Eles vieram com as estradas de ferro, ajudaram a erguer obras de engenharia pelo país. Depois, acompanharam as primeiras multi inglesas, trouxeram a bola de futebol.
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Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Como por algum motivo não está aparecendo o botão “responder”, que iria usar no comentário do Avatar, vai por aqui mesmo, para um “Momento AA”:
Quando falam de Ronald Biggs, lembro-me sempre de um pub que frequentava no Rio quando (bem) mais jovem, onde o conheci e papeamos pessoalmente algumas (poucas) vezes, pois ele também “baixava por lá”. Nada que valha a pena praqui além de que, apesar de sua situação complicada. era um bom papo, simpático e bem humorado. E também o mais famoso (e sabe-se, dos menos relevantes) dos criminosos do famoso assalto milionário ao trem postal inglês.
O “Lord Jim”, era um pub com direito à decoração tipicamente inglesa (muito latão, madeira, cerveja (aquela rescendendo à esta), o tradicional jogo de dardos e uma típica cabine telefônica vermelha na calçada (que deu trabalho para trazer).
Ah, sim! Tinha também o sino, que badalava 10 minutos antes de fechar (“últimas cargas de cerveja, pessoal!”) e no toque final, “expulsava” todos. Aí, íamos pras “baladas” (hoje chamam isso de “esquenta”). O Jim gostava de dizer que era o pub que “fechava mais tarde no mundo”: no Reino Unido, a lei limitava, até um tanto recentemente, o funcionamento até as 23:00h (as 23:05h surge uma enxurrada de bêbados s(c)aindo pelas britânicas calçadas, hehe).
Foi lá que conheci muitos estrangeiros (multi-nível, de diplomatas a marinheiros), eminentemente ingleses, mas também de outras origens, e aprendi que apesar da história da exploração estrangeira e etc., não precisamos odiar pessoas meramente por suas sociedades de origem. Podemos conviver, conversar, rir, divertir e até gostar deles (e delas…). Pois afinal, são seres humanos, indivíduos, e não aquelas sociedades (ou seus governos).
No caso, até criminosos, como o famoso ladrão!
Hoje o pub não está mais lá, embora tenha se mudado para a mesma rua (Paul Redfern, Ipanema). Na última vez que passei em frente, continuava lotado como antes, embora não tenha entrado, talvez pelo receio de não encontrar mais ninguém do “meu tempo”, desde o Jim (o dono), sua mulher Anne (que decorava e comandava os 3 andares), até toda a equipe da cozinha (e suas “kidney pies”), porta, bar (cervas, scotch, gin e boas caipirinhas).
Ah sim, de novo! Embora sofrível jogador, fui o lançador final (fechei o jogo, “301”) da primeira equipe campeã de dardos do país! É mole?!
Então …
Quando as pessoas numa fila já lhe convidam a passar a frente, o retrovisor começa querer ficar maior que o parabrisas…
Mas se precisar, eu ponho a cabeça fora da janela!
Participaram das primeiras partidas de futebol no RS e Brasil, com arthur Lawson, com o começo do desenvolvimento do porto de Rio Grande RS, primeiras ferrovias e culminando com a fundação do Sport Club Rio Grande em Rio Grande RS fundado em 1900
1. – o primeiro club de futebol do Brasil, foi fundado em Rio Grande, RS.
2. Mas antes, bem antes houve no R. G. S., uma familia de n ome Mariath, que também era originaria da “perfida albion”, e, como todos imigrantes, prosperou e proliferou aquí. Ebrantino
…vieram vindo fazer américa, a do sul, já em 1808, como cães de guarda-marinha do rei fujão d. joão vi, e com faro apurado de comerciantes empreendedores das oportunidades burguesas de vender produtos industriais da inovadora revolução industrial inglesa…
ed.
2 de novembro de 2013 7:21 pmBiggs e o Lord Jim
Como por algum motivo não está aparecendo o botão “responder”, que iria usar no comentário do Avatar, vai por aqui mesmo, para um “Momento AA”:
Quando falam de Ronald Biggs, lembro-me sempre de um pub que frequentava no Rio quando (bem) mais jovem, onde o conheci e papeamos pessoalmente algumas (poucas) vezes, pois ele também “baixava por lá”. Nada que valha a pena praqui além de que, apesar de sua situação complicada. era um bom papo, simpático e bem humorado. E também o mais famoso (e sabe-se, dos menos relevantes) dos criminosos do famoso assalto milionário ao trem postal inglês.
O “Lord Jim”, era um pub com direito à decoração tipicamente inglesa (muito latão, madeira, cerveja (aquela rescendendo à esta), o tradicional jogo de dardos e uma típica cabine telefônica vermelha na calçada (que deu trabalho para trazer).
Ah, sim! Tinha também o sino, que badalava 10 minutos antes de fechar (“últimas cargas de cerveja, pessoal!”) e no toque final, “expulsava” todos. Aí, íamos pras “baladas” (hoje chamam isso de “esquenta”). O Jim gostava de dizer que era o pub que “fechava mais tarde no mundo”: no Reino Unido, a lei limitava, até um tanto recentemente, o funcionamento até as 23:00h (as 23:05h surge uma enxurrada de bêbados s(c)aindo pelas britânicas calçadas, hehe).
Foi lá que conheci muitos estrangeiros (multi-nível, de diplomatas a marinheiros), eminentemente ingleses, mas também de outras origens, e aprendi que apesar da história da exploração estrangeira e etc., não precisamos odiar pessoas meramente por suas sociedades de origem. Podemos conviver, conversar, rir, divertir e até gostar deles (e delas…). Pois afinal, são seres humanos, indivíduos, e não aquelas sociedades (ou seus governos).
No caso, até criminosos, como o famoso ladrão!
Hoje o pub não está mais lá, embora tenha se mudado para a mesma rua (Paul Redfern, Ipanema). Na última vez que passei em frente, continuava lotado como antes, embora não tenha entrado, talvez pelo receio de não encontrar mais ninguém do “meu tempo”, desde o Jim (o dono), sua mulher Anne (que decorava e comandava os 3 andares), até toda a equipe da cozinha (e suas “kidney pies”), porta, bar (cervas, scotch, gin e boas caipirinhas).
Ah sim, de novo! Embora sofrível jogador, fui o lançador final (fechei o jogo, “301”) da primeira equipe campeã de dardos do país! É mole?!
Então …
Quando as pessoas numa fila já lhe convidam a passar a frente, o retrovisor começa querer ficar maior que o parabrisas…
Mas se precisar, eu ponho a cabeça fora da janela!
Ricardo Cavalcanti-Schiel
5 de novembro de 2013 2:46 pmRaio X
Isso é um raio-X?…
Delgadíssimo esse esqueleto! Parece feito apenas de cartilagens.
Giovani Blumenau SC
19 de dezembro de 2013 10:31 amIngleses em Rio Grande RS
Participaram das primeiras partidas de futebol no RS e Brasil, com arthur Lawson, com o começo do desenvolvimento do porto de Rio Grande RS, primeiras ferrovias e culminando com a fundação do Sport Club Rio Grande em Rio Grande RS fundado em 1900
Ebrantino Martins Correa
19 de dezembro de 2013 12:20 pmImigração dos ingleses
1. – o primeiro club de futebol do Brasil, foi fundado em Rio Grande, RS.
2. Mas antes, bem antes houve no R. G. S., uma familia de n ome Mariath, que também era originaria da “perfida albion”, e, como todos imigrantes, prosperou e proliferou aquí. Ebrantino
jc.pompeu
19 de dezembro de 2013 4:44 pm…vieram vindo fazer
…vieram vindo fazer américa, a do sul, já em 1808, como cães de guarda-marinha do rei fujão d. joão vi, e com faro apurado de comerciantes empreendedores das oportunidades burguesas de vender produtos industriais da inovadora revolução industrial inglesa…