O lançamento do Esporte Prev pela Petros – o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras – atende a uma enorme lacuna na previdência brasileira.
Há um conjunto de profissionais – como atletas, artistas – sem emprego formal permanente e sem capacidade contributiva maior. Não se fala aqui dos grandes atletas e músicos, mas da imensa legião dos menos assistidos.
Agora, o Petros firmou acordos com sindicatos de jogadores de futebol dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Paraíba, com um público potencial de mais de nove mil participantes. O fundo estará aberto a todas as modalidades esportivas. Inclusive com campanha publicitária.
E aí abre um espaço interessante a quem queira ajudar grandes atletas do passado em estado de penúria.
As regras do fundo
Faceta pouco conhecida da Petros são os planos de previdência para outras categorias, a exemplo do que fazia o Ipes (Instituto de Previdência do Estado de São Paulo) com advogados.
A Petros administra planos para jornalistas, trabalhadores na cultura, atuários, médicos, dentistas, administradores e, agora, atletas.
No total, são 138 mil participantes, dos quais 120 mil do sistema Petrobras e o restante de empresas e entidades de classe. O segundo grupo faz contribuições individuais – sem a parte patronal. Caso queiram, as entidades também poderão fazer aportes aos planos.
E quem queira ajudar seu atleta favorito pode fazer a contribuição em seu plano.
Dias desses foi divulgada a situação de Moacir, o grande meio campo do Flamengo, reserva do Didi na Copa de 1958. Atualmente convive com câncer e passa necessidades.
Que tal uma galeria dos grandes atletas do passado que hoje passam necessidades? Seria uma maneira de fãs saberem como ajudá-los.
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