O que ficou oculto no post “Os que desistem da USP” é que na edição da Folha Online, este destaque apareceu junto com outro que pode ser lido no link:
Lendo o comentário do Hélio Schwartsman no link ( http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1003201104.htm) desta reportagem nota-se que ele tomou conhecimento do ranking de uma “entidade inglesa” chamada THE-Times Higher Education (não tem nada a ver com o grupo Times).
Visitei o site desta misteriosa instituição que a Folha considera a “principal referência no campo das avaliações de universidades no mundo”. O endereço para conhecer um pouco esta “influente instituição” é:
http://www.timeshighereducation.co.uk/story.asp?sectioncode=26&storycode=415429&c=2
No site você não encontrará nenhum “Quem somos” e nem quais os critérios para estabelecer o ranking. Se dá enorme importância ao “marketplace” que é a educação superior e ao “branding” como o grande negócio do momento para as universidades.
Será isto o que queremos discutir à respeito do ensino superior? A “marca” da universidade? Saber se ela está ou não entre as Top 100 “mais lembradas”?
Esta briga é para abrir caminho para a já abundante oferta de “grifes universitárias estrangeiras” representadas por medíocres universidades particulares brasileiras. Marketplace!!!
Mais de 90% da melhor produção acadêmica brasileira provém das universidades públicas (federais ou estaduais). Isto atrapalha demais o marketplace…
Triste o rumo desta discussão!!!
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