3 de junho de 2026

Volume do setor de serviços recua 5% em janeiro

Perda acumulada em 12 meses chegou a -3,7%

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Jornal GGN – Em janeiro, o volume do setor de serviços apresentou um recuo de (-5%) em relação ao mesmo mês de 2015, repetindo a queda registrada em dezembro (-5,0%) e recuando um pouco menos intensamente do que em novembro (-6,4%). Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa acumulada em 12 meses ficou em -3,7%.

Já a receita nominal dos Serviços recuou (-0,1%) em janeiro, em relação à janeiro de 2015, contra 0,3% em dezembro e -0,9% em novembro. A taxa acumulada em 12 meses da receita nominal ficou em 1,1%.

Entre as atividades, houve quedas em todos os segmentos: Serviços prestados às famílias (-4,1%), Serviços de informação e comunicação (-2,1%), Serviços profissionais, administrativos e complementares (-9,1%), Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-5,8%) e Outros serviços (-7,9%). O agregado especial das Atividades turísticas variou 0,5% em janeiro, contra -1,6% em dezembro e -1,9% em novembro.

As contribuições dos segmentos para taxa global de volume foram os seguintes: Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio e Serviços profissionais, administrativos e complementares (ambos com -1,7 p.p.), Serviços de informação e comunicação (-0,8 p.p.), Outros serviços (-0,5 p.p.) e Serviços prestados às famílias (-0,3 p.p.).

Em relação a janeiro de 2015, houve quedas nas cinco atividades pesquisadas: os serviços prestados às famílias recuaram (-4,1%) em janeiro, sobre igual mês do ano anterior, contra -7,3% em dezembro e -6,6% em novembro, mantendo a série constante de variações negativas de volume, a partir de maio de 2014. O acumulado em 12 meses ficou em -5,5%. Os Serviços de alojamento e alimentação e Outros serviços prestados às famílias também recuaram: -2,9% e -11,6%, respectivamente.

Em relação a janeiro de 2015, o setor de Serviços teve alta em sete das 27 Unidades da Federação: Mato Grosso (17,5%), Distrito Federal (13,3%), Roraima (11,2%), Alagoas (6,3%), Mato Grosso do Sul (3,8%), Rondônia (1,4%) e Ceará (0,4%). Já as variações negativas de volume mais intensas foram no Amapá (-19,1%), Amazonas (-14,0%) e Pernambuco (-11,4%).

Na mesma comparação, o segmento especial de Atividades turísticas teve alta no Distrito Federal (18,3%), São Paulo (1,8%), Ceará (1,7%), Goiás (0,6%) e Bahia (0,2%). Houve recuos no Rio Grande do Sul (-7%), Espírito Santo (-5,4%), Minas Gerais (-3,4%), Paraná (-3,1%), Pernambuco (-1,8%), Rio de Janeiro (-1,7%) e Santa Catarina (-0,9%).

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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