4 de julho de 2026

A nota cínica dos procuradores da Lava Jato, por Cláudio Couto

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A nota do Ministério Público Federal do Paraná é cínica. Porém, ela acerta num aspecto. Foi um sério deslize de muitos dos analistas críticos à operação de ontem não terem alertado para o arbítrio de conduções coercitivas de pessoas que não se negavam a depor. 

A importância política da condução coercitiva de um ex-presidente da República de fato chamou a atenção para o excesso. Antes disso, o que despertava mais a atenção, no que concerne aos excessos da Operação Lava Jato (e sem negar que há acertos também) eram as prisões preventivas, utilizadas como instrumentos para a obtenção de confissões e delações. 

Bom que se tenha alertado para isso. É o caso de observar, daqui em diante, com mais atenção as condições coercitivas de pessoas que não se negam a depor. 

Ademais, um fato curioso. Se o que justificou a condução coercitiva de um indivíduo que não se negava a depor, no caso de Lula, foi o receio de manifestações violentas, quais seriam os receios presentes nos outros 116 casos, como aponta a nota do próprio MPF? Ou será que todo mundo aí também era gente que não atendia a convocações para depor?

A ÍNTEGRA DA NOTA

Nota de esclarecimento da força-tarefa Lava Jato do MPF em Curitiba

Após a deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato na última quinta-feira, dia 3 de março de 2016, instalou-se falsa controvérsia sobre a natureza e circunstâncias da condução coercitiva do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, motivo pelo qual a força-tarefa da Procuradoria da República em Curitiba vêm esclarecer:

1. Houve, no âmbito das 24 fases da operação Lava Jato (desde, portanto, março de 2014), cerca de 117 mandados de condução coercitiva determinados pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

2. Apenas nesta última fase e em relação a apenas uma das conduções coercitivas determinadas, a do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, houve a manifestação de algumas opiniões contrárias à legalidade e constitucionalidade dessa medida, bem como de sua conveniência e oportunidade.

3. Considerando que em outros 116 mandados de condução coercitiva não houve tal clamor, conclui-se que esses críticos insurgem-se não contra o instituto da condução coercitiva em si, mas sim pela condução coercitiva de um ex-presidente da República.

4. Assim, apesar de todo respeito que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva merece, esse respeito é-lhe devido na exata medida do respeito que se deve a qualquer outro cidadão brasileiro, pois hoje não é ele titular de nenhuma prerrogativa que o torne imune a ser investigado na operação Lava Jato.

5. No que tange à suposta crítica doutrinária, o instituto da condução coercitiva baseia-se na lei processual penal (cf. Código de Processo Penal, arts. 218, 201, 260 e 278 respectivamente e especialmente o poder geral de cautela do magistrado) e sua prática tem sido endossada pelos tribunais pátrios.

6. Nesse sentido, a própria Suprema Corte brasileira já reconheceu a regularidade da condução coercitiva em investigações policiais (HC 107644) e tem entendido que é obrigatório o comparecimento de testemunhas e investigados perante Comissões Parlamentares de Inquérito, uma vez garantido o seu direito ao silêncio (HC 96.981).

7. Trata-se de medida cautelar muito menos gravosa que a prisão temporária e visa atender diversas finalidades úteis para a investigação, como garantir a segurança do investigado e da sociedade, evitar a dissipação de provas ou o tumulto na sua colheita, além de propiciar uma oportunidade segura para um possível depoimento, dentre outras.

8. Superada essas questões, há que se afirmar a necessidade e conveniência da medida.

9. É notório que, desde o início deste ano, houve incremento na polarização política que vive o país, com indicativos de que grupos organizados, com tendências políticas diversas, articulavam manifestações em favor de seu viés ideológico, especialmente se alguma medida jurídica fosse tomada contra o senhor Luiz Inácio Lula da Silva.

10. Esse fato tornou-se evidente durante o episódio da intimação do senhor Luiz Inácio Lula da Silva para ser ouvido pelo Ministério Público de São Paulo em investigação sobre desvios ocorridos na Bancoop.

11. Após ser intimado e ter tentado diversas medidas para protelar esse depoimento, incluindo inclusive um habeas corpus perante o TJSP, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua recusa em comparecer.

12. Nesse mesmo HC, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva informa que o agendamento da oitiva do ex-presidente poderia gerar um “grande risco de manifestações e confrontos”.

13. Assim, para a segurança pública, para a segurança das próprias equipes de agentes públicos e, especialmente, para a segurança do próprio senhor Luiz Inácio Lula da Silva, além da necessidade de serem realizadas as oitivas simultaneamente, a fim de evitar a coordenação de versões, é que foi determinada sua condução coercitiva.

14. Nesse sentir, apesar de lamentarmos os incidentes ocorridos, poucos, felizmente, mas que, por si só, confirmam a necessidade da cautela, há que se consignar o sucesso da 24ª fase, não só pela quantidade de documentos apreendidos, mas também por, em menos de cinco horas, realizar com a segurança possível todos os seus objetivos.

15. Por fim, tal discussão nada mais é que uma cortina de fumaça sobre os fatos investigados.

16. É preciso, isto sim, que sejam investigados os fatos indicativos de enriquecimento do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, por despesas pessoais e vantagens patrimoniais de grande vulto pagas pelas mesmas empreiteiras que foram beneficiadas com o esquema de formação de cartel e corrupção na Petrobras, durante os governos presididos por ele e por seu partido, conforme provas exaustivamente indicadas na representação do Ministério Público Federal.

17. O Ministério Público Federal reafirma seu compromisso com a democracia e com a República, princípios orientadores de sua atuação institucional.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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76 Comentários
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  1. luiz mattos

    6 de março de 2016 4:58 am

    Texto do um professor da UNB

    Texto do um professor da UNB – Perci Coelho de Sousa

    Não há cadeia suficiente para Lula, não há construção erigida que suporte tamanha pena, que dê conta de tanto pecado. Haja grades de ferro e de aço que sejam capazes de segurar, de reter e de trancafiar tanta coisa numa só, tanta gente num só homem. Não há cadeia no mundo que seja capaz de prender a esperança, que seja capaz de calar a voz.

    Porque, na cadeia de Lula, não cabe a diversidade cultural

    Não cabe, na cadeia de Lula, a fome dos 40 milhões

    Que antes não tinham o que comer

    Não cabe a transposição do São Francisco

    Que vai desaguar no sertão, encharcar a caatinga

    Levar água, com quinhentos anos de atraso,

    Para o povo do nordeste, o mais sofrido da nação.

    Pela primeira vez na história desse país.

    Pra colocar Lula na cadeia, terão que colocar também

    O sorriso do menino pobre

    A dignidade do povo pobre e trabalhador

    E a esperança da vida que melhorou.

    Ainda vai faltar lugar

    Para colocar tanta Universidade

    E para as centenas de Escolas Federais

    Que o ‘analfabeto’ Lula inventou de inventar

    Não cabem na cadeia de Lula

    Os estudantes pobres das periferias

    Que passaram no Enem

    Nem o filho de pedreiro que virou doutor.

    Não tem lugar, na cadeia de Lula,

    Para os milhões de empregos criados,

    (e agora sabotados)

    Nem para os programas de inclusão social

    Atacados por aqueles que falam em Deus

    E jogam pedras na cruz.

    Não cabe na cadeia de Lula

    O preconceito de quem não gosta de pobre

    O racismo de quem não gosta de negro

    A estupidez de quem odeia gays

    Índios, minorias e os movimentos sociais.

    Não pode caber numa cela qualquer

    A justiça social, a duras penas, conquistada.

    E se mesmo assim quiserem prender

    – querer é Poder (judiciário?),

    Coloquem junto na cadeia:

    A falta d’água de São Paulo,

    E a lama de Mariana (da Vale privatizada)

    O patrimônio dilapidado.

    E o estado desmontado de outrora

    Os 300 picaretas do Congresso

    E os criadores de boatos

    Pela falta de decência

    E a desfaçatez de caluniar.

    Pra prender o Lula tem que voltar a trancafiar o Brasil.

    O complexo de vira-latas também não cabe.

    Nem as panelas das sacadas de luxo

    O descaso com a vida dos outros

    A indiferença e falta de compaixão

    A mortalidade infantil

    Ou ainda (que ficou lá atrás)

    Os cadáveres da fome do Brasil.

    Haja delação premiada

    Pra prender tanta gente de bem.

    Que fura fila e transpassa pela direita

    (sim, pela direita)

    Do patrão da empregada, que não assina a carteira

    Do que reclama do imposto que sonega

    Ou que bate o ponto e vai embora.

    Como poderá caber Lula na cadeia,

    Se pobre não cabe em avião?

    Quem só devia comer feijão

    Em vez de carne, arroz, requeijão

    Muito menos comprar carro,

    Geladeira, fogão – Quem diz?

    Que não pode andar de cabeça erguida

    Depois de séculos de vida sofrida?

    O prestígio mundial e o reconhecimento

    Teriam que ir junto pra prisão

    Afinal, (Ele é o cara!)

    Os avanços conquistados não cabem também.

    Querem por Lula na cadeia infecta, escura

    A mesma que prendeu escravos,

    ‘Mulheres negras, magras crianças’

    E miseráveis homens – fortes e bravos

    O povo d’África arrastado

    E que hoje faz a riqueza do Brasil.

    Lula já foi preso, ele sabe o que é prisão.

    Trancafiado nos porões da ditadura

    Aquela que matou tanta gente,

    Que tirou nossa liberdade

    A mesma ditadura que prendeu, torturou.

    Quem hoje grita nas ruas

    Não gritaria nos anos de chumbo

    Na democracia são valentes

    Mas cordatos, calados, covardes

    Quando o estado mata, bate e deforma.

    Luis Inácio já foi preso,

    Também Pepe Mujica e Nelson Mandela.

    Quem hoje bate palmas, chora e homenageia,

    Já foi omisso, saiu de lado e fez que não viu.

    Não vão prender Lula de novo

    Porque na cadeia não cabe

    Podem odiar o operário

    O pobre coitado iletrado

    Que saiu de Pernambuco

    Fugiu da seca e da fome

    Pra conquistar o Brasil

    E melhorar a vida da gente

    Mas não há

    Nesse mundão de meu Deus

    Uma viva alma que diga

    Que alguém tenha feito mais pelo povo

    Do que Lula fez no Brasil.

    “Não dá pra parar um rio

    quando ele corre pro mar.

    Não dá pra calar um Brasil,

    quando ele quer cantar.”

    Lula lá!

    1. altamiro souza

      6 de março de 2016 5:22 am

      comovdnte, luiz!!!

      comovdnte, luiz!!!

    2. Mário Gomes

      6 de março de 2016 5:40 am

      Lula Lá

      Emocionante. Muito bom…..

    3. Cafezá

      6 de março de 2016 6:40 am

      Um texto triste e amargo, mas

      Um texto triste e amargo, mas verdadeiro, profundo e tocante.

      1. rdmaestri

        6 de março de 2016 2:21 pm

        Faltou colocar os MILHÕES de casas do Minha Casa Minha Vida.

        Não cabe em todas as celas que se utilizam para prender os pobres e miseráveis neste Brasil que veem todos os dias seus direitos revogados pelos impostos sonegados e pelo gasto em juizes que chegam a ganhar num mês mais de R$80.000,00

  2. Gi138

    6 de março de 2016 5:01 am

    Muitos jurista já haviam
    Muitos jurista já haviam falado sobre essa questão, mas as pessoas comuns não tem voz. A brutalidade cometida por Moro e seus comparsas de MP ocorrem todos os dias nos tribunais, o que ocorre hoje é que todos os abusos cometidos contra os sem voz passaram a ser usados e propaganda dos pela mídia, pq o objetivo é destruir o PT. O judiciário e o MP fazem essas ações diuturnamente e não adianta reclamamos pq os Conselhos são corporativistas e não institucionais.

  3. Contragolpe

    6 de março de 2016 5:27 am

    Novo partido (não precisa de registro)

    Temos um novo partido no Brasil, um agrupamento corporativista, e com gente muito arrogante, e pretensamente elegante.

    O “comitê” do PR tem representantes que não resistem a uma câmera ou máquina fotográfica. Tantas luzes, tantos flashes, e um lustre só. Impressionante, que desenvoltura! Constituição é para os fracos, viva os paladinos da moralidade!

    Um lema possível: condução coercitiva para todos! 

  4. Thiago Cunha

    6 de março de 2016 5:27 am

    Que nota golpista.
    Quanta

    Que nota golpista.

    Quanta audácia desses procuradores! Ousadia de criminosos! E cinicamente justificando ilegalidades como se preocupação fosse, com quem quer seja.

    Medonho!

    Mas eles não aguentam o Povo!

  5. altamiro souza

    6 de março de 2016 5:30 am

    cinismo e desvirtuamento dos

    cinismo e desvirtuamento dos fatos…

    o mpf afubnda-se cada vez mais em ilações furadas…

  6. Malú

    6 de março de 2016 5:40 am

    Então quer dizer que por onde

    Então quer dizer que por onde passa boi passa boiada? Então, se houvesse um clamor público ou manifestações contra, por exemplo do STF (foi omisso, acovardado e apequenado), essas aberrações jurídicas de mais de centena de coerções não aconteceriam? Cínicos mesmo. 

    Duvido, duvido que nenhuma das vítimas dessas aberrantes coerções teriam se negado a atender à convocação. 117 conduções coercitivas que se prestavam apenas ao show midiático, principalmente, da Globo, haja vista a primazia de imagens dessa empresa sonegadora de impostos.

    Há que se notar que nesta nota cínica, todas as vezes que se refere ao Lula, o tratamento é “senhor Luiz Inácio Lula da Silva”, negando a ele o título de ex-presidente, que é o que ele é, esse título de fato ele tem, respeite o nosso melhor ex presidente. E aprendam de uma vez por todas, procuradores, que quando o povo diz: “Mexeu com o Lula, mexeu comigo”, não é apenas um slogan, é um grito de guerra mesmo.

  7. Cafezá

    6 de março de 2016 5:42 am

    Essa nota é brincadeira? É

    Essa nota é brincadeira? É verídica?

    Alguém viu as provas a que aduz a nota? Deve ter alguém que está cego.

    “É preciso, isto sim, que sejam investigados os fatos indicativos de enriquecimento do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, por despesas pessoais e vantagens patrimoniais de grande vulto pagas pelas mesmas empreiteiras que foram beneficiadas com o esquema de formação de cartel e corrupção na Petrobras, durante os governos presididos por ele e por seu partido, conforme provas exaustivamente indicadas na representação do Ministério Público Federal.”

    Provas exaustivamente indicadas? Então a investigação já terminou e nós não sabemos?

    Para com isso! A gente costuma comentar aqui com seriedade e bom humor.

    1. José Carlos Lima...

      6 de março de 2016 6:17 am

      FHC reuniu-se com as empreiteiras da Lava Jato

      Ocupando o cargo de presidente, FHC reuniu-se com as empreiteiras da Lava Jato para cobrar propinas, a diferença é que a Globo/Época não viu crime nisso, muito pelo contrário, foi uma noite de gala…

      http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/06/12/com-valor-corrigido-doacoes-a-instituto-fhc-chegam-a-r-163-milhoes/

       

      Sem se escandalizar com o jantar de arrecadação ocorrido em pleno Palácio da Alvorada, Época retratou o evento como uma “noite de gala”. 

      Leia, abaixo, um trecho da reportagem de Gerson Camarotti:

      Foi uma noite de gala. Na segunda-feira, o presidente Fernando Henrique Cardoso reuniu 12 dos maiores empresários do país para um jantar no Palácio da Alvorada, regado a vinho francês Château Pavie, de Saint Émilion (US$ 150 a garrafa, nos restaurantes de Brasília). Durante as quase três horas em que saborearam o cardápio preparado pela chef Roberta Sudbrack – ravióli de aspargos, seguido de foie gras, perdiz acompanhada de penne e alcachofra e rabanada de frutas vermelhas -, FHC aproveitou para passar o chapéu. 

      Após uma rápida discussão sobre valores, os 12 comensais do presidente se comprometeram a fazer uma doação conjunta de R$ 7 milhões à ONG que Fernando Henrique Cardoso passará a presidir assim que deixar o Planalto em janeiro e levará seu nome: Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC).

      O dinheiro fará parte de um fundo que financiará palestras, cursos, viagens ao Exterior do futuro ex-presidente e servirá também para trazer ao Brasil convidados estrangeiros ilustres. O instituto seguirá o modelo da ONG criada pelo ex-presidente americano Bill Clinton. Os empresários foram selecionados pelo velho e leal amigo, Jovelino Mineiro, sócio dos filhos do presidente na fazenda de Buritis, em Minas Gerais, e boa parte deles termina a era FHC melhor do que começou. 

      1. Cafezá

        6 de março de 2016 6:32 am

        Muito bem lembrado, José

        Muito bem lembrado, José Carlos!

        Lendo dá a impressão de que isso se passou na Suíça, ou na Suécia, ou Holanda, ou Finlândia. Então, você sacode a cabeça e diz:

        – Não. Isso se passou no Brasil. Que estranha amnésia, não é mesmo!?

    2. LACosta

      6 de março de 2016 11:33 am

      Continuando o bom humor

      Olha o que o “reporter” do Blog do Prof. Hariovaldo fazendo contas descobriu quanto a Globo gastou com o desfile da escola de samba Unidos do Moro, ala da PF:

      Coronel Lalado5 de março de 2016 at 10:38

      Cada hum agente desses são 15 mil de salário mensal. Os 200 são quase 3 milhões de reaes só com os phigurantes para o espetáculo.

      As “roupinhas de pegar Lulla”, como são raiteque, não phicam por menas, vou chutar, de huns 2000 reaes, ou 400 mil reaes para o guarda-roupas da operação.

      Completando o phigurino, de adereço, vamos colocar munição e armamento em 2000 reaes, por baixo, por’cada, ou maes 400 mil no total.

      Veículos são importados, supondo 4 pessoas por veículo temos cerca de 50 veículos, 80 mil cada, a phrocta usada vale, por volta de, 4 milhões de reaes, tanque cheio 150 reaes por veículo, 7500 reaes no total. Diarias, supondo 300 reaes por agente, 600 mil reaes.

      Portanto, o mega’evento, padrão PhiPha, movimentou 9 milhões 607 mil e 500 reaes ! Espta conta não pode ser interpretada como dephicit público e sim como investimento !! Imagina a Globo tendo que pagar por ispto ? E as campanhas publicitárias do pêèssêdêbê ?

      Não devemos nos perder com chicanes jurídicas de condução coercitiva ou não, tivemos um espetáculo judicial, hum esquenta para 13 de março, para phazer esquecer o Oscar perdido ! !

       

      1. MarFig

        6 de março de 2016 1:06 pm

        Ótima. Kkkk

        Ótima. Kkkk

      2. mz

        6 de março de 2016 3:02 pm

        Poderiam ter gasto R$2,00 com

        Poderiam ter gasto R$2,00 com um AR.

      3. mz

        6 de março de 2016 3:05 pm

        Faltaram computar as

        Faltaram computar as metralhadoras, os helicópteros e o jatinho. Poderiam ter gasto R$2,00 com um AR.

  8. José Carlos Lima...

    6 de março de 2016 6:46 am

    A mesma imprensa, os mesmos personagens de sempre…

    1. rdmaestri

      6 de março de 2016 2:16 pm

      Para melhor ilustrar a reação popular em 1954 coloco ….

      Para melhor ilustrar a reação popular em 1954 coloco uma foto de 24 de agosto de 1954 mostra o que ocorreu na sede da então Rádio Farroupilha.

      Na época o principal incentivador contra o governo Vargas era o Diários e Emissoras Associados, que no Rio Grande do Sul era representado principalmente pela Rádio Farroupilha, o Globo simplesmente não existia, ele só nasce como grande imprensa após 1964.

      Eu na época tinha um ano e alguns meses, e morava a meia quadra do local, durante algum tempo a carcaça ficou de lembrança ao povo gaúcho.

      1. Globus Goebbels

        6 de março de 2016 6:44 pm

        Apenas para q não se desentenda a história (nefasta) d’O Globo

        “Simplesmente não existia”?! … O Globo foi fundado na década de 20 e desde então passou a ser progressivamente um dos mais importantes jornais da então capital da república (e por conseguinte …). Além de rádios , editoras e revistas, chegou a ser o jornal de maior tiragem do país e hoje, apesar da Folha estar em uma cidade com maior população, o hoje segundo em maior tiragem (dos grandes jornais) ameaça voltar à liderança.

        Quem apereceu após 64 (1965) foi sua TV Globo, financiada, não à toa de fora, pela já enorme influência que o jornal exercia, tornando-se aos poucos uma rede que envolve praticamente todos os municípios brasileiros, seja por afiliadas de TV, seja por rádios (em alguns mais de uma), além da edição impressa de jornais e revistas. 

        Com a “redentora”, acabaram-se sim o império de Chatô, bem como O Cruzeiro, a Manchete e a Excelsior, dentre outras.

        Que não se menospreze esta global aberração … inconstitucional, diga-se de passagem.

  9. Osvaldo Ferreira

    6 de março de 2016 6:49 am

    Nota cínica e midiática, pois

    Nota cínica e midiática, pois está no UOL como manchete (era o que queriam da imprensa parceira) e peitando a cidadania.

    Esses lobotomizados e parceiros das “Organizações” Globo acham que somos todos imbecis ou trouxas.

    Desconhecem que grande parte do monopólio das comunicações ruiu e que não existe mais a opinião do JN da Globo, de onde recebem prêmios.

    E são pagos com dinheiro do contribuinte para essas papagaiadas sem noção!

    Estão brincando com fogo decisivamente!

     

    1. Paulo Noëlle

      6 de março de 2016 11:33 am

      As papagaiadas são também
      As papagaiadas são também tucanadas.

  10. Osvaldo Ferreira

    6 de março de 2016 6:54 am

    “A nota do Ministério Público

    “A nota do Ministério Público Federal do Paraná é cínica. Porém, ela acerta num aspecto. Foi um sério deslize de muitos dos analistas críticos à operação de ontem não terem alertado para o arbítrio de conduções coercitivas de pessoas que não se negavam a depor. “

     

    Isso não é exatamente a verdade. Manifestações contra conduções coercitivas foram sempre manifestadas pelos advogados das vítimas do arbítrio do justiceiro de Curitiba.

    1. Sergio Saraiva

      6 de março de 2016 9:38 am

      João Santana que o diga.

      O procuráramos deve ser surdo. E, por não ter ouvido as críticas, dá que elas não existiram. 

      Não fora por ter sentido o bafo quente de Lula no cangote diria mesmo o o silêncio perduraria até hoje.

    2. marcelo.af

      6 de março de 2016 2:43 pm

      Sim.
      Eu lembro de ter lido

      Sim.

      Eu lembro de ter lido críticas na condução do Vaccari aqui no blog do Nassif, e uma matéria da Carta Capital citando o ministro MArco Aurélio, que já tinha criticado este procedimento.

  11. Osvaldo Ferreira

    6 de março de 2016 6:59 am

    O MPF de Curitiba, a PF e o

    O MPF de Curitiba, a PF e o Juíz (ou justiceiro?) de Curitiba acham que podem soltar notinhas ridículas a serem aproveitadas pela mídia com quem têm parceria nos vazamentos ilegais, posto que antipetista, antilulista e antipopular e neoliberal sem que haja nenhuma reação popular.

    Enganam-se profundamente, e isso é preocupante, vindo de agentes que deveriam promover a justiça, se acham que a Globo, a Folha, o Estadão, a Veja, a Isto É e a Época, suas leituras prediletas são também as da maior parte da população do Brasil.

    Enganam-se o MPF de Curitiba e o justiceiro de Curitiba ao desconhecerem o país onde vivem, hoje com amplo acesso a informações para além do JN.

  12. Osvaldo Ferreira

    6 de março de 2016 7:03 am

    Diz a sabedoria popular que

    Diz a sabedoria popular que quando alguém muito se justifica, algo de errado ou escondido há. Quem muito se justifica, razão não deve ter.

    Seguindo e em tabelinha com o justiceiro de Curitiba, o MPF de Curitiba também solta nota, mas muito mais agressiva e prejulgando o ex Presidente Lula.

    Nesta nota diz o MPF de Curitiba atribui à defesa de Lula a condução coercitiva, diz que apenas agora ocorreram protestos e contestações sobre a legalidade das ações da PF por ser Lula Ex -Presidente, rebate a opinião majoritária de juristas de todo o país sobre a ilegalidade do procedimento que atingiu Lula, justifica a condução coercitiva com base nas ações do MP/SP (outro processo), criminaliza o Habeas Corpus impetrado pela defesa do ex – Presidente e emite pré-julgamento sobre os ganhos de Lula como palestrante, acusando-o de receber dinheiro da Petrobrás. Além disso erra no uso de acento circunflexo (…a força-tarefa da Procuradoria da República em Curitiba vêm (SIC) esclarecer…)

    Leia a nota do MPF:

    “Nota de esclarecimento da força-tarefa Lava Jato do MPF em Curitiba

    Após a deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato na última quinta-feira, dia 3 de março de 2016, instalou-se falsa controvérsia sobre a natureza e circunstâncias da condução coercitiva do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, motivo pelo qual a força-tarefa da Procuradoria da República em Curitiba vêm esclarecer:

    (obs.: não há falsa controvérsia quando a maioria dos grandes juristas do país e experts no Direito Processual se manifestaram contra a ação tresloucada do justiceiro de Curitiba. Há controvérsia real pois o Direito não é ciência exata).

    1. Houve, no âmbito das 24 fases da operação Lava Jato (desde, portanto, março de 2014), cerca de 117 mandados de condução coercitiva determinados pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

    2. Apenas nesta última fase e em relação a apenas uma das conduções coercitivas determinadas, a do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, houve a manifestação de algumas opiniões contrárias à legalidade e constitucionalidade dessa medida, bem como de sua conveniência e oportunidade.

    (Obs.: Mente o MPF, pois em todas as prisões anteriores ocorreram manifestações contrárias aos abusos cometidos, contrárias a prisões arbitrárias e contrárias à espetacularização dessas prisões.)

    3. Considerando que em outros 116 mandados de condução coercitiva não houve tal clamor, conclui-se que esses críticos insurgem-se não contra o instituto da condução coercitiva em si, mas sim pela condução coercitiva de um ex-presidente da República.

    (Obs.: Mente o MPF novamente, pois sempre ocorreram críticas enormes às agressões à CF/88 perpetradas pelo justiceiro de Curitiba. Se na Rede Globo, na Folha ou no Estadão, parceiros midiáticos do MPF elas não surgiram, isso não significa que não existiram).

    4. Assim, apesar de todo respeito que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva merece, esse respeito é-lhe devido na exata medida do respeito que se deve a qualquer outro cidadão brasileiro, pois hoje não é ele titular de nenhuma prerrogativa que o torne imune a ser investigado na operação Lava Jato.

    (Obs.: Nem Lula tem prerrogativas e nem Aécio as tem, apesar do senador do PSDB de MG ser citado várias vezes em delações da Lava-Jato e jamais ter sido incomodado pelo MPF.)

    5. No que tange à suposta crítica doutrinária, o instituto da condução coercitiva baseia-se na lei processual penal (cf. Código de Processo Penal, arts. 218, 201, 260 e 278 respectivamente e especialmente o poder geral de cautela do magistrado) e sua prática tem sido endossada pelos tribunais pátrios.

    (Obs.: O próprio Ministro do STF Marco Aurélio de Mello declarou e criticou enfaticamente a operação de condução coercitiva promovida ontém, em consonância com a maior parte dos grandes juristas do país. O MP vai ignorar a crítica recebida por um membro do STF?)

    6. Nesse sentido, a própria Suprema Corte brasileira já reconheceu a regularidade da condução coercitiva em investigações policiais (HC 107644) e tem entendido que é obrigatório o comparecimento de testemunhas e investigados perante Comissões Parlamentares de Inquérito, uma vez garantido o seu direito ao silêncio (HC 96.981).

    (Obs.: Desde que se neguem a comparecer espontaneamente, diga-se de passagem.)

    7. Trata-se de medida cautelar muito menos gravosa que a prisão temporária e visa atender diversas finalidades úteis para a investigação, como garantir a segurança do investigado e da sociedade, evitar a dissipação de provas ou o tumulto na sua colheita, além de propiciar uma oportunidade segura para um possível depoimento, dentre outras.

    (Obs.: O Ex Presidente Lula já compareceu a várias convocações da Justiça e inclusive do próprio MPF em BRasília)

    8. Superada essas questões, há que se afirmar a necessidade e conveniência da medida.

    9. É notório que, desde o início deste ano, houve incremento na polarização política que vive o país, com indicativos de que grupos organizados, com tendências políticas diversas, articulavam manifestações em favor de seu viés ideológico, especialmente se alguma medida jurídica fosse tomada contra o senhor Luiz Inácio Lula da Silva.

    (Obs.: Evidentemente o MPF não pode desconhecer a sensação generalidada de imparcialidade e politização, gerada e instalada pelo modus operandi de juízes e promotores na Lava-Jato e na Zelotes, que circunscrevem sua atuação sobre períodos demarcados, como se a corrupção tivesse começado em 2003, apesar de todas as evidências em contrário. Também não pode o MPF ignorar que grande parte da opinião pública esta farta dos vazamentos seletivos ilegais à Globo, Folha, Veja, Isto É e Estadão, a menos que o MPF ache, erroneamente, que todos os brasileiros somos lobotomizados pela Rede Globo e seus parceiros midiáticos.)

    10. Esse fato tornou-se evidente durante o episódio da intimação do senhor Luiz Inácio Lula da Silva para ser ouvido pelo Ministério Público de São Paulo em investigação sobre desvios ocorridos na Bancoop.

    (Obs.: Investigação sobre desvios na Bancoop sobre apartamento que o ex-Presidente não tem e investigação do MP/SP gerada a partir de publicações em revistas e jornais que claramente são de oposição ao seu partido, como a Veja, que parece ser a bíblia do MP/SP e agora, do MPF de Curitiba também.)

    11. Após ser intimado e ter tentado diversas medidas para protelar esse depoimento, incluindo inclusive um habeas corpus perante o TJSP, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua recusa em comparecer.

    (Obs.: E desde quando não é direito de um cidadão o uso do Habeas Corpus para se proteger de agentes do Estado como o promotor do MP/SP que se antecipou midiaticamente ao depoimento do Ex-Presidente Lula, usando ilegalmente uma revista que é considerada um lixo absoluto e da oposição política para constrangê-lo?)

    12. Nesse mesmo HC, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva informa que o agendamento da oitiva do ex-presidente poderia gerar um “grande risco de manifestações e confrontos”.

    (Obs.: Sim, o ex-Presidente é uma figura pública responsável, conciliatória até demais e muito diferente de funcionários públicos que pagos pelo contribuinte, querem atear fogo no país.)

    13. Assim, para a segurança pública, para a segurança das próprias equipes de agentes públicos e, especialmente, para a segurança do próprio senhor Luiz Inácio Lula da Silva, além da necessidade de serem realizadas as oitivas simultaneamente, a fim de evitar a coordenação de versões, é que foi determinada sua condução coercitiva.

    (Obs.: O MPF de Curitiba está atribuindo a condução coercitiva do ex Presidente Lula e de toda a sua família, inclusive a sua mulher e filhos, ao HC impetrado em outra ação, a do MP/SP que nada tem a ver com a Lava-Jato.)

    14. Nesse sentir, apesar de lamentarmos os incidentes ocorridos, poucos, felizmente, mas que, por si só, confirmam a necessidade da cautela, há que se consignar o sucesso da 24ª fase, não só pela quantidade de documentos apreendidos, mas também por, em menos de cinco horas, realizar com a segurança possível todos os seus objetivos.

    (Obs.: Nesse sentir, como assim? Ao MPF não cabe sentir nada. Deve cumprir a lei e não extrapolar os seus limites constitucionais. O que queremos nós cidadãos brasileiros indignados é que o MPF, a Justiça e a PF demonstrem cabalmente a sua imparcialidade, pois do contrário o MPF, a Justiça e a PF estarão convulsionando o país e tudo o que decorrer disso será atribuído a esses mesmos agentes do poder público, regiamente pagos pelo contribuinte e que atualmente estão sob grave suspeição. Negar isso é negar o óbvio. Convulsionar um país e divulgar notas não deveria ser algo normal nem ao MPF, nem à Justiça do Paraná, se apenas cumprissem a lei. Se os procedimentos da justiça fossem reconhecidos pelos cidadãos como normais e justos, as notas tanto do justiceiro de Curitiba quanto do MPF de Curitiba seriam desnecessárias. “À mulher de Cesar não basta ser séria, ela deve parecer séria.”

    15. Por fim, tal discussão nada mais é que uma cortina de fumaça sobre os fatos investigados.

    (Obs.: Não há nenhuma cortina de fumaça quando juristas consagrados do país inteiro, quando um Ministro do STF se manifesta contra esas arbitrariedades, quando políticos de várias matizes ideológicas se manifestam contra também, quando intelectuais, historiadores, jornalistas, sindicalistas e lideranças populares se insurgem contra ações tresloucadas, midiáticas e espetaculosas de quem como agente público deveria agir com cautela, dentro da lei, respeitando a Constituição Federal, o Código de Processo Penal, as prerrogativas dos advogados mas vaza para a imprensa opositora do ex-Presidente tudo e mais um pouco, achando que todo o cidadão brasileiro é um leitor da era pré redes sociais e internet e é refém do monopólio midiático que está sendo rompido.)

    16. É preciso, isto sim, que sejam investigados os fatos indicativos de enriquecimento do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, por despesas pessoais e vantagens patrimoniais de grande vulto pagas pelas mesmas empreiteiras que foram beneficiadas com o esquema de formação de cartel e corrupção na Petrobras, durante os governos presididos por ele e por seu partido, conforme provas exaustivamente indicadas na representação do Ministério Público Federal.

    ( Obs.: O MPF de Curitiba não precisa investigar nada, pois por essas declarações já pode propor a ação que bem quiser contra o ex-Presidente uma vez que claramente se antecipa, como podemos ler acima, em gravíssima violação ao direito ao contraditório em nota pública. Ou seja o MPF já tem a sua convicção formada pelo que se depreende das afirmações acima. O MPF se expõe ainda mais e reafirma neste item que o mundo da corrupção começou com o PT e com os governos presididos por Lula. A cidadania exigirá provas do que afirma o MPF. Provas contundentes, pois caso contrário a reputação desta instituição cairá em descrédito total.)

    17. O Ministério Público Federal reafirma seu compromisso com a democracia e com a República, princípios orientadores de sua atuação institucional.”

    (Obs.: Quem defende a democracia e a República precisa agir como a mulher de César.)

    1. Ricardo CP

      6 de março de 2016 12:45 pm

      Excelente! Tem que subir a post!

      Excelente! Tem que subir a post!

      Desconstroi e ainda mostra o pré-julgamento do MPF!!!

  13. Sergio Saraiva

    6 de março de 2016 7:19 am

    Procurador da mão amarela.

    Alguém peidei, não sei quem fui, mas acho que fui você.

  14. José Carlos Lima...

    6 de março de 2016 8:55 am

     Zanuja Castelo Branco6
     

    Zanuja Castelo Branco

    6 h ·  

    Pau na moleira.

    A informação de que palestras contratadas por estas empresas e doações feitas ao Instituto Lula têm os valores apresentados pela Lava Jato, é sensacionalista, porém, velha. Os números exibidos hoje correspondem rigorosamente aos divulgados no ano passado pela revista Veja, no que constituiu quebra e vazamento ilegal de sigilo bancário. Exceto pelo vazamento ilegal, não há crime algum nesses valores. Todos os valores foram recebidos com o devido registro e impostos pagos. Instituto Lula.

     

  15. José Carlos Lima...

    6 de março de 2016 8:58 am

    Marco Espirito Santo11 h

    Marco Espirito Santo
    11 h ·

    BANESTADO – CC5 – onde o Brasil foi lesado. Por eles investigado, tendo o Juiz Moro participado. Enfim, tem cara de porco, boca de porco, fucinho de porco, é um porco branco……O rabo é do rabicó…..
    Eis o Procurador da Lava-Jato que se transforma em Lava-Bunda.

     

    1. Meire

      6 de março de 2016 10:44 am

      Cabeça da Lava Jato tem passivo no Banestado!

      Pimenta descreve um Procurador ideológico, seletivo e … suspeito !

      “O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), aponta que a fala do procurador é reveladora na medida em que estabelece um foco, traça um rumo e delimita um campo de atuação para a Lava-Jato, antevendo que tudo o que foge dessa delimitação estaria isento de ser investigado e, em sentido contrário, que tudo o que foi previamente escolhido para fazer parte dela já estaria, a priori, comprovado. “Ele [procurador] assume o pressuposto político-ideológico de que o PT cometeu crimes, e assim o processo é viciado desde o começo”, denunciou o parlamentar.”

      http://www.conversaafiada.com.br/brasil/cabeca-da-lava-jato-tem-passivo-no-banestado 

    2. Meire

      6 de março de 2016 10:49 am

      Aqui todo mundo sabe, mas não custa divulgar:

      “Contraditoriamente, o procurador que se investe de função inquisitória, supostamente em favor da moralidade, adotou conduta suspeita quando participou da força-tarefa que investigou a evasão de divisas do banco estadual paranaense – o Banestado. A CPI que investigou o caso recebeu à época documentos provando que, entre 1995 e 2001, a então mulher do procurador, Vera Márcia dos Santos Lima, trabalhava no Banestado e que, durante parte desse período, Carlos Fernando já atuava na investigação do esquema. Mais que isso, consta que sua mulher trabalhou em dois dos principais locais onde funcionava a “lavanderia” no Banestado e que, antes de o caso vir à tona, o procurador chegou a negar na CPI que algum parente trabalhasse no banco.”

      http://www.conversaafiada.com.br/brasil/cabeca-da-lava-jato-tem-passivo-no-banestado 

      1. OBS

        6 de março de 2016 2:33 pm

        E o pai dela? político

        E o pai dela? político importante do PSDB no Pr

  16. BetoPettinato

    6 de março de 2016 9:32 am

    Do Viomundo

    Bia Barbosa: Sem uma única crítica à operação, Jornal Nacional dedicou 85% do tempo a acusações contra Lula

    publicado em 05 de março de 2016 às 18:03

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/bia-barbosa-sem-uma-unica-critica-a-operacao-jornal-nacional-dedicou-85-do-tempo-a-acusacoes-contra-lula.html

     

    Captura de Tela 2016-03-05 às 18.02.19

    Imprensa

    Operação Aletheia e a nova aula global de manipulação midiática

    Associação Judiciário-PF-mídia foi essencial para constranger ilegalmente Lula, enfraquecer o PT e o governo e fortalecer os protestos pró-impeachment

    publicado 05/03/2016 09p0

    Por Bia Barbosa*

    Não é à toa que democracias consolidadas possuem mecanismos de regulação do setor de comunicações para garantir o que os padrões internacionais definem como “discurso pluralista e democrático”. Quem preza pelo Estado de Direito sabe que uma esfera pública midiática dominada por uma única empresa e que um jornalismo que não respeita o mínimo equilíbrio de vozes podem ser destrutivos para qualquer nação.

    Nesta sexta-feira 4, em que o País parou para acompanhar o desfecho da operação da Polícia Federal que levou o ex-presidente Lula coercivamente para depor, o Brasil, uma vez mais, presenciou uma aula de manipulação da opinião pública pela Rede Globo.

    Não precisamos recuperar aqui a história das Organizações Globo neste campo. Ela é bastante conhecida. Mas, em momentos de crise política como o que vivemos, em que princípios constitucionais são ameaçados diariamente, mostra-se fundamental jogar luz em como tem se dado o processo de “informação” e formação da opinião dos brasileiros.

    Não se trata aqui de defender o ex-presidente Lula e o PT, tampouco de negar a importância que um fato como este deve ter para os meios de comunicação. Mas o que se espera de uma concessionária do serviço público de radiodifusão, num momento como este, é objetividade – até porque a “isenção e imparcialidade” que Bonner afirma a Globo ter, não existem.

    O que se viu, entretanto, ao longo de uma hora e vinte minutos no principal telejornal do país, está muito distante disso.

    Não precisamos entrar na análise do discurso das matérias veiculadas nesta sexta peloJornal Nacional, aquele que se arvora o papel de fazer a síntese do dia, “para que o cidadão esteja sempre bem informado”. Vamos aos fatos, como a Globo gosta, e deixar cada um tirar suas conclusões.

    1 — Primeiro bloco do JN: 21 minutos de matérias, e nada mais que cinquenta segundos (25 vezes menos) com a posição da defesa. Na matéria de seis minutos e dez segundos sobre os pagamentos que o Instituto Lula e a LILS receberam por palestras feitas pelo ex-presidente, somente a PF falou.

    2 — Segundo bloco: mais 15 minutos de matérias. Vinte segundos com a posição do ex-presidente e 20 com uma fala de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula.
    A defesa dos empresários acusados de envolvimento nas obras do sítio de Atibaia foi lida pelos apresentadores na bancada, totalizando pouco mais de um minuto e meio.
    Na matéria sobre o tríplex do Guarujá, sete segundos para citar a nota do Instituto Lula em 2 minutos e cinquenta segundos de reportagem.

    3 — Quase quarenta minutos desde o início do JN tinham se passado quando foi ao ar aprimeira fala de Lula, na matéria sobre a declaração que ele fez à imprensa e à militância na sede do Diretório Nacional do PT. Lula teve voz por sete minutos e meio. Um minuto e quinze de Dilma criticando a operação vieram na sequência.
    Rui Falcão, presidente do partido, teve direito a dezesseis segundos. Na matéria sobre as repercussões no Congresso, um minuto para a oposição e 30 segundos para o PT – e mais dois do repórter divulgando informações de como a direita pretende paralisar o Parlamento até o impeachment sair.

    4 — Na matéria sobre os atos que aconteceram pelo País, o mesmo número de citações para os atos pró e contra Lula, independentemente da gritante diferença entre o número de pessoas que eles mobilizaram. Depois, mais um minuto só para mostrar as pessoas que, atendendo ao chamado da oposição, bateram panelas ou aplaudiram o início da transmissão do Jornal Nacional.

    Do outro lado, mais de dois minutos mostrando militantes do PT hostilizando repórteres da Globo.

    Durante a tarde, na GloboNews, a empresa já tinha batido várias vezes na tecla de que “o PT está inflando a militância para o confronto”, desconsiderando totalmente a legitimidade de quem está sendo atacado se defender também nas ruas.

    Gerson Camarotti entrou pela internet do aeroporto de Congonhas para dizer: “O que estamos vendo em Congonhas é uma amostra do que o PT está deflagrando hoje”, numa absurda inversão dos fatos.

    5 — O JN trouxe ainda uma matéria sobre “os destaques negativos” na imprensa internacional, por mais dois minutos. E informou que o mercado reagiu positivamente aos fatos, com alta na Bolsa de São Paulo e queda no valor dólar. Totalizando, foram 64 minutos de matérias acusando Lula e publicizado os argumentos e informações da PF, dos quais menos de 13 com o outro lado.

    6 — Um dos principais assuntos em discussão ao longo do dia, a legalidade da condução coercitiva de Lula e de mais dez investigados, não mereceu a atenção do Jornal Nacional. Nem mesmo a opinião dos quatro especialistas em direito penal que foram chamados pela GloboNews ao longo do dia e que, de forma unânime, falaram que tal condução não tinha fundamento legal convenceram o JN.

    Alguma menção à declaração contundente de dois ministros do STF que consideraram a ação da PF arbitrária? Nada. À Folha de S.Paulo, Marco Aurelio Melo disse que “o atropelamento não conduz a coisa alguma. Só gera incerteza jurídica para todos os cidadãos. Amanhã constroem um paredão na praça dos Três Poderes”. E criticou o argumento utilizado pelo juiz Sergio Moro para embasar a condução coercitiva de Lula: “Será que ele queria essa proteção? Eu acredito que na verdade esse argumento foi dado para justificar um ato de força (…) Isso implica em retrocesso, e não em avanço.”

    Mas a Globo não achou importante ouvir o STF neste caso. Pelo contrário, colocou declarações da OAB e de associações de magistrados e procuradores que defenderam a ação da PF.

    Para além da edição desta sexta do Jornal Nacional, a cobertura deste “dia histórico”, como afirmaram os comentaristas da Globo, contou com vários aspectos condenáveis. Um deles foi o discurso claro de que a economia só vai melhorar quando o governo mudar.

    Outro, a acusação de que Lula está, “uma vez mais”, dividindo o país, fazendo um discurso de “perseguição e orquestração”. A comentarista política da Globo News, Cristiana Lobo, chegou a falar em “síndrome de perseguição”. Às 20h, o canal por assinatura da empresa fez um “resumo das declarações do dia”. Nenhuma foi crítica à operação.

    Não é muito difícil, portanto, concordar com a definição de orquestração. Sobretudo quando se sabe que jornalistas de diferentes veículos tomaram conhecimento da operação Aletheia antes mesmo dos advogados dos acusados.

    A associação Judiciário-Polícia Federal-meios de comunicação se mostrou essencial para os objetivos do dia serem alcançados: constranger ilegalmente o ex-presidente Lula, desmoralizar o PT, enfraquecer o governo e fortalecer os protestos pró-impeachment agendados para o dia 13 de março.

    Não há coincidência nos acontecimentos do período recente. Da divulgação da delação de Delcídio aos vazamentos seletivos, passando pelo silenciamento da imprensa diante das denúncias de desvio dos recursos públicos pelo também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pela tentativa de censura contra os blogueiros que denunciaram o esquema da mansão dos Marinho em Paraty.

    Reconhecer isso é forçoso, independentemente dos indícios apresentados pela PF contra Lula ou do que ficará efetivamente provado ao final das investigações.

    Da mesma forma, é forçoso reconhecer que parte significativa desta crise é resultado direto da ausência de enfrentamento à vergonhosa concentração dos meios de comunicação no País, nos 13 anos de governo petista. Aqui, se está colhendo o que se deixou de plantar.

    Mas quando as regras do jogo são rasgadas com tamanha facilidade; quando parcela das instituições que devem zelar pelo respeito às leis são guiadas por fatores políticos; quando a mídia nega o direito da população a uma informação plural, acusa e condena previamente; e quando se vê a maioria da população comprando esta narrativa e aplaudindo a espetacularização do justiçamento a todo custo, não é a biografia do Lula, os feitos de seu governo ou o projeto do PT que estão em risco. É a nossa democracia.

    * Bia Barbosa é jornalista, especialista em direitos humanos e integrante da coordenação do Intervozes.

  17. Ivan de Union

    6 de março de 2016 10:02 am

    Conclui se que os

    Conclui se que os procuradores conseguem contar de 1 a 17.

    Uau.

    1. fabricio coyote

      6 de março de 2016 3:33 pm

      Assina Advogado OAB/ES 21100

      às, avessas, dá 171. noves fora a prevaricação assumida pelos fiscais da lei!

       

       

  18. Meire

    6 de março de 2016 10:23 am

    Se é p/ Revelar Verdade que seja inteira. Não a retórica moréia.

    A operação lava jato está totalmente viciada e contaminada por excessos, manipulação política, acobertamento dos piores ladrões que o país já teve e querem continuar a atuar ( roubam, abafam investigaçãoes, desestabilizam bolsa de valores, dólar a economia enfim, e com isso indiretamente MATAM àquelas pessoas que dependeriam da ação de um Estado honesto, que lhe devolvesse os impostos pagos) .

    O judiçiario não permite que investigaçãoes se estendam ao tal de aécio, que diversas vezes foi citado nas tais delações, e que seria o fio condutor aos roubos de fhc, serra, alckmin, psdb inteiro, incluido o delcídio corrupto, que já estão tendo a canalhice de blindar, viria também a corrupção do dem, mídia corrupta, soçialites, elite corrupta toda, e seus apoiadores ideológicos (se é que me entende).

    Seria necessário soltar os ladrões de galinha do país, para recolher a corja toda de malfeitores ricos ( a custa de muito roubo), narcotraficantes e chefes de quadrilha, do país.

    Defesa de acertos na operação vaza- jato: má-fé ou ignorância?

     

  19. Aleandro Chavez

    6 de março de 2016 11:02 am

    Cláudio Couto, vc ouviu falar

    Cláudio Couto, vc ouviu falar na operação enredados da PF? Foi contra a pesca ilegal e teve 26 conduções coercitivas de pessoas que nunca se recusaram a depor.

    E a operação capinagem, em Alagoas, contra fraudes na previdência? Houve 32 conduções coercitivas de pessoas que nunca se negaram a depor. Operação apoio zero, no Tocantins? 8 conduções coercitivas de pessoas que nunca se negaram a depor.

    Ou seja, o problema não é a falta de indignação anterior contra conduções coercitivas na lava-jato, mas sim em qualquer operação da PF anterior. Em todas há diversas conduções coercitivas, e nunca se deu um pio contra.

    No governo Dilma, devem ter ocorridos centenas de conduções coercitivas em dezenas de operações da PF. Se há abuso, não é da lava-jato, mas de dezenas de juízes que autorizaram conduções coercitivas em operações com os objetos mais diversos possíveis. O que impressiona é que ninguém nunca achou errado, nem o STF em diversos recursos que ali chegaram.

    1. MarFig

      6 de março de 2016 1:01 pm

      O dia que baterem na sua

      O dia que baterem na sua porta e te levarem não reclama. Vocês que apoiam todas essas arbitrariedades cometidas por esse juiz da globo não vão poder reclamar de nada. A não ser que você seja um tucano graúdo, daqueles que pode ser penta delatado, se enfurnar em estatais para saqueá-las, construir aerorporto com dinheiro público em terras particulares e ter amigo traficante de drogas. 

      1. Aleandro Chavez

        6 de março de 2016 2:57 pm

        Se forem arbitrariedades, não

        Se forem arbitrariedades, não são uma exclusividade do Juiz Sérgio Moro. Qualquer operação da PF tem conduções coercitivas de pessoas que nunca se negaram a depor, e são autorizadas por diversos juízes.

        Eu mostrei exemplos. Posso citar mais. A operação da PF chamada “Plateias” teve 163 conduções coercitivas, inclusive a do governador de Rondônia. Nenhum deles tinha se negado a depor antes. Ninguém falou nada. Vc não reclamou.

        O que é diferente na operação lava-jato não é a existência de condução coercitiva de pessoas que nunca se negaram a depor. A diferença agora é que vcs demonstraram indignação com esse uso do instituto. Curiosamente, essa indignação só surgiu após a condução do Lula.

        Um governador em exercício foi conduzido coercitivamente na operação Plateias e nenhum de vocês reclamou.

        1. evandro condé de lima

          6 de março de 2016 4:49 pm

          Por favor esclareça
          Você está achando um absurdo a falta de indignação, os desmandos da PF, o rasgar da constituição, o concluído de juízes e procuradores, ou tudo junto e misturado?

        2. OBS

          6 de março de 2016 5:24 pm

          Aleandro.
          Se até o PSDB e

          Aleandro.

          Se até o PSDB e PMDB não subiram na tribuna das respectivas casa legislativas (congresso nacional)…para fazer a defesa.

          É bom verificar o que é este inq 784  e as razões das coercitivas…

          Voce deve ter o material, para disponibilizar, depois desta interferencia (comentário). Disponibize, para que possamos fazer juizo do que consta nele.

          No aguardo.

           

           

  20. Meire

    6 de março de 2016 11:03 am

    Lava-Jato: parcial, arbitrária, seletiva, ideológica .

    “compra de apoio por meio de propina institucionalizada”

    Acerca das declarações de Carlos Fernando sobre a Lava-Jato, Paulo Pimenta avaliou que um dos pontos que causam mais perplexidade é o fato de a investigação partir do pressuposto de que os crimes cometidos com recursos públicos são um problema exclusivo do PT e de seus aliados. “Ora, as doações de empreiteiras para campanhas eleitorais não são uma peculiaridade do PT. Pelo contrário! Na última eleição, a UTC doou mais para a campanha de Aécio do que para a da Dilma. A Odebrecht doou três vezes mais ao PSDB do que ao PT. Mas, na lógica do responsável pela Lava-jato, a doação para o PT e seus aliados é crime, e a doação para o PSDB é lícita”, criticou o deputado gaúcho.

    http://www.conversaafiada.com.br/brasil/cabeca-da-lava-jato-tem-passivo-no-banestado

  21. Almeida

    6 de março de 2016 11:08 am

    Prato cheio para os advogados.

    Os caras confessam um potencial de mais 116 casos de abuso de autoridade, durante todo o processo. O que vai haver de pedido de anulação de depoimentos não  está no gibi.

  22. Almeida

    6 de março de 2016 11:09 am

    O Mandado de Condução Coercitiva, por Renato Brasileiro.

    O professor fez esse vídeo explicativo na manhã dos acontecimentos, com apenas informações veiculadas pelos meios; diz ao final do vídeo que “não tive acesso à decisão judicial”. Apresenta seu entendimento do tema, faz a leitura do Código de Processo Penal, à luz da constituição; esclarece qual deveria ser a autoridade a expedir o mandado, para quais finalidades se aplica e em quais não se aplica.

    Entre as finalidades do mandado de condução coercitiva, ele descarta a possibilidade de o aplicar, para obrigar o indivíduo “a prestar declarações, que é exatamente o caso aí, que a midia está noticiando… porque, insisto, todos esses atos demandam um comportamento ativo, por parte do investigado”.

    Achei o vídeo na rede, não sou da área jurídica, eu deixo aqui para esclarecimento e aprender com os debatedores mais afeitos ao tema.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=yXal8HW5wOE%5D

    1. rdmaestri

      6 de março de 2016 2:01 pm

      As conclusões do vídeo estão equivocadas.

      Após toda esta tele-aula se conclui que suas conclusões estão perfeitamente equivocadas a partir do própria desenvolvimento do mesmo.

      Fica claro que o presidente Lula foi interrogado e o autor do vídeo deixa claro que para este caso o mandato é indevido, logo, a validade das suas conclusões são nulas.

      1. Almeida

        6 de março de 2016 5:35 pm

        Repare as ressalvas.

        Ele fez o vídeo sem todas as informações, na parte da manhã do dia dos acontecimentos. Diz no final: “não tive acesso à decisão judicial”; se tivesse, ele teria notado todos equívocos do mandado.

        Ele não se fia no que os meios informam, logo no início ele desdenha as notícias desencontradas, que falavam até em “coerção coercitiva” e outras confusões meio absurdas.

        Quando diz que o mandado não serve para convocar “a prestar declarações, que é exatamente o caso aí, que a midia está noticiando…”, ele deixa transparecer que a mídia está novamente confusa, pois tal hipótese acha também absurda e não quer crer que o juiz tenha cometido tal equívoco; então ele faz uma suposição, são as palavras que empregou, não é uma conclusão, já que não teve acesso à decisão judicial e não tinha certeza sobre o que realmente aconteceu. Ele formula a única hipótese plausível para a expedição do mandado.

        Sua explanação deixa claro que o mandado só teria cabimento, se fosse para cumprir a função de impedir a dissipação de provas, ou outra finalidade que demandasse do investigado um comportamento passivo. Agora sabemos que nada disso se verificou, que perante a exposição didática da tele-aula, aconteceu um tremendo abuso de poder. O conteúdo didático do vídeo é válido, a hipótese levantada, uma vez não verificada, fica descartada; resta a conclusão de que, de uma longa lista, mais uma  arbitrariedade foi consumada, nessa espetacularizada operação jus-midática.

        1. rdmaestri

          6 de março de 2016 5:43 pm

          Deixei claro em meus comentários que a partir da própria fala…

          Deixei claro em meus comentários que a partir da própria fala dele se pode concluir pela ilegalidade do ato.

          Só desejei deixar claro para alguém desavisado que prestasse atenção somente ao fim da mesma.

          Ele poderia fazer outra videoconferência chamando atenção dos fatos agora esclarecidos.

          1. Almeida

            7 de março de 2016 1:11 am

            Correto, entendi seu comentário.

            Escrevi o comentário anterior sobre o seu, para deixar claro o sentido do vídeo. Notei que houve algum “desavisado” que negativou a postagem do vídeo. Deve ser alguém do tipo “não-assisti-e-não-gostei”, tipos muito comuns hoje na rede e, infelizmente, também presentes aqui nesta página.

  23. carlos afonso quintela da silva

    6 de março de 2016 11:09 am

    O argumento central do

    O argumento central do procurador é que se ninguém reclamou anteriormente, há liberdade de repetir-se um procedimento ainda que ilegal ou discutível. A informação e que Lla se recusou a comparecer é risível. Com relação ao argumento anterior, vale dizer que o procurador está nos informando que um crime se não punido e ignorado pelos procuradores, como os tantos denunciados pela mídia contra próceres do PSDB (apenas para citar os mais recentes) podem ser repetivos à exustão sem qualquer consequência. Será isto? Estranha essa posição de nosso Soberano do MPF. O procurador (que, aliás, nada acha) consegue ser mais cínico e mentiroso do que o Moro, mas afinal, bebem da mesma água que deve ser de esgoto e mal tratada. O fracasso lhes está subindo à cabeça.

  24. Meire

    6 de março de 2016 11:19 am

    doações para o PSDB, Aécio Neves, são frutos de “generosidade”.

    O deputado lamenta que ao invés de se combater a corrupção de maneira “imparcial, sóbria e profunda” tenha se optado por fazer uma “caçada” ao PT.  “Para criminalizar o PT, há quem aceite e faça vista-grossa, infelizmente, a todo o tipo de corrupção que envolve outros atores e outros partidos políticos”.  

    Para o parlamentar, é inaceitável que representantes do Sistema Justiça sustentem que doações para o PT são oriundas de caixa 2 e para o PSDB, Aécio Neves, são frutos de “generosidade”. “Então se há compra de votos é só em nível federal? É só o PT que está à frente da administração pública no Brasil? E onde o PSDB governa, lá não paira nenhuma desconfiança?”, questiona o parlamentar.

    Pimenta lembra que as doações de empreiteiras para campanhas eleitorais não é uma peculiaridade do PT, e que entre as empresas investigadas na Lava-Jato há construtoras que fizeram doações muito superiores ao candidato Aécio Neves e ao PSDB. “O processo penal serve para investigar condutas cometidas por indivíduos determinados. Mas o que o procurador revela que eles estão fazendo é usar um processo penal para criminalizar apenas um partido e a figura do ex-Presidente Lula”, reagiu Pimenta.

    http://www.conversaafiada.com.br/brasil/cabeca-da-lava-jato-tem-passivo-no-banestado 

  25. erivaldoferreira

    6 de março de 2016 11:21 am

    Arbítrio do juiz Moro

    Ontem na Globonews convidaram duas professoras de direito de renomadas universidades cariocas  para discorrer sobre o tema, legalidade e constitucionalidade dessa medida determinada pelo juiz Moro. Ou seja, conduções coercitivas de pessoas que não se negavam a depor. Muito sintomático o momento em que estamos vivendo. A primeira manifestou-se contraria ao arbítrio de conduções coercitivas alertando para a Constituição Federal. Já a segunda professora, veio com esse mesmo discurso dos procuradores. Discurso sínico e político dessa medida, bem como de sua conveniência e oportunidade. Diz ela, que  em todas as outras não houve clamor (opinião Política). E, sobretudo, os magistrados poderiam sim, fazer uso dessas pratica porque os tribunais pátrios os endossada (opinião jurídica).Enfim tudo isso é um jogo manjado para confundir a cabeça dos incautos e justificar o arbítrio desse juiz.   

    1. lenita

      6 de março de 2016 4:21 pm

      Na Globonews ?

      Escolhidas a dedo, como acontece em todos os progrmas, onde “especialistas” são entrevistados. Mas os idiotas ainda imaginam que nos enganam.

       

  26. Andre-Luiz

    6 de março de 2016 11:21 am

    Cinismo total
    “13 – […]além da necessidade de serem realizadas as oitivas simultaneamente, a fim de evitar a coordenação de versões, é que foi determinada sua condução coercitiva.”

    A hipocrisia é tão grande que nem esta única justificativa plausível se sustenta na nota. O MPF escreve isso na maior cara de pau como se não soubesse que o vazamento secreto para os órgãos de imprensa aliados, fora revelado já na sexta feira passada, dia 26/2/16. Através da denúncia de Eduardo Guimarães, todo mundo ficou sabendo da deflagração da 24a fase da operação LJ e o nome da maioria das pessoas que seriam conduzidas para depor.

    OU SEJA, A JUSTIFICATIVA 13 SÓ SE JUSTIFICARIA SE A OPETAÇÃO FOSSE SIGILOSA, O QUE ESTEVE LONGE DE ACONTECER.

    As operações dessa Vaza a Jato são reveladas antecipadamente para a mídia. Só isso já revela que o que menos se quer ali é o combate à corrupção, o que menos se quer é fazer justiça. Lamentável. Mas vamos à luta contra o golpe.

    http://www.blogdacidadania.com.br/2016/02/confira-prova-de-que-lava-jato-e-midia-formam-uma-policia-politica

  27. Edson J

    6 de março de 2016 11:28 am

    Reflexões

    Existe algo em que, quanto mais se mexe, mais fede… Há explicações que, absolutamente, nada justificam… Cortina de fumaça pode servir aos dois lados numa disputa. Mas não consegue mais dissimular uma conspiração que se tornou explícita…

  28. HumbertoGuedes

    6 de março de 2016 11:59 am

    Observar coisa nenhuma, isso

    Observar coisa nenhuma, isso é de passivinhos.

    Preciso, sim, imediata reação das instituições a começar pela OAB especialmente junto ao CNJ contra S.Eas.desafetas à lei, em manifesto abuso de poder para fins político-partidários, incompatíveis com a Magistratura e com o MP.

    Depois não rteclamem.

  29. Jorge Luis

    6 de março de 2016 11:59 am

    Próximas “conduções

    Próximas “conduções coercitivas”? Tá bom. A do Aécio, por exemplo, já está até marcada. Será no dia 31 de fevereiro, que inclusive cai num feriado: Dia de São Nunca.

  30. BetoPettinato

    6 de março de 2016 12:17 pm

    Lance final

    A midia golpista não esta aliviando, muito menos recuando.

    Ao contrário, aumenta a sua aposta defendendo o indefensável, dando todo o espaço do mundo para que juiz, procuradores e delegados façam a sua defesa cínica embasada em meias verdades, através de dados discutíveis, mamipulação de fatos e provas inexistentes ou inconsistentes.

    Estão apostando a tudo ou nada.

  31. Luiz Cesar 2

    6 de março de 2016 1:11 pm

    Cada vez que vejo um texto

    Cada vez que vejo um texto como este, sinto nojo e dó, de mim mesmo, por estar vivendo neste País.

  32. naldo

    6 de março de 2016 1:31 pm

    O mais tragicomico é o blá

    O mais tragicomico é o blá bla bla de democracia principios eticos etc desse pessoal que para encobrir os abusos, o ativismo politico e a ilegalidade desse processo no qual policia juiz e mp são um só; jogaram no lixo o juiz natural, principio sem o qual a justiça vira perseguição e vingança, tudo sob as barbas do “festejado”, esse sim!!, presidente do stf, aquele que aumentou, e muito, os subsidios dos magistrados.

  33. Casadei

    6 de março de 2016 1:36 pm

    Tocante

    Luiz, passei a te amar.

  34. Rosa Maria Anello dos Santos

    6 de março de 2016 1:43 pm

    Cinismo e hipocrisia de um

    Cinismo e hipocrisia de um juiz que usa e abusa do direito de se achar acima das Leis e da Constituição do país. O fato de ter recebido o prêmio “Faz a diferença”, não lhe dá o direito de perseguir e sequestrar o ex-Presidente Lula, enquanto as denúncias contra  Aécio/FHC/Globo continuam esquecidas ou arquivadas em alguma gaveta da República do Paraná.

  35. Eduardo Pereira da Silva

    6 de março de 2016 2:09 pm

    Nota do MPF complica situação da Lava Jato e do juiz Sérgio Moro

    NOTA do MPF complica situação dos integrantes da Lava Jato e do juiz Sérgio Moro,  pois afirma que a condução coercitiva de forma ilegal que fizeram com o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva não foi um fato isolado dentro da operação, mas que é um fato corriqueiro na mesma, ou seja, o descumprimento ao estado democrático de direito e não obserrvação dos direitos fundamentais dos cidadadãos é regra na referida operação Lava Jato.  

     

    Além do que, se eles fizeram centenas de conduções nesses moldes, como confessaram, a justificativa que deram para o caso do cidadão Luiz Inácio Lula da Silva caiu por terra, pois disseram que o fizeram porque Lula “se negou” (fato do qual não há nenhum registro) a comparecer, tese que ficou fragilizado, pois então as outras centenas de pessoas que o MP confirmou que foram conduzidas “debaixo de vara”  também teriam que ter se recusado (fato que tamb←m não tem registro para o público se ocorreram apenas comprova que o arbítrio e o descumprimento da lei e das garantias individuiais se tornou fato comum na operação).  

     

    Estranhíssima, ainda, a explicação sobre o habeas corpus que Lula impetrou junto ao TJ de SP, pois a negativa em comparecer para aquele depoimento foi aceita pelo TJ de SP, pois, assim sendo, a nota do MP tenta, também, desmoralizar o TJ de SP e o instituto constitucional do habeas corpus.  

     

    E, além de tudo, a nota do MP complica, ainda mais, a situação o juiz Sérgio Moro, que também teve que soltar nota tentando se explicar, porque se essas arbitrariedades eram comuns, o foram com o aval do magistrado.  

     

    Sinceramente…, a emenda ficou pior que o soneto. Se fosse para soltar uma nota tãoo tola e arrogante, melhor que o MPF tivesse ficado em silêncio.

  36. Rômulo Viel

    6 de março de 2016 2:13 pm

    Ridículo…

    Essa postura reacionária e fascista dos que ainda teimam em defender o patife ex-presidente e atual amigão dos empreiteiros soa tão ridícula que nem cabe na escala de medição. Ao invés de criticar o ladrão, reclamam da polícia. QUe gente burra.

    1. lenita

      6 de março de 2016 4:17 pm

      Que judiação !

      E ainda mostra na internet. Vergonha por alguns brasileiros manietados.

       

  37. Babi

    6 de março de 2016 2:25 pm

    Lacerdismo jurídico ou Moro

    Lacerdismo jurídico ou Moro acima da lei

    Geraldo Prado | Professor

    A Constituição da República está sendo sistematicamente violada no âmbito da Operação Lava-Jato.  Os tribunais, ao tolerarem as violações, fragilizam as bases constitucionais da nossa democracia.

    As democracias contemporâneas não estão fundadas na força das armas, mas na convicção de que as regras da Constituição e dos Tratados Internacionais de Direitos Humanos, orientadas à contenção do poder e à evitação do arbítrio, obrigam a todos

    Como na história recente de tentativas de golpes parlamentares na América Latina, é perceptível um padrão de conduta que define neste momento quase-tardio não mais a qualidade das violações, mas a intensidade e sua oportunidade.

    O amplo rol de garantias constitucionais (e das Convenções) é impeditivo da condução coercitiva de pessoas que têm domicílio certo e se fazem representar nos procedimentos. Mas estas conduções antijurídicas foram validadas por tribunais. Por isso são repetidas e apropriadas como espetáculos midiático-políticos.

    São da espécie dos espetáculos que se prestam à tentativa de enfraquecer o governo e tomar pela via da criminalização da política a legitimidade que as urnas não oferecem às grandes empresas de mídia e não ofereceram a setores insatisfeitos da oposição.

    Da mesma maneira – e muito claramente – a Constituição não admite a prisão provisória a título de castigo. Examino as decisões da Lava-Jato em um projeto de investigação sobre standards probatórios, na UFRJ, e também em razão de consultas que me fizeram sobre a minha opinião acadêmica sobre casos concretos neste âmbito.

    Várias prisões foram decretadas em flagrante violação à Constituição – e foram mantidas pelos tribunais – apoiadas em um único argumento: o suspeito ou acusado é culpado da prática dos crimes investigados. Isso viola clara e literalmente a presunção de inocência nos termos da Constituição.

    Apenas estes dois exemplos são suficientes para ilustrar a sequência de atentados à Constituição e sua progressão… mas não bastam para determinar o contexto.
    Com efeito, a tolerância dos tribunais quanto a violações sistemáticas da Constituição, algo que se pensava extinto pelo menos desde 2009, tem muitas causas, mas algumas remetem à nossa conturbada história de gozo com o autoritarismo.

    Carlos Lacerda fez fortuna política no campo da direita, empunhando bandeiras de moralismo e nacionalismo que o tornaram imune a críticas sobre fatos de extraordinária gravidade, como a tentativa de golpe de estado em 1955, a bordo do Cruzador Tamandaré, e a falsa “Carta Brandi”, publicada em seu jornal com o propósito de atingir o então vice-presidente João Goulart.

    Com sua retórica potente de combate à corrupção, Lacerda foi um dos líderes civis do golpe militar de 64, que teve amplo apoio das classes médias e das elites. Naquela época as “panelas do Leblon” também batiam.

    O “moralismo” sempre foi a arma de reserva do arsenal conservador das elites brasileiras. Nunca foi usado para denunciar a escravidão, a exploração das empregadas domésticas, o exílio interno a que estão condenadas as pessoas que moram em favelas sem água e esgoto, a vergonha do salário mínimo pré-2003, o “branqueamento” das nossas virtudes e o “enegrecimento” de nossos defeitos, obra cara aos “intelectuais” que se sentem no direito de serem os porta-vozes da elite que pretende colonizar o seu próprio povo. Alguns encontram cadeira na Academia Brasileira de Letras.

    A lista de exemplos da seletividade e desonestidade do moralismo tupiniquim é quase infinita.

    O certo é que este moralismo constitui a expressão pública do autoritarismo. É impensável, em certos grupos, que a corrupção seja investigada no Brasil no marco do estado de direito. É impensável não por que seja impossível investigar com regras constitucionais. 

    Na Alemanha, com regras ainda mais rígidas, o Deutsche Bank foi investigado e as práticas de corrupção punidas. Nos Estados Unidos da América a IBM foi investigada e punida. E assim no mundo democrático, sem que as investigações quebrassem a economia, sacrificassem empregos e, principalmente, sem que as Constituições fossem desrespeitadas e a vontade popular achincalhada.

    Nestes lugares ninguém está acima da lei. Não está como potencial investigado, tampouco na condução dos procedimentos legais, pois daqueles a quem a ordem jurídica oferece a legitimidade do uso de armas, por si ou por seus agentes, há de se exigir em grau elevado prudência e respeito às regras da Constituição.

    Não há dúvida de que as grandes corporações midiáticas no Brasil criam o ambiente favorável a que decisões inconstitucionais sejam proferidas em um ritmo frenético, que não sejam barradas nos tribunais, e que isso sirva como argumento sobre a sua (falsa) legitimidade… quando em verdade, a história é implacável ao denunciar, retrospectivamente, que a confirmação judicial serve apenas para revelar o quanto os tribunais contribuem, muitas vezes de modo inadvertido, outras vezes não, para consolidar o autoritarismo.

    Mais. O projeto de poder que alimenta este contexto simplesmente naturalizou a delação, conferiu credibilidade a ela e nos transformou em um país de Silvérios dos Reis. Não sem muito gozo. A contradição é da essência do moralismo.

    Esta é a essência do que chamo de “Lacerdismo Jurídico”, que se compraz até mesmo com a normalidade da tortura, se for empregada contra os de sempre.

    Os que derrubam conscientemente as barreiras erguidas pelo estado de direito não tem o benefício da dúvida relativamente ao emprego político que é feito das suas ações.

    Estão coniventes e é necessário, mais do que em qualquer outra época recente, que o Supremo Tribunal Federal não os tema, que não tenha receio dos editoriais de uma mídia cuja ausência de isenção é um dado conhecido, que não ceda às investidas golpistas de oportunistas que, derrotados nas urnas, querem mostrar uma vez mais a essa gente de pele morena qual é o seu verdadeiro lugar no Brasil.

    Por fim a esse descalabro é urgente e é tarefa do STF.

    Um dia, nos anos 90, andava pelas ruas de Buenos Aires e entrei em uma livraria jurídica. Fechada dentro de uma pequena caixa de cristal havia uma Constituição de bolso. Por fora um aviso escrito: En el caso de una emergencia rompa el cristal.

    É chegada a hora de romper o cristal.

    Geraldo Prado é professor de Direito Processo Penal na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    http://justificando.com/2016/03/04/lacerdismo-juridico-ou-moro-acima-da-lei/

  38. Marcos Antônio

    6 de março de 2016 2:25 pm

    Esses ai cagam na justiça…

    Esses ai cagam na justiça…

  39. Celio Mendes

    6 de março de 2016 2:31 pm

    Palhaços (mais uma vez me

    Palhaços (mais uma vez me perdoem os profissionais do humor que são trabalhadores sérios)

  40. Sérgio Rodrigues

    6 de março de 2016 3:28 pm

    Às ruas….

    Não há mais Estado de Direito no Brasil.

    Às ruas, contra os golpistas do PIG e os Quinta-Colunas do MPF, Judiciário, PF e do Congresso Nacional

  41. Marcos Antônio

    6 de março de 2016 4:09 pm

    E o STF?

    O orgão MÁXIMO DA JUSTIÇA VAI FICAR SÓ OLHANDO…

    O pais caminha para pegar fogo…

    Queremos justiça e JUSTIÇA JUSTA!

    Alguem poderia “provocar” o STF a se posicionar?

     

    Por que não é uma luta politica contra a justiça

    , é uma luta CONTRA AÇÃO POLITICA DE UM JUIZ ESPECÍFICO!

     

     

    É um juiz querendo influenciar no resultado de uma eleição!

    Alguem precisa impetrar alguma coisa ao judiciário, tal como trocar o comando da lava-jato…

  42. Homero Pavan Filho

    6 de março de 2016 4:37 pm

    Anotem aí

    A próxima nota do MPF, após a prisão de réus ANTES DO TRÂNSITO EM JULGADO”, irá no mesmo sentido: “Estamos rasgando a Constituição há anos…”. Nesse caso, com o AVAL do STF.

     

  43. H66

    6 de março de 2016 4:48 pm

    idiotas

    Idiotas sob o dominio e comando da globo. As justificaivas são ridícuoas e riziveis. Pobres coitados. Sempre sob o camando da globo.

    Globo: a máfia mandando e sendo obedecida.

  44. lenita

    6 de março de 2016 5:15 pm

    Tempo houve

    Em que cantores cantavam: DEUS SALVE A AMÉRICA DO SUL, DEUS SALVE A AMÉRICA CENTRAL” ACORDA AMÉRICA LATINA”.  E realmente, alguns começaram a acordar.

    Lentamente esss olhos estão voltando a se fechar, pela CORRUPÇÃO que assola toda a mídia, política e principalmente A JUSTIÇA INTEIRINHA., e gastando muito pouco, pois os tempos não estão para desperdício de balas , que são usados para os MAIS FEIOS,  MAIS SUJOS e MAIS MALVADOS do mundo, longe daqui.

  45. Ana Maria Campos Freitas

    6 de março de 2016 5:48 pm

    Sr.Moro

    Se a forma de trabalhar deste Juiz de primeira instância, porque foi permitido que este sujeito que não tem capacidade de levar este caso adiante, uma vez que apresenta em sua ficha pessoal e profissional vários fatores que impedem a ele estar a frente deste processo, considerndo-se a sua história pessoal e profissiona!???

    O que faz os Juízes do STF que baixam a cabeça e tudo permitem?…São coniventes com as atitudes equivocadas ou o papel dele é apenas de “boi de piranha”…sacrificado se for necessário, mas executando  o que é desejo da maioreia do tribunal. Infelizmente o povo não tem mais confiança na Justiça brasileira! E ele enchendo o bolso de dinheiro público!

  46. Photios Andreas Assimakopoulos

    6 de março de 2016 9:12 pm

    Tradução do item 11

    Gloogle Translator -Juridiquez.

    11. “Após ser intimado e ter tentado diversas medidas para protelar esse depoimento, incluindo inclusive um habeas corpus perante o TJSP, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua recusa em comparecer.”

     

    Gloogle Translator – Sinceridade

    O previamente condenado e alvo atraveu-se a usar de ferramentas legais e legítimas, exercendo sua cidadania, inclusive procurando uma instancia superior para ver se conseguia interromper nossa corrente de ilegalidades. Tomando exemplo ao período militar, julgamos por bem intimida-lo com policiais fantasiados de soldados do exercito e bem armados. 

     

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