Uma bom texto para debate, seria a entrevista do Sr. José Fernando de OLiviera- presidente do IPT, na revista “Dinheiro” – ” A burocracia é inimiga da inovação no Brasil” – na qual ele levanta varios gaps, sendo o principal a falta de financiamento na fase meio – os testes, as avaliações, a concepção de produto, as analises de demanda ou mesmo a criação de uma – esta fase é a que somete se gasta, se arrisca muito capital e se joga com muitas incertezas. Outros pontos levantados por ele vão de encontro a tópicos que eu coaduno: carga tributária, por que para candidatar-se ao FINEP tenho que ter vinculação com uma universidade publica?, e sobre a lei de licitações sendo aplicada a area de tecnologia, por que tenho que abrir meu projeto publicamente para conseguir um financiamento, sendo uma incubadora pequena a chance de copiarem meu projeto é exponencial, portanto ou vc. se associa a um grande ou mica, ou leva sua idéia pára um país mais amigavel e desenvolve lá.
Já que o Kern vai estar no encontro, uma pergunta a ele: A Embraer SD assinou um contrato estratégico com a AEL Sistemas, para explorar o mercado de Vants, o contrato inclui até a possibilidade da criação de uma futura empresa com participaçõa majoritária da Embraer SD, e a participação desta no capital da AEL Sistemas no Brasil, será que o objetivo conjunto desta parceria é a adequação do Hermes 450 a realidade nacional? E por que a Embraer SD que adquiriu a Orbisat ,não apoia mais diretamente seu próprio produto na area, o Sarvant? O radar de abertura sintética nacional, em desenvolvimento pela Orbisat, com menos de 50 Kg, pensado para utilização em Vants, será o utilizado pelos H450 e Sarvants da Embraer SD/AEL Sistemas, ou compraremos da ELTA?
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