4 de junho de 2026

Moderno Bandeirante: Paulo Prado entre espaços e tradições

Por Kadu

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Joanni e Nassif,

Este trabalho de mestrado traz um capítulo sobre a Semana de 22 , inclusive a foto com identificação da maioria dos promotores que postou acima.

Enfim, tem um conteúdo considerável dos fatos.

abs

(em PDF ao final da pg indicada)

(…)

Resumen en portugués Este trabalho pretende estudar a obra, o percurso e o legado de Paulo da Silva Prado (1869-1943), observando atentamente suas redes de sociabilidade e inserção. Reconhecido como personagem central pelo grupo de intelectuais e artistas ligados à Semana de Arte Moderna de 1922, Paulo Prado é muitas vezes deixado de lado pelos estudiosos e, em geral, se faz presente nas análises de bastidores e/ou em referências de terceiros. Além de ser um dos maiores exportadores e produtores de café da época, Paulo Prado é autor de dois livros sobre a história de São Paulo e a formação do povo brasileiro – Paulística (1925) e Retrato do Brasil (1928). Também publicou editoriais, artigos e resenhas em importantes periódicos, (re)editou documentos inéditos sobre o período colonial, participou da fundação e do controle de revistas modernistas, e se fez presente como um dos principais organizadores e financiadores da Semana de 1922, entre outras coisas. Paulo Prado mostra-se assim como um importante mediador entre diferentes universos, sendo justamente este o foco da presente pesquisa. Se por um lado ele promove a Semana de Arte Moderna, ele já tinha 53 anos na época. Além disso, é um elo fundamental entre os modernistas e um grupo de intelectuais que compõem uma geração anterior a sua, a de seu tio, o jornalista e monarquista Eduardo Prado (1860-1901). Possui ainda um forte vínculo com o historiador cearense Capistrano de Abreu (1853-1927), um marco da moderna historiografia brasileira, que ele conhece por intermédio de Eduardo Prado. Por fim, pode ser visto também como uma figura-ponte entre o ensaísmo da década de 1920 e aquele que terá expressão maior em 1930, em obras como as de Sérgio Buarque de Holanda (1902- 1987), Gilberto Freyre (1900-1987) e Caio Prado Júnior (1907-1990). Todos eles, vale lembrar, possuidores de vínculos pessoais e de amizade com Paulo Prado. Ao enfrentar analiticamente a produção de Paulo Prado e o contexto no qual ela foi gestada, já que ambos são inseparáveis, acredito ser possível definir a posição central do autor no universo intelectual da época, levando a sério suas idéias e formulações, que ficam a meio caminho entre a arte e a ciência, a literatura e a história.(…)

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-11122009-100211/es.php

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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