O trabalho analisa, a partir das fichas contidas nos livros chamados “Rol dos denunciados”, a atuação das Auditorias Militares de Porto Alegre e Santa Maria em julgamentos de supostos crimes contra a Lei de Segurança Nacional no período entre 1964 e 1978.
Dentre as conclusões, está que a Justiça Militar representou a última instância “legal” de repressão, convergindo informações obtidas por meio da espionagem realizada pelos diversos órgãos de coleta de informações e das investigações feitas pela polícia política por Inquéritos Policiais Militares, resultando posteriormente em processos judiciais contra os denunciados.
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