A crise do Egito já virou uma crise regional, alcançando grande número de países árabes. Na Jordânia, o rei demitiu o primeiro-ministro; o rei do Marrocos estaria +- incógnito na França, em seu castelo, informa o Rue 86, e foi sem a família, logo não é bem para espairecer que viajou. A onda alcançou também o Iêmen, lemos no Opera Mundi:
Em meio a protestos, presidente do Iêmen anuncia que não prolongará mandato
Em meio a protestos contra o regime, o presidente iemenita, Ali Abdullah Saleh, anunciou nesta quarta-feira (02/01) que congelará a introdução de emendas na Constituição que permitiriam sua permanência no poder. Atualmente, a Carta Magna iemenita, que foi emendada em duas ocasiões desde a unificação do país, em 1999, só permite duas legislaturas. Antes, não havia restrições ao mandato presidencial.
“Não vou trabalhar para prolongar meu mandato”, garantiu Saleh em discurso no Parlamento no qual assinalou que “serão congeladas as reformas constitucionais” de acordo com o que exige o interesse público. “Não ao prolongamento e não a herança… isto não está incluído no programa do presidente”, disse Saleh, que iria se candidatar nas eleições presidenciais de 2013.
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