A ofensiva chinesa no Brasil e a soberania nacional
10 June, 2010 23:16 Nilder Costa
1/jun/10 (Alerta em Rede) – Sem muito alarde, o primeiro grupo de investidores chineses se prepara para desembarcar tanto no oeste da Bahia quanto na região conhecida como Mapito, o cerrado do Maranhão, Piauí e Tocantins, áreas que se notabilizam a olhos vistos como a nova fronteira agrícola do país. Essa ofensiva “agrária” dos chineses quer comprar nada menos que 250 mil hectares de terra.
O grupo chinês é formado por investidores privados, como a empresa Pallas Internacional (que assinou com o governo baiano um protocolo de intenções para se instalar no Estado), mas também com o governo da China como sócio. [1]
A investida “agrária” chinesa se dá na sequência de outros dois megainvestimentos anunciados recentemente. Semana passada, a estatal de energia elétrica State Grid Corporation of China assumiu o controle de sete das 12 empresas da Plena Transmissoras, por R$ 3,1 bilhão. Ao mesmo tempo, a Sinochem adquiriu 40% do Campo Peregrino, na bacia de Campos, em mãos da norueguesa Statoil, por US$ 3,7 bilhões.
A intenção de transferir capital para o Brasil e a América Latina foi explicitada por Gao Xiqing, presidente da China Investment Corporation, o poderoso fundo soberano chinês, com ativos de US$ 300 bilhões. “Planejamos alocar mais dinheiro para o Brasil e outros emergentes do que para a Europa, declarou o…………………………………………………………..
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