Obrigada, Alencastro, por apresentar o Joazinho. Não conhecia.
Aproveito para lembrar que hoje faz 28 anos que Garrincha foi embora. Das coisas que não me conforme em não ter visto, Garrincha é o maior. Daria tudo para ter visto Garrincha jogar. Ele mora em meu coração, sendo o grande motivo por que, corintiana que sou, não falar nada, nada do Botafogo. Tudo que Garrincha tocou, vestiu ou pisou é sagrado para mim.
É interessante sentir saudades do que não vi, mas tenho um orgulho enorme desse cara ser brasileiro. Só agora estou lendo sua biografia feita por Ruy Castro. Ele não era “bobo” como falavam. Era inocente, apreciador da vida e amava o futebol.
Os deuses do gramado não são justos em privar as novas gerações de figuras como Garrincha. E como dizer que o mundo que vivemos não merece mais presentes como o Anjo de Pernas Tortas. Que pena. Ele deveria viver para sempre.
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