
Jornal GGN – É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo que a presidente Dilma Rousseff (PT) bateu o martelo sobre a manutenção das secretarias de Política para Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, ameaçadas por uma fusão em meio ao projeto de reforma ministerial. Segundo a jornalista, “a economia de extinguí-las seria pífia, na avaliação do governo federal, e o desgaste [com os movimentos sociais que apoiam o governo], muito grande.”
A ideia, antes, era de unir as três pastas sob o guarda-chuva de um Ministério da Cidadania, que poderia ser liderado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Mas um estudo apontando que os cortes não seriam significantes para a reforma teria feito Dilma mudar de ideia e dar sinais de que o status de ministério das secretarias será preservado.
Na segunda-feira passada, ao anunciar o pacote de medidas para dar fôlego financeiro ao governo, o ministro do Planejamento Nelson Barbosa estimou que a reforma administrativa ajudar a economizar cerca de R$ 200 milhões. Dilma disse que as mudanças no primeiro escalão de governo serão anunciadas na próxima semana.
O colunista Ilimar Franco (O Globo) frisou em sua coluna que os presidentes da Câmara e do Senado trataram com ironia o corte anunciado pelo Planalto com a extinção e remanejamento de ministérios.
“O presidente do Senado, Renan Calheiros, tem dito a aliados que o corte é irrisório. Compara com o que fez na Casa, quando assumiu o comando. Diz ter reduzido R$ 265 milhões em um ano, com revisão de contratos e cortes de terceirizados. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem dito que o Planalto não vai cortar nada. E dá como exemplo uma de suas decisões recentes, a que corta as horas extras de funcionários da Casa. Afirma que elas vão representar uma economia de R$ 80 milhões.”
Andre Araujo
17 de setembro de 2015 6:41 pmDe construir o Brasil forte e
De construir o Brasil forte e poderoso ninguem quer saber, é só defesa de direitos ao infinito, não custa nada e dá ibope.
O grande, o imenso problema humano do Brasil de hoje é cuidar da JUVENTUDE de 18 a 14 anos, são 20 milhões jogados
por ai, sem emprego, sem escola, sem futuro, nisso ninguem pensa porque dá muito trabalho criar programas NÃO demagogicos e reais para salvar o futuro do Pais. Correr atrás de quilombola, mulher que apanha e gays dá mais midia.
Athos
17 de setembro de 2015 7:02 pmGoverno não é ONG!
Na boa, tentar argumentar com quem acha que economia seria pífia.
Não é questão de economia, é questão de gestão eficiente e ZONA tipo casa da mãe Joana que virou a administração federal onde TODOS os assuntos são importantes e POR ISSO perdemos O FOCO no que REALMENTE importa para uma boa administração pública.
Governo não é ONG!
Marcio Wilk
17 de setembro de 2015 7:23 pmMinistério da MULHER????
Ministério da MULHER???? Poderia fazer o favor a MInistra das Mulheres de defender a Deputada que foi ameaçada de estupro pelo colega insano Bolsonarro? Ou isso não vem ao caso?
leonidas
17 de setembro de 2015 9:44 pmTres Pastas que batidas no
Tres Pastas que batidas no liquidificador não dá meio copo…
Mas serve para demonstrar a razao desse descalabro no pais.
A DEMAGOGIA , POPULISMO , FALTA DE VERGONHA NA CARA NO TRATO COM A MAQUINA DO ESTADO vão muito bem obrigado.
Fica esse teatrinho de forças ” Do Bem ” e sempre assim.
Visão clara , limpa sobre o que de fato é prioridade não existe, pois como bem colocou um colega, TUDO É IMPORTANTE…rs