4 de junho de 2026

Nelson Barbosa tenta acalmar mercado

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Jornal GGN – O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, agendou para hoje (segunda-feira, 21), uma conferência com investidores nacionais e estrangeiros na tentativa de acalmar os ânimos.

Na sexta-feira, quando sua nomeação já era dada como certa, o dólar subiu mais de 1% e a Bolsa de Valores caiu 2,98%.

Na conversa com o mercado, o ministro deve repetir que não irá abandonar o ajuste fiscal e vai cumprir a meta de superávit primário de 0,5%.

Do Valor Econômico

Barbosa conversa com investidores antes da posse para acalmar mercado

BRASÍLIA  –  Nome mal recebido pelo mercado financeiro, Nelson Barbosa, antes mesmo de tomar posse no Ministério da Fazenda, agendou para esta segunda-feira conferência por telefone com investidores nacionais e estrangeiros na busca de acalmar os negócios com dólar e ações.

Na sexta-feira, quando seu nome já era dado como certo para substituir Levy no comando da equipe econômica do governo Dilma Rousseff, o dólar subiu de mais de 1% e a Bolsa de Valores caiu 2,98%. O anúncio oficial ocorreu depois do mercado fechado.

A equipe de Nelson Barbosa estava organizando, neste domingo, a conferência com os investidores, marcada para as 12h desta segunda a fim de o ministro “apresentar sua estratégia e esclarecer dúvidas”. Sua posse, no Palácio do Planalto, está agendada para as 17h. Levy participará da cerimônia.

Na conversa com o mercado, que sempre teve reservas a seu nome, o novo ministro da Fazenda vai repetir que não abandonará o ajuste fiscal, assumirá o compromisso de cumprir a meta de superavit primário de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2016 e dará as principais linhas de sua estratégia à frente da equipe econômica.

O mercado, porém, não acredita que o governo Dilma consiga fechar o próximo ano no azul. As previsões são de novo deficit, de 0,9% do PIB. Seria o terceiro ano seguido sem que o setor público economize para pagar juros da dívida pública, um indicativo ruim, que já levou o país a perder o grau de investimento de duas agências de classificação de risco.

A iniciativa do novo titular da Fazenda de agendar a conferência com investidores foi bem recebida pelo mercado. Analistas lembram que Levy assumiu com elevada expectativa, mas frustrou o mercado. Já Nelson Barbosa, dizem, pode surpreender porque entra sob suspeita por seu estilo mais desenvolvimentista.

Barbosa passou o fim de semana reunido com sua equipe, cuidando das primeiras ações à frente do Ministério da Fazenda e da montagem de sua equipe.

Pedaladas

Ele precisa decidir, nos próximos dias, quanto irá pagar ainda neste ano do passivo das chamadas pedaladas fiscais, avaliado em R$ 57 bilhões. Antes de virar ministro da Fazenda, ele defendia o pagamento total desta conta para não transferir o peso desta despesa para o Orçamento do ano que vem.

Agora, assessores dizem que, antes, ele quer conversar com a equipe do Tesouro Nacional para tomar uma decisão sobre o assunto. Se pagar todo o passivo das pedaladas, o governo fechará o ano com um deficit primário de quase R$ 120 bilhões.

Nesta segunda, Barbosa terá uma reunião com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para tratar do assunto. O Tesouro tem com o banco uma dívida superior a R$ 24 bilhões. Precisa ainda quitar dívidas com o Banco do Brasil e o FGTS.

Equipe

Em relação à sua equipe, dois nomes são dados como certo. Dyogo Oliveira será seu secretário-executivo na Fazenda, posto que já ocupou anteriormente. Atualmente, ele ocupa o mesmo cargo no Ministério do Planejamento.

Manoel Pires, secretário de assuntos econômicos do Planejamento, deve assumir a Secretaria de Política Econômica da Fazenda.

A expectativa está em torno do nome que Barbosa vai escolher para comandar o Tesouro, área vital para a implementação do ajuste fiscal. O atual secretário, Marcelo Santieve, já havia acertado com Joaquim Levy que deixaria o cargo no início de 2016. (Folhapress)

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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6 Comentários
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  1. Georgeis10

    21 de dezembro de 2015 12:41 pm

    Troca de técnicos

    Essa troca lembra aquelas que ocorrem quando jogadores de um time de futebol se rebelam contra um técnico tido como ‘linha dura’ e botam no lugar algum funcionário do clube ‘amigão da boleiragem’.

  2. Marcos Antônio

    21 de dezembro de 2015 12:43 pm

    “Todo artista tem de ir aonde

    “Todo artista tem de ir aonde o povo está!”

    FALE COM O MERCADO, MAS FALE AO POVO TAMBÉM!

    Não se importe com paneleiros ou PIG –  FALE COM O POVO!

    Conte tudo!

    Não prometa o que não acontecerá!

  3. altamiro souza

    21 de dezembro de 2015 12:48 pm

    conversar e conversar.

    conversar e conversar. muito.

    e convencer.

    aí é que são elas;

    as forças retrógradas podem criar obstácuklos.

    mas pelo menos barbosa´colocará essa questão, pois o levy não explicava nada sobre isso.

  4. Renato Soares Furtado

    21 de dezembro de 2015 1:53 pm

    Só Outro…

    Barbosa não passa de OUTRO CACHORRO ENCOLEIRADO…E todo mundo sabe disso…rsrsrsrsrsrs…

     

    Caminhamos alegremente para o ABISMO…Valeu Dilma, Valeu Lulla, Valeu PT…rsrsrsrsrsrs…

     

    Resultado de imagem para Dilma Pá de cal charges

    1. JB Costa

      21 de dezembro de 2015 2:04 pm

      Ia comentar essa matéria.

      Ia comentar essa matéria. Desisti tão logo rolei a página e vi tuas costumeiras sandices e escrotagens. Não gosto de me misturar com gente que desperdiça espaços preciosos para dar vazão a idiotices. 

      E ainda tem o displante de se auto conceder cinco estrelinhas. 

       

  5. jc.pompeu

    21 de dezembro de 2015 10:14 pm

    infelizmente,
    o mercado é uma

    infelizmente,

    o mercado é uma entidade paranormal com princípios éticos à flor da pele melindrosa, e que portanto, abomina situações vexatórias intrigantes como foi a dissimulada puxada de tapete do ministro levy por outro ministro consorte de olho gordo vaidoso na cadeira e na caneta da fazenda arcaica.

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