4 de junho de 2026

Custo da construção civil varia 0,06% em dezembro

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Jornal GGN – O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,06% em dezembro, apresentando desaceleração de 0,22 ponto percentual em relação à taxa de 0,28% de novembro, de acordo com os cálculos elaborados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal. Com isto, o ano de 2015 fechou em 5,50%, abaixo do total de 6,20% visto no ano de 2014.

Os números mostram que o custo nacional por metro quadrado passou de R$ 926,84 em novembro para R$ 963,39 em dezembro. A parcela de materiais, com variação de 0,11%, comparada com o mês anterior (0,41%), registrou queda de 0,30 ponto percentual. Já o custo médio da mão de obra, por metro quadrado, se manteve no mesmo valor, não apresentando variação. Os resultados de 2015 registraram variação de 3,78% nos materiais, enquanto o acumulado da parcela do custo referente aos gastos com mão de obra teve alta de 7,55%, ambas inferiores aos do ano anterior. Em 2014, a parcela dos materiais fechou em 4,90% e a mão de obra, em 7,74%.

Por metro quadrado, as despesas com materiais chegaram em dezembro de 2015 ao valor de R$ 516,06. Quanto à parcela da mão de obra o ano fechou em R$ 447,33. Em dezembro de 2014, por metro quadrado, estas despesas estavam em R$ 497,37 no caso dos materiais e R$ 415,95 na mão de obra.

Em termos regionais, a região norte se destacou por apresentar a maior aceleração no custo no mês de dezembro, com 0,43%, e também o acumulado mais elevado, 7,92%. As demais variações foram de 4,51% (Nordeste), 4,95% (Sudeste); 7,81% (Sul) e 5,25% (Centro-oeste). Quanto aos custos da construção, as regiões ficaram com os seguintes valores por metro quadrado: R$ 995,18 (Norte); R$ 889,98 (Nordeste); R$ 1001,61 (Sudeste); R$ 999,97 (Sul) e R$ 975,71 (Centro Oeste).

Devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo, Amapá foi o estado que ficou com a maior taxa mensal, 3,73%, passando o custo médio por metro quadrado à R$ 988,34. Também, com um percentual de 10,69%, o Amapá registrou o maior acumulado no ano.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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