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12 Comentários
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  1. Vânia

    23 de dezembro de 2015 3:27 am

    ‘Poderia ter sido eu’, diz

    ‘Poderia ter sido eu’, diz Elza Soares sobre chacina de Costa Barros

    Crédito: Asterium Produções

     

    Falta tudo. Estou viva. Quando a gente vive, falta tudo.

     

    http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151211_entrevista_elza_soares_costa_barros_lgb

     

  2. Andre Araujo

    23 de dezembro de 2015 3:27 am

    https://1.kekantoimg.com/li1f

    https://1.kekantoimg.com/li1fBnrE4w7Lm7_7gTmi2rpAc8U=/fit-in/600×600/s3.amazonaws.com/kekanto_pics/pics/361/221361.jpg

    DESPERDICIOS PUBLICOS : PREDIOS E SALARIOS

    Os hospitais publicos do Estado do Rio de Janeiro estão em situação de calamidade, UTIs fechadas, não há remedios, nem seringas, nem gaze, o que está se vendo é uma tragedia, gente doente chegando qubrada, com dores, não são atendidas. Os hospitais estão fechando por falta de recursos do Estado. Ao  tempo na famosa ALERJ Assembleia Legislativa havia há doze anos, na primeira gestão Sergio Cabral como Presidente da Alerj, havia 376 funcionarios ganhando acima do limite

    limite constitucional, quer dizer acima de 29 mil Reais, hoje deve ter muito mais, o chefe da garagem ganhava 35 mil.

    Sergio Cabral suspendeu todos os valores excedentes ao limite e depois perdeu na Justiça.

    Este processo se dá por todo o Brasil, nos tres poderes. Gente que não vale no mercado competitivo 2 mil Reais por mês ganha 30 ou 40 mil em cargos publicos de confiança ou até de carreira mas o “plus” não é o salario, são os “auxilios”.

    Na CPTM, estatal do governo paulista que cuida de trens suburbanos, há 116 funcionarios com supersalarios, assessores,

    gerentes (Folha de SP, 11/12/15, pagina B1, com o nome dos felizardos. Na UNICAMP , 1.811 funcionarios de todo tipo ganham acima do teto, na USP há “procuradores” da ativa e aposentados com salarios de 60 a 80 mil.  Com isso a USP

    e a UNICAMP não tem dinheiro para mais nada alem da folha que consome mais de 100% do orçamento, não tem dinheiro para pesuisas essenciais de vacinas que podem salvar vidas, para cuidar de museus, o Ipiranga e o Nacional, que pertencem a Universidades, estão fechados.

    O processo dos supersalarios tem como terreno fertil os chamados orgãos “autonomos”, que tem a faculdade unica no planeta em se trtando de dinheiro  publico de fixar o proprio ganho através de “truques” denominados de “auxilios”.

    O vencimento é fixado pelo Estado mas os “auxilios” são auto-concedidos pelos proprios beneficiarios através de um sistema de “corporação” onde os funcionarios controlam a cupula por eleições ou “associações”.

    O processo ocorre de Norte a Sul, em Assembleias, Camaras de Vereadores, Prefeituras, Procuradorias, o Poder Judiciario é campeão, porque não há um ORGÃO DE CONTROLE desse processo de supersalarios? Porque não há vontade politica para enfrentar. O pior é que os donos dos superslarios os carregam junto quando aposentam cedo e dai ganham por mais 30 ou 40 anos sem trabalhar nem o pouco que trabalhavam na ativa, as vantagens se agregam às aposentadorias, inclusive bonus de produtividade, algo que um aposentado nunca será capaz de produzir.

    No mercado competitivo de trabalho um salario de 5 ou 7 mil é hoje dificil de se gahar, precisa ser muito bom. No serviço publico, tipo Senado, há garçons e motoristas ganhando bem mais do que um gerente de banco. Qual o critério, qual a logica?A Revolução Francesa aconteceu quando quem produzia não conseguia mais pagar os improdutivos.

    Na economia privada não há nenhuma segurança de emprego, o trabalho exigido é muito, não tem licença premio, a aposentadoria é do INSS aos 65 anos, se pedir muita licença medica é demitido, nada disso ocorre no serviço publico.

    Com esse mega questão de que ninguem fala e ninguem enfrenta, a ECONOMIA PRODUTIVA a cada dia ssustenta mais

    IMPRODUTIVOS

    Qual estadista ou qual conjunto de forças politicas enfretará esse processo daninho que está inviabilizando a prestação de serviços essenciais à população? Os funcionarios na ponta do atendimento, enfermeiro, medicos, atendentes ganham pouquissimo e não tem carreira, passam 30 anos ganhando pouco e desistimulados. Os supersalarios são para os cargos burocraticos de  escassa produtividade e que não prestam serviços que custam ou valem o que ganham.

    Hoje há uma aristocracia de supersalarios nos tres poderes que não sabe o que é crise, enquanto a economia produtiva afunda. O exemplo dos supersalarios por sua vez atrae gerações de jovens promissores para concursos publicos, inves de tentarem ser empreendedores privados. Para que, se no serviço publico o ganho é muito maior desde o inicio do que um empresario médio tira depois de anos de trabalho e risco de quebra?  Sem estimulo ao empreendorismo nenhum Pais cresce, estamos estimulando o crescimento do setor improdutivo, a cada dia mais gente improdutiva sendo incorporada à filha do Estado, agora a folha não cabe mais no PIB e a produção que paga a folha diminui a cada ano, enquanto a folha aumenta.

    O grande misterio é que em uma época de AJUSTE FISCAL não se toca nesse assunto dos superslarios, é tabu.

    Outro tema de desperdicios incriveis são a locação de predios para uso deSecretarias e orgãos do Governo.

    Porque a Secretaria de Planejamento do Estado de SP tem que ter um predio inteiro recentemente alugado na Alameda Santos,  predio novo e bonito, alameda em ara nobre, lugar de conforto a poucas quadras da area chic do “fashion”?

    area de aluguel caro, area charmosa,, se há centenas de predios vazios, quase de graça, no Centro de São Paulo?

    Se é dinheiro publico porque não OBRIGAR que todas as repartições publicas fiquem no Centro de São Paulo, com um custo que é muito menos de um DECIMO do que pagam na região da Paulista?

    A unica razão de estar na Alameda Santos é o conforto da burocracia, para os cidadãos do Estado tanto faz onde esteja uma Secretaria. Na cara região da Paulista e no mais caro ainda Itaim estão mais de dez Secretarias e orgãos publicos do Estado de SP, que está, como todos os demais Estados, com situação economico-financeira periclitante.

    A  agencia estadual reguldora ARTESP, de rodovias concessionadas e como delegada tambem da ANEEL locou um luxuoso predio inteiro na região da Faria Lima, PARA QUE? Porque não no Centro? A Secretaria do Turismo, cujo rsultado é desconhecido, não se sabe o que ela produz para o Estado, nenhum programa de promoção se vê no Estado, estava no centro, no antigo edificio do Banco de São Paulo, que pertence ao Estado, porque saiu do centro e mudou-se para predio alugado na rua Renato Paes de Barros, ponto mais caro do Itaim?

    Uma das formas de recuperar o Centro e transferir para lá TODAS as Secretarias do Estado e da Prefeitura, o cidadão quando precisa de ir a um desses orgãos não tem opção, ele vai onde o orgão estiver, não é uma opção, o organismo pode estar em qualquer lugar da capital, é Governo, não é coisa de mercado.

     

    No Centro há ruas com metade dos predios vazios, qualquer oferta de locação ou compra será baixissima, porque não aproveitar e ao mesmo tempo promover o resgate do Centro tradicional?

    O Ministerio Publico do Trabalho, que lida com trabalhadores,  alugou um mega predio novo na região da Paulista,area onde há DEZENAS de predios locados por Ministerios PUblicos e Juizados, porque não no Centro quase de graça?

    AUSTERIDADE é exemplo, é simbolo, é mensagem. Como pedir austeridade com predios suntuosos e supersalarios?

    Na Inglaterra, com toda pompa, quando foi preciso fazer austeridade e não faz muito tempo, a Rainha vendeu o iate BRITANNIA e o avião real, hoje voa em avião comercial quando faz viagem oficial, é o EXEMPLO.

    O Brasil está entrando em uma tempestade economica, cadê os exemplos de austeridade alem de faltar esparadrapo em hospitais para pobres?

     

     

     

    1. D_P

      23 de dezembro de 2015 1:33 pm

      Excelente comentário

      Excelente comentário Andre.

      Outro dia estava pensando sobre isso. Nâo vejo outra alternativa que senão o Governo iniar uma camapnha com relação a estes super salárioo e entrar com uma ação no STF.

      Só o STF pode banir essa indecência. Quem ganha acima do teto passaria a ganhar o teto e ponto final. E é preciso também criar um teto para nível de ensino médio.

      Ora, ai vão dizer que é “direito adquirido”. Direito adquirido em cima do nosso rabicó é fácil né..

       

       

  3. implacavel

    23 de dezembro de 2015 3:59 am

    NOVO NAVIO-PLATAFORMA DESTINADO AO PRÉ-SAL JÁ ESTÁ NO BRASIL

    Agência Brasil – A nova unidade, responsável pela produção, o armazenamento e a transferência de petróleo e gás, será mais uma a operar no Campo de Lula, a uma profundidade de 2.200 metros e está programado para começar as atividades no primeiro semestre de 2016.

    A FPSO foi convertida a partir de um navio petroleiro o VLCC (Very Large Crude Carrier) no estaleiro CXG (China). Ela terá capacidade para processar até 150 mil barris por dia de petróleo, comprimir diariamente 6 milhões de metros cúbicos de gás e armazenar até 1,6 milhão de barris de petróleo.

    As informações da Petrobras indicam que, no estaleiro Brasa, responsável pela fabricação de seis dos módulos do FPSO, será feita a conclusão das operações de içamento e integração de módulos da planta de processamento.

    Operado pela Petrobras (65% de participação), o consórcio que detém a concessão do Campo de Lula, no bloco BM-S-11 (Bacia Marítima de Santos), é uma parceria com a BG E&P Brasil (25%) e a Petrogal Brasil (10%).

    Os navios do tipo FPSO utilizados nos campos de petróleo e gás podem ser realocados quando não são mais necessários em um campo petrolífero. Em comparação com as instalações fixas, os FPSO têm relação custo-benefício maior, já que as instalações fixas são mais caras e podem ser utilizadas em apenas um ponto.

    Uma das maiores áreas produtoras de petróleo e gás do país, a camada do pré-sal teve a sua produção aumentada em 1,8% em novembro último, comparativamente a outubro. Dados divulgados pela Petrobras indicam que a média diária chegou a 1,023 milhão de barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás equivalente), contra a média diária de 1,005 milhão de petróleo equivalente extraída em outubro. Somente a produção total de petróleo atingiu em novembro a média diária de 820 mil barris por dia, com crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, quando a produção havia sido de 809 mil barris.

  4. Fernando J.

    23 de dezembro de 2015 4:28 am

    Estorvo nas raízes do Brasil

     

    Irajá Menezes

    1 h ·  

    ESTORVO NAS RAÍZES DO BRASIL

    Ontem à noite, pros lados do Leblon, Chico Buarque avistou-se com o brasileiro cordial.

    Chico manteve a calma, não perdeu a elegância. Na verdade, não houve surpresa. É que Chico conhece como ninguém o brasileiro cordial.

    Não apenas porque foi seu pai quem explicou que bicho é esse. Isso, por certo, ajudou.

    O fato é que o poeta de olhos cor de ardósia não é de contar vantagem, mas todo mundo sabe que percebe de longe a cordialidade. Afinal foi ele quem descreveu com mais detalhes o brasileiro cordial.

    O brasileiro cordial é aquele que fotografa com a câmera cujo foco toda lírica solapa.

    Aquele que amassou as rosas, queimou as fotos e beijou Lily Brown no altar.

    O brasileiro cordial é a voz do dono. É o dono do bosque onde todo balão caía, toda maçã nascia (e o dono do bosque nem via). Aquele que deve a Deus seu éden tropical, mas pode vender. Quanto você dá?

    Foi o brasileiro cordial que inventou de inventar toda a escuridão. Que inventou o pecado.

    Foi ele que obrigou Angélica arrumar o quarto do filho que já morreu.

    E esqueceu-se de inventar o perdão.

    O brasileiro cordial é um dos pagantes, bêbados e febris, exigindo bis quando Beatriz despenca do céu. É um dos homens tristes, à frente de uma mulher feliz, enrustido, com cara de marido. O bruto da brasa na coxa de Ana de Amsterdam. O japonês trás de mim. É ele quem bate, cospe, joga bosta na Geni.

    Ele é o noivo correto, o empregado discreto, o macho irrequieto, o funcionário completo, fala de cianureto, tem um caso secreto, um velho projeto, às vezes cede um afeto, quase que fez fortuna. Até que a morte os una, os brasileiros cordiais armaram tocaia lá na curva do rio. Puseram no tronco, talharam o corpo, furaram os olhos do escravo que no engenho enfeitiçou Sinhá.

    Para ele vivem as mulheres de Atenas. É ele que faz mil perguntas que em vidas que andam juntas ninguém faz. Que conta as horas nas demoras por aí.

    Tatuagem no braço e dourado no dente, assim como veio partiu não se sabe pra onde. É o aborígene do lodo, o homem que vem aí. O malandro regular, profissional, com aparato de malandro oficial, candidato a malandro federal, com retrato na coluna social, com contrato, com gravata e capital.

    O brasileiro cordial.

    O brasileiro cordial reclama se alguém agoniza no meio do passeio público, porque atrapalha o tráfego. Serve a bebida amarga do cálice de vinho tinto de sangue.

    É a ele que agradecemos: “Deus lhe pague” por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir, a certidão pra nascer e a concessão pra sorrir, por me deixar respirar, por me deixar existir. Deus lhe pague, brasileiro cordial.

    Obriga o jumento a levar o pão, a farinha, feijão, carne seca, limão, mexerica, mamão, melancia, areia, cimento, tijolo, a pedreira até quando a carcaça ameaça rachar.

    É o da pesada, responsável pela omissão um tanto forçada. Largou o guri no mato, rindo, lindo de papo pro ar. Estampou na manchete, retrato com venda nos olhos, legenda e as iniciais.

    Fez alvoroço demais, o brasileiro cordial.

    Fez o faz-de-conta terminar numa noite que não tem mais fim.

    Subtraiu a pátria em tenebrosas transações.

    Acendeu a fogueira que queimou o samba, a viola, a roseira. O brasileiro cordial é a roda-viva que carrega o destino pra lá.

    O brasileiro cordial não gosta do Chico. Mas a filha gosta.

    Mesmo que não se alimente o seu gênio ruim, encontra motivo pra injuriar.

    É um eterno devedor. Deve favores ao compadrio. Deve honras ao padrinho. Por isso sai na rua, sedento para saldar as dívidas.

    Chico escreveu um livro sobre ele. E mostrou que o brasileiro cordial está no asilo, nos últimos dias de vida. Sua memória já se embaralhou. Perdeu a conta.

    O brasileiro cordial chora o leite derramado. Tem medo que aquele trem de candango, formando um bando de orangotango, não seja apenas parte de um sonho medonho e queira mesmo lhe pegar.

    Será que é por isso que ataca?

    Se há alguém que sabe quem é o brasileiro cordial, esse alguém é Chico Buarque de Holanda.

    Os playboys fascistas que o aborreceram, ao contrário, não fazem a menor ideia de quem seja Chico Buarque de Holanda. Se soubessem não pagariam mico em rede nacional.

    O brasileiro cordial cansa. É tanta mutreta pra levar a situação, que a gente vai levando de teimoso e de pirraça.

    Mas… vai passar.

    Enquanto isso a gente vai tomando que, também, sem a cachaça, ninguém segura esse rojão, não é,

     

    1. Odonir

      23 de dezembro de 2015 9:43 am

      Excelente

      Entretanto,  “os playboys fascistas” sabem sim quem é CHICO BUARQUE DE HOLLANDA e, até mesmo por isso, O INVEJAM, O QUEREM MALTRATAR, DESTRUIR, AINDA QUE CHICO só quisesse estar na dele ali, em silêncio, com amigos, SEM AGREDIR NINGUÉM. Eles o agridem: inveja, falta de caráter, hiprocrisia – TUDO com “bons modos”, ora, ora. afinal, SÃO “QUERIDINHOS”, OS BEM AMADOS, SÃO GENTE DE BEM.

      E DIGO MAIS: em trupe, em bando, em quadrilha PORQUE SOZINHO(S) são NADA, absolutamente NADA. 

      Brasileiros estúpidos!

  5. Lair Amaro

    23 de dezembro de 2015 10:04 am

    Colômbia aprova uso medicinal da maconha

    Colômbia aprova decreto que legaliza uso medicinal da maconha

    Presidente Juan Manuel Santos disse que medida não vai contra aos ‘compromissos internacionais para controlar drogas’

    REUTERS

    Colômbia O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assinou nesta terça-feira um decreto que legaliza o uso médico da maconha, uma medida que segundo ele não enfraquece a luta do governo contra plantações ilícitas e tráfico de drogas. O decreto permite o uso terapêutico da maconha, afirmou Santos.

    “Permitir o uso da maconha não vai contra os nossos compromissos internacionais para controlar as drogas ou contra a nossa política de lutar contra o tráfico”, afirmou Santos à imprensa após assinar o decreto.

    Colômbia legaliza uso medicinal da maconhaFoto: Reprodução Internet

    Cultivar, distribuir e vender maconha continua ilegal. O país sul-americano suspendeu a pulverização de plantios ilícitos neste ano, citando preocupações com câncer por causa do herbicida.

    A lei atual permite a posse de até 20 gramas de maconha ou 20 plantas de maconha para uso pessoal. Um estudo recente mostrou que 11,5 por cento dos colombianos já usaram maconha pelo menos uma vez.

    O governo declarou que algumas empresas, incluindo estrangeiras, estão interessadas em produzir e vender maconha. No entanto, não há planos para legalizar totalmente a maconha para uso recreativo ou venda comercial, ao contrário do Uruguai, que legalizou a droga em 2013.

     

    http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-12-22/colombia-aprova-decreto-que-legaliza-uso-medicinal-da-maconha.html

     

  6. Maria da Revelação

    23 de dezembro de 2015 10:13 am

    Ofereço este vídeo aos juízes G. Mendes, Dias Toffoli e S. Moro

    Sei  que eles vão morrer de rir da minha cara, “esse contribuinte idiota”, dirão eles. Mas, quem deve lutar pela dignidade da justiça neste país, somos nós, os contribuintes idiotas, já que os juízes e os políticos PSDBistas são deuses e podem fazer o que quiserem sem dar satisfações a ninguém. Mas eu, um contribuinte indignado, em dia com  os meus impostos, sugiro um tipo de punição para os juízes brasileiros que praticarem delitos contra o cidadação comum, contra o erário público, contra o Brasil de uma maneira geral: seis meses de estágio no Supremo Tribunal da Suécia. Vejam o que eles aprenderiam:

    [video:https://youtu.be/bg_lP4J3Mss%5D

  7. CB

    23 de dezembro de 2015 11:21 am

    http://www.dw.com/pt/1933-gra

    http://www.dw.com/pt/1933-grande-queima-de-livros-pelos-nazistas/a-834005

    O dia 10 de maio de 1933 marcou o auge da perseguição dos nazistas aos intelectuais, principalmente aos escritores. Em toda a Alemanha, principalmente nas cidades universitárias, montanhas de livros ou suas cinzas se acumulavam nas praças. Hitler e seus comparsas pretendiam uma “limpeza” da literatura.

    Tudo o que fosse crítico ou desviasse dos padrões impostos pelo regime nazista foi destruído. Centenas de milhares de livros foram queimados no auge de uma campanha iniciada pelo diretório nacional de estudantes.

    Albert Einstein, Stefan Zweig, Heinrich e Thomas Mann, Sigmund Freud, Erich Kästner, Erich Maria Remarque e Ricarda Huch foram algumas das proeminências literárias alemãs perseguidas na época.

    O poeta nazista Hanns Johst foi um dos que justificou a queima, logo depois da ascensão do nazismo ao poder, com a “necessidade de purificação radical da literatura alemã de elementos estranhos que possam alienar a cultura alemã”.

    Assim como desde a pré-história se acreditava nos poderes purificadores do fogo, o regime do mestre da propaganda – Joseph Goebbels – pretendia destruir todos os fundamentos intelectuais da por ele tão odiada República de Weimar.

    Oportunismo e distanciamento

    A opinião pública e a intelectualidade alemãs ofereceram pouca resistência à queima. Editoras e distribuidoras reagiram com oportunismo, enquanto a burguesia tomou distância, passando a responsabilidade aos universitários. Também os outros países acompanharam a destruição de forma distanciada, chegando a minimizar a queima como resultado do “fanatismo estudantil”.

    Entre os poucos escritores que reconheceram o perigo e tomaram uma posição estava Thomas Mann, que havia recebido o Nobel de Literatura em 1929. Em 1933, ele emigrou para a Suíça e, em 1939, para os Estados Unidos.

    Quando a Faculdade de Filosofia da Universidade de Bonn lhe cassou o título de doutor honoris causa, ele escreveu ao reitor: “Nestes quatro anos de exílio involuntário, nunca parei de meditar sobre minha situação. Se tivesse ficado ou retornado à Alemanha, talvez já estivesse morto. Jamais sonhei que no fim da minha vida seria um emigrante, despojado da nacionalidade, vivendo desta maneira!”

    Também Ricarda Huch retirou-se da Academia Prussiana de Artes. Na carta ao seu presidente, em 9 de abril de 1933, a escritora criticou os ditames culturais do regime nazista: “A centralização, a opressão, os métodos brutais, a difamação dos que pensam diferente, os autoelogios, tudo isso não combina com meu modo de pensar”, justificou. Em 1934, a “lista negra” incluía mais de três mil obras proibidas pelos nazistas. Como disse o poeta Heinrich Heine:

    “Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas.”

     

    1. Anna Dutra

      23 de dezembro de 2015 2:50 pm

      Alemanha nazista?
      [video:https://youtu.be/1jRsBF0ExHc%5D

      [video:https://youtu.be/PmPMIi5B8FE%5D

  8. Lenin

    23 de dezembro de 2015 1:03 pm

    Apesar de vocês …
    Chico, o Lula aproveita pra também mandar lembranças de todo o pessoal daqui

    Mensagem de Lula e sua Mulher, Marisa, ao Chico Buarque, depois do cerco dos playboys, no Leblon:

    Chico Buarque é um patrimônio da cultura e do povo brasileiro; nosso maior artista, o mais fino intérprete da alma de nossa gente. É admirado, por tudo o que fez e faz na música e na literatura, e respeitado, como cidadão consciente que jamais se omitiu nas lutas pela democracia e justiça social. Um brasileiro com essa trajetória, e que tem no sangue a herança do professor Sérgio Buarque e de dona Maria Amélia, não merece ser ofendido, muito menos por sua coerência. É muito triste ver a que ponto o ódio de classe rebaixa o comportamento de alguns que se consideram superiores, mas não passam de analfabetos políticos. Apesar de vocês, amanhã há de ser outro dia. Receba, querido Chico, nossa solidariedade, sempre. Lula e Marisa.

    Fernando Brito. 22/12 no Tijolaco.com.br

  9. Paulo F.

    23 de dezembro de 2015 1:04 pm

    Alerta da década de 1960 ainda é atual!

    No EUA série baseada em livro de Philip K. Dick, mestre da ficção, dá uma amostra de realida alternativa distópica.  E se o facismo vencesse?

    da  Deutsche Welle

    Por Shant Shahrigian (ca)

    Cultura

    Como seria o mundo se os nazistas tivessem vencido a guerra?

    Série conta a vida num EUA imaginário, dominado pela Alemanha nazista e pelo Japão imperial. Para críticos, trama pode servir de alerta num momento que tom das vozes xenófobas está mais alto.

    Propaganda no metrô de Nova York foi retirada após protestos

    Donald Trump, pré-candidato republicano à Casa Branca, exigiu uma proibição de entrada para muçulmanos nos Estados Unidos. Outros de seu partido reivindicaram uma restrição de acesso para refugiados da Síria. Na França, a legenda anti-islâmica Frente Nacional, comandada por Marine Le Pen, ganhou as eleições regionais no último domingo. Muitas das manchetes dos atuais noticiários lembram o capítulo mais obscuro da história do século 20: a ascensão do nazismo.

    Talvez essa situação politicamente explosiva explique por que O homem do castelo alto, adaptação para a TV do romance homônimo, tenha provocado reações tão fortes no público americano. O programa – ainda sem data de estreia no Brasil – conta a vida num Estados Unidos imaginário, dominado pela Alemanha nazista e pelo Japão imperial.

    Eles haviam vencido a Segunda Guerra – esse é o cenário de horror no filme. A Amazon Studios, produtora da série, sentiu na pele a dificuldade de abordar esse assunto. Os símbolos de inspiração nazista, que foram colocados nos vagões do metrô de Nova York para divulgar o lançamento da série, tiveram de ser retirados depois de protestos públicos.

    Elenco de “O homem do castelo alto”, em novembro na estreia da série em Nova York

    Quem assistir a O homem do castelo alto (The man in the high castle) vai ter um susto desagradável: em centenas de cenas do seriado de dez capítulos, o estilo de vida americano é ameaçado por símbolos totalitários – e pelas ações subsequentes. Mas é exatamente isso que é tão fascinante na produção: ela mostra como a xenofobia pode fazer parte do cotidiano, antes que se chegue a perceber o seu triunfo.

    Em entrevista à Deutsche Welle, tanto Inkoo Kang, crítica de televisão da influente revista nova-iorquina Village Voice, quanto Ilya Somin, articulista do jornal The Washington Post, afirmaram que a série prova que as pessoas poderiam muito bem se acostumar com tudo.

    Natureza x educação?

    Na distopia proporcionada pelo seriado, os nazistas dominam a costa leste dos EUA, enquanto os japoneses, a oeste. Os americanos vivenciam instituições totalitárias e ações de limpeza étnica. Numa cena que atraiu particularmente a atenção dos críticos, cinzas de um crematório pairam sobre uma autoestrada, levando um policial a observar secamente: “Às terças-feiras, queimam deficientes físicos e doentes terminais – um fardo para o Estado.”

    Na tentativa de explicar como o horror ininterrupto pode se tornar normalidade, Kang aponta: “Hoje é possível dizer que não temos a violência patrocinada pelo Estado, como na forma de eugenia institucionalizada. Mesmo assim, há muito injustiça em todas as partes de nosso país, e não achamos nada de errado nisso.”

    Somin é advogado e, nessa função, também se ocupa do conteúdo político das obras de ficção científica e fantasia. Para ele, a série parece supor que “dependendo das circunstâncias, as pessoas podem se tornar seguidores de regimes opressivos e injustos em todo tipo de sociedade”.

    Ressonância da vida real

    O seriado O homem do castelo alto – baseado no romance homônimo de Philip K. Dick, da década de 1960 – acompanha as aventuras da heroína Juliana Crane (interpretada por Alexa Davalos) num movimento de resistência clandestino e relata as consequências das ações da protagonista para sua família e amigos. Segundo Somin, os dois regimes xenófobos contra os quais ela luta – o Japão imperial e a Alemanha nazista – lembram a atual campanha eleitoral de Donald Trump.

    Mesmo antes de suas recentes declarações exigindo a proibição de entrada de muçulmanos, o pré-candidato republicano pediu a construção de um muro para conter a entrada de mexicanos, como também um banco de dados para poder monitorar melhor os muçulmanos nos EUA.

    “A série funciona como um eco dos acontecimentos reais na Europa e nos EUA”, afirmou Somin, em alusão a Trump, Marine Le Pen e ao primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que ergueu, de fato, uma cerca em torno de seu país – por medo de refugiados.

    O articulista do Washington Post considera, no entanto, pouco realista a rapidez com que alguns personagens do seriado de TV americana, que se passa 12 anos após o fim da Segunda Guerra, aceitaram o regime de ocupação. Em sua opinião, o ceticismo de uma nação diante de uma mudança de regime duraria mais tempo.

    “Mesmo que Trump seja eleito e tente montar o seu banco de dados para muçulmanos ou coisa parecida, acredito que, ao menos por algum tempo, essas medidas seriam motivo de controversas discussões”, opina Somin. Para ele, somente uma vitória eleitoral não seria suficiente para impor essas mudanças na sociedade – assim como a eleição e reeleição de Obama não foram suficientes para ancorar o Obamacare, a reforma do sistema de saúde, entre os americanos.

    Magnata Donald Trump exigiu proibição de entrada para muçulmanos nos EUA

    Kang afirma ver semelhanças entre os controversos pré-candidatos presidenciais e movimento de resistência na série. No seriado, o grupo de resistência está em busca constante de filmes misteriosos, que parecem representar um mundo no qual os aliados haviam ganhado a guerra, não os países do Eixo – uma fonte de esperança que inspira Juliana a desistir da vida que leva, para lutar na clandestinidade.

    Kang diz reconhecer nos principais personagens da série americana uma tendência para o “derrotismo nacionalista”, logo que se comparam com alemães ou japoneses. De acordo com a crítica de televisão, isso lembra a mensagem de Trump de que os eleitores deveriam “tornar novamente os EUA uma grande nação”, diante da alegada ameaça por parte de migrantes não brancos.

    Mensagem de compaixão

    “Na série também é construída um tipo de fantasia romântica, segunda a qual seria possível mudar facilmente a atitude de qualquer pessoa”, explica Kang sobre a reação de Juliana ao filme clandestino. “Isso não quer dizer que a série é ruim. Ela quer justamente ser um exemplo inspirador de como as pessoas podem se tornar melhores pensadores e, assim, melhores eleitores.”

    Desde que O homem do castelo alto começou a passar nos EUA, no fim deste ano, inúmeros artigos na mídia americana e alemã, entre outras, tentaram desvendar um significado mais profundo no seriado. Da mesma forma que o serviço de streaming rival Netflix, a Amazon não divulgou até agora os números de audiência. Ainda não se sabe se a série vai se estender numa segunda temporada.

    Mas uma coisa é certa: com a sua investigação profunda da influência de regimes e espíritos totalitários, como a xenofobia, em pessoas normais, O homem do castelo alto já atraiu a atenção.

    “Eu acredito que há na série um apelo por mais humanidade – que precisamos muito mais diante dos acontecimentos do nosso tempo”, comenta Kang.

     

    Somin é advogado e, nessa função, também se ocupa do conteúdo político das obras de ficção científica e fantasia. Para ele, a série parece supor que “dependendo das circunstâncias, as pessoas podem se tornar seguidores de regimes opressivos e injustos em todo tipo de sociedade”.

    Ressonância da vida real

    O seriado O homem do castelo alto – baseado no romance homônimo de Philip K. Dick, da década de 1960 – acompanha as aventuras da heroína Juliana Crane (interpretada por Alexa Davalos) num movimento de resistência clandestino e relata as consequências das ações da protagonista para sua família e amigos. Segundo Somin, os dois regimes xenófobos contra os quais ela luta – o Japão imperial e a Alemanha nazista – lembram a atual campanha eleitoral de Donald Trump.

    Mesmo antes de suas recentes declarações exigindo a proibição de entrada de muçulmanos, o pré-candidato republicano pediu a construção de um muro para conter a entrada de mexicanos, como também um banco de dados para poder monitorar melhor os muçulmanos nos EUA.

    “A série funciona como um eco dos acontecimentos reais na Europa e nos EUA”, afirmou Somin, em alusão a Trump, Marine Le Pen e ao primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que ergueu, de fato, uma cerca em torno de seu país – por medo de refugiados.

    O articulista do Washington Post considera, no entanto, pouco realista a rapidez com que alguns personagens do seriado de TV americana, que se passa 12 anos após o fim da Segunda Guerra, aceitaram o regime de ocupação. Em sua opinião, o ceticismo de uma nação diante de uma mudança de regime duraria mais tempo.

    “Mesmo que Trump seja eleito e tente montar o seu banco de dados para muçulmanos ou coisa parecida, acredito que, ao menos por algum tempo, essas medidas seriam motivo de controversas discussões”, opina Somin. Para ele, somente uma vitória eleitoral não seria suficiente para impor essas mudanças na sociedade – assim como a eleição e reeleição de Obama não foram suficientes para ancorar o Obamacare, a reforma do sistema de saúde, entre os americanos.

    Magnata Donald Trump exigiu proibição de entrada para muçulmanos nos EUA

    Kang afirma ver semelhanças entre os controversos pré-candidatos presidenciais e movimento de resistência na série. No seriado, o grupo de resistência está em busca constante de filmes misteriosos, que parecem representar um mundo no qual os aliados haviam ganhado a guerra, não os países do Eixo – uma fonte de esperança que inspira Juliana a desistir da vida que leva, para lutar na clandestinidade.

    Kang diz reconhecer nos principais personagens da série americana uma tendência para o “derrotismo nacionalista”, logo que se comparam com alemães ou japoneses. De acordo com a crítica de televisão, isso lembra a mensagem de Trump de que os eleitores deveriam “tornar novamente os EUA uma grande nação”, diante da alegada ameaça por parte de migrantes não brancos.

    Mensagem de compaixão

    “Na série também é construída um tipo de fantasia romântica, segunda a qual seria possível mudar facilmente a atitude de qualquer pessoa”, explica Kang sobre a reação de Juliana ao filme clandestino. “Isso não quer dizer que a série é ruim. Ela quer justamente ser um exemplo inspirador de como as pessoas podem se tornar melhores pensadores e, assim, melhores eleitores.”

    Desde que O homem do castelo alto começou a passar nos EUA, no fim deste ano, inúmeros artigos na mídia americana e alemã, entre outras, tentaram desvendar um significado mais profundo no seriado. Da mesma forma que o serviço de streaming rival Netflix, a Amazon não divulgou até agora os números de audiência. Ainda não se sabe se a série vai se estender numa segunda temporada.

    Mas uma coisa é certa: com a sua investigação profunda da influência de regimes e espíritos totalitários, como a xenofobia, em pessoas normais, O homem do castelo alto já atraiu a atenção.

    “Eu acredito que há na série um apelo por mais humanidade – que precisamos muito mais diante dos acontecimentos do nosso tempo”, comenta Kang.

     

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