O acusado, Ricardo Chegado, foi coordenador da campanha do deputado federal Éder Mauro (PSD), delegado da Polícia Civil

Prefeito Diego Kolling, de Breu Branco, foi assassinado (Foto: Reprodução)
A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) confirmou neste momento que o presidente do Partido Social Democrático (PSD) do município de Breu Branco, Ricardo Pessanha, conhecido como Ricardo Chegado, é apontado como um dos mandantes e está entre os presos pelo assassinato do prefeito da cidade, Diego Kolling, conhecido como Alemão. O gestor foi eleito pelo mesmo partido. Outras três pessoas também foram presas – dentre elas o executor, conhecido como Lelo Batata – e todas estão sendo encaminhados para a Superintendência Regional da Polícia Civil na Região dos Lagos, em Tucuruí.
Ricardo Chegado foi o coordenador em Breu Branco da campanha do deputado federal Éder Mauro (PSD), que é delegado da Polícia Civil. Conforme a Polícia Civil, o preso mantinha relação antiga com o executor, que trabalhou para o presidente do partido como tratorista. Ricardo foi preso na fazenda de um amigo. Mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram cumpridos nas áreas urbana e rural do município, localizado a 248 km de Marabá, no início desta manhã, durante operação que mobilizou 40 homens e foi coordenada pelo delegado geral da Polícia Civil do Estado do Pará, Rilmar Firmino.
A assessoria de comunicação da Segup se comprometeu a divulgar mais detalhes ao longo do dia. Diego Kolling foi alvejado a tiros enquanto pedalava com amigos na Rodovia PA-263, que liga Tucuruí a Goianésia, em maio deste ano. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Breu Branco é município vizinho à Tucuruí, onde o prefeito Jones William da Silva Galvão, de 42 anos, também foi morto a tiros na última terça-feira (25). Em janeiro do ano passado foi executado João Gomes, conhecido como “Russo”, prefeito de Goianésia do Pará. (Luciana Marschall)
Fonte: https://www.correiodecarajas.com.br/post/bomba-coordenador-de-campanha-de-eder-mauro-esta-preso-por-assassinato-de-prefeito
Charge de Paulo Emmanuel
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Nota do deputado federal Éder Mauro
“O deputado federal Delegado Éder Mauro (PSD/PA) esclarece que não passa de mentira a notícia de que o acusado como mandante da morte do prefeito Diego Kolling, Ricardo Chegado, trabalhou como coordenador de campanha do deputado nas eleições de 2014.
Ressalta que não chegou a fazer campanha em Breu Branco porque não tinha recursos para sequer chegar ao local, onde obteve pouco mais de 100 votos, inclusive tem a informação de que o acusado trabalhou para outro deputado federal.
Somente nas eleições de 2016, o deputado foi procurado pelo próprio Diego para apresentar Ricardo como presidente do PSD Breu Branco e, posteriormente, coordenador da campanha que elegeu Kolling no pleito daquele ano. Enfatiza que continuará acompanhando as investigações.”
Recolhido no https://uruatapera.blogspot.com.br/2017/07/nota-do-deputado-federal-eder-mauro.html
stanilaw Calandreli II
29 de julho de 2017 5:26 pmFronteiras agrícolas
Morei, quando garoto, em uma cidade do oeste do Paraná. A região estava ainda sendo colonizada pela antiga empresa CAIC (Companhia Agrícola Imobiliária e Colonizadora) e, portanto era carente de tudo aquilo que necessita uma comunidade civilizada, de infraestrutura até lei vivíamos de escassez. Políticos muito arrojados tinham vida curta, pois esses lugares são, invariavelmente, controlados por grandes proprietários de terra. No caso dessa região sofríamos influência do governador Lupion (mais conhecido como Lupião). As meretrizes e os bandidos chegam quando começa correr dinheiro da agricultura para o comércio, e depois gente atrai gente. Essa notícia acima não me causa estranheza.
Santos Soares
30 de julho de 2017 6:23 pmA matéria está um pouco
A matéria está um pouco errada, foram presos cinco pessoas, Ricardo, Genival, Marciel, Wesley e Sergio, o primeiro foi o mandante, o executor (réu confesso) foi o Genival e os demais estão sobre acusação de apoio na logística criminosa. Ainda falta citar um rapaz que se entregou, vulgo “Marcinho” este foi o intermediador da empreitada criminosa.