
Recentemente postei a capa e duas páginas do Relatório da Subcomissão do Senado dos Estados Unidos com o título ““Vulnerabilidades a Lavagem de Dinheiro, Drogas e Financiamento a Terrorismo: o Caso HSBC”.
Nesse relatório, são descritos os muitos mecanismos usados por HSBC e outros bancos para enviar ilegalmente dinheiro de um país para outro. A descrição é feita em minúcias e pouparia um tempo enorme aos investigadores do Caso do Suiçalão.
E no relatório, duas folhas são dedicadas ao HSBC Brasil, em que mostra o uso de um código Swift alternativo para ocultar dos EUA o envio de valores do Brasil para paraísos fiscais, conforme dcumento anexo.
Nomes e e-mails de executivos do HSBC Brasil envolvidos nessas maracutaias são citados e penso que eles devam ser chamados a depor. Eram executivos de “transferências internacionais”.
No rodapé das folhas 183 e 184 do Relatório, estão os documeentos recolhidos pela Subcomissão referentes ao HSBC Brasil, que poderão ser requisitados pelas autoridades competentes o mesmo copiados dos aruivos do Senado dos EUA.
Como descrito em http://www.msia.org.br/hsbc-centro-das-fraudes-fiscais-e-operacoes-financeiras-ilegais/, vê-se que:
Em 2012, a Comissão de Inquérito do Senado dos EUA, liderada pelo democrata Carl Levin, denunciou formalmente o HSBC estadunidense por lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Em seu relatório de 330 páginas, intitulado ”A vulnerabilidade dos EUA à lavagem de dinheiro, financiamento de drogas e terrorismo: a história de caso do HSBC”, a Comissão sustenta que os controles instituídos pelo banco para impedir que a sua própria estrutura fosse utilizada por organizações criminosas eram ineficazes e que os sinais de alarme feitos por alguns funcionários zelosos eram regularmente ignorados pela cúpula administrativa.
As conclusões das diversas investigações feitas mundo afora em diversos países melhor esclarecerão os fatos, seguindo a trilha do dinheiro.
nosden
13 de março de 2015 3:42 pmPor aqui a justiça só vai
Por aqui a justiça só vai começar a se mexer depois que o HSBC Brasil tiver tempo de arrecadar todo o seu dinheiro brasileiro em território nacional e aqui fechar as suas atividades . . . . aí sim pode chamar quem quiser para depor . . . . #GloboGolpista
antonio castro
14 de março de 2015 1:04 amMemtor entrega os dados do
Memtor entrega os dados do Banestado
Muito boa a analise. Eu fico pensando se, agora que esta indiciado no STF, não seria uma boa hora para o defutado federal Mentor entregar os dados sobre as remessa que recebeu dos EUA na CPI do Banestado e, que eu saiba, nunca foram divulgados.