
O Google experimenta uma nova ferramenta daquilo que vem ficando conhecido como busca social. Exemplo: digamos que você procure o termo “hacker”. Aparecem 100 resultados. O terceiro deles é Mundo Hacker. Assim como no Digg, você verá na tela um botão “eu gosto disso” ou “não gosto”. Clicando num deles, fará o Mundo Hacker subir ou descer na ordem de exibição dos resultados. Também há como indicar sites que não tenham aparecido na busca inicial. Mais detalhes aqui.
Esse esforço do Google pode aproximá-lo da nova e crescente tendência de busca social na rede, cujo maior representante é o site Mahalo.
Seus fundadores garantem que se trata da primeira ferramenta de busca gerenciada por gente e não por algorítimos. Diz o site da empresa: “Nos mecanismos tradicionais, você precisa encontrar resultados relevantes no meio de uma lista bagunçada, cheia de inutilidades, spam e sites medíocres. Como o Mahalo, você pode digitar um termo e obter instantaneamente uma página organizada, com ótimos links”.
Mas como isso funciona, exatamente? O Mahalo é mantido por um projeto chamado Greenhouse. Lá qualquer usuário pode se cadastrar e virar uma espécie de recomendador de links. A equipe de editores paga cerca de US$ 10 a 15 para cada sugestão aceita. Não há documentos com definições claras dos critérios de qualidade.
Enfim, o Mahalo está mais para busca aristocrática do que social. O que pode ser uma vantagem, dependendo dos seus objetivos. Para serviços técnicamente “mais sociáveis”, vale conhecer o velho StumbleUpon, que também usa o estilo gosto / não gosto / recomendo. Só que em vez de precisar de um site com um mecanismo de busca, disponibiliza todo seu serviço numa barra de ferramentas que você pode instalar no seu navegador.
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