4 de junho de 2026

Governo anuncia investimentos de R$ 649 milhões em pesquisas do Aedes e vírus zika

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Do blog do Planalto

Governo investirá R$ 649 milhões em pesquisa e desenvolvimento para combater Aedes e zika

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta quarta-feira (23), investimento de R$ 649 milhões em pesquisa e desenvolvimento tecnológico para combate ao vírus zika, ao mosquito Aedes aegypti e às outros vírus que ele transmite. “Sendo 93% deste total aplicado até o final de meu mandato, em 2018”, anotou a presidenta. O governo também disponibilizará um montante de R$ 550 milhões em crédito na Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e no Banco Nacional do Desenvolvimento (Bndes) para financiar a geração, a adoção e a comercialização de novas tecnologias.

O anúncio foi feito durante o lançamento do eixo de desenvolvimento tecnológico, educação e pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, no Palácio do Planalto.

Dilma destacou a necessidade dos altos investimentos feitos pelo governo para combater o vírus que se espalhou em “velocidade espantosa” pelo mundo. “O nosso objetivo é avançar no conhecimento sobre o vírus zika, na oferta de diagnósticos, vacinas e medicamentos. Precisamos saber que medidas são mais efetivas para evitar que o feto de uma gestante desenvolva microcefalia, quais as razões para que algumas pessoas tenham formas mais graves da doença, e o que fazer para evitar estes agravos. Precisamos também de novos métodos para combater o mosquito transmissor da doença”.

O objetivo dos investimentos do governo envolve aprimorar os testes para diagnóstico, tornando mais rápido a identificação do vírus e a adoção de medidas de atenção aos que forem contaminados. Outra frente dos investimentos é no desenvolvimento de tecnologias para controlar o mosquito Aedes. Há pesquisas em curso no País, por exemplo, que têm como estratégia a introdução no meio ambiente de mosquitos estéreis ou portadores da bactéria Wolbachia, que coíbe a transmissão de vírus. Além disso, os recursos disponibilizados permitirão o desenvolvimento de vacinas contra as doenças transmitidas pelo mosquito.

Ao citar o trabalho que já vem sendo desenvolvido pelos institutos de pesquisa brasileiros – como a Fiocruz e o Instituto Butantan – a presidenta afirmou que o País tem alcançado papel de destaque internacional no combate ao Aedes e ao vírus zika.

“As pesquisas e os trabalhos pioneiros produzidos e publicados em ritmo acelerado e com qualidade inquestionável colocam o Brasil no centro das atenções da comunidade científica internacional. Cabe-nos, agora, dar todas as condições, mesmo nessa etapa, de dificuldades fiscais, para que esse trabalho se coloque em novos patamares”.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Tom

    24 de março de 2016 2:50 pm

    Muita grana

    Não que não seja importante, mas essa história toda da microcefalia é muito confusa, começando pela relação com o zika, estabelecido desde o primeiríssimo momento pelo ministro da saúde, antes de qualquer estudo conclusivo. Não seria importante conhecermos os destinatários desse investimento?

Recomendados para você

Recomendados