4 de junho de 2026

Fórum Econômico Mundial coloca Brasil em grupo de risco geopolítico

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Por Jorge Rebolla

Brasil: risco geopolítico

Não sou eu que estou dizendo, mas os executivos do Fórum Econômico Mundial. O Brasil foi colocado no rol dos países com governos nacionais fracassados,. A nós fazem companhia Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Moçambique, Mauritânia, Libéria, Moldávia, Lituânia e Bangladesh. O nosso maior risco não é o econômico, é o político. Não é difícil entender como chegamos a esta situação.

Eles dividiram os países em cinco grupos de riscos: econômicos, sociais, ambientais, políticos e tecnológicos. Para os países chamados de emergentes ou em desenvolvimento os entrevistados consideraram os problemas sociais e econômicos como os maiores para os negócios, mas por que a metade do grupo com governos fracassados situa-se na América do Sul e estavam há pouco tempo, ou ainda estão, apresentando bons índices de crescimento?

Vamos deixar de lado os nossos vizinhos latinos e dar atenção ao Brasil, afinal as causas não diferem muito. 

Como o Brasil que era um dos favoritos do mercado internacional até o início desta década é considerado agora um Estado falido? A corrupção e o seu combate não jogariam o Brasil no atoleiro, a causa é a exploração política do processo. Ela parte dos agentes públicos responsáveis pela punição dos corruptos e corruptores, justiceiros com interesses políticos; da oposição partidária que pretende herdar os cargos e as verbas; dos agrupamentos mobilizados pelas redes sociais, em geral movidos pelo ranço de classe e pelo preconceito, e acima de tudo pela forma como a imprensa explora a situação, por lucros e outros ganhos dos seus donos. Estes quatro grupos agem de forma sincronizada e com o mesmo objetivo.

As manchetes e os artigos são produzidos de modo a provocarem repulsa e indignação contra os citados, mesmo quando o fato é totalmente inócuo. Qualquer um que não se coloca automaticamente a favor da cruzada dos santos guerreiros é imediatamente transformado em vilão. Considerações e ações legalmente embasadas são tratadas como atos criminosos. A abordagem sobre questões econômicas são manipuladas para causarem desalento ou pânico. Sem falar na desinformação premeditada e nas mentiras elaboradas, cada vez mais presentes.

As notícias sobre o Brasil que os executivos estrangeiros recebem são pautadas pelo que é publicado pela imprensa que se diz brasileira, afinal praticamente todos recebem as informações sobre a nossa situação das filiais instaladas aqui. O que é reportado a eles deriva das manchetes da Rede Globo, da Veja, da Folha, do Estadão e de outros grupos empresariais de mídia.

O que presenciamos não é uma campanha para punir os que roubaram recursos públicos, mas uma guerra política. Para vencerem assumiram todos os riscos para banirem o PT da política nacional, mesmo que para isso destruam o Brasil. Podemos dizer que muitos jornalistas e os seus patrões; uma parte dos policiais, dos promotores e dos juízes; paneleiros marchadores e excelências da oposição (PSDB, DEM, etc.) agem no nosso país com algumas semelhanças com a frente Al-Nusra e o Estado Islâmico na Síria. Lá para derrubarem o presidente Assad expulsam e matam a população. Transformam o país em ruínas. Aqui para se verem livres do ex-presidente Lula e da Dilma não se importam com o desemprego, a miséria e a fome do povo. Pulverizam a nossa economia.

A profunda recessão, sem justificativas econômicas para tal, é o resultado da guerra política que vivemos desde 2014. Como em todas as maiores vítimas são os inocentes. Dilma, como o sírio Assad, para mim são ruins e existem pessoas melhores para ocuparem os seus cargos, mas pelo que tenho visto formei uma opinião: os que querem derrubá-los são piores. 

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22 Comentários
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  1. Marcos Antônio

    19 de fevereiro de 2016 11:29 am

    A visita do Obama ao macri,

    A visita do Obama ao macri, após mais de 10 anos sem visitas de presidentes dos Eua a argentina, me faz acreditar que REALMENTE tem mais coisas atrás desta nossa “CRISE”…

    Uma vez lacaio…

  2. W.Gusmão

    19 de fevereiro de 2016 11:29 am

    São muito piores …

    Por tudo que fizeram em suas vidas públicas é fácil chegar a essa conclusão.

    Calma!

    O jogo não terminou, ainda faltam algumas jogadas e elas estão na mão do governo.

  3. Pedro Augusto Pinho

    19 de fevereiro de 2016 11:43 am

    O ESTADO NACIONAL
    Os jovens
    O ESTADO NACIONAL

    Os jovens de hoje, vejo em meus netos, seus amigos e colegas, mas também nos transportes públicos, estão sempre com um “tablet” ou com um “smart fone” ou algo similar. Já os neologismos e anglicismos que empreguei bem mostram o tipo de cultura que estamos vivendo: importada.
    Nada contra a tecnologia, o progresso, mas vamos perdendo um valor importante para nossa autoestima, para nossa própria inserção no mundo: nossa nacionalidade, nossos valores culturais.
    E, ao adotarmos modos e práticas estrangeiras acriticamente, estamos nos submetendo aos interesses que não são os nossos e também a ausência de uma capacidade que desenvolvíamos ao jogar o quebra-cabeça: construir uma realidade global, não nos atermos apenas ao particular ou ao egoista cotidiano
    Mas é o que se vê, abundantemente, nos veículos de comunicação social hoje, cujo caráter político e ideológico é manifesto desde a manchete.
    Não tratarei do Brasil. Meu nacionalismo poderia me levar a uma visão muito particular que diferiria das posições políticas, do entendimento econômico e mesmo da situação social de meus leitores, ainda que por exceção.
    Vou tratar da Bolívia que se denomina Estado Plurinacional, que conheci em minha primeira infância, onde iniciei minha alfabetização, ou seja lá se vão 70 anos.
    Desde 1952, para não buscarmos muito longe e porque o Presidente de então – Victor Paz Estenssoro – foi reconduzido diversas vezes, a Bolívia, incluindo os períodos de Junta Militar, teve 36 dirigentes. Ou seja, entre 1952 e 2005, 53 anos, a cada ano e meio, um Presidente. Algumas vezes já conhecido, outras vezes triste novidade. Em 2005 foi eleito Juan Evo Morales Aima, então com 46 anos, que governa até hoje. É o Presidente que por mais tempo já governou a Bolívia.
    Este País sempre foi um exportador de matéria prima – estanho (fortuna de Antenor Patiño), zinco, soja, arroz e gás natural, que fizeram a riqueza de empresas e pessoas no exterior e a miséria dos habitantes nacionais. No Departamento (Estado) de Panda, a população original sofreu durante décadas a mesma situação que o Prêmio Nobel da Literatura – Mario Vargas Llosa – descreve em seu admirável romance “O sonho do celta”. Carrascos, travestidos de feitores, obrigavam os indígenas a trabalhar até a exaustão, com mutilações, castigos físicos e ameaças.
    Vamos conhecer um pouco da população boliviana: 55% é constituída de indígenas, 15% de mestiços e o restante de brancos (europeus, sírios, libaneses) e asiáticos (chineses e coreanos principalmente). Assim, um grande passo para a soberania foi a definição da Constituição de 2009 de Estado Plurinacional. Estava portanto incluída a maioria da população, formada por quíchuas, aimarás, chiquitanos e guaranis, preponderantemente, mas outras 34 nações tiveram também seus idiomas reconhecidos. O idioma é a mais básica identificação da nacionalidade.
    A garantia social foi outra importante ação do Governo, mais de 40% da população de 11 milhões de habitantes já se beneficia ou se beneficiou da “Renta Dignidad”, espécie da plataforma Bolsa Família, brasileira. Com isso, o analfabetismo é hoje residual. A CIA World Factbook assinalava, em 2009, 8% da população. Outra importante iniciativa foi promover o engajamento dos movimentos sociais e de trabalhadores, que colaboram nos programas educacionais: “Yo Sí Puedo” e “Yo Sí Puedo Seguir”.
    Na área econômica, num projeto de soberania nacional, foram nacionalizadas mais de 20 empresas, inclusive a Petrobrás, e, ao contrário do Brasil, não se concederam vantagens fiscais e creditícias a grupos econômicos de matriz estrangeira, mas estes recursos serviram para impulsionar a produção nacional de sal, da extração mineral (prata, tungstênio, antimônio, cobre) e para concessão do 14º salário a todos os trabalhadores, públicos e privados, após 2014.
    No campo cultural, uma das grandes inovações, além da cota parlamentar para população indígena, foi o reconhecimento oficial do sistema judicial indígena camponês e a autonomia e autogestão das comunidades indígenas.
    Esta bem sucedida governança, fora dos padrões do sistema financeiro internacional, com prioridades distintas das avaliações das agências de classificação de risco, que apenas aos desinformados impressiona, está fora da imprensa ou denominada, como agressão, de bolivariana, como o faz The New York Times e suas traduções nacionais. Apenas para satisfazer os que privilegiam o econômico, informo que o PIB per capita passou de US$ 2.400, em 2004, para US$ 3.000, em 2014, conforme o periódico boliviano La Razón. E melhor distribuído. O densamente povoado subúrbio El Alto, de La Paz, segundo reportagem, está passando por intensa reforma habitacional, onde se inclui a instalação de unidades comerciais.
    O mais relevante a meu ver é o reerguimento da cultura nacional, que dará força à continuidade deste projeto político.
    Pedro Augusto Pinho, avô, aposentado.

    1. Hell Back

      20 de fevereiro de 2016 3:46 am

      Cultura Importada

      “(…) “tablet” ou com um “smart fone” (…)”

      No descobrimento do Brasil por Portugal, os portugueses presenteavam os índios com espelhinhos. Pois é, os “tablets”, “smartphones” e outras bugigangas eletrônicas são os “espelhinhos” de nossos dias.

  4. Ana Cruzzeli

    19 de fevereiro de 2016 12:18 pm

    A cor marrom não foi escolhido à toa

    O Brasil está no grupo dos terroristas, ação humanitária da terra bananeira à vista?

    Essa gente  RIDICULA já foi mais discreta

    Juiz Moro e asseclas tentaram derrubar uma presidente e não conseguiram, que esse povinho do FEM  vá pro inferno…

    Estão tentando fazer das Olimpiadas a vitima da vez com o virus ZICA, Dilma que de besta não tem nada já montou uma força tarefa nacional que nem os EUA consegueriam montar para dizer aos golpistas de sempre: É só isso que você podem fazer contra as Olimpiadas brasileiras.

    Dilma mandou gente fina catar coquinho que deu até dó

    1. Jaide

      19 de fevereiro de 2016 3:25 pm

      Mas se conseguirem emplacar o

      Mas se conseguirem emplacar o golpe (“aka regime change”), no dia seguinte pintam tudo de novo. De azul bem clarinho. Igual a Argentina do Macri.

  5. Juliano Santos

    19 de fevereiro de 2016 12:55 pm

    Não estou te reconhecendo

    Não estou te reconhecendo Rebolla. O que aconteceu contigo? De qualquer forma saldo o novo Rebolla. Post 100% certo!

    1. Fabio Soares

      19 de fevereiro de 2016 5:58 pm

      Estava aqui com meus botões

      Estava aqui com meus botões pensando justamente isso. E há precedentes: o AA tb se regenerou em algum momento nos últimos dois anos. Há esperanças!!!

  6. Carlos Cunha

    19 de fevereiro de 2016 1:48 pm

    Não consigo entender. Nós

    Não consigo entender. Nós precisamos defender o Brasil, não partidos políticos. Parece que a sobrevivência de um partido é mais importante que o povo. Parece que a sobrevivência política do Lula é mais importante que a vida daquele brasileiro que pena nas emergências dos hospitais, é mandado embora por falta de vagas e morre dois dias mais tarde. Chega desse culto à personalidade. O Partido possui quem o defenda, seus partidários, advogados, etc. Tudo virou uma luta: “O Meu Partido” contra “Os Outros Partidos”. Os Outros acusam o Meu Partido de muitas coisas e eu respondo acusando Os Outros. O todo perde importância, importante é mostrar que Os Outros roubam/roubaram mais que o Meu Partido. Precisamos superar isso, esse fla-flu estéril. Precisamos repensar o Brasil, nosso sistema político.  Precisamos partir para à ação. 

    1. André élebê

      19 de fevereiro de 2016 3:57 pm

      Você não entende porque não
      Você não entende porque não quer – ou porque não te deixam.

      Vem cá: você acredita CONSCIENTEMENTE que o país melhora automaticamente se eliminarmos o PT? Porque do jeito que você coloca, a questão está entre defender Lula OU defender uma pessoa em um hospital. Isso é de um ridículo atroz, até porque eliminado o PT voltarão a governar OS MESMOS que governaram o país até 31.12.2002 – e quero crer que você não estava satisfeito com o Brasil de então: se você falar que estávamos melhores, quando 20.000 pessoas disputavam até emprego de gari, eu paro por aqui.

      De mais a mais, que “moralização” é essa que deixa passar TUDO que não envolva o PT? Não se trata de não investigar membros do partido, mas de brecar a escandalização do nada, da tapioca, do bote de aluminio, etc, mas de FINALMENTE aplicar Justiça aos outros.

      Para concluir, que fla-flu é esse onde um lado pratica até terrorismo econômico e o outro vai ao cúmulo do “republicanismo”? Você quer que nem os eleitores de determinado partido falem nada?

      Enfim, o que você sugere quando diz que devemos partir para a ação?

  7. MILTON MURILO 43

    19 de fevereiro de 2016 2:55 pm

    Fórum Econômico Mundial coloca Brasil

    Na lista me chama a atenção a ausência do México, infelizmente tragado pelo narcotráfico e corrupção endemicos e nem por isso foi lembrado.

    Que o Brasil atravessa uma crise não há como esconder – o republicanismo caolho está levando o país ao caos, mas ao som do pianista – mas nada alem do espernear enlouquecido de Aócio et caterva, mais a turma curitibana do “não vem ao caso” esses sempre dispostos a matar o doente para curar a “doença”. Mas corre o boato que todos são “brasileiros”.

    1. Andre Araujo

      19 de fevereiro de 2016 3:32 pm

      O México não foi lembrado

      O México não foi lembrado porque lá não tem Lava jato e grupos politico-mediaticos-judiciarios que divulgam pelo mundo

      como o seu Pais é ruim, corrupto e inconfiavel. A “”queima”” de imagem do Pais vem daqui de dentro, nos colocamos a sujeira na janela e ainda nos orgulhamos disso, os “”bem pensantes”” acham que agora o mundo vai nos respeitar porque combatemos a corrupção, dá-se

      exatamente o contrario, o mundo olha para nós e torce o nariz “”olha como tem corrupção no Brasil””.

    2. Almeida

      19 de fevereiro de 2016 8:24 pm

      O México comparável ao Canadá não é o pior.

      Não sei qual é o juízo que fazem do Canadá, mas, por pior que seja a situação mexicana, é incompreensível que ambos países sejam comparados a ditadura do Egito, com as monarquia medieval da Arábia Saudita, com a cleptocracia da Nigéria, que exibe essa jóia da civilização conhecida como Boko Haram.

      Se já é difícil engulir a Malásia como comparável a Suiça, fica pior ainda aceitar seus vizinhos Tailândia e Miamar na mesma posição do Reino Unido, Suécia e Noruega, enquanto nós aqui vivemos a mesma situação do Haiti. Parece que contrataram como analista político o filosofastro Eulavo Seucaralho, pois é coisa de astrólogo que escapou de hospício. 

  8. Alexandre Weber - Santos -SP

    19 de fevereiro de 2016 3:53 pm

    Pois é Rebolla… ignoram o que escrevo aqui

    Sabe como é, não levam em consideração o que eu escrevo aqui, não é aberto à discussão, omite-se como se não existisse.

    Mas sabe como é ….  minha retrospectiva do que já fiz não me deixa nunca mentindo sozinho.

    Nunca errei uma que realmente fosse importante, só nas de avacalhação, afinal, se levar muito a sério é muito chato, não é?

    Mas que venho dizendo que se não arrumarem a casa, dando um Norte, um Rumo e uma Estrela para o Brasil, com base na Astrologia, Geometria e Tarot, com isto colocando o Brasil em uma situação de Equilibrio, Economia e Compaixão há mais de 12 anos aqui no Nassif, por baixo e no resto da Net há mais de 15 anos, não chamo Alexandre.

    Mas por algum destes insondáveis mistérios da natureza, apesar de todos já não aguentarem mais ouvir eu e falar disto, ninguém com poder leva a sério, apesar de no fundo todos saberem que eu tenho razão  e que o desfecho será um caos econômico e social.

    Dilma, recupera o dinheiro para o Brasil, inventa uma concessão para uso de dinheiro eletrônico e provisoriamente coloca nas mãos do governo brasileiro.

    Acorda, Dilma!

    1. Ricardo Cavalcanti-Schiel

      19 de fevereiro de 2016 3:59 pm

      Deus!!!!

      Cara, você é muito phoda. Você é phoda com “ph”. Você é o homem mais phoda do universo! Você é o dono da verdade definitiva!!! Você é Deus!!!!!

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        19 de fevereiro de 2016 4:14 pm

        De novo não…….. no assunto por favor !!!

        Me xingar não resolve o seu problema e o de ninguém.

        Aqui é um lugar de discussões de idéias.

        Procure argumentar no assunto, eu sei que no começo é difícil, faz o seguinte, fica acompanhando as discussões e depois, devagarinho, bem devagarinho, começa a postar uma frasezinha aqui, outra ali, logo logo voce pega o jeito e começa a contribuir no assunto e não precisa tentar chamar a atenção me ofendendo, ou a outros.

        Boa sorte, voce consegue, não esmoreça.

         

      2. Almeida

        19 de fevereiro de 2016 7:37 pm

        Com PH maiúsculo.

        PH de PHDeus, que são outros tipos de PHodas que frequentam este mundo, tão presunçosos quanto, são os picas das galáxias.

  9. soaresdearaujo88

    19 de fevereiro de 2016 4:16 pm

    “Podemos dizer que muitos

    “Podemos dizer que muitos jornalistas e os seus patrões; uma parte dos policiais, dos promotores e dos juízes; paneleiros marchadores e excelências da oposição (PSDB, DEM, etc.) agem no nosso país com algumas semelhanças com a frente Al-Nusra e o Estado Islâmico na Síria.”

     

    Aí que tá, pelo menos a maioria dos militantes da Al-Nusra e do EI na Síria são estrangeiros (chechenos, líbios, tunisianos, turcomenos, sauditas…). Aqui não. São brasileiros mesmo. Entreguistas, mas brasileiros.

     

  10. Mario Avila de Jesus

    19 de fevereiro de 2016 7:35 pm

    É isso, mas não só isso
    O texto diz, a respeito da América do Sul e do Caribe: “Failure of national governance […] corruption and mistrust in the functioning of institutions […]. The region’s weak economic growth prospects and low levels of investment lie behind concerns about failure of critical infrastructure […]. The region relies heavily on exports of commodities that have declined in price […] challenges such as high public debt and low economic growth, and increasing the associated risk of fiscal crises. […] concerns about unemployment”.  Então, o que ressaltas é importante (“corruption and mistrust in the functioning of institutions”), mas o ponto de vista deles é mais amplo.  Está na íntegra em  http://www3.weforum.org/docs/Media/TheGlobalRisksReport2016.pdf

  11. Alexandre Weber - Santos -SP

    19 de fevereiro de 2016 7:54 pm

    A provocação surtiu efeito, os sangue ruim baixam logo logo

    Agora, o que têm de picareta que não quer que a mamata acabe É UMA ENORMIDADE.

     Acorda, Dilma!

  12. Ricardo Gonçalves

    19 de fevereiro de 2016 9:30 pm

    O texto do rebolation começa

    O texto do rebolation começa com: não sou eu que to falando…

    A arrogância coxinhistica é infinita realmente, e o Nassif merece um prêmio por sua pluralidade, ou pelo menos tentativa dela.

     

     

  13. junior50

    19 de fevereiro de 2016 10:02 pm

    Tempo

        Apesar de mensuravel aritmeticamente, o “tempo” é uma variavel, tanto no ambiente de negócios, na geopolitica, sendo uma medida sujeita a interpretações, suas amplitudes analisaveis, sofrem influência de varios fatores não mensuraveis, e o caso “Brasil”, está bem retratado em sua postagem.

        A mudança da percepção externa sobre o Brasil, nossas instituições, em menos de 10 anos, foi alterada completamente, é patente, que a midia interna, em uma campanha de desqualificação, tem responsabilidade, e é parte importante deste movimento estratégico – a parte que “bate bumbo” amplificando o que ocorre – só que ela é apenas parte do movimento, pois quem esta atuando diretamente são as próprias instancias do Estado, como vc. mesmo os identifica, procuradores, juizes de 1a instancia, delegados; e meu caro Rebolla, com certeza estes entes sabem as consequencias economicas (macro ) de suas ações.

         Tambem é óbvio, que a Sra. Rousseff e sua “entourage” caninamente obediente, em sua anomia governamental, contribuiu e ainda contribue em muito, para a atual situação, externamente este governo é considerado como “perdido”, a midia nacional tem certa parcela de culpa nesta situação, mas não total, como muitos acreditam, o “governo” em suas ações, e mais ainda, por suas “inações”, forneceu e ainda fornece, margem para nossa desqualificação, portanto para observadores externos, independente de nossa economia encontrar-se em situação recessiva de longo prazo, a perspectiva politica é bem pior.

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