Do Terra
A abordagem, delineada em várias propostas em circulação no Capitólio, estabelece metas específicas de poupança e exige cortes automáticos de gastos e possivelmente aumento de impostos, caso os objetivos não sejam atingidos.governo fará acordo político para evitar briga por dívida pública.
Enquanto Washington se prepara para uma batalha sobre o teto da dívida, os congressistas estudam a possibilidade de adotar uma abordagem que permitirá que digam que estão adotando a disciplina fiscal no longo prazo, mesmo que votem pelo aumento dos empréstimos.
Congressistas e analistas de Washington afirmam que isso poderá evitar um confronto maior sobre o limite da dívida que poderia se estender por semanas depois que o limite for alcançado em meados de maio. “Isso permite que você construa alguma confiança entre os dois lados e passe pelo limite da dívida e tire esse problema das costas do mercado,” disse Joe Minarik, especialista em orçamento do Comitê para o Desenvolvimento Econômico, que ajudou a redigir um plano para os parlamentares esta semana.
As brigas relacionadas à criação de impostos aos americanos ricos e aos programas de saúde para os pobres e idosos seriam deixadas para mais tarde. Essa via daria aos congressistas cobertura política enquanto votam para permitir que o governo peça emprestado mais que o limite atual de US$ 14,3 trilhões, uma medida à qual se opõe fortemente o movimento do Tea Party e outros conservadores da área fiscal que querem um corte drástico nos gastos do governo.
Os republicanos afirmam que não votarão pela elevação do limite sem medidas para controlar a dívida, mas os democratas provavelmente vão se opor a cortes maiores nos gastos. Com a temporada eleitoral de 2012 já em andamento, o compromisso poderá se provar fugaz, caso os parlamentares entrem em questões polêmicas como impostos e sistema de saúde em meio ao debate sobre o aumento do teto da dívida.http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201104212247_RTR_1303426029nB367118
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