceria com várias outras organizações globalistas do governo e da indústria, incluindo IBM, The Carnegie United Kingdom Trust, e Shell International. O logotipo da organização inclui um olho que tudo vê dentro de seu design.

Embora o grupo se apresente como um think tank independente, Demos é um pouco mais do que uma simples empresa de relações públicas para o governo britânico e serviços de segurança. Seus esforços para demonizar as teorias da conspiração, a fim de “aumentar a confiança no governo,” conforme seu próprio relatório, não passa de uma trama transparente para executar os lances de seus mestres, demonizando qualquer um que desafie um estado corrupto, mentiroso, com suas atividades nefastas extremistas e com potencial de terrorista doméstico, enquanto se infiltra nas escolas atuando como polícia do pensamento para circunscrever quais as idéias que as crianças podem ou não receber.

Veja o original no link: http://www.infowars.com/government-front-group-vows-to-abolish-critical-thinking/

 

Redação

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