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América Latina continua sua virada a esquerda
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América Latina segue caminho inverso da Europa para superar crises e integrar-se
Enquanto a Europa dá uma guinada à direita, por conta de governos de esquerda moderados que se enclausuraram em repetidas políticas recessivas em nome da unidade da zona do Euro, que se esfarela crise após crise, como em Portugal, irlanda, Espanha, Itália e Grécia.
Para ilustrar estas diferenças, somente no caso da Grécia os órgãos econômicos impuseram uma série de medidas que acarretariam profunda restrição fiscal, rebaixamento de salários, demissões no setor público e freada brusca no crescimento econômico, tudo isso para gerar execedentes para “honrar” as dívidas do país.
A gravidade do problema da Europa está estampado nos seguintes números: o pacote de ajuda a Grécia consumiu US$ 156 bilhões, o que representa 47% do seu PIB e o da Irlanda (US$ 120 bilhões), 52,9% do PIB. Os custos econômicos e sociais impostos a estes países é gigantesco, o sofrimento da população é enorme, o desemprego bate os 15% da população ativa da Grécia, por exemplo.
É disso que nos livramos.
Por outro lado, a América Latina segue sua virada à esquerda e com políticas afirmativas de crescimento econômico e desevolvimento social, elogiados pela ONU e pelo Banco Mundial, exemplo do bem sucedido “Bolsa Família brasileiro”.
Os indicadores sociais tem melhorado, ano após ano, sem submissões ao FMI.

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