Pode manter o ecletismo no blog?
Estou lembrando do meu pai, que já se foi, e seu velho rádio de pilhas.
Quando não tínhamos energia elétrica no sítio seu rádio era nosso ninar e despertar ( de dia ele liberava “seu Philco” pra eu ouvir a rádio cultura AM de São Paulo). A casa, por não ter forro, se deixava irradiar por todos seus tijolos e telhas.
O rádio era nosso relógio e o Zé Béttio nosso “galo despertador”. E o Tião Carreiro…
Bom! Tião Carreiro era Tião Carreiro, e só.
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